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Paulo Walter

Gestão Estratégica de Negócios

Paulo Walter

 

IAB Compartilha lança curso sobre Eficiência Energética

O IAB Compartilha, programa de educação continuada do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB) promove o curso de sustentabilidade com a temática “A Eficiência Energética Aplicada em Projeto“, no dia 24 de novembro, na sede do IAB-RJ (Rua do Pinheiro, 10, Flamengo). A palestra é uma parceira com o escritório Om Arquitetos e o UIA2020Rio.

As aulas serão ministradas pelos arquitetos e urbanistas, Marina Castanheiras e Isaac Amir, do escritório Om Arquitetos. Os dois são consultores do selo nacional de Eficiência Energética PBE Edifica, além de especialistas em sustentabilidade. Associados ao IAB ou ex-alunos do IAB Compartilha receberão 20% e 10% de desconto, respectivamente.

A palestra faz parte da grade de cursos para o segundo semestre do ano, divulgada pelo IAB, focados em sustentabilidade, gestão e inovação. O objetivo da iniciativa é lançar, a cada semestre, cursos ligados a diversos temas, solidificando a instituição como espaço de pensamento crítico e reflexivo.

Para mais informações os interessados podem acessar este link.

01/11/2018
IAB Compartilha lança curso sobre Eficiência Energética" addthis:description="O IAB Compartilha, programa de educação continuada do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB) promove o curso de sustentabilidade com a temática “A Eficiência Energética Aplicada em Projeto“, no dia 24 de novembro, na sede do IAB-RJ (Rua do Pinheiro, 10, Flamengo). A palestra é uma parceira com o escritório Om Arquitetos e o UIA2020Rio. […]">

OEE e a GESTÃO DE ATIVOS:

Estou em meio ao trabalho para duas empresas multinacionais, daquelas que competem com as melhores das melhores, no mundo todo. Duas consultorias de igual porte, para produtos e processos de fabricação nada a ver uma com a outra.

Mundos distintos? Nem tanto.

Na hora de definir objetivos e metas, eficiência, eficácia e efetividade para a Manutenção e a Gestão de Facilities, não há como escapar do estudo do OEE e assim poder centrar esforços onde os resultados serão mais mensuráveis, relevantes e rápidos.

Como diria Nélson Rodrigues, o dramaturgo, estamos na fase de falar sobre o “óbvio ululante”.

Nossos mapas de calor estão coloridos. Já fez o seu?

#ovoempé #consultoriadegestão #OEE #manutencaoclassemundial

#desafio2019 #mapadecalornagestao

25/10/2018
OEE e a GESTÃO DE ATIVOS:" addthis:description="Estou em meio ao trabalho para duas empresas multinacionais, daquelas que competem com as melhores das melhores, no mundo todo. Duas consultorias de igual porte, para produtos e processos de fabricação nada a ver uma com a outra. Mundos distintos? Nem tanto. Na hora de definir objetivos e metas, eficiência, eficácia e efetividade para a […]">

Escolhas políticas, consequências econômicas: Empresas alemãs tiram Brasil do radar dos investimentos

Pelo que nos mostram as pesquisas, o segundo turno das eleições brasileiras parecem ser a tempestade perfeita. Para um país que está tentando sair da pior recessão da história, as possíveis escolhas estão entre o salto no abismo ou enfrentar a alcateia de lobos faminta que lhe encurrala.

As perspectivas vão por aí…

Deu na Folha de São Paulo: Em depoimento ao jornal paulista, executivos de grandes companhias do país europeu afirmaram que a piora no ambiente de negócios no Brasil, marcado pela crescente complexidade tributária e burocrática, está fazendo suas matrizes tirarem o país do radar para investimentos. As declarações foram feitas durante reunião da diretoria da AHK (Câmara de Comércio Brasil-Alemanha). Segundo esses executivos, o foco das empresas germânicas está voltado para a Ásia. Segundo Martin Duisberg, representante do DZ Bank no país, os 210 milhões de consumidores brasileiros que sustentavam uma posição mais privilegiada no mapa global das apostas alemãs já não são mais argumento para atrair investimentos internacionais.

Segue o jogo.

05/10/2018
Escolhas políticas, consequências econômicas: Empresas alemãs tiram Brasil do radar dos investimentos" addthis:description="Pelo que nos mostram as pesquisas, o segundo turno das eleições brasileiras parecem ser a tempestade perfeita. Para um país que está tentando sair da pior recessão da história, as possíveis escolhas estão entre o salto no abismo ou enfrentar a alcateia de lobos faminta que lhe encurrala. As perspectivas vão por aí… Deu na […]">

Desmistificando a Manutenção Preditiva: Análise de Vibração e Balanceamento de Máquinas

Quando me perguntam sobre alguma matéria específica, sobre algo que não domine em profundidade, recorro à máxima da boa Gestão de Ativos, que diz que tão ou mais importante que saber, conhecer quem sabe é a solução para qualquer problema.

As empresas brasileiras, entenda-se por seus gestores, estão sob fortíssima pressão para apresentarem melhores resultados num cenário de poucos recursos e muita restrição.

