oferecimento
Esqueci minha senha
Paulo Walter

Gestão Estratégica de Negócios

Paulo Walter

 

Flushing em Sistemas Hidráulicos ou de Lubrificação em Turbinas a Vapor, Hidráulicas e Gás Natural

Seja por necessidade de se trocar óleos lubrificantes de base mineral por óleos lubrificantes de base sintética, seja para remover resíduos oleosos, carepas e pontos de solda quando da montagem de equipamentos mecânicos, seja para remoção de borras e vernizes que se formam naturalmente em face dos processos de oxidação e craqueamento térmico do óleo lubrificante há a necessidade de se efetuar, em certas ocasiões, flushing em equipamentos mecânicos. As técnicas para a realização de flushing são variadas e devemos adequá-las às reais necessidades do equipamento sob pena de, em caso de escolha inadequada, não se obter os resultados esperados, dispendendo-se tempo e recursos valiosos.
Segue material disponibilizado pela BR Lubrificantes, que prove orientações gerais sobre algumas técnicas de flushing disponíveis para uso em sistemas hidráulicos ou em sistemas de lubrificação de turbinas a vapor, hidráulica, gás natural etc.

IND NEWS 78

30/01/2019
Flushing em Sistemas Hidráulicos ou de Lubrificação em Turbinas a Vapor, Hidráulicas e Gás Natural" addthis:description="Seja por necessidade de se trocar óleos lubrificantes de base mineral por óleos lubrificantes de base sintética, seja para remover resíduos oleosos, carepas e pontos de solda quando da montagem de equipamentos mecânicos, seja para remoção de borras e vernizes que se formam naturalmente em face dos processos de oxidação e craqueamento térmico do óleo […]">

CEPEL comemora 45 anos

Num país carente de incentivos à pesquisa e ao desenvolvimento de novas tecnologias, temos que comemorar muito os 45 anos do CEPEL.

24/01/2019
CEPEL comemora 45 anos" addthis:description="Num país carente de incentivos à pesquisa e ao desenvolvimento de novas tecnologias, temos que comemorar muito os 45 anos do CEPEL.">

Prêmio de Conservação e Reúso de Água – FIESP

15/01/2019
Prêmio de Conservação e Reúso de Água – FIESP" addthis:description="">

INDICADORES E AS TENDENCIAS DA GESTÃO DE ATIVOS PARA 2019:

Pelo visto a reestruturação da área de Manutenção é algo que vai rolar em muitas empresas brasileiras neste ano de muitos desafios.

A fonte da informação é a pesquisa “Orçamento da Manutenção para 2019”, realizada pelo site www.indicadoresdegestao.com

Para obter resultados diferentes, tem que fazer diferente.

Cobra que não anda, não engole sapo. E por aí vai.

 

04/01/2019
INDICADORES E AS TENDENCIAS DA GESTÃO DE ATIVOS PARA 2019:" addthis:description="Pelo visto a reestruturação da área de Manutenção é algo que vai rolar em muitas empresas brasileiras neste ano de muitos desafios. A fonte da informação é a pesquisa “Orçamento da Manutenção para 2019”, realizada pelo site www.indicadoresdegestao.com Para obter resultados diferentes, tem que fazer diferente. Cobra que não anda, não engole sapo. E por […]">

PLANO DIRETOR PARA IMPLANTAÇÃO DE IM 4.0 (Intelligence Maintenance 4.0)

Todo ano de grandes mudanças, como promete ser 2019, exige uma preparação especial.

As empresas estão estressando seus orçamentos e nunca foi tão exigido fazer mais com menos.

Estar com o trabalho planificado é agora uma questão de sobrevivência.

Se sua empresa ainda não tem um Plano Diretor para Gestão de Ativos, podemos ajuda-los a construir e implantar todo uma sistemática moldada conforme a realidade de sua organização.

Desde o correto dimensionamento da equipe até a implantação da Gestão a Vista com seu melhor Painel de Indicadores, passando pela maximização do domínio da informação e qualificação de pessoal, são 35 passos de modelagem customizada, em que podemos assessora-los para um trabalho de retorno garantido.

Não importa o tamanho ou tipo de empresa, uma Gestão de Ativos competitiva é possível de se implantar desde que haja uma trabalho estruturado com o road-map bem definido e factível.

Faça contato e saiba os detalhes de como se beneficiar de uma metodologia que já é sucesso em empresas nacionais e internacionais de grande relevo no mercado.

