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Paulo Walter

Gestão Estratégica de Negócios

Paulo Walter

 

Brasil: Pesquisa com Pessoal da Manutenção indica que vai melhorar, já está melhorando.

O Brasil está em fase de mudança. O novo Presidente da República foi ao encontro do G-20 para dizer isso ao mundo. A mensagem dele talvez pudesse ser resumida numa faixa dessas que encontramos amiúde em restaurantes e postos de gasolina: “Sob Nova Direção”.

Essas faixas só são colocadas em lugar de destaque quando a nova direção quer comunicar que algo vai mudar ou já mudou. Não tenho conhecimento de faixas comunicando “novos donos” ou “novos proprietários”.
Essas faixas buscam incentivar os colaboradores e, principalmente, a clientela a viver (experimentar?) o que há de novo no estabelecimento.

Sob Nova Direção
Em todos os lugares, em todas as atividades, e na Gestão de Ativos Físicos (Manutenção e Facilities) não deveria ser diferente, mudou a direção, há que se comunicar o que mudou.

A pesquisa nacional “Orçamento da Manutenção para 2017”, encerrada ao final de Agosto, mostra que 2016 muita coisa já mudou e para 2017 há muito ainda a mudar. Apertem os cintos, pois novidades boas já estão por aí.

Depois de amargar dois anos de perdas, cortes, restrições e muita incerteza, 2016 começou muito mal mas há indicativos de que vai terminar invertendo a tendencia de baixa. Se a Manutenção fosse cotada em bolsa, diria que temos agora um viés de alta. É hora de investir.

Orçamento da Manutenção para 2017
Orçamento é algo que deve ser feito com uma base de dados confiável. Há um encadeamento de informações a se respeitar:
– Começa com a área de marketing (em algumas empresas há um setor chamado BI – Business Inteligence) que monta um cenário (ou vários), analisando a conjuntura do país; como os seus clientes estarão se comportando e comprando; como a concorrência está e estará se comportando; etc.
– A área de Vendas, com base no que diz o pessoal de Marketing, faz suas projeções de vendas;
– A turma da Produção diz o que vai precisar para entregar o que se imagina será vendido;
– Finalmente, lá no fim da fila, a Manutenção diz o que pode garantir de Disponibilidade e Confiabilidade nos Ativos para que se produza o que se vendeu, com os recursos para tal.

O Orçamento da Manutenção é então, todo ano, uma reflexão qualificada sobre o que vem por aí, no próximo exercício fiscal.

Números positivos, com o pé no chão
A pesquisa da RBM – Rede Brasileira de Manutenção, colheu informações de 1007 profissionais de 682 empresas. É uma amostragem qualificada para dar o norte a quem está agora debruçado sobre os planos para um ano de retomada (espera-se!).

Os números falam por si:
– Produção crescendo – Num cenário para 2017, com relação a produção e faturamento, para montar o Orçamento, 47,6% das empresas estão se preparando para crescer e menos de 28% acham que vão diminuir;
– Gastos de Manutenção Sob Controle – para 2017 o Orçamento da Manutenção vais ficar igual ou crescer em 65% das empresas e, em contra-partida, deve diminuir em 35% delas.
– Diante do que está sendo orçado para 2017 (leia-se recursos disponíveis) as maiores preocupações da alta gestão da Manutenção são com o custo de Materiais e Peças de Reposição (66%) e a Confiabilidade dos Equipamentos a ser entregue (quase 50%).

2017: 33% das empresas preveem aumentar seus investimentos em treinamento de pessoal

A pesquisa nos traz informações interessantes como a de que, no Brasil da crise, quase 78%  das empresas têm o Custo de Manutenção em Relação ao Faturamento situado entre 1 e 10%. E para 2017 espera-se que este custo caia 5 pontos percentuais, em média. Sem novidades, aqui o desafio é o de sempre que é fazer mais com menos.

Uma série de outras informações reveladas na pesquisa mostram como a Manutenção está se preparando para dar conta dos desafios de um ano carregado de esperanças e muito sangue frio na hora de fazer as boas coisas acontecerem.