A Análise de Vibração é a segunda técnica preditiva mais utilizada na indústria mundial, atrás somente da Termografia
A utilização de melhores técnicas de manutenção tem sido um mantra inescapável. Todo mundo está correndo atrás de ganhos de produtividade e a caça às perdas. Melhorar o desempenho da manutenção preventiva é quase que uma obrigação. Um passo a mais, um degrau acima. Manutenção Preditiva, na base do monitoramento das condições operativas das máquinas.

Então, para trazer um pouco de luz ao tema Manutenção Preditiva, particularmente sobre Análise de Vibrações e Balanceamento de Máquinas, fui conversar com um dos maiores e mais respeitados profissionais da área. Luciano Ponci, Diretor Técnico da TEKNIKAO. Com mais de 25 anos de experiência e muito conhecido no mercado brasileiro, Ponci, gentilmente, nos deu sua visão sobre o assunto deste artigo:

1 – Luciano, quando foi que apareceu essa técnica de preditiva chamada Análise de vibrações?
Não sei se tem uma dada de nascimento para a técnica de análise de vibrações, ela foi se desenvolvendo junto com a necessidade de melhoria da manutenção. A observação do sintoma, antes da quebra da máquina foi gradativo. Eu descobri que essa técnica existia quando consegui um estágio no IPT nos anos 80. Mesmo com um ótimo laboratório para a época, não tínhamos computadores então os instrumentos eram importados ou montados ali mesmo. Ali conheci os primeiros acelerômetros e engenheiros que já estavam bem adiantados na área, faltavam apenas instrumentos que facilitassem a análise.

2 – O que veio primeiro? O balanceamento de máquinas ou a análise de vibração?
Nas minhas palestras eu comparo o técnico de manutenção como médico de máquinas, pois as máquinas também apresentam sintomas quando algo está errado, como no corpo humano.

Nas primeiras máquinas com rotação mais alta, os técnicos já observavam os sintomas da força centrífuga, no inicio era apenas um aumento da vibração, mas com o tempo, descobriram que esse defeito tem suas características peculiares, então foi fácil passar a analisar as características de cada defeito, não só desbalanceamento.

3 – A análise de vibração se aplica a qualquer tipo de equipamento rotativo. Mas quando é que financeiramente vale a pena fazer esse monitoramento?

Antigamente o monitoramento de vibração de máquinas era muito caro, então era necessário fazer as contas entre custo e benefício para monitorar as máquinas mais importantes. Hoje os equipamentos e softwares estão com os custos muito mais baixos. Para quem quer começar, ainda é importante selecionar as máquinas mais críticas, mas temos exemplos de usinas de açúcar que começaram monitorando algumas máquinas, mas logo perceberam uma diminuição no tempo e nos custos de manutenção, então sobrava mais tempo para a equipe dar atenção para as máquinas menos críticas. Hoje eles tem 100% das máquinas monitoradas.

4 – A tecnologia hoje tem em uma velocidade incrível. Atualizar-se é tarefa árdua. Nessa área temos tido muitas novidades?

Sempre. Atualizamos nosso software todo mês, e aproveitamos os serviços de nuvem para eliminar tempo e custos. Por exemplo, é possível ter um relatório do estado de todas as máquinas monitoradas, até com o diagnóstico e lista dos defeitos, na mesa do gerente, logo após a coleta dos dados de vibração. Coletou, salvou, vai para nuvem e de lá, para quem quiser.

5 – Qual a diferença entre monitoramento com instrumentos móveis e com monitoramento contínuo? Qual é mais recomendável?

O monitoramento móvel, ou off-line, um só técnico, com um só instrumento pode coletar dados de vibrações de centenas de pontos de máquinas em poucas horas, por isso é considerado mais barato. Porém esse serviço diário tem restrições que podem ser de segurança, ou distância. Com as novas normas de segurança, o técnico não pode se aproximar da máquina em funcionamento. Uma solução intermediária é instalar um sensor na máquina e um conector do lado de fora, em local seguro.

Quando os fatores de segurança, distância e tempo entre as coletas são críticos, então o custo de monitoramento contínuo se justifica.

Um exemplo bem atual, é de uma montadora de automóveis que tem diversas linhas de retíficas de peças. Quando o rebolo se desgastava, começava a vibrar e isso prejudicava a qualidade das peças retificadas. Esse defeito só era notado no controle de qualidade, e quando diversas peças já haviam sido fabricadas. Com o simples monitoramento da vibração da retífica, um alarme é acionado para que se faça o dressamento do rebolo. Logo na primeira linha de peças salvas, já justificou o investimento.

6 – Falando de balanceamento de máquinas, há alguma recomendação específica? Vale a pena balancear máquinas pequenas?
De novo é questão de custo benefício. Já tive clientes balanceando motor de autorama, turbina de aeromodelo, soprador de homecare, ventilador de forno de micro-ondas e até motor de secador de cabelo. Todos interessados em melhorar a qualidade do produto. No caso de balanceamento, tamanho não é documento.

Balanceamento de máquinas, principalmente as mais críticas e de maior porte, deveria ser algo incluído em todo bom Plano de Manutenção Preventiva Anual

7 – Muitas empresas trocam rolamentos e outros componentes de seus motores e não fazem balanceamento na hora da reinstalação. O que você recomendaria?
Acho que é o mesmo que tomar remédio para baixar a febre e não cuidar da infecção.