Eng. Paulo R Walter

paulo.roberto@limawalter.com.br

Tel/WhatsApp: 47 99293-5454

04/01/2019
PLANO DIRETOR PARA IMPLANTAÇÃO DE IM 4.0 (Intelligence Maintenance 4.0)" addthis:description="Todo ano de grandes mudanças, como promete ser 2019, exige uma preparação especial. As empresas estão estressando seus orçamentos e nunca foi tão exigido fazer mais com menos. Estar com o trabalho planificado é agora uma questão de sobrevivência. Se sua empresa ainda não tem um Plano Diretor para Gestão de Ativos, podemos ajuda-los a […]">

Participe das Pesquisas nacionais: Salários e Terceirização na Manutenção Brasileira

Para você que prestigia meu Blog, neste primeiro contato do ano, antes de mais nada, quero lhe desejar um feliz 2019, cheio de realizações, com muito progresso e novidades boas em sua vida profissional.

Todos os anos, desde 2009, iniciamos os trabalhos de pesquisas recorrentes com dois temas que impactam bastante as nossas comunidades de Gestão de Ativos. São as pesquisas nacionais sobre SALÁRIOS e sobre TERCEIRIZAÇÃO.

Esses levantamentos acontecem pelo décimo ano consecutivo, sempre através do site www.indicadoresdegestao.com.

TERCEIRIZAÇÃO NA MANUTENÇÃO BRASILEIRA
Salários e Benefícios praticados nos mercados de Manutenção e Facilities no Brasil

Em tempos de recuperação na economia e a esperada melhoria do mercado de trabalho, é mais importante do que nunca manter-se atualizado. Responda as pesquisas e receba gratuitamente os resultados.

É importante que você não deixe de responder até o fim de cada questionário, pois só assim assegurará o acesso imediato aos relatórios flash gerados automaticamente e, no final de cada pesquisa, garantir o recebimento do relatório completo em Excel, com as tabelas e gráficos dinâmicos, tudo gratuitamente em reciprocidade por sua colaboração.

Clique nos links abaixo e responda agora pois as perguntas em ambos os levantamentos são bem objetivas.

E vamos em frente pois temos muito a conquistar.

Abraços

Paulo Walter

Link da Pesquisa SALÁRIOS: https://salariosnamanutencao.questionpro.com

Link da Pesquisa TERCEIRIZAÇÃO:
https://terceirizacaonamanutencaobrasileira.questionpro.com

03/01/2019
Participe das Pesquisas nacionais: Salários e Terceirização na Manutenção Brasileira" addthis:description="Pesquisas nacionais sobre Salários e Terceirização na Manutenção Brasileira">

OTIMISMO x PESSIMISMO.

FELIZ ANO NOVO:

Reza a lenda que dois meninos moravam num orfanato e na manhã de Natal acordaram ao mesmo tempo.

Sem sair da cama, o menino pessimista da dupla, olhando para seu presente encostado na parede em frente, disse:

– Puxa, que azar. Ganhei um bicicleta.

O outro, se espreguiçando, pergunta:

– Porque azar?

– Imagina o estorvo, disse o pessimista, fazendo uma cara preocupada. Vou ter que aprender a me equilibrar, vou cair, me ralar muitas vezes e depois de aprender a andar estarei sujeito a ser atropelado por aí. E você? Ganhou o quê?

O outro menino, que era um otimista inveterado, abrindo a lata que ganhara, viu que estava cheia de estrume, disse:

– Ganhei um cavalo. Você viu ele por aí?

Escolhas. Para 2019 já fiz as minhas. E você?

25/12/2018
OTIMISMO x PESSIMISMO." addthis:description="FELIZ ANO NOVO: Reza a lenda que dois meninos moravam num orfanato e na manhã de Natal acordaram ao mesmo tempo. Sem sair da cama, o menino pessimista da dupla, olhando para seu presente encostado na parede em frente, disse: – Puxa, que azar. Ganhei um bicicleta. O outro, se espreguiçando, pergunta: – Porque azar? […]">

PRODUTIVIDADE NA MANUTENÇÃO BRASILEIRA

O mais recente Estudo de Produtividade na Gestão de Ativos no Brasil, realizado pelo site www.indicadoresdegestao.com, mostra que a questão da melhor utilização da mão-de-obra em nossas empresas ainda está muito longe de um nível classe mundial.
Veja que interessante. Na média nacional, 4,5% do tempo de um profissional é gasto com espera ou ações para liberação pela Segurança do Trabalho (2% na indústria automobilística e 6,7% em Papel e Celulose).
Para se alcançar uma boa produtividade é preciso haver um olhar renovado na gestão.
O relatório completo você acessa no site.