Pelo visto vamos terminar 2016 melhor do que se imaginava a poucos meses atrás.
Então, que venha 2017. Estamos preparados!

Abraços

Paulo Roberto Walter
Diretor de Inovação e Pesquisas de Mercado
RBM – Rede Brasileira de Manutenção
paulo.walter@manutencao.net

 

22/09/2016
Brasil: Pesquisa com Pessoal da Manutenção indica que vai melhorar, já está melhorando." addthis:description="A pesquisa da RBM - Rede Brasileira de Manutenção, colheu informações de 1007 profissionais de 682 empresas. É uma amostragem qualificada para dar o norte a quem está agora debruçado sobre os planos para um ano de retomada (espera-se!).">

Retratos da crise: E a Terceirização na Manutenção, ó…

A tendencia da terceirização na Manutenção brasileira vinha num viés de alta desde 2009 até o ano de 2014. Sempre um pouco mais a cada ano.

A terceirização de processos é uma tendencia mundial e seu avanço é um indicador importante da pujancia nas economias mais avançadas deste planeta.
É em serviços que mais se gera emprego e renda e, consequentemente, impostos.

O mercado de serviços funciona assim quando a economia vai bem: quanto mais se contrata, mais empresas de serviços aparecem para atender a demanda; as empresas, ao contratarem mais, aprendem a contratar melhor; a concorrência aumenta, aumenta a qualidade dos serviços ofertados; melhores serviços, mais eficiência, melhores resultados; mais contratos, mais empregos e melhoria da mão de obra empregada.
Esse ciclo é chamado “ciclo virtuoso”, pois todo mundo sai beneficiado.

Mas, a história segue seu curso e vem a crise provocada, agravada mais e mais a partir do fim de 2014, com a forçação de barra para atender necessidades eleitorais e com a persistência de erros já conhecidos por todos nós. É o “ciclo destrutivo”.

Parar de Cair Antes de Começar a Subir

As mais recentes pesquisas da RBM – Rede Brasileira de Manutenção, realizadas através do site www.indicadoresdegestao.com, mostram que a área de serviços na Manutenção no Brasil sofreu, nos três últimos anos, uma marcha a ré que levou as coisas aos patamares de 2010.
Já há indicadores de que a queda chegou ao fim e há uma estabilização nos negócios e há até uma perspectiva de melhora para 2017. A se confirmar a melhora de cenário, o Brasil terá perdido 6 anos na evolução do mercado.

Vamos aos números:
– A pequisa sobre Manutenção PREDITIVA no Brasil – edição 2016, mostrou que houve uma queda impressionante na contratação de serviços de termografia, análise de vibração, análise de óleos e outras. Em 2014 86,3 % das empresas tinham algo de preditiva contratado externamente. Em 2016 somente 68,4% contratam esses serviços externamente.
– 51,4% das empresas apontam dificuldades no Custo para rodarem seus programas de preditiva, enquanto que a dificuldade de aplicação das técnicas preditivas é um problema somente para 17,1% das empresas.

– Já a pequisa sobre Manutenção PREVENTIVA no Brasil – edição 2016, nos informa que, com a queda da atividade industrial, ociosidade de produção em quase todas as fábricas, os programas e indicadores deram uma “afrouxada”. Reduzindo equipes próprias, cortando contratos, cortando na carne, as empresas desmobilizaram programas diversos, mesmo aqueles que trazem economias importantes, como a reciclagem de lubrificantes (menos 12% em 3 anos), redução de consumo de energia (menos 18% em 3 anos).

– Já da pequisa sobre Orçamento da Manutenção para 2017 temos números mostrando que para 71,2% das empresas participantes do levantamento nacional, o orçamento da Manutenção em 2017 vai ficar do mesmo tamanho ou diminuir um pouco. E isso ocorre mesmo indicando que para 47,1% das empresas o cenário para 2017 é de crescimento de produção e do faturamento. Ou seja, para a Gestão de Ativos Físicos, o ano que vem vai ser de aperto e muita exigência.
– Nesta pesquisa sobre o Orçamento 2017 há a informação de que a Terceirização vai crescer em 37,1% das empresas brasileiras enquanto as equipes próprias vão crescer ali pelos 38%. Um empate técnico, digamos.

