A manutenção deixou de ser apenas uma área operacional.
Em um cenário de transformação digital acelerada, pressão por eficiência, metas de sustentabilidade e ativos cada vez mais complexos, ela se tornou um dos principais pilares estratégicos das empresas industriais.
Ao longo dos últimos anos, ficou claro que muitas organizações enfrentam os mesmos desafios e aprenderam, às vezes da forma mais difícil, lições valiosas sobre pessoas, processos, tecnologia e dados. Olhar para essas lições é essencial para construir um futuro mais eficiente, seguro e previsível.
A seguir, reunimos as 15 maiores lições da manutenção e como elas podem ser evoluídas em 2026, a partir de uma nova mentalidade: mais conectada, mais analítica e mais humana.
1. A manutenção corretiva sempre custa mais do que parece
Durante muito tempo, aceitar falhas como parte da rotina foi considerado normal. Hoje, sabemos que cada parada não planejada gera impactos em cadeia: produção interrompida, perdas financeiras, riscos à segurança e desgaste das equipes.
Como evoluir em 2026:
O foco deve migrar definitivamente para modelos baseados em previsão e planejamento. A combinação entre dados operacionais, histórico de ativos e monitoramento contínuo permite agir antes da falha acontecer.
Soluções como o Sigga EAM Empower™, ao integrar dados de campo à gestão central dos ativos, tornam essa virada possível.
2. Dados desorganizados são um inimigo silencioso
Ter muitos dados não significa ter informação. Muitas empresas ainda convivem com planilhas paralelas, registros em papel e sistemas que não se conversam.
Como evoluir em 2026:
Centralizar informações em uma plataforma de gestão de ativos deixa de ser diferencial e passa a ser requisito básico. A organização da hierarquia de ativos, das localizações e do histórico cria um ambiente onde a tomada de decisão é sustentada por dados confiáveis, não por suposições.
3. Falta de priorização gera desperdício de energia
Quando todas as ordens de serviço são “urgentes”, nenhuma é verdadeiramente estratégica. Técnicos passam a maior parte do tempo apagando incêndios.
Como evoluir em 2026:
A priorização precisa ser orientada por criticidade, risco, impacto financeiro e segurança. Com o Planning & Scheduling da Sigga, a manutenção deixa de ser apenas reativa e passa a atuar de forma organizada, distribuindo melhor recursos, tempo e esforços.
4. Velocidade de resposta impacta diretamente os resultados
Não basta executar bem. Executar no tempo certo é igualmente fundamental. Atrasos pequenos somam grandes perdas ao longo do ano.
Como evoluir em 2026:
Mobilidade, notificações inteligentes e integração entre equipes reduzem drasticamente o tempo entre identificar um problema e iniciar a execução. O técnico chega ao campo com informação, contexto e prioridade claros.
5. O histórico de manutenção é um dos ativos mais valiosos da empresa
Ignorar o histórico é repetir os mesmos erros. Ainda assim, muitas organizações não utilizam esse conhecimento de forma estruturada.
Como evoluir em 2026:
O histórico passa a ser base para análises preditivas, identificação de padrões de falha e decisões de investimento em ativos. Dados bem registrados hoje definem a eficiência operacional de amanhã.
6. Falhas humanas continuam sendo uma causa relevante de incidentes
Processos mal definidos, falta de padronização e excesso de tarefas manuais criam um cenário propício ao erro.
Como evoluir em 2026:
A digitalização de checklists, formulários e permissões de trabalho reduz a variabilidade do processo. Mais do que controle, isso cria uma cultura de execução segura e confiável.
7. Operação e manutenção ainda trabalham de forma desconectada
Quando operadores identificam problemas, mas não há integração com a manutenção, perde-se tempo e oportunidades de prevenção.
Como evoluir em 2026:
Com Operator Rounds digitais integrados ao EAM, as anomalias identificadas no campo já se transformam em dados acionáveis. A manutenção recebe sinais precoces e age antes que a falha aconteça.
8. Segurança não pode ser tratada apenas como exigência legal
A visão de segurança como obrigação mínimo ainda limita o potencial de prevenção.
Como evoluir em 2026:
Relatórios de incidentes digitais, integrados ao contexto do ativo e da ordem de serviço, permitem análises profundas de causa raiz, aprendizado contínuo e fortalecimento da cultura de segurança.
9. Falta visibilidade real da condição dos ativos
Sem sensores, medições confiáveis e análises contínuas, a empresa opera no escuro.