Em alguns casos, os rolamentos são trocados porque da ultimas vez que trocaram o problema foi resolvido. Rolamentos novos dão a impressão de diminuição da vibração e do ruído, mas se não resolver a causa do desgaste, a máquina vai voltar a sofrer logo. Fora o fato de que muitos rolamentos são trocados sem necessidade. A análise de vibração dá uma resposta quase que imediata a essa questão.

8 – Os softwares de gestão de preditiva são fundamentais para o monitoramento e os resultados operacionais das máquinas sob supervisão. Quais os itens mandatórios que o software deve ter para que todo o trabalho de monitoramento seja mesmo útil para uma tomada de decisão de intervenção numa máquina?
Muitos equipamentos medem apenas o nível global da vibração, é um bom começo para quem não tem nada, mas no sinal da vibração estão escondidas informações preciosas para um bom diagnóstico. A análise de vibração não é tão complicada como se imagina, a base é acompanhar a amplitude e a frequência das vibrações geradas pela máquina. Como esses sinais estão misturados no tempo, é fundamental separar usando a transformada de Fourier, que é uma tabela de amplitude em função da frequência. A frequência responde imediatamente “quem” está gerando a vibração e a amplitude informa a gravidade dessa vibração e sua evolução.

Um software deve ter a capacidade, não só de fazer uma tabela de medidas globais, mas um acompanhamento da evolução de cada causa da vibração.

Fazer os cálculos das frequências dos componentes, como rolamentos, engrenamento de redutores, polias etc., facilita muito a vida do analista. Os relatórios sempre foram uma exigência dos clientes, e agora com a tecnologia de nuvem, ficou essencial mas muito mais disponível.

Software SDAV da TEKNIKAO

9 – As indústrias estão correndo atrás dos nichos para atender seus clientes. Hoje mesmo saiu na imprensa que uma grande multinacional está criando uma divisão de automação só para atender o mercado de carnes, que tem um grande parque industrial instalado no Brasil. Em termos de Análise de Vibração e Balanceamento de Máquinas quais os setores, na sua opinião, que mais podem se beneficiar se aplicarem estas técnicas preditivas?

Quando me perguntam onde podemos usar a análise de vibrações, eu repondo: Onde houver um motor trabalhando.

Toda indústria que estiver interessada em diminuir custos, vai ter que dar atenção à manutenção, e isso significa usar a filosofia da manutenção preditiva.

É fácil de entender: Uma máquina ideal transforma toda energia que ela recebe no trabalho para qual foi projetada. Como não existe máquina ideal, uma parte dessa energia é dissipada em movimento cíclico, que chamamos de vibração, devido ás forças indesejadas, proporcionais e causadas por imperfeições ou desgastes de componentes. Quanto menor forem as vibrações, menos energia a máquina está desperdiçando, e menor o desgaste da máquina.

É fácil observar uma diminuição dos custos de energia elétrica ou vapor em máquinas que estão sob controle da manutenção preditiva. Se observar os custos envolvidos na parada da máquina, tempo de troca de peças, estoque e planejamento da manutenção as vantagens são bastante claras.

Agradecendo ao Luciano pelos esclarecimentos, é importante frisar que o assunto não se esgota aqui e vamos voltar a falar de Preditiva.

Gostou dessa matéria? Então deixe seu comentário com sugestões para que tratemos aqui de outros assuntos de interesse da comunidade de Engenharia de Manutenção.

Abraços

Paulo Walter

02/10/2018
Desmistificando a Manutenção Preditiva: Análise de Vibração e Balanceamento de Máquinas" addthis:description="A utilização de melhores técnicas de manutenção tem sido um mantra inescapável. Todo mundo está correndo atrás de ganhos de produtividade e a caça às perdas. Melhorar o desempenho da manutenção preventiva é quase que uma obrigação. Um passo a mais, um degrau acima. Manutenção Preditiva, na base do monitoramento das condições operativas das máquinas.">

Inmetro prorroga consulta pública sobre eficiência energética em edificações

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) prorrogou até o dia 15 de outubro o prazo para recebimento de contribuições para a consulta pública que visa discutir a proposta de aperfeiçoamento do Regulamento Técnico da Qualidade (RTQ) para a Classe de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais, de Serviços e Públicos.

O novo Regulamento Técnico prevê a introdução de novos métodos de avaliação do nível de eficiência energética de edificações; melhorias no formato das etiquetas, que passam a fornecer um conjunto complementar de informações e indicar os consumos de energia por uso final (iluminação, condicionamento de ar, água quente, etc.); introdução de novas tipologias de edificações (escritórios, educacionais, hospedagem, hospitalares, etc.); introdução da abordagem de energia primária, que possibilita integrar diferentes fontes de energia (elétrica, térmica, gás, solar, etc.) na avaliação do desempenho energético da edificação; e melhoria do indicador de desempenho, que passa a comparar a edificação com suas características reais à mesma edificação.

Após o término da consulta pública, o Inmetro entrará em contato com as entidades que tenham manifestado interesse na matéria para que indiquem representantes nas discussões posteriores, visando à consolidação do texto final.

O documento com a proposta completa pode ser acessado no link: http://www.inmetro.gov.br/legislacao/rtac/pdf/RTAC002520.pdf .