25/12/2018
PRODUTIVIDADE NA MANUTENÇÃO BRASILEIRA" addthis:description="O mais recente Estudo de Produtividade na Gestão de Ativos no Brasil, realizado pelo site www.indicadoresdegestao.com, mostra que a questão da melhor utilização da mão-de-obra em nossas empresas ainda está muito longe de um nível classe mundial. Veja que interessante. Na média nacional, 4,5% do tempo de um profissional é gasto com espera ou ações […]">

Investimentos em energia solar e eólica off-shore

A gigante petroleira francesa Total anunciou nesta sexta-feira (21) a criação de uma joint-venture entre a Total Eren e a Petrobras, até julho de 2019, para desenvolver conjuntamente projetos solares e eólicos no Brasil.

25/12/2018
Investimentos em energia solar e eólica off-shore" addthis:description="A gigante petroleira francesa Total anunciou nesta sexta-feira (21) a criação de uma joint-venture entre a Total Eren e a Petrobras, até julho de 2019, para desenvolver conjuntamente projetos solares e eólicos no Brasil.">

A Gestão da Manutenção Industrial nos EUA

A revista Plant Engineering publicou seu Estudo Anual sobre a Gestão da Manutenção em Plantas Industriais nos EUA e apontou os 7 principais aspectos estratégicos revelados na pesquisa:

1 – Estratégias de manutenção: Oito em 10 instalações de manufatura seguem uma estratégia de manutenção preventiva; 57% usam um método run-to-failure e 51% praticam uma abordagem de manutenção preditiva (PdM) usando ferramentas analíticas.

2 – Manutenção programada: 52% das instalações alocam até 10% de seus custos operacionais anuais para processos de manutenção; 35% dedicam mais de 10% deste orçamento à manutenção. A instalação média gasta 19 horas por semana na manutenção do cronograma.

3 – Atenção aos sistemas: Equipamentos rotativos (motores, transmissão de energia, etc.) e sistemas de automação da usina são as duas áreas onde as instalações dedicam mais suporte à manutenção, seguidas por sistemas de energia hidráulica, sistemas internos de distribuição elétrica e equipamentos de manuseio de materiais.

4 – Tempo de inatividade não programado: a principal causa de indisponibilidade não programada dentro das instalações dos respondentes continua sendo o equipamento obsoleto (44%), seguido por erro do operador (16%) e falta de tempo (15%). Metade das instalações planeja atualizar seus equipamentos e melhorar / aumentar o treinamento.

5 – Treinamento: As equipes de manutenção são principalmente treinadas em segurança (84%) e habilidades elétricas básicas (68%) e mecânicas (67%). Outros tipos de treinamento incluem manutenção preventiva (58%) e lubrificação (57%).

6 – Tecnologias: As tecnologias mais comuns usadas para monitorar / gerenciar a manutenção são planilhas / programações internas (55%), sistemas computadorizados de gerenciamento de manutenção (CMMS, 53%) e registros em papel de relatórios de manutenção (44%).

7 – Terceirização: A instalação média terceiriza 20% de suas operações de manutenção, e as principais causas são falta de tempo / mão de obra e falta de habilidades entre os funcionários atuais.

Fonte: Plant Engineering

22/11/2018
A Gestão da Manutenção Industrial nos EUA" addthis:description="A revista Plant Engineering publicou seu Estudo Anual sobre a Gestão da Manutenção em Plantas Industriais nos EUA e apontou os 7 principais aspectos estratégicos revelados na pesquisa: 1 – Estratégias de manutenção: Oito em 10 instalações de manufatura seguem uma estratégia de manutenção preventiva; 57% usam um método run-to-failure e 51% praticam uma abordagem […]">

GESTÃO DE MUDANÇAS: Até o Quilograma muda

O progresso exige mudanças.

Quer um exemplo?

Olhe o caso do padrão mundial para o quilograma.

Fazem poucos dias que a medida de um quilo passou a seguir um padrão quântico, e não mais um objeto físico sujeito a alterações.

A Conferência Geral de Pesos e Medidas dispensou o padrão internacional de quilograma anterior que era um pedaço de platina e irídio, que fica guardado em Paris.

O que está valendo agora é o valor fixo da constante de Planck, uma das constantes fundamentais da física usadas em mecânica quântica.

O tal padrão vem mudando, evoluindo, desde que foi estabelecido pelo rei Luis 16, da França, sendo na época o equivalente ao peso de um litro de água mantido em zero graus celsius.

Só depois, bem depois, com o avanço da ciência, passou-se a ter como medida (referencia) uma peça de metal, que agora sai de cena.

No nosso dia a dia, um quilograma continua sendo um quilograma.

Mas mudou a referencia, o padrão de precisão, aferição e calibração.

Sutil? Da água congelada à mecânica quântica veja o quanto andamos.

Nas empresas também precisamos mudar. Todo dia é dia de fazer diferente do que sempre fizemos. Gestão da Mudança requer coragem e embasamento técnico.E na sua empresa, como vão as mudanças? Água ou Plank?