– A pequisa sobre Terceirização na Manutenção Brasileira – edição 2016, realizada bem no início do ano (fevereiro e março), mostrava que a previsão de terceirização de serviços ao longo deste ano e projetando-se para 2017, vai passar pelo crivo da qualidade.

Nas Maiores os Maiores Tombos

Todas as empresas de serviços que atuam nas áreas de Manutenção e Facilities, de todos os portes, acompanharam a economia nacional e tiveram muitos contratos cancelados ou reduzidos. Algumas até desapareceram ou foram engolidas pela concorrência. Acontece neste tipo de ciclo que estamos vivenciando.
Quem mais sofreu foram as mega empresas de serviços, principalmente as de origem multinacional. Nessas empresas, mais que nos concorrentes nacionais, a regra tem sido cortar estrutura de apoio, substituir pessoal qualificado e experiente por “pessoal mais barato”, sacrificando a qualidade do que se entrega, pois é enorme a pressão para a obtenção dos números finais positivos exigidos por suas matrizes.

A pesquisa das Marcas Mais Conhecidas da Manutenção Brasileira, encerrada em julho passado, mostrou que as “campeãs do mercado” continuam campeãs mas tiveram perdas expressivas em market share, chegando algumas delas a experimentarem um recuo de 12% em sua participação mercadológica.
A mesma pesquisa mostrou também que a pulverização foi a tônica do mercado. Talvez pelo fato de que muita gente boa abriu empresa após ser demitido e presta os chamados “serviços locais”.

As empresas de menor porte, tradicionais e em geral nacionais, têm mais flexibilidade e seus executivos têm feito a gestão da crise com o olhar para a sobrevivência. Sei de várias empresas que fizeram acordos com seu pessoal mais graduado para adequarem-se a remuneração e os resultados. Não se perde qualidade e garante-se a continuidade dos negócios. Até a crise passar.

O que concluo é que para muita gente, 2016 já terminou e tudo o que se faz agora é olhando para 2017.

Bem que a festa de réveillon podia ser em 31 de outubro, não é mesmo?

Abraços
Paulo Roberto Walter
Consultoria em Gestão de Serviços
paulo.walter@manutencao.net
www.manutencao.net
www.indicadoresdegestao.com

 

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14/09/2016
Retratos da crise: E a Terceirização na Manutenção, ó…" addthis:description="A tendencia da terceirização na Manutenção brasileira vinha num viés de alta desde 2009 até o ano de 2014. Sempre um pouco mais a cada ano. A terceirização de processos é uma tendencia mundial e seu avanço é um indicador importante da pujancia nas economias mais avançadas deste planeta. É em serviços que mais se […]">

Junção dos maiores fornecedores mundiais de gases industriais deixa muitas perguntas no ar

A junção da PRAXAIR e a LINDE Gases é um negócio na faixa dos números estratosféricos. E é o assunto do momento na Europa e nos EUA, com muita mexida das ações dessas empresas nas Bolsas de Valores.

A LINDE (alemã) e a PRAXAIR, têm valor de mercado quase igual (30 bilhões de dólares cada uma)  e sua junção irá criar uma empresa com 40% de share do mercado mundial.

O que todo mundo quer saber é como ficam as operações no Brasil, onde a concentração destes fornecimentos é muito maior que na Europa, por exemplo.