Já as contribuições, devem ser encaminhadas no formato da planilha modelo disponibilizada em http://www.inmetro.gov.br/legislacao/ para o e-mail dipac.consultapublica@inmetro.gov.br , ou por correspondência para o endereço abaixo:

Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – Inmetro

Diretoria de Avaliação da Conformidade – Dconf

Rua Santa Alexandrina n.º 416 – 5º andar – Rio Comprido

CEP 20.261-232 – Rio de Janeiro – RJ

13/09/2018
Inmetro prorroga consulta pública sobre eficiência energética em edificações" addthis:description="O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) prorrogou até o dia 15 de outubro o prazo para recebimento de contribuições para a consulta pública que visa discutir a proposta de aperfeiçoamento do Regulamento Técnico da Qualidade (RTQ) para a Classe de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais, de Serviços e Públicos. O novo Regulamento Técnico prevê […]">

ISO 50001 acaba de ser atualizada

O consumo de energia está aumentando, apesar de contribuir para quase 60% das emissões mundiais de gases do efeito estufa. Ao mesmo tempo, mais de um bilhão de pessoas ainda não têm acesso à eletricidade e muitas outras contam com fontes de energia prejudiciais e poluidoras. Não surpreende, portanto, que a abordagem dos desafios da eficiência energética e mudanças climáticas constituam uma parte fundamental dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 das Nações Unidas.

A ISO 50001: 2018 – Sistemas de gestão de energia – Requisitos com orientação para uso, transformou o desempenho energético das organizações em todo o mundo quando foi publicado pela primeira vez em 2011, dando-lhes uma ferramenta estratégica para usar sua energia de forma mais eficiente e eficaz. Ela fornece uma estrutura para gerenciar o desempenho e abordar os custos de energia, ao mesmo tempo em que ajuda as empresas a reduzir seu impacto ambiental para atender às metas de redução de emissões.

A ISO 50001 acaba de ser revisada, tornando-se ainda mais eficaz para enfrentar os desafios energéticos do mundo. Roland Risser, presidente do comitê técnico da ISO que desenvolveu a norma, disse que a nova versão apresenta termos e definições atualizados e maior esclarecimento sobre certos conceitos de desempenho energético.

“Há uma ênfase mais forte no papel da alta gerência também, pois é importante estimular uma mudança de cultura organizacional”, explicou ele. “Agora a norma está alinhada também com os requisitos da ISO para as normas de sistemas de gestão, facilitando a integração nos sistemas de gestão existentes da organização.”

Desde o seu lançamento, há sete anos, a ISO 50001 foi se tornando cada vez mais importante. Um total de 20.216 certificados da ISO 50001 foram emitidos até o final de 2016, de acordo com a Pesquisa da ISO. A norma foi desenvolvida pelo comitê técnico ISO/TC 301 – Gestão de energia e economia de energia, cuja secretaria é dividida entre a American National Standards Institute (ANSI), membro da ISO nos EUA e pelo Standardization Administration of China (SAC), membro da ISO na China. A norma pode ser adquirida no site da ABNT.

22/08/2018
ISO 50001 acaba de ser atualizada" addthis:description="A ISO 50001: 2018 - Sistemas de gestão de energia - Requisitos com orientação para uso, transformou o desempenho energético das organizações em todo o mundo quando foi publicado pela primeira vez em 2011, dando-lhes uma ferramenta estratégica para usar sua energia de forma mais eficiente e eficaz. ">

Indústria retoma patamar anterior à paralisação dos caminhoneiros.

Com o ajuste sazonal, índice de produção do setor encerrou junho a 90,6, segundo o IBGE. O número está ligeiramente acima do 90 de abril e pouco abaixo do 90,9 do fim do ano passado. Em maio, o indicador despencou para 80,1, impactado pela paralisação dos caminhoneiros. No ano, o setor acumula alta de 2,3% — bem abaixo da taxa de 4,5% de abril, anterior a greve dos caminhoneiros. Apesar de positivos, os números do mês desapontaram os analistas ouvidos pela Reuters, que esperavam alta de 14,1% mensal e de 4,55% na base anual.

Com informações obtidas pelo LinkedIn.

03/08/2018
Indústria retoma patamar anterior à paralisação dos caminhoneiros." addthis:description="Com o ajuste sazonal, índice de produção do setor encerrou junho a 90,6, segundo o IBGE. O número está ligeiramente acima do 90 de abril e pouco abaixo do 90,9 do fim do ano passado. Em maio, o indicador despencou para 80,1, impactado pela paralisação dos caminhoneiros. No ano, o setor acumula alta de 2,3% […]">

Teste para Profissionais que trabalham com PPCM (Planejamento, Programação e Controle de Manutenção)

30/07/2018
Teste para Profissionais que trabalham com PPCM (Planejamento, Programação e Controle de Manutenção)" addthis:description="">

EMBRAER amplia carteira de encomendas

Embraer anuncia venda de até 300 aeronaves por 15 bilhões de dólares. A empresa brasileira anunciou a comercialização de modelos “e-jets” para oito clientes nos próximos anos. A Azul, por exemplo, formalizou a intenção de adquirir 21 jatos E195-E2, enquanto a Republic Airlines já fechou contrato para a compra de 100 E-175 — mesmo modelo das 25 aeronaves já prometidas à United. A previsão das vendas bilionárias da Embraer foi divulgada apenas 12 dias depois que a companhia anunciou uma nova joint venture com a norte-americana Boeing.  O negócio foi avaliado em US$ 4,75 bilhões, mas ainda depende da aprovação final do governo brasileiro para se concretizar.