19/11/2018
GESTÃO DE MUDANÇAS: Até o Quilograma muda" addthis:description="O progresso exige mudanças. Quer um exemplo? Olhe o caso do padrão mundial para o quilograma. Fazem poucos dias que a medida de um quilo passou a seguir um padrão quântico, e não mais um objeto físico sujeito a alterações. A Conferência Geral de Pesos e Medidas dispensou o padrão internacional de quilograma anterior que […]">

IAB Compartilha lança curso sobre Eficiência Energética

O IAB Compartilha, programa de educação continuada do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB) promove o curso de sustentabilidade com a temática “A Eficiência Energética Aplicada em Projeto“, no dia 24 de novembro, na sede do IAB-RJ (Rua do Pinheiro, 10, Flamengo). A palestra é uma parceira com o escritório Om Arquitetos e o UIA2020Rio.

As aulas serão ministradas pelos arquitetos e urbanistas, Marina Castanheiras e Isaac Amir, do escritório Om Arquitetos. Os dois são consultores do selo nacional de Eficiência Energética PBE Edifica, além de especialistas em sustentabilidade. Associados ao IAB ou ex-alunos do IAB Compartilha receberão 20% e 10% de desconto, respectivamente.

A palestra faz parte da grade de cursos para o segundo semestre do ano, divulgada pelo IAB, focados em sustentabilidade, gestão e inovação. O objetivo da iniciativa é lançar, a cada semestre, cursos ligados a diversos temas, solidificando a instituição como espaço de pensamento crítico e reflexivo.

Para mais informações os interessados podem acessar este link.

01/11/2018
IAB Compartilha lança curso sobre Eficiência Energética" addthis:description="O IAB Compartilha, programa de educação continuada do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB) promove o curso de sustentabilidade com a temática “A Eficiência Energética Aplicada em Projeto“, no dia 24 de novembro, na sede do IAB-RJ (Rua do Pinheiro, 10, Flamengo). A palestra é uma parceira com o escritório Om Arquitetos e o UIA2020Rio. […]">

OEE e a GESTÃO DE ATIVOS:

Estou em meio ao trabalho para duas empresas multinacionais, daquelas que competem com as melhores das melhores, no mundo todo. Duas consultorias de igual porte, para produtos e processos de fabricação nada a ver uma com a outra.

Mundos distintos? Nem tanto.

Na hora de definir objetivos e metas, eficiência, eficácia e efetividade para a Manutenção e a Gestão de Facilities, não há como escapar do estudo do OEE e assim poder centrar esforços onde os resultados serão mais mensuráveis, relevantes e rápidos.

Como diria Nélson Rodrigues, o dramaturgo, estamos na fase de falar sobre o “óbvio ululante”.

Nossos mapas de calor estão coloridos. Já fez o seu?

#ovoempé #consultoriadegestão #OEE #manutencaoclassemundial

#desafio2019 #mapadecalornagestao

25/10/2018
OEE e a GESTÃO DE ATIVOS:" addthis:description="Estou em meio ao trabalho para duas empresas multinacionais, daquelas que competem com as melhores das melhores, no mundo todo. Duas consultorias de igual porte, para produtos e processos de fabricação nada a ver uma com a outra. Mundos distintos? Nem tanto. Na hora de definir objetivos e metas, eficiência, eficácia e efetividade para a […]">

Escolhas políticas, consequências econômicas: Empresas alemãs tiram Brasil do radar dos investimentos

Pelo que nos mostram as pesquisas, o segundo turno das eleições brasileiras parecem ser a tempestade perfeita. Para um país que está tentando sair da pior recessão da história, as possíveis escolhas estão entre o salto no abismo ou enfrentar a alcateia de lobos faminta que lhe encurrala.

As perspectivas vão por aí…

Deu na Folha de São Paulo: Em depoimento ao jornal paulista, executivos de grandes companhias do país europeu afirmaram que a piora no ambiente de negócios no Brasil, marcado pela crescente complexidade tributária e burocrática, está fazendo suas matrizes tirarem o país do radar para investimentos. As declarações foram feitas durante reunião da diretoria da AHK (Câmara de Comércio Brasil-Alemanha). Segundo esses executivos, o foco das empresas germânicas está voltado para a Ásia. Segundo Martin Duisberg, representante do DZ Bank no país, os 210 milhões de consumidores brasileiros que sustentavam uma posição mais privilegiada no mapa global das apostas alemãs já não são mais argumento para atrair investimentos internacionais.

Segue o jogo.