26/08/2016
Junção dos maiores fornecedores mundiais de gases industriais deixa muitas perguntas no ar" addthis:description="A junção da PRAXAIR e a LINDE Gases é um negócio na faixa dos números estratosféricos. E é o assunto do momento na Europa e nos EUA, com muita mexida das ações dessas empresas nas Bolsas de Valores. A LINDE (alemã) e a PRAXAIR, têm valor de mercado quase igual (30 bilhões de dólares cada […]">

Veja o vídeo mostrando como o aluminio mudou muita cosa no mundo moderno

26/08/2016
Veja o vídeo mostrando como o aluminio mudou muita cosa no mundo moderno" addthis:description="o efeito do alumínio no mundo moderno">

CPFL, São Martinho e WEG entre as 200 empresas verdes da lista mundial da Carbon Clean

Divulgado no dia 16 o relatório Carbon Clean 200 TM (Clean200TM) com a lista das 200 principais empresas de energia limpa com capital aberto no mundo. O ranking inclui três companhias brasileiras: Weg, São Martinho e CPFL Energias Renováveis.

As 10 empresas com mais receitas oriundas de energias limpas do ranking Clean200 são: Vestas (energia eólica), Philips Lighting (iluminação LED), Xinjiang Gold-A (centrais eólicas), Tesla Motors (veículos elétricos), Gamesa (turbinas eólicas), First Solar (módulos solares), GCL-Poly Energy (polissilício grau solar), China Longyuan-H (parques eólicos), Grupo Kingspan (isolamento e envelopamento de construções) e Acuity Brands (luzes LED).

O Clean200 classifica as maiores empresas de capital aberto no mundo inteiro por suas receitas totais oriundas de energia limpa, conforme a avaliação da Bloomberg New Energy Finance (BNEF). Para ser elegível, a empresa deve ter um valor de mercado superior a US$ 1 bilhão (ao final do segundo trimestre de 2016) e ter mais de 10% do total de receitas a partir de fontes de energia limpa.

TECNOFINK 20 ANOS

18/08/2016
CPFL, São Martinho e WEG entre as 200 empresas verdes da lista mundial da Carbon Clean" addthis:description="O relatório Carbon Clean 200 TM (Clean200TM) lista as 200 principais empresas de energia limpa com capital aberto no mundo. O ranking inclui três companhias brasileiras: Weg, São Martinho e CPFL Energias Renováveis. ">

Brasil discute o futuro: Incertezas para o ano de 2035 são apresentadas durante seminário no Ipea

Foi realizado no Ipea, no último dia 09, o seminário Projeto Brasil 2035 – Questões para o Desenvolvimento, no qual foram apresentadas as incertezas para o país nos próximos anos. Segundo a coordenadora do Projeto Brasil 2035, Elaine Coutinho Marcial, a realização de uma série de oficinas possibilitou avaliar as grandes questões que podem contribuir para o desenvolvimento do país. “As incertezas nos trazem muitas possibilidades de construir o futuro desejado”.

Márcio Gimene, presidente da Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Planejamento e Orçamento (Assecor), ressaltou que as incertezas ajudam a analisar o comportamento dos fatores mais relevantes na sociedade. “Quando reconhecemos que existem incertezas, nos preparamos melhor”.

15/08/2016
Brasil discute o futuro: Incertezas para o ano de 2035 são apresentadas durante seminário no Ipea" addthis:description="Foi realizado no Ipea, no último dia 09 de agosto, o seminário Projeto Brasil 2035 - Questões para o Desenvolvimento, no qual foram apresentadas as incertezas para o país nos próximos anos. Segundo a coordenadora do Projeto Brasil 2035, Elaine Coutinho Marcial, a realização de uma série de oficinas possibilitou avaliar as grandes questões que podem contribuir para o desenvolvimento do país. “As incertezas nos trazem muitas possibilidades de construir o futuro desejado”.">

Cuidar da Água é cuidar do futuro

15/08/2016
Cuidar da Água é cuidar do futuro" addthis:description="">

A economia e a produtividade em Facilities no âmbito das empresas estatais. O caso SABESP

Para quem gosta de acompanhar a evolução da indústria de Gestão de Facilities, vale a leitura do trabalho apresentado por Ivana Maria Rozo Guimarães e Renato Erdmann Gonçalves, no IX Congresso CONSAD, realizado no início de junho de 2016, em Brasília – DF.

Resumidamente o trabalho mostra o esforço da SABESP na utilização de modelo de gerenciamento de facilidades (facilities management), de forma alinhada à identidade e diretrizes estratégicas da organização, dentro de uma nova estratégia para compras de serviços terceirizados, respeitando a legislação vigente aplicável a toda empresa estatal.