19/07/2018
EMBRAER amplia carteira de encomendas" addthis:description="Embraer anuncia venda de até 300 aeronaves por 15 bilhões de dólares. A empresa brasileira anunciou a comercialização de modelos “e-jets” para oito clientes nos próximos anos. A Azul, por exemplo, formalizou a intenção de adquirir 21 jatos E195-E2, enquanto a Republic Airlines já fechou contrato para a compra de 100 E-175 — mesmo modelo das 25 […]">

O peso das estatais no bolso do brasileiro: INFRAERO inchada não sai do chão

Para abrir capital, Infraero precisaria cortar 4 mil funcionários. Essa é a conta da consultoria Roland Berger, que faz um alerta: a capacidade da empresa de atrair capital privado ficará reduzida após a próxima rodada de concessões, prevista para dezembro. Se em 2011 o custo com pessoal era de R$ 1,7 bilhão (55% dos custos operacionais), em 2016, passou a representar 68% dos custos operacionais, atingindo R$ 2,1 bilhões. O desequilíbrio acontece porque a Infraero ainda mantém mais trabalhadores na folha de pagamento do que o necessário após a privatização de grandes aeroportos. Segundo a consultoria, abrir capital renderia até US$ 16 bilhões aos cofres da União.

19/07/2018
O peso das estatais no bolso do brasileiro: INFRAERO inchada não sai do chão" addthis:description="Para abrir capital, Infraero precisaria cortar 4 mil funcionários. Essa é a conta da consultoria Roland Berger, que faz um alerta: a capacidade da empresa de atrair capital privado ficará reduzida após a próxima rodada de concessões, prevista para dezembro. Se em 2011 o custo com pessoal era de R$ 1,7 bilhão (55% dos custos operacionais), em […]">

Já é possível viajar de São Paulo ao Rio de Janeiro em carro elétrico

BMW e EDP criam o maior corredor elétrico da América Latina.

O trajeto conta com seis postos de recarga, o que torna possível viajar do Rio de Janeiro a São Paulo em um carro elétrico. O projeto foi tocado em parceria com a rede de postos Ipiranga e será inaugurado na próxima segunda-feira (23/7). A ação recebeu investimento de R$ 1 milhão. Segundo Helder Boavida, presidente da BMW no Brasil, os três pontos de recarga em cada um dos sentidos da rodovia, a uma distância de 120 quilômetros cada, possibilitam “uma viagem tranquila” pelos 430 km entre as cidades, sem risco de desabastecimento.

19/07/2018
Já é possível viajar de São Paulo ao Rio de Janeiro em carro elétrico" addthis:description="BMW e EDP criam o maior corredor elétrico da América Latina. O trajeto conta com seis postos de recarga, o que torna possível viajar do Rio de Janeiro a São Paulo em um carro elétrico. O projeto foi tocado em parceria com a rede de postos Ipiranga e será inaugurado na próxima segunda-feira (23/7). A ação […]">

Longevidade das empresas caiu pela metade desde a década de 1980

A velocidade das transformações trazidas pela tecnologia aos padrões de comportamento no consumo e na produção tem se refletido diretamente na longevidade das empresas globalmente. Uma análise da consultoria McKinsey identificou que 88% das companhias presentes em uma lista de 60 anos atrás, das maiores empresas da Fortune 500, não existem mais. O período que uma empresa fica na lista também tem diminuído muito rapidamente. Em 1955, a expectativa de vida das companhias era de 60 anos. Na década de 1980, passou para 30 anos. Hoje, é inferior a 15 anos.

Resistência
O diagnóstico da consultoria para o elevado número de “mortes” de companhias – ou seja, que deixam de existir em seu modelo original de negócio ou são absorvidas – não está tecnologia em si, mas na saúde organizacional. Em outras palavras, na capacidade de engajamento dos funcionários às mudanças proporcionadas pela tecnologia, assim como na comunicação com colaboradores e fornecedores e no alinhamento dos gestores.

 

Fonte: Estadão

12/07/2018
Longevidade das empresas caiu pela metade desde a década de 1980" addthis:description="A velocidade das transformações trazidas pela tecnologia aos padrões de comportamento no consumo e na produção tem se refletido diretamente na longevidade das empresas globalmente. Uma análise da consultoria McKinsey identificou que 88% das companhias presentes em uma lista de 60 anos atrás, das maiores empresas da Fortune 500, não existem mais. O período que […]">

Briga de cachorro grande em IoT: Siemens usará plataforma Alibaba Cloud para oferecer serviços na China

A Siemens está muito interessada no mercado chinês e por isso fez um acordo com a gigante Alibaba para usar sua infraestrutura de nuvem naquele país, incluindo (principalmente) a permissão da empresa alemã utilizar o sistema operacional de Internet da Coisas (IoT) MindSphere, voltado para a Indústria 4.0.

Siemens e Alibaba Cloud, o braço de computação em nuvem da Alibaba, assinaram um memorando de entendimento para lançar os chamados produtos de IoT que conectam dispositivos para ajudar a modernizar a indústria chinesa, disse a Siemens em um comunicado. Até agora, seus produtos digitais foram oferecidos somente através da AWS da Amazon e Azure, da Microsoft.

