Levantamento da multinacional japonesa indica que, dependendo da forma de uso, o aparelho pode ter gasto mensal semelhante ao de ventiladores
Com a intensificação das ondas de calor e o uso mais frequente de equipamentos para refrescar os ambientes, a conta de luz costuma se tornar uma preocupação para os consumidores. Tradicionalmente apontado como um dos principais responsáveis pelo aumento do consumo de energia, o ar-condicionado nem sempre merece essa fama. Um estudo comparativo realizado pela Fujitsu General do Brasil mostra que modelos com tecnologia inverter podem apresentar um consumo mensal semelhante ao de ventiladores, especialmente quando utilizados de forma adequada.
O levantamento comparou o desempenho energético de um ar-condicionado Fujitsu Premium Inverter High Wall de 9.000 BTU/h com um ventilador de mesa do mercado, considerando o uso contínuo ao longo do dia. Embora o ventilador apresente menor consumo instantâneo de energia, ele não reduz a temperatura do ambiente, apenas movimenta o ar. Na prática, isso faz com que o equipamento permaneça ligado por longos períodos, muitas vezes durante toda a noite, o que eleva o consumo acumulado ao final do mês.
Já o ar-condicionado com tecnologia inverter funciona de maneira diferente. Em vez de ligar e desligar o compressor repetidamente, o sistema ajusta sua velocidade de forma contínua, mantendo a temperatura estável e evitando picos de energia. Esse funcionamento mais inteligente reduz desperdícios e garante maior eficiência energética ao longo do tempo.
O estudo também analisou dois cenários de uso prolongado, de 8 e 10 horas diárias, comuns em períodos de calor intenso. Nesse contexto, o ventilador manteve um consumo linear, pois precisa ficar ligado o tempo todo para gerar sensação de alívio, sem reduzir de fato a temperatura do ambiente. Já o Fujitsu Premium Inverter apresentou um comportamento distinto: após as primeiras horas de funcionamento, quando o ambiente atinge a temperatura desejada, o equipamento passa a operar em menor potência. Com isso, as horas adicionais de uso têm impacto reduzido no consumo total, fazendo com que, no cenário de 10 horas, a diferença de gasto mensal entre o ar-condicionado inverter e o ventilador se torne ainda menor.
“Quando analisamos um período de uso mais longo, como 10 horas seguidas, fica ainda mais claro o papel da tecnologia inverter. O maior consumo acontece no início, enquanto o ambiente ainda está quente. Após atingir a temperatura desejada, o equipamento passa a operar de forma contínua e estável, com potência reduzida, consumindo menos energia. Isso faz com que as horas adicionais tenham um impacto muito menor no consumo total de energia, diferente do ventilador, que consome praticamente a mesma quantidade de energia durante todo o tempo em que permanece ligado.”, explica João Nakata, engenheiro especialista em aplicação da Fujitsu General do Brasil.
O levantamento também reforça que o consumo elevado de energia, na maioria dos casos, mais relacionado aos hábitos de uso do que ao equipamento em si. Ajustar o aparelho para temperaturas muito baixas, manter portas e janelas abertas ou não realizar a manutenção adequada são práticas que aumentam o gasto de energia, independentemente do modelo. Especialistas indicam que temperaturas entre 23 °C e 25 °C são suficientes para garantir conforto térmico, sem exigir esforço excessivo do sistema.
Outro mito comum é a ideia de que desligar e ligar o aparelho consome mais energia do que mantê-lo funcionando o tempo todo. Do ponto de vista técnico, isso não se confirma. O consumo ocorre enquanto o compressor está em funcionamento, e desligar o equipamento em períodos mais longos de ausência pode, sim, contribuir para a economia de energia.
Além da eficiência energética, o comparativo destaca ganhos em conforto e qualidade de uso. O ar-condicionado inverter oferece funcionamento mais silencioso, controle mais preciso da temperatura e maior sensação de bem-estar, reduzindo a necessidade de longos períodos de uso contínuo. Dessa forma, quando utilizado de forma consciente, o equipamento deixa de ser o vilão da conta de luz e passa a ser um aliado do conforto e do consumo responsável.
“Existe um mito muito comum de que o ar-condicionado consome muita energia, mas isso não se aplica aos modelos com tecnologia inverter. O consumo não depende apenas do equipamento, e sim, principalmente, da forma de uso. Quando ajustado corretamente e utilizado em um ambiente adequado, o ar-condicionado inverter pode ser tão eficiente quanto outras soluções que permanecem ligadas por muitas horas sem controle real da temperatura”, complementa João Nakata, engenheiro especialista em aplicação da Fujitsu General do Brasil.
Em um cenário de calor cada vez mais intenso e uso prolongado de equipamentos de climatização, o estudo da Fujitsu ajuda a desmistificar a ideia de que o ar-condicionado está sempre associado a alto consumo de energia. Ao demonstrar que a tecnologia inverter, aliada a hábitos de uso mais conscientes, permite unir conforto térmico e eficiência energética, o levantamento reforça que o ar-condicionado pode deixar de ser o vilão da conta de luz e se tornar uma solução equilibrada e viável para o dia a dia dos consumidores.
Sobre a Fujitsu General do Brasil
A Fujitsu General foi fundada em 1936, no Japão e faz parte do Grupo Fujitsu, uma das maiores companhias mundiais de engenharia eletrônica. Após 24 anos de mercado, a Fujitsu iniciou a fabricação em série do seu primeiro ar-condicionado. Desde então, a empresa tem desenvolvido sistemas de refrigeração de ambientes que contam com reconhecimento mundial por conta da qualidade e design inovador.
Presente no Brasil há 45 anos e com sede em São Paulo, a Fujitsu General do Brasil foi pioneira no País em oferecer a tecnologia inverter – destinada para quem busca a climatização do ambiente com menor consumo de energia, tanto em espaços corporativos ou residenciais.
A empresa é amiga do meio ambiente e tem como propósito utilizar recursos para fidelizar o público que vai desde os distribuidores, passando pelos instaladores e chegando aos consumidores finais. Com a missão “Vivendo juntos pelo nosso futuro”, a Fujitsu General do Brasil, vincula filosofia e os valores da organização às inovações tecnológicas com os propósitos de sustentabilidade para oferecer um futuro melhor às próximas gerações.
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