Como evoluir em 2026:
Dashboards analíticos, medições automatizadas e integração com sistemas de monitoramento dão às equipes uma visão clara da saúde dos ativos em tempo quase real.
10. Planejamento fraco gera sobrecarga e desgaste
Técnicos sobrecarregados, atrasos constantes e baixa previsibilidade são sintomas claros de falta de planejamento.
Como evoluir em 2026:
Com o Sigga Planning & Scheduling, o planejamento deixa de ser apenas uma boa intenção e passa a ser um processo estruturado, que considera capacidade das equipes, criticidade das atividades e janelas operacionais.
11. Custos de manutenção ainda são pouco transparentes
Muitas empresas não sabem exatamente quanto custa manter cada ativo ao longo do tempo.
Como evoluir em 2026:
A integração entre EAM e sistemas financeiros permite rastrear custos por ativo, por localização e por tipo de intervenção. Isso transforma a manutenção em fonte de inteligência financeira.
Com o Sigga EAM Empower™, por exemplo, a FS Bioenergia reduziu dias de parada, eliminou formulários em papel, aumentou a eficiência operacional e gerou mais de R$ 100 milhões em uma única safra. Confira o case completo.
12. Falta padronização na execução das atividades
Cada técnico cria sua própria forma de trabalhar, o que aumenta o risco e reduz a confiabilidade.
Como evoluir em 2026:
A padronização via fluxos digitais, modelos de ordens de serviço e checklists cria uma execução mais segura, previsível e alinhada à estratégia da empresa.
13. A mobilidade ainda é pouco explorada
Mesmo em um mundo cada vez mais móvel, parte da manutenção ainda depende de papel e retrabalho administrativo.
Como evoluir em 2026:
O conceito de manutenção mobile-first ganha força: tudo no aplicativo, com fotos, vídeos, medições, voz e registros em tempo real, mesmo offline.
14. Indicadores existem, mas raramente guiam decisões
Muitas empresas medem muito, mas executam pouco com base nos dados.
Como evoluir em 2026:
O uso inteligente de Analytics transforma KPIs em ferramentas vivas de gestão, com alertas, recomendações e visão preditiva. Dados passam a gerar ação, não apenas relatórios.
15. A manutenção ainda luta por reconhecimento estratégico
Em muitas organizações, a manutenção é vista apenas como centro de custo.
Como evoluir em 2026:
Quando bem estruturada, a manutenção se transforma em alavanca de competitividade, sustentabilidade e confiabilidade operacional. Ela passa a influenciar diretamente indicadores de produtividade, ESG, segurança e rentabilidade.
O papel da tecnologia na virada de chave da manutenção
A virada para 2026 não será apenas tecnológica será cultural. Mas a tecnologia é o meio que torna essa cultura possível na prática.
Soluções como O Sigga EAM Empower™ permitem que dados de campo, ativos, equipes e processos conversem em um único ecossistema. Já o Sigga Planning & Scheduling garante que todo esse universo de informações seja convertido em rotinas bem planejadas, execuções mais previsíveis e uso inteligente de recursos.
Não se trata apenas de digitalizar processos. Trata-se de criar uma forma de trabalhar a manutenção, baseada em:
- Decisões orientadas por dados
- Planejamento estruturado
- Integração entre áreas
- Execução segura e padronizada
- Visão estratégica do ciclo de vida dos ativos
Manutenção em 2026: mais humana, mais analítica, mais estratégica
O futuro da manutenção não é apenas tecnológico. Ele é humano. Pessoas continuarão no centro, mas agora apoiadas por dados, processos claros e ferramentas inteligentes.
Em 2026, as equipes que se destacarão serão aquelas que:
- Trabalham com previsibilidade
- Tomam decisões baseadas em fatos
- Têm clareza sobre prioridades
- Atuam de forma integrada com operação, segurança e gestão
- Enxergam valor onde antes viam apenas tarefas
A manutenção deixa de ser apenas resposta a falhas e passa a ser protagonista da performance do negócio.
Conclusão: aprender com o passado para construir o futuro
As 15 lições da manutenção mostram que os desafios se repetem, mas as soluções evoluem. A grande diferença está em como cada empresa escolhe reagir a essas lições.
As organizações que já enxergam a manutenção como estratégia não esperam mais a falha acontecer. Elas planejam, analisam, previnem, integram e evoluem continuamente.
2026 não será o ano da improvisação. Será o ano da manutenção inteligente, conectada e orientada por dados.
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