É a briga de cachorro grande em todas as fronteiras e todos os territórios. Na nuvem também.

11/07/2018
Briga de cachorro grande em IoT: Siemens usará plataforma Alibaba Cloud para oferecer serviços na China" addthis:description="Siemens fez acordo com a Alibaba para usar sua infraestrutura de nuvem naquele país, incluindo o sistema operacional de Internet da Coisas (IoT) MindSphere, voltado para a Indústria 4.0.">

GESTÃO DE ATIVOS: Alugar ou Comprar, eis a questão

Na maioria das empresas brasileiras, de um modo geral, alugar equipamentos (76%) é bem mais fácil que comprar (24%). 

Segundo dados da pesquisa nacional “Alugar ou Comprar – as melhores Práticas da Gestão de Ativos no Brasil”, a maioria das empresas não têm um setor específico para tratar da contratação de serviços (65%), incluindo aluguel de equipamentos.

Nas empresas melhor organizadas há um sempre um trabalho economico-financeiro para basear/justificar a opção por uma ou outra situação.

Nessas empresas (45%) existem no Orçamento e no Plano de Contas as “gavetinhas” onde lançar tais desembolsos, classificando-os adequadamente. 

Em tempos de crise os itens que mais peso têm na decisão entre alugar ou comprar estão o tempo ou taxa de utilização (85%) , regras internas de imobilização de equipamentos (78%) e serviço agregado (75%).

As empresas líderes em termos de Gestão de Ativos levam em consideração o custo de propriedade (8%), evolução tecnológica (4%) e a assistencia técnica (15%) como fatores relevantes em seu processo decisório.

Mais informações sobre indicadores, acesse www.indicadoresdegetao.com

 

27/06/2018
GESTÃO DE ATIVOS: Alugar ou Comprar, eis a questão" addthis:description="Segundo dados da pesquisa nacional "Alugar ou Comprar - as melhores Práticas da Gestão de Ativos no Brasil", a maioria das empresas não têm um setor específico para tratar da contratação de serviços (65%), incluindo aluguel de equipamentos.">

Análise de Vibração – Para quem precisa se atualizar em termos de preditiva

09/06/2018
Análise de Vibração – Para quem precisa se atualizar em termos de preditiva" addthis:description="">

Liderança e Motivação: faz toda a diferença

Vídeo motivacional nos faz pensar em nossos limites pessoais e o que podemos significar para um grupo, a família e a sociedade.

06/06/2018
Liderança e Motivação: faz toda a diferença" addthis:description="Vídeo motivacional nos faz pensar em nossos limites pessoais e o que podemos significar para um grupo, a família e a sociedade.">

Procel inicia avaliação de equipamentos

A Eletrobras, por meio do Programa Nacional de Conservação de Energia (Procel), iniciou o projeto de avaliação dos produtos contemplados com o Selo Procel.

Essa iniciativa contará com a participação de diversos laboratórios que farão a aquisição e os ensaios de 1.306 amostras de equipamentos em 21 categorias integrantes do Selo Procel de Economia de Energia, como refrigeradores, condicionadores de ar, máquinas de lavar roupa, ventiladores, lâmpadas, entre outros.

Esse projeto está previsto no Plano de Aplicação de Recursos do Procel e visa verificar a conformidade de desempenho dos produtos de acordo com os parâmetros de concessão do selo.

Fonte: Procel Info – 28.05.2018

29/05/2018
Procel inicia avaliação de equipamentos" addthis:description="A Eletrobras, por meio do Programa Nacional de Conservação de Energia (Procel), iniciou o projeto de avaliação dos produtos contemplados com o Selo Procel. Essa iniciativa contará com a participação de diversos laboratórios que farão a aquisição e os ensaios de 1.306 amostras de equipamentos em 21 categorias integrantes do Selo Procel de Economia de […]">

Empregado em cargo de confiança pode receber em dobro por trabalhar nos domingos e nos feriados

A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho reconheceu a consultor pleno de uma empresa de Recrutamento de Recife (PE), o direito a receber o pagamento em dobro pelo trabalho realizado em domingos e feriados, durante o exercício do cargo de confiança por oito anos. Segundo a relatora do recurso de revista do consultor, ministra Delaíde Miranda Arantes, a decisão está em conformidade com a jurisprudência do TST.
O pedido fora indeferido anteriormente pelo juízo de primeiro grau e também pelo Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (PE). Ao negar provimento ao recurso ordinário do reclamante, o TRT registrou que o empregado inserido na exceção do artigo 62, inciso II, da CLT (cargo de confiança) não tem direito à remuneração em dobro pela jornada cumprida nos domingos e feriados. O ex-empregado da Michael Page contestou a decisão mediante recurso ao TST.
Ao examinar o caso, a relatora, ministra Delaíde Arantes, reformou a decisão desse juízo de segundo grau. Ela explicou que a jurisprudência do Tribunal Superior é no sentido de que o empregado enquadrado no artigo 62, inciso II, da CLT tem direito ao pagamento em dobro pelo trabalho realizado aos domingos e feriados. A relatora destacou que o direito previsto nos artigos 7º, inciso XV, da Constituição da República e 1º da Lei 605/49, que dispõem sobre repouso semanal remunerado e pagamento de salário nos feriados, “é assegurado a todos os empregados indistintamente”. Para demonstrar esse entendimento, a ministra citou diversas decisões do TST, inclusive da Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).
A Segunda Turma, por unanimidade, deu provimento ao recurso de revista para afastar a tese jurídica adotada pelo Tribunal Regional, mas determinou o retorno dos autos à 4ª Vara do Trabalho de Jaboatão dos Guararapes (PE), para que prossiga no julgamento do processo quanto à efetiva prestação de trabalho pelo consultor em domingos e feriados. Isso porque a relatora verificou que havia matéria de fato controvertida a ser solucionada.