Segundo os painelistas, a empresa obteve melhoria nos serviços e ainda conseguiu economias da ordem de 24%, pondo em prática suas novas diretrizes e formato de aquisição de serviços.

O link do trabalho é http://consad.org.br/wp-content/uploads/2016/06/Painel-43-03.pdf

 

15/08/2016
A economia e a produtividade em Facilities no âmbito das empresas estatais. O caso SABESP" addthis:description="Trabalho mostra o esforço da SABESP na utilização de modelo de gerenciamento de facilidades (facilities management), de forma alinhada à identidade e diretrizes estratégicas da organização, dentro de uma nova estratégia para compras de serviços terceirizados, respeitando a legislação vigente aplicável a toda empresa estatal.">

Petrobras busca renascimento com nova orientação estratégica

A Petrobras chegou ao fundo do poço, quebrando a máxima de um dos Rothschild do lado americano que disse lá pela década de 1950 que o mais lucrativo negócio do mundo era uma empresa de óleo e gás, mesmo que mal administrada.

O banqueiro e empresário americano não conhecia ainda o que cenário econômico local ruim, aparelhamento sindical e político, corrupção e incompetência técnica e gerencial, conjugados e aplicados por longo e ao mesmo tempo, são capazes de fazer.

A petroleira nacional, autora do case empresarial de maior vergonha e repercussão na vida recente dos brasileiros, parece que agora busca virar a página e fazer melhor, fazendo diferente, aprendendo com tanta maldade perpetrada ao mesmo tempo.

A empresa, em comunicado à imprensa, informou que seu Conselho de Administração, em reunião realizada ontem (10/08), elegeu Nelson Luiz Costa Silva para assumir a Diretoria de Estratégia, Organização e Sistema de Gestão da Companhia.

No comunicado a Petrobras apresentou o CV de Nelson:
Formado em engenharia naval pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo em 1977 e cursou o CEAG (Curso de Especialização para Graduados) da Fundação Getúlio Vargas em 1980. Tem uma carreira de mais de 40 anos, com experiência internacional de 25 anos residindo no México, Bélgica, Japão, Argentina, França e Inglaterra.
Ocupou durante 17 anos vários cargos executivos na Vale, entre eles diretor comercial global de Minério de Ferro, baseado no Rio, em Bruxelas e em Tóquio.
Também foi CEO da ALL-América Latina Logística em Buenos Aires e diretor geral da Embraer Europa, baseado em Paris.
Foi presidente mundial de Alumínio da BHP Billiton e seu diretor comercial de Minério de Ferro, Carvão e Manganês, baseado em Londres e posteriormente em Singapura.
Em 2009, Nelson Silva juntou-se ao BG Group como responsável pelas pessoas e pelos negócios do grupo na América do Sul, incluindo atividades de exploração e produção de óleo e gás em blocos operados e não operados no Brasil e na Bolívia, distribuição de gás e atividades de transbordo offshore no Uruguai.
Foi o chairman da Comgás de outubro de 2009 até o seu desinvestimento pela BG em novembro de 2012.
Manteve-se como CEO da BG no Brasil até a recente venda do grupo para a Shell.

Trata-se de notícia duplamente boa. A Petrobras cria uma diretoria importante para tirar a empresa do buraco e põe no lugar um profissional do ramo, sem dívidas corporativistas e e políticas, com o perfil para a posição mais que fundamental para a empresa retomar o caminho de sucesso empresarial e orgulho nacional do qual se desviou nos últimos 13 anos.

A missão de faxina dos novos comandantes da maior e mais importante empresa estatal brasileira não vai ser fácil, pois a coisa está horrorosa lá na Avenida Chile, com todo o tipo de resistência interna, vinda, como esperado, exatamente de quem foi responsável pelo penoso estado atual da estatal.

A nós só resta desejar boa sorte para o Nelson Silva, boa sorte para a Petrobras, boa sorte para nós!