05/10/2018
Escolhas políticas, consequências econômicas: Empresas alemãs tiram Brasil do radar dos investimentos" addthis:description="Pelo que nos mostram as pesquisas, o segundo turno das eleições brasileiras parecem ser a tempestade perfeita. Para um país que está tentando sair da pior recessão da história, as possíveis escolhas estão entre o salto no abismo ou enfrentar a alcateia de lobos faminta que lhe encurrala. As perspectivas vão por aí… Deu na […]">

Desmistificando a Manutenção Preditiva: Análise de Vibração e Balanceamento de Máquinas

Quando me perguntam sobre alguma matéria específica, sobre algo que não domine em profundidade, recorro à máxima da boa Gestão de Ativos, que diz que tão ou mais importante que saber, conhecer quem sabe é a solução para qualquer problema.

As empresas brasileiras, entenda-se por seus gestores, estão sob fortíssima pressão para apresentarem melhores resultados num cenário de poucos recursos e muita restrição.

A Análise de Vibração é a segunda técnica preditiva mais utilizada na indústria mundial, atrás somente da Termografia
A utilização de melhores técnicas de manutenção tem sido um mantra inescapável. Todo mundo está correndo atrás de ganhos de produtividade e a caça às perdas. Melhorar o desempenho da manutenção preventiva é quase que uma obrigação. Um passo a mais, um degrau acima. Manutenção Preditiva, na base do monitoramento das condições operativas das máquinas.

Então, para trazer um pouco de luz ao tema Manutenção Preditiva, particularmente sobre Análise de Vibrações e Balanceamento de Máquinas, fui conversar com um dos maiores e mais respeitados profissionais da área. Luciano Ponci, Diretor Técnico da TEKNIKAO. Com mais de 25 anos de experiência e muito conhecido no mercado brasileiro, Ponci, gentilmente, nos deu sua visão sobre o assunto deste artigo:

1 – Luciano, quando foi que apareceu essa técnica de preditiva chamada Análise de vibrações?
Não sei se tem uma dada de nascimento para a técnica de análise de vibrações, ela foi se desenvolvendo junto com a necessidade de melhoria da manutenção. A observação do sintoma, antes da quebra da máquina foi gradativo. Eu descobri que essa técnica existia quando consegui um estágio no IPT nos anos 80. Mesmo com um ótimo laboratório para a época, não tínhamos computadores então os instrumentos eram importados ou montados ali mesmo. Ali conheci os primeiros acelerômetros e engenheiros que já estavam bem adiantados na área, faltavam apenas instrumentos que facilitassem a análise.

2 – O que veio primeiro? O balanceamento de máquinas ou a análise de vibração?
Nas minhas palestras eu comparo o técnico de manutenção como médico de máquinas, pois as máquinas também apresentam sintomas quando algo está errado, como no corpo humano.

Nas primeiras máquinas com rotação mais alta, os técnicos já observavam os sintomas da força centrífuga, no inicio era apenas um aumento da vibração, mas com o tempo, descobriram que esse defeito tem suas características peculiares, então foi fácil passar a analisar as características de cada defeito, não só desbalanceamento.

3 – A análise de vibração se aplica a qualquer tipo de equipamento rotativo. Mas quando é que financeiramente vale a pena fazer esse monitoramento?

Antigamente o monitoramento de vibração de máquinas era muito caro, então era necessário fazer as contas entre custo e benefício para monitorar as máquinas mais importantes. Hoje os equipamentos e softwares estão com os custos muito mais baixos. Para quem quer começar, ainda é importante selecionar as máquinas mais críticas, mas temos exemplos de usinas de açúcar que começaram monitorando algumas máquinas, mas logo perceberam uma diminuição no tempo e nos custos de manutenção, então sobrava mais tempo para a equipe dar atenção para as máquinas menos críticas. Hoje eles tem 100% das máquinas monitoradas.

4 – A tecnologia hoje tem em uma velocidade incrível. Atualizar-se é tarefa árdua. Nessa área temos tido muitas novidades?

Sempre. Atualizamos nosso software todo mês, e aproveitamos os serviços de nuvem para eliminar tempo e custos. Por exemplo, é possível ter um relatório do estado de todas as máquinas monitoradas, até com o diagnóstico e lista dos defeitos, na mesa do gerente, logo após a coleta dos dados de vibração. Coletou, salvou, vai para nuvem e de lá, para quem quiser.

5 – Qual a diferença entre monitoramento com instrumentos móveis e com monitoramento contínuo? Qual é mais recomendável?

O monitoramento móvel, ou off-line, um só técnico, com um só instrumento pode coletar dados de vibrações de centenas de pontos de máquinas em poucas horas, por isso é considerado mais barato. Porém esse serviço diário tem restrições que podem ser de segurança, ou distância. Com as novas normas de segurança, o técnico não pode se aproximar da máquina em funcionamento. Uma solução intermediária é instalar um sensor na máquina e um conector do lado de fora, em local seguro.

