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Presidentes da Petrobras e da Total detalham parceria na Rio Oil & Gas

Lutando por competitividade e credibilidade, o fechamento de parcerias estratégicas é uma das principais ênfases do novo planejamento estratégico da companhia.

Os presidentes da Petrobras, Pedro Parente, e da Total, Patrick Pouyanné, detalharam na tarde desta segunda-feira (24/10), em entrevista coletiva à imprensa, a aliança estratégica acertada hoje entre as duas empresas. O memorando de entendimento assinado visa à cooperação principalmente nos segmentos de Exploração & Produção (E&P) e Gás & Energia (G&E) no Brasil e oportunidades potenciais no exterior. Num segundo momento, a parceria também pode ocorrer na área de refino.

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O presidente da companhia disse que a parceria acertada hoje é extremamente relevante para a Petrobras. “É mais especial ainda porque é dentro do contexto dessa conferência de petróleo e gás, num momento extremamente importante para o setor, em que as perspectivas para o segmento começam a se abrir no país”, afirmou Parente.

O fechamento de parcerias estratégicas é uma das principais ênfases do novo planejamento estratégico da companhia. “As parcerias, para nós, têm significado muito importante, conforme temos visto na área de exploração e produção”, disse Parente. Ele ressaltou que, para a Petrobras, é uma oportunidade de dividir riscos, diminuir necessidades de investimento e desenvolver tecnologia.
O presidente disse ainda que os ativos em que a parceria será consolidada serão avaliados pelas duas empresas e que o memorando tem validade de dois anos.

Parente citou como bom exemplo de parceria o projeto 35, desenvolvido no Campo de Libra, em que a Total é parceira da Petrobras. O projeto estabelece três métricas para aumentar a competitividade do campo e os parceiros vão trabalhar juntos para atingir os resultados. O objetivo é reduzir os custos dos investimentos em Libra em 35%, elevar o fator de recuperação no campo a 35% e trabalhar para viabilizar o projeto com um custo de referência do petróleo de US$ 35, o chamado break even. Esse valor inclui todos os custos do projeto, inclusive os investimentos necessários para colocar a área em produção. É um conceito diferente do custo de extração, que é sempre inferior ao break even, e reflete apenas o custo de extrair o petróleo depois de feitos os investimentos.
“Estamos entusiasmados de ter a oportunidade de desenvolver as nossas relações com a Petrobras, tanto em upstream quanto em downstream, e estamos ansiosos para materializar essa aliança estratégica nos próximos meses, com novos empreendimentos, tanto no Brasil quanto no exterior”, complementou o executivo francês.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Petrobras

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Publicado por: Paulo Walter

1 Comentário


  1. Alessandro Trombeta

    Muito bom!
    Essa parceria é importantes para o crescimento das empresas em vem ao encontro da necessidade que o nosso país se encontra para superar essa difícil etapa de crise pela qual está passando. Além disso, contribui para a retomada da confiabilidade da Petrobrás nos mercados nacional e internacional.
    Parabéns!

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