11/08/2016
Petrobras busca renascimento com nova orientação estratégica" addthis:description="A Petrobras chegou ao fundo do poço, quebrando a máxima de um dos Rothschild do lado americano que disse lá pela década de 1950 que o mais lucrativo negócio do mundo era uma empresa de óleo e gás, mesmo que mal administrada. O banqueiro e empresário americano não conhecia ainda o que cenário econômico local […]">

Cursos a distância promovidos por entidades de classe, via Sistema EAD do Crea-PR

Cursos na modalidade EAD promovidos em convenio com o CREA PR:

– Básico para Elaboração de Projetos de Prevenção contra Incêndios – promovido pelo Clube de Engenharia e Arquitetura de Londrina (CEAL).
– Cidades Inteligentes: Mobilidade urbana, Água e Saneamento – promovido pela Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Maringá (AEAM).
– Inventário de Gases de Efeito Estufa: uma Ferramenta de Gestão às Mudanças Climáticas – promovido pela Associação Paranaense dos Engenheiros Ambientais (APEAM).
– Sistemas Integrados de Produção – promovido pela Associação dos Engenheiros Agrônomos dos Campos Gerais (AEACG).

Clique no nome LINK e escolha o curso de seu interesse, confira os dados completos e faça sua inscrição online:

http://procrea.crea-pr.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=36&Itemid=46

05/08/2016
Cursos a distância promovidos por entidades de classe, via Sistema EAD do Crea-PR" addthis:description="Cursos na modalidade EAD promovidos em convenio com o CREA PR: – Básico para Elaboração de Projetos de Prevenção contra Incêndios – promovido pelo Clube de Engenharia e Arquitetura de Londrina (CEAL). – Cidades Inteligentes: Mobilidade urbana, Água e Saneamento – promovido pela Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Maringá (AEAM). – Inventário de Gases […]">

Manutenção da Suzano é benchmark de custo e performance no setor de Papel e Celulose

A Suzano Papel e Celulose anunciou ontem, dia 03 de agosto, os resultados consolidados dos seis primeiros meses do ano.
A Companhia registrou um lucro líquido de R$ 954 milhões no segundo trimestre de 2016.

Empresa gigante do setor, a área de Gestão de Ativos Físicos (Manutenção) do conglomerado é um conhecido benchmark do setor de Papel e Celulose, tendo uma gestão moderna e sempre inovadora, aplicando as melhores práticas de manutenção preventiva e preditiva, além de diversos programas de melhoria contínua e inovação.

Pelos resultados financeiros divulgados a empresa, no acumulado do ano, teve uma receita total de R$ 5.211,8 milhões com 2.385,2 mil toneladas de papel e celulose comercializados. No mesmo comunicado a SUZANO informa que teve redução em seus gastos com manutenção, sendo que foram dispendidos R$ 611 milhões com manutenção industrial e florestal.

04/08/2016
Manutenção da Suzano é benchmark de custo e performance no setor de Papel e Celulose" addthis:description="A Suzano Papel e Celulose anunciou ontem, dia 03 de agosto, os resultados consolidados dos seis primeiros meses do ano. A Companhia registrou um lucro líquido de R$ 954 milhões no segundo trimestre de 2016. Empresa gigante do setor, a área de Gestão de Ativos Físicos (Manutenção) do conglomerado é um conhecido benchmark do setor […]">

Novidades da área de Lubrificação na indústria de Mineração

Novidades – Klüber Lubrication

Lubrificantes para engrenagens e acionamentos abertos da indústria de Mineração Em condições operacionais difíceis, o tipo certo de lubrificante desempenha um papel vital em termos de confiabilidade operacional principalmente em engrenagens e acionamentos abertos da indústria de mineração.

25/07/2016
Novidades da área de Lubrificação na indústria de Mineração" addthis:description="Novidades – Klüber Lubrication Lubrificantes para engrenagens e acionamentos abertos da indústria de Mineração Em condições operacionais difíceis, o tipo certo de lubrificante desempenha um papel vital em termos de confiabilidade operacional principalmente em engrenagens e acionamentos abertos da indústria de mineração.">

Que tal reduzir as paradas para manutenção, os custo de peças de reposição e ainda aumentar a confiabilidade na operação de compressores de gás?