Quando os fatores de segurança, distância e tempo entre as coletas são críticos, então o custo de monitoramento contínuo se justifica.

Um exemplo bem atual, é de uma montadora de automóveis que tem diversas linhas de retíficas de peças. Quando o rebolo se desgastava, começava a vibrar e isso prejudicava a qualidade das peças retificadas. Esse defeito só era notado no controle de qualidade, e quando diversas peças já haviam sido fabricadas. Com o simples monitoramento da vibração da retífica, um alarme é acionado para que se faça o dressamento do rebolo. Logo na primeira linha de peças salvas, já justificou o investimento.

6 – Falando de balanceamento de máquinas, há alguma recomendação específica? Vale a pena balancear máquinas pequenas?
De novo é questão de custo benefício. Já tive clientes balanceando motor de autorama, turbina de aeromodelo, soprador de homecare, ventilador de forno de micro-ondas e até motor de secador de cabelo. Todos interessados em melhorar a qualidade do produto. No caso de balanceamento, tamanho não é documento.

Balanceamento de máquinas, principalmente as mais críticas e de maior porte, deveria ser algo incluído em todo bom Plano de Manutenção Preventiva Anual

7 – Muitas empresas trocam rolamentos e outros componentes de seus motores e não fazem balanceamento na hora da reinstalação. O que você recomendaria?
Acho que é o mesmo que tomar remédio para baixar a febre e não cuidar da infecção.

Em alguns casos, os rolamentos são trocados porque da ultimas vez que trocaram o problema foi resolvido. Rolamentos novos dão a impressão de diminuição da vibração e do ruído, mas se não resolver a causa do desgaste, a máquina vai voltar a sofrer logo. Fora o fato de que muitos rolamentos são trocados sem necessidade. A análise de vibração dá uma resposta quase que imediata a essa questão.

8 – Os softwares de gestão de preditiva são fundamentais para o monitoramento e os resultados operacionais das máquinas sob supervisão. Quais os itens mandatórios que o software deve ter para que todo o trabalho de monitoramento seja mesmo útil para uma tomada de decisão de intervenção numa máquina?
Muitos equipamentos medem apenas o nível global da vibração, é um bom começo para quem não tem nada, mas no sinal da vibração estão escondidas informações preciosas para um bom diagnóstico. A análise de vibração não é tão complicada como se imagina, a base é acompanhar a amplitude e a frequência das vibrações geradas pela máquina. Como esses sinais estão misturados no tempo, é fundamental separar usando a transformada de Fourier, que é uma tabela de amplitude em função da frequência. A frequência responde imediatamente “quem” está gerando a vibração e a amplitude informa a gravidade dessa vibração e sua evolução.

Um software deve ter a capacidade, não só de fazer uma tabela de medidas globais, mas um acompanhamento da evolução de cada causa da vibração.

Fazer os cálculos das frequências dos componentes, como rolamentos, engrenamento de redutores, polias etc., facilita muito a vida do analista. Os relatórios sempre foram uma exigência dos clientes, e agora com a tecnologia de nuvem, ficou essencial mas muito mais disponível.

Software SDAV da TEKNIKAO

9 – As indústrias estão correndo atrás dos nichos para atender seus clientes. Hoje mesmo saiu na imprensa que uma grande multinacional está criando uma divisão de automação só para atender o mercado de carnes, que tem um grande parque industrial instalado no Brasil. Em termos de Análise de Vibração e Balanceamento de Máquinas quais os setores, na sua opinião, que mais podem se beneficiar se aplicarem estas técnicas preditivas?

Quando me perguntam onde podemos usar a análise de vibrações, eu repondo: Onde houver um motor trabalhando.

Toda indústria que estiver interessada em diminuir custos, vai ter que dar atenção à manutenção, e isso significa usar a filosofia da manutenção preditiva.

É fácil de entender: Uma máquina ideal transforma toda energia que ela recebe no trabalho para qual foi projetada. Como não existe máquina ideal, uma parte dessa energia é dissipada em movimento cíclico, que chamamos de vibração, devido ás forças indesejadas, proporcionais e causadas por imperfeições ou desgastes de componentes. Quanto menor forem as vibrações, menos energia a máquina está desperdiçando, e menor o desgaste da máquina.

É fácil observar uma diminuição dos custos de energia elétrica ou vapor em máquinas que estão sob controle da manutenção preditiva. Se observar os custos envolvidos na parada da máquina, tempo de troca de peças, estoque e planejamento da manutenção as vantagens são bastante claras.

Agradecendo ao Luciano pelos esclarecimentos, é importante frisar que o assunto não se esgota aqui e vamos voltar a falar de Preditiva.

