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Paulo Walter

Gestão Estratégica de Negócios

Paulo Walter

 

Estão abertas as inscrições para a 12ª edição do Prêmio Fiesp de Conservação e Reúso de Água

A iniciativa é uma forma de divulgar as iniciativas das empresas industriais. As empresas que apostam na redução do consumo e desperdício de água geram benefícios ambientais, econômicos e sociais, aumentando também sua competitividade.

O incentivo vem por meio de premiações, com troféus, placas de menção honrosa e certificados de participação. Outro ponto positivo do prêmio é que ele se torna um indicador ambiental ao compor acervo de cases no Estado de São Paulo, que são reconhecidos e divulgados.

O prêmio tem duas categorias: micro e pequeno porte e médio e grande porte. A solenidade de premiação será realizada em março de 2017, em comemoração ao Dia Mundial da Água, e as inscrições são gratuitas.

O projeto deve levar em conta a sua importância e dimensão em termos de conservação de água; ações, programas ou campanhas de sensibilização de funcionários; ações de monitoramento da qualidade e quantidade de água e/ou do efluente, que demonstrem os resultados obtidos.

Serviço

Data-limite para inscrição eletrônica: até 20/1/2017, na página da Fiesp: http://www.fiesp.com.br/premioagua

Envio dos projetos: até 27 de janeiro de 2017

Solenidade de premiação: março de 2017

Mais informações: 3549-4366

Fonte: FIESP

03/01/2017
Estão abertas as inscrições para a 12ª edição do Prêmio Fiesp de Conservação e Reúso de Água" addthis:description="O incentivo vem por meio de premiações, com troféus, placas de menção honrosa e certificados de participação. Outro ponto positivo do prêmio é que ele se torna um indicador ambiental ao compor acervo de cases no Estado de São Paulo, que são reconhecidos e divulgados. O prêmio tem duas categorias: micro e pequeno porte e médio e grande porte. A solenidade de premiação será realizada em março de 2017, em comemoração ao Dia Mundial da Água, e as inscrições são gratuitas.">

Feliz ano novo, com champanhe e imagens termográficas

03/01/2017
Feliz ano novo, com champanhe e imagens termográficas" addthis:description="">

Índice de Confiança da Manutenção Brasileira indica que 2017 vai ser bem melhor que 2016

Começamos o ano falando de informações de suporte à decisão, dentro de uma perspectiva de estruturação de dados para apoio a gestão de negócios, marketing de conteúdo e desenvolvimento de mercados.

Expectativas de Mercado – Índice de Confiança – IC-MRO

No link abaixo disponibilizo o relatório flash da Pesquisa Nacional IC-MRO (Índice de Confiança da Manutenção) da RBM – Rede Brasileira de Manutenção, que mede mensalmente a confiança dos profissionais brasileiros das áreas de serviços: Manutenção Predial e Industrial, Gestão de Facilities, Engenharia (Projetos e Obras).

http://www.questionpro.com/t/PBtMqZYIAC

Considerações:
O ano de 2016 fechou com uma avaliação geral 5,25 e o ano de 2017 começa com uma expectativa geral de nota 6,83. O que indica forte otimismo de que 2017 será bem melhor que 2016.
Nossa referencia geral de início da série foi de 6,14 para o ano de 2011 (fechamento) com expectativa de 6,92 para 2012.
Especificamente para as atividades de MANUTENÇÃO o IC está em 7,109 o que indica que a área de Manutenção

O IC-MRO (Índice de Confiança do Mercado MRO) registrado (finalizado) para o mês de Janeiro 2017 (expectativa de curtíssimo prazo) foi de -70,83 (Net Promoter Score), com distribuição de 3% positivos, 25% neutros e 75% pessimistas.
Especificamente para as atividades de MANUTENÇÃO o IC está em 7,109 apresentando a curva de indicações com 48% otimistas (notas 7 e acima).

Se quiser participar da pesquisa e comparar suas próprias opiniões com a média geral do mercado, basta responder ao questionário da pesquisa no link http://expectativasic-mro.questionpro.com. O relatório, que sai na hora, mostrará o retrato do dia e hora de sua participação.

Que 2017 vai ser de pura adrenalina, isso já sabemos. Chá de camomila e boa informação ajudarão a fazer as coisas certas, no momento certo.

Abraços

Paulo Wlater
BI – Business Inteligence
Marketing Content
Tel.: 21 99731-5454

03/01/2017
Índice de Confiança da Manutenção Brasileira indica que 2017 vai ser bem melhor que 2016" addthis:description="Começamos o ano falando de informações de suporte à decisão, dentro de uma perspectiva de estruturação de dados para apoio a gestão de negócios, marketing de conteúdo e desenvolvimento de mercados. Expectativas de Mercado – Índice de Confiança – IC-MRO No link abaixo disponibilizo o relatório flash da Pesquisa Nacional IC-MRO (Índice de Confiança da […]">

Floripa tem primeiro ônibus 100% elétrico alimentado por bateria solar com tecnologia brasileira

A tecnologia vem de coletivo agora.