Novidades – Klüber Lubrication

Lubrificantes Klüber Summit oferecem benefícios para aplicação em compressores de gás Que tal reduzir as paradas para manutenção, os custo de peças de reposição e ainda aumentar a confiabilidade na operação? Menor desgaste; maior vida útil dos componentes e do equipamento; mínimo consumo de óleo lubrificante; e intervalos maiores para a troca do óleo.

18/07/2016
Que tal reduzir as paradas para manutenção, os custo de peças de reposição e ainda aumentar a confiabilidade na operação de compressores de gás?" addthis:description="Menor desgaste; maior vida útil dos componentes e do equipamento; mínimo consumo de óleo lubrificante; e intervalos maiores para a troca do óleo. Estes são os principais benefícios que a linha de lubrificantes Klüber Summit oferece quando os produtos são aplicados nos compressores de gás">

Carros sem motoristas: quais são as 19 empresas na corrida para lançar seu modelos em 2020

Essas 19 empresas são as que estão na corrida tecnológica, para em 2020, terem seus carros sem motorista rodando nas ruas do mundo todo.

O maior obstáculo é tecnológico? Não. É a legislação, que precisa mudar, no mundo todo.

These 19 companies are racing to put driverless cars on the road by 2020

When 2020 hits, you can bet it will start the decade of driverless cars. We rounded up 19 companies aiming to have driverless car technology ready by 2020, some even declaring their fully autonomous car will be hitting the roads at that time. (Assuming the various necessary regulations are in place, of course.)

 

TECNOFINK 20 ANOS

15/07/2016
Carros sem motoristas: quais são as 19 empresas na corrida para lançar seu modelos em 2020" addthis:description="Essas 19 empresas são as que estão na corrida tecnológica, para em 2020, terem seus carros sem motorista rodando nas ruas do mundo todo. O maior obstáculo é tecnológico? Não. É a legislação, que precisa mudar, no mundo todo. These 19 companies are racing to put driverless cars on the road by 2020 When 2020 […]">

Mercado Brasileiro de Energia bastante promissor: a análise da BP

Brazil

Brazil’s primary energy production increased by 4.2% in 2015, reaching a new high of 275 mtoe, while primary energy consumption declined for the first time since 2009 Brazil’s oil production reached a new record level of 2.5 mb/d in 2015. Brazil remained the second largest producer of biofuels in the world, accounting for 24% of global production.

 

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15/07/2016
Mercado Brasileiro de Energia bastante promissor: a análise da BP" addthis:description="Boletim de análise do mercado brasileiro de energia, feito pela BP. Boas notícias e oportunidades de negócios a vista.">

Os três pilares para indústrias alimentícias. A KLUBER mostra quais são os tópicos com que a Manutenção deve se preocupar

Novidades – Klüber Lubrication

A GSFI é uma colaboração entre os principais especialistas em segurança alimentar do mundo. Varejistas e fabricantes de alimentos estão em busca da melhoria contínua da segurança alimentar desde “a fazenda ao garfo”. Esta iniciativa envolve toda a rastreabilidade de toda a cadeia de abastecimento de vendedores e fornecedores – incluindo o uso de produtos químicos.

08/07/2016
Os três pilares para indústrias alimentícias. A KLUBER mostra quais são os tópicos com que a Manutenção deve se preocupar" addthis:description="Atualmente, há um interesse mundial crescente em alimentos mais puros e seguros. Isto está acontecendo em três pilares: regulamento da FDA, popularidade de alimentos que atendem de forma correta normas das indústrias e iniciativas de fábricas que exigem rastreabilidades aos fornecedores.">

SENAI de Santos abre MBA internacional de gestão portuária

Senai Santos abre inscrições para MBA Internacional

Além de aulas de Lógistica, curso terá a disciplina de Planejamento (Foto: Alexsander Ferraz/A Tribuna) Com o objetivo de formar profissionais habilitados no setor e ainda garantir a troca de experiências entre os portos de Santos e Roterdã, na Holanda, a escola Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) Antonio Souza Noschese, que fica na Vila Mathias, inicia as aulas do primeiro MBA Internacional em Gestão Portuária no final deste mês.