Gostou dessa matéria? Então deixe seu comentário com sugestões para que tratemos aqui de outros assuntos de interesse da comunidade de Engenharia de Manutenção.

Abraços

Paulo Walter

02/10/2018
Desmistificando a Manutenção Preditiva: Análise de Vibração e Balanceamento de Máquinas" addthis:description="A utilização de melhores técnicas de manutenção tem sido um mantra inescapável. Todo mundo está correndo atrás de ganhos de produtividade e a caça às perdas. Melhorar o desempenho da manutenção preventiva é quase que uma obrigação. Um passo a mais, um degrau acima. Manutenção Preditiva, na base do monitoramento das condições operativas das máquinas.">

Inmetro prorroga consulta pública sobre eficiência energética em edificações

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) prorrogou até o dia 15 de outubro o prazo para recebimento de contribuições para a consulta pública que visa discutir a proposta de aperfeiçoamento do Regulamento Técnico da Qualidade (RTQ) para a Classe de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais, de Serviços e Públicos.

O novo Regulamento Técnico prevê a introdução de novos métodos de avaliação do nível de eficiência energética de edificações; melhorias no formato das etiquetas, que passam a fornecer um conjunto complementar de informações e indicar os consumos de energia por uso final (iluminação, condicionamento de ar, água quente, etc.); introdução de novas tipologias de edificações (escritórios, educacionais, hospedagem, hospitalares, etc.); introdução da abordagem de energia primária, que possibilita integrar diferentes fontes de energia (elétrica, térmica, gás, solar, etc.) na avaliação do desempenho energético da edificação; e melhoria do indicador de desempenho, que passa a comparar a edificação com suas características reais à mesma edificação.

Após o término da consulta pública, o Inmetro entrará em contato com as entidades que tenham manifestado interesse na matéria para que indiquem representantes nas discussões posteriores, visando à consolidação do texto final.

O documento com a proposta completa pode ser acessado no link: http://www.inmetro.gov.br/legislacao/rtac/pdf/RTAC002520.pdf .

Já as contribuições, devem ser encaminhadas no formato da planilha modelo disponibilizada em http://www.inmetro.gov.br/legislacao/ para o e-mail dipac.consultapublica@inmetro.gov.br , ou por correspondência para o endereço abaixo:

Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – Inmetro

Diretoria de Avaliação da Conformidade – Dconf

Rua Santa Alexandrina n.º 416 – 5º andar – Rio Comprido

CEP 20.261-232 – Rio de Janeiro – RJ

13/09/2018
Inmetro prorroga consulta pública sobre eficiência energética em edificações" addthis:description="O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) prorrogou até o dia 15 de outubro o prazo para recebimento de contribuições para a consulta pública que visa discutir a proposta de aperfeiçoamento do Regulamento Técnico da Qualidade (RTQ) para a Classe de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais, de Serviços e Públicos. O novo Regulamento Técnico prevê […]">

ISO 50001 acaba de ser atualizada

O consumo de energia está aumentando, apesar de contribuir para quase 60% das emissões mundiais de gases do efeito estufa. Ao mesmo tempo, mais de um bilhão de pessoas ainda não têm acesso à eletricidade e muitas outras contam com fontes de energia prejudiciais e poluidoras. Não surpreende, portanto, que a abordagem dos desafios da eficiência energética e mudanças climáticas constituam uma parte fundamental dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 das Nações Unidas.

A ISO 50001: 2018 – Sistemas de gestão de energia – Requisitos com orientação para uso, transformou o desempenho energético das organizações em todo o mundo quando foi publicado pela primeira vez em 2011, dando-lhes uma ferramenta estratégica para usar sua energia de forma mais eficiente e eficaz. Ela fornece uma estrutura para gerenciar o desempenho e abordar os custos de energia, ao mesmo tempo em que ajuda as empresas a reduzir seu impacto ambiental para atender às metas de redução de emissões.

A ISO 50001 acaba de ser revisada, tornando-se ainda mais eficaz para enfrentar os desafios energéticos do mundo. Roland Risser, presidente do comitê técnico da ISO que desenvolveu a norma, disse que a nova versão apresenta termos e definições atualizados e maior esclarecimento sobre certos conceitos de desempenho energético.

“Há uma ênfase mais forte no papel da alta gerência também, pois é importante estimular uma mudança de cultura organizacional”, explicou ele. “Agora a norma está alinhada também com os requisitos da ISO para as normas de sistemas de gestão, facilitando a integração nos sistemas de gestão existentes da organização.”