Fonte: Boletim Casillo Advogados

14/05/2018
Empregado em cargo de confiança pode receber em dobro por trabalhar nos domingos e nos feriados" addthis:description="A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho reconheceu a consultor pleno de uma empresa de Recrutamento de Recife (PE), o direito a receber o pagamento em dobro pelo trabalho realizado em domingos e feriados, durante o exercício do cargo de confiança por oito anos. Segundo a relatora do recurso de revista do consultor, ministra […]">

Manutencao.net agora tem Canal no Youtube

A novidade de Maio finalmente revelada. A RBM – Rede Brasileira de Manutenção agora está também no Youtube.

Você é meu convidado:

10/05/2018
Manutencao.net agora tem Canal no Youtube" addthis:description="A novidade de Maio finalmente revelada. A RBM – Rede Brasileira de Manutenção agora está também no Youtube. Você é meu convidado:">

5 dicas preciosas para colocar preço em serviços de consultoria

Essa crise que já leva três anos, tirou do mercado um monte de gente qualificada, que foi demitida simplesmente porque as empresas precisavam cortar os salários mais altos e diminuir escalões.

Com isso há no mercado um contingente enorme de profissionais, muito qualificados, que estão buscando se recolocar e ou dar uma nova direção em suas carreiras profissionais. Muitos desses profissionais estão dando aulas e outros tantos enveredaram pelos serviços de consultoria, o tema deste post.

Todo dia recebo solicitações de amigos das redes sociais, querendo saber como divulgar seus novos serviços e ainda como colocar valor, preço, nesses novos trabalhos em prospecção ou já em negociação.

É preciso ter claro que definir valores ou taxas de consultoria é um desafio. Na solidão de uma decisão absolutamente pessoal, sempre estamos na dúvida entre não sobrecarregar o cliente nem definir taxas tão altas que não consiga o contrato. Por outro lado, você quer ser compensado pelo seu tempo e ser remunerado de acordo com o que você entenda ser o valor do que estará entregando.

Resolvi escrever aqui umas dicas para estes “novatos” recém chegados a este mercado particular de serviços.

São cinco os fatores a serem considerados ao definir sua taxa de faturamento por hora.

1. Tamanho da oportunidade – A grandes empresas de consultoria, com sues escritórios e equipes multidisciplinares espalhadas pelo planeta, podem cobrar milhões de dólares por um contrato porque os projetos nos quais trabalham têm a possibilidade realista de gerar benefícios para seus clientes empregando centenas de pessoas. Milhões, e até bilhões, de reais são números constantes em seus contratos. Isso, naturalmente, significa que eles normalmente só podem atender as maiores empresas do mundo.

A menos que você tenha um pedigree pra lá de forte, você não poderá trabalhar em oportunidades de grande magnitude ou cobrar as taxas que essas empresas mamutes cobram. Pense no tamanho das oportunidades em que você irá trabalhar. A oportunidade no caso não é o que eu receberei, mas o que o cliente terá ao final dos serviços.
Tenho uma regra básica em que a vantagem esperada ou benefício entregue para o cliente deve ser da ordem de dez a vinte vezes ou mais do que vão me pagar.
O compromisso é que os benefícios que o cliente tenha sejam duradouros, com economias e ganhos se estendendo por anos.
Valor é algo mais abrangente que preço e se essa for sua sua regra de ouro, esteja pronto a demontrar isso claramente em cada oferta sua.

2. Capacidade do cliente em pagar – Mesmo que você esteja trabalhando em uma oportunidade com US $ 10 milhões em potencial para o cliente, uma startup não financiada não poderá pagar taxas de US $ 1 milhão. Eles simplesmente não terão o dinheiro. Em tais situações, há três opções: (1) repassar o trabalho, (2) aceitar taxas mais baixas do que o normal (provavelmente muito mais baixas) e (3) negociar taxas que serão grandes somente se o lado positivo for realizado.
Não se esqueça: estamos em crise. Negociar é questão de sobrevivencia, para ambos os lados.
No Brasil é muito raro a contratação de consultoria remunerada sobre os ganhos efetivamente obtidos pelo cliente. É uma questão cultural. Por isso, nesses casos, no tal sistema success-fee, a boa definição de métricas é a chave do sucesso.
A estruturação de honorários nas situações em que a capacidade do cliente em pagar é ruim, seja por restrição orçamentária seja por estar em situação financeira não confortável, pode exigir experiência e criatividade. É aconselhável procurar ajuda e fazer uma análise de risco mais aprofundada. Trabalhar e não receber é doloroso, mas acontece.
Repassar um oportunidade é parte do jogo de um mercado amplo, geral e irrestrito.