07/07/2016
SENAI de Santos abre MBA internacional de gestão portuária" addthis:description="Os alunos terão disciplinas como de Logística Industrial, Gestão de Portos, Gestão de Terminais e Sistemas Integrados de Modais, Planejamento das Operações Portuárias, Gestão de Manutenção em Terminais, Metodologia Científica e Gestão de Terminais Internacionais. Também outras disciplinas como Gestão de Projetos Tecnológicos e Automação Portuária, Gestão de Custos Portuários, Análise de Desempenho das Operações e Gestão de Pessoal Portuário também farão parte da grade. ">

Mineração e eficiência na lubrificação: aumentando a produtividade

Novidades – Klüber Lubrication

Mineração e eficiência: aumentando a produtividade Economia energética em usinas Os engenheiros de projeto sabem que os fabricantes enfrentam continuamente o desafio de minimizar custos operacionais, reduzindo despesas de manutenção e tempo de serviço, bem como melhorando a eficiência do equipamento.

06/07/2016
Mineração e eficiência na lubrificação: aumentando a produtividade" addthis:description="Uma forma imediata e economicamente viável de fazer isso é usar lubrificantes de alta qualidade em máquinas e seus componentes,">

Dica: Porque utilizar lubrificantes especiais em 2016

Por que utilizar lubrificantes especiais em 2016

Agora é o momento de considerar as contribuições que lubrificantes especiais podem trazer para aprimorar as operações. Operadores estão preocupados com uma produtividade maior em menos tempo. Consequentemente, eles investigam cuidadosamente o maquinário e processos que podem aumentar a eficiência. Porém, por custar aproximadamente 1% do budget de operação, a lubrificação é frequentemente esquecida.

30/06/2016
Dica: Porque utilizar lubrificantes especiais em 2016" addthis:description="Operadores estão preocupados com uma produtividade maior em menos tempo. Consequentemente, eles investigam cuidadosamente o maquinário e processos que podem aumentar a eficiência. Porém, por custar aproximadamente 1% do budget de operação, a lubrificação é frequentemente esquecida. Mesmo assim, este 1% impacta em muitas áreas.">

Curso de Instalação e Manutenção de Tubulação Industrial – SENAI – Rio

Curso Instalação e Montagem de Tubulação Industrial | Cursos SENAI Rio

Esse curso vai capacitar você para atuar na montagem e manutenção de tubulações industriais, com tubos, conexões, válvulas e drenos, entre outros componentes. Você vai entender sobre normas gerais de medição, método de inspeção e controle dimensional de tubulação, conhecer os acessórios de montagem e aprender os procedimentos de construção de uma tubulação.

28/06/2016
Curso de Instalação e Manutenção de Tubulação Industrial – SENAI – Rio" addthis:description="vagas abertas para o Curso de Instalação e Manutenção de Tubulação Industrial - SENAI - Rio ">

ABNT publica norma para vestimenta de proteção contra os riscos térmicos de um arco elétrico

ABNT – Trabalhos sob tensão – Vestimenta de proteção contra os riscos térmicos de um arco elétrico

A ABNT publicou a norma ABNT NBR IEC 61482-2:2016 – Trabalhos sob tensão – Vestimenta de proteção contra os riscos térmicos de um arco elétrico – Parte 2: Requisitos, elaborada pelo Comitê Brasileiro de Equipamentos de Proteção Individual (ABNT/CB-032).

 

TECNOFINK 20 ANOS

23/06/2016
ABNT publica norma para vestimenta de proteção contra os riscos térmicos de um arco elétrico" addthis:description="Norma ABNT NBR IEC 61482-2:2016 - Trabalhos sob tensão - Vestimenta de proteção contra os riscos térmicos de um arco elétrico ">
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