Desde o seu lançamento, há sete anos, a ISO 50001 foi se tornando cada vez mais importante. Um total de 20.216 certificados da ISO 50001 foram emitidos até o final de 2016, de acordo com a Pesquisa da ISO. A norma foi desenvolvida pelo comitê técnico ISO/TC 301 – Gestão de energia e economia de energia, cuja secretaria é dividida entre a American National Standards Institute (ANSI), membro da ISO nos EUA e pelo Standardization Administration of China (SAC), membro da ISO na China. A norma pode ser adquirida no site da ABNT.

22/08/2018
ISO 50001 acaba de ser atualizada" addthis:description="A ISO 50001: 2018 - Sistemas de gestão de energia - Requisitos com orientação para uso, transformou o desempenho energético das organizações em todo o mundo quando foi publicado pela primeira vez em 2011, dando-lhes uma ferramenta estratégica para usar sua energia de forma mais eficiente e eficaz. ">

Indústria retoma patamar anterior à paralisação dos caminhoneiros.

Com o ajuste sazonal, índice de produção do setor encerrou junho a 90,6, segundo o IBGE. O número está ligeiramente acima do 90 de abril e pouco abaixo do 90,9 do fim do ano passado. Em maio, o indicador despencou para 80,1, impactado pela paralisação dos caminhoneiros. No ano, o setor acumula alta de 2,3% — bem abaixo da taxa de 4,5% de abril, anterior a greve dos caminhoneiros. Apesar de positivos, os números do mês desapontaram os analistas ouvidos pela Reuters, que esperavam alta de 14,1% mensal e de 4,55% na base anual.

Com informações obtidas pelo LinkedIn.

03/08/2018
Indústria retoma patamar anterior à paralisação dos caminhoneiros." addthis:description="Com o ajuste sazonal, índice de produção do setor encerrou junho a 90,6, segundo o IBGE. O número está ligeiramente acima do 90 de abril e pouco abaixo do 90,9 do fim do ano passado. Em maio, o indicador despencou para 80,1, impactado pela paralisação dos caminhoneiros. No ano, o setor acumula alta de 2,3% […]">

Teste para Profissionais que trabalham com PPCM (Planejamento, Programação e Controle de Manutenção)

30/07/2018
Teste para Profissionais que trabalham com PPCM (Planejamento, Programação e Controle de Manutenção)" addthis:description="">

EMBRAER amplia carteira de encomendas

Embraer anuncia venda de até 300 aeronaves por 15 bilhões de dólares. A empresa brasileira anunciou a comercialização de modelos “e-jets” para oito clientes nos próximos anos. A Azul, por exemplo, formalizou a intenção de adquirir 21 jatos E195-E2, enquanto a Republic Airlines já fechou contrato para a compra de 100 E-175 — mesmo modelo das 25 aeronaves já prometidas à United. A previsão das vendas bilionárias da Embraer foi divulgada apenas 12 dias depois que a companhia anunciou uma nova joint venture com a norte-americana Boeing.  O negócio foi avaliado em US$ 4,75 bilhões, mas ainda depende da aprovação final do governo brasileiro para se concretizar.

19/07/2018
EMBRAER amplia carteira de encomendas" addthis:description="Embraer anuncia venda de até 300 aeronaves por 15 bilhões de dólares. A empresa brasileira anunciou a comercialização de modelos “e-jets” para oito clientes nos próximos anos. A Azul, por exemplo, formalizou a intenção de adquirir 21 jatos E195-E2, enquanto a Republic Airlines já fechou contrato para a compra de 100 E-175 — mesmo modelo das 25 […]">

O peso das estatais no bolso do brasileiro: INFRAERO inchada não sai do chão

Para abrir capital, Infraero precisaria cortar 4 mil funcionários. Essa é a conta da consultoria Roland Berger, que faz um alerta: a capacidade da empresa de atrair capital privado ficará reduzida após a próxima rodada de concessões, prevista para dezembro. Se em 2011 o custo com pessoal era de R$ 1,7 bilhão (55% dos custos operacionais), em 2016, passou a representar 68% dos custos operacionais, atingindo R$ 2,1 bilhões. O desequilíbrio acontece porque a Infraero ainda mantém mais trabalhadores na folha de pagamento do que o necessário após a privatização de grandes aeroportos. Segundo a consultoria, abrir capital renderia até US$ 16 bilhões aos cofres da União.

19/07/2018
O peso das estatais no bolso do brasileiro: INFRAERO inchada não sai do chão" addthis:description="Para abrir capital, Infraero precisaria cortar 4 mil funcionários. Essa é a conta da consultoria Roland Berger, que faz um alerta: a capacidade da empresa de atrair capital privado ficará reduzida após a próxima rodada de concessões, prevista para dezembro. Se em 2011 o custo com pessoal era de R$ 1,7 bilhão (55% dos custos operacionais), em […]">
× Converse no WhatsApp