3. Concorrência – O mercado é livre e é ele quem irá definir o limite para as suas taxas. Se clientes em potencial puderem contratar concorrentes igualmente qualificados pela metade da sua taxa, é improvável que você consiga faturar muitas horas. Vale a pena perguntar às pessoas que estão fazendo o que você planeja fazer como elas definem suas taxas. Se você se sentir desconfortável em se aproximar de concorrentes locais, peça a consultores de fora da sua região com os quais é improvável que você concorra. O Google facilita a localização dessas pessoas. Como base mínima, sugiro você precificar suas horas levando em consideração o salário médio (com benefícios e encargos) de um profissional com qualificação similar à sua empregado no segmento da empresa cliente, acrescido de taxas de administração, lucro e impostos.

4. Suas necessidades / metas financeiras – Seus desejos e necessidades não afetarão a capacidade ou a disposição de pagar do cliente. No entanto, isso deve afetar o que você cobra. É importante reconhecer o fato de que é muito improvável que você consiga faturar oito horas por um dia de trabalho normal (a menos que esteja alocando sua mão de obra como funcionário fracionário). O tempo gasto em tarefas administrativas, marketing de seus serviços e questões pessoais não podem ser ignorados.
Quem é do ramo sabe que é um desafio enorme conseguir faturar mais de 120 horas por mês.
Se você está apenas começando, este é provavelmente um alvo agressivo, então você pode querer ajustá-lo para baixo. No entanto, você pode obter um piso, uma base, para as suas taxas, tendo o seu rendimento meta anual. Faça uma conta simples, algo como “12 meses X 120 horas por mês”. Tudo depende do tamanho da sua necessidade, mas se você definir suas taxas no nível necessário para atingir seus objetivos de receita, descobrirá se seu modelo de negócios é viável.

5. Taxas altas x Taxas baixas – Depois de estabelecer uma taxa de cobrança com um cliente, é difícil aumentar as taxas de maneira significativa para este mesmo cliente. Por outro lado, é muito mais fácil diminuir sua taxa de faturamento. Portanto, meu conselho é errar para mais, quando se tratar de serviços continuados. Para clientes novos e projetos com início, meio e fim bem determinados, use as 4 dicas anteriores para chegar a seus valores hora.

As definições de taxas horárias sempre envolvem mais de um elemento de julgamento. Usando as cinco dicas acima, você estará no caminho para definir os preços apropriados.

Como última observação, é importante lembrar, que no Brasil, a maioria dos serviços de consultoria e assessoria de pequena monta, são definidos por projeto e não por hora. A construção de um portfolio e uma carteira de clientes também afetam as decisões quanto a taxas hora. Mas aí é papo para outro dia.

Boa sorte!

Paulo Walter
paulo.roberto@limawalter.com.br
www.limawalter.com.br

09/05/2018
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Workshop online aborda edifícios sustentáveis e eficientes

Dica de qualificação on-line e gratuita:

Engenheiros e Arquitetos têm muitas dúvidas sobre edifícios sustentáveis e eficiência energética. Entre estratégias de marketing e responsabilidade técnica desses profissionais, muito precisa ser discutido e esclarecido, justamente para se preparar para captar e atender a esse novo mercado da construção civil que já é realidade fora do Brasil. Buscando capacitar os profissionais da área para que consigam atender as exigências referentes a Etiquetagem PBE Edifica e a Norma de Desempenho (NBR ABNT 15.575), a Quali-A Conforto Ambiental e Eficiência Energética promove, a partir do dia 8 de maio, a terceira edição do ‘”Workshop Online Gratuito Edifícios Sustentáveis! Eficiência e Desempenho: as novas exigências do Mercado”.

Em quatro aulas, o workshop vai discutir o que tecnicamente é responsabilidade de engenheiros e arquitetos, quando projetam e constroem edifícios, e como podem melhorar e valorizar seus serviços no mercado.

As inscrições, que são gratuitas, podem ser feitas pelo link http://bit.ly/QUERO_3Workshop. Ao final do curso, os alunos que participarem das quatro aulas, receberão um certificado de conclusão do curso.

Serviço

3º Workshop Online Gratuito Edifícios Sustentáveis! Eficiência e Desempenho: as novas exigências do Mercado

Quando: de 08/05 a 17/05

Horário: sempre às 20h00 (Horário de Brasília)

Formato do workshop: curso online

Data das aulas

– 08/05: Edifícios Sustentáveis: da Moda passageira à Oportunidade de mercado e Obrigatoriedade no Brasil.

– 10/05: Novos Nichos de Atuação: Conquiste Clientes com Projetos mais valorizados e ofereça outros tipos de serviços.

– 15/05: Obrigatoriedade e Direito do Consumidor: A relação da Etiquetagem Procel e a Norma de Desempenho. Seu cliente vai te exigir um projeto classe A, com alto desempenho. O que você deve fazer? Por onde começar?

– 17/05: Como trabalhar com a Etiquetagem PBE Edifica: dicas práticas para Valorizar seus Projetos e se tornar um Consultor.

Informações: cursos@quali-a.com

Fonte: Boletim PROCEL Info

07/05/2018
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