ENTRA EM OPERAÇÃO ÔNIBUS 100% ELÉTRICO COM TECNOLOGIA BRASILEIRA E CONCEITO DE DESLOCAMENTO PRODUTIVO

O primeiro ônibus 100% elétrico com tecnologia brasileira de baterias alimentadas por energia solar (fotovoltaicas) começou a rodar em Florianópolis, SC, esta semana. O veículo, Marcopolo Torino Low Entry, com plataforma Mercedes-Benz O500U Elétrico, foi desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa Estratégica em Energia Solar da Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC.

22/12/2016
Floripa tem primeiro ônibus 100% elétrico alimentado por bateria solar com tecnologia brasileira" addthis:description="O primeiro ônibus 100% elétrico com tecnologia brasileira de baterias alimentadas por energia solar (fotovoltaicas) e começou a rodar em Florianópolis, SC, esta semana. O veículo, Marcopolo Torino Low Entry, com plataforma Mercedes-Benz O500U Elétrico, foi desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa Estratégica em Energia Solar da Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC.">

Gestão de Facilities: JLL deixa o mercado de engenharia e manutenção com self-performance

Fontes do mercado nos informam que a JLL (Jones Lang La Salle) está desmobilizando sua carteira de contratos de gestão de Facilities, onde tenha incluído no escopo a realização de serviços no modelo self-performance (pessoal próprio) ou subcontratação direta (quarterização). Engenharia e manutenção não fazem mais parte do portfolio da empresa.

Segundo corre no mercado, a MANSERV é a empresa mais a frente na compra da carteira de contratos da JLL.
A empresa paulista tem planos de crescer mais ainda em 2017 e manter sua liderança na área de Facilities com execução majoritária de serviços com pessoal da própria empresa e subcontratação direta de terceiros, os chamados contratos de solução global ou guarda-chuva.

A JLL até o final de 2017 vai manter somente os contratos onde só exerce a gestão, ficando a cargo do cliente a contratação direta dos vários serviços que costumam estar no pacote Facilities.

Com isso a JLL retorna a sua posição de alguns anos atrás, mais focada em consultoria imobiliária, oferecendo serviços integrados para investidores, proprietários e ocupantes de imóveis comerciais que abrangem escritórios, hotéis, imóveis industriais e logísticos, propriedades do setor de varejo, entre outros.

Esse movimento de volta às origens, que até onde se sabe é só no Brasil, se deve a crise onde outras multis como CBRE, ISS e Cushman & Wakefield também estão em sérias dificuldades para atender aos seus budgets anuais esperados pelas matrizes no exterior.

 

 

 

22/12/2016
Gestão de Facilities: JLL deixa o mercado de engenharia e manutenção com self-performance" addthis:description="Fontes do mercado nos informam que a JLL (Jones Lang La Salle) está desmobilizando sua carteira de contratos de gestão de Facilities, onde tenha incluído no escopo a realização de serviços no modelo self-performance (pessoal próprio) ou subcontratação direta (quarterização). Engenharia e manutenção não fazem mais parte do portfolio da empresa. Segundo corre no mercado, […]">

2017 em campo. Um novo e emocionante jogo começa agora.

Não está fácil pra ninguém. Esta é a frase mais comum no Brasil nestes tempos de crise econômica-politica-institucional.
O mundo dos negócios mais parece seção necrológica de jornal no século XX.

A toda hora aparece notícia ruim, tipo empresa X fechou, filial Brasil da empresa Y foi encerrada, empresa Z reduziu suas atividades, etc. etc. etc. O Brasil, de fato, não é para amadores, diz-se por aí.

Eu tenho minhas convicções particulares. Do alto de minha autoridade no tema, com pós-doutorado internacional de otimismo descarado, penso que o Brasil é para um certo e bem particular tipo de empreendedor: o surdo.

O surdo não escuta ninguém, mas faz leitura labial, sabe ler e tem os demais sentidos mais aguçados para compensar a falta da audição.

Para ser empresário por aqui o sujeito tem que ser meio ruim da cachola. Isso vai um pouco além da ambição de ter seu negócio próprio.

Mas 2017 está aquecendo ali, fora do campo. De uniforme limpinho e cheio de vontade de mexer no placar.

Sai 2016 e deixa o painel dos indicadores cheio de hematomas: desemprego em alta, falta de confiança dos investidores, taxa de juros na lua, consumo em baixa, exportações estagnadas, ociosidade na industria, etc., etc.

Para dar um ar de bagunça nessa história toda, temos ainda as mudanças tecnológicas radicais que estão afetando até nossa forma de comunicação mais simples e direta. A internet das coisas e as redes sociais são um tsunami em nossas vidas.

Em 2017, para mudar o cenário e os resultados, a solução é fazer diferente. Em tudo e em todos os lugares. Em casa, na família, na comunidade, no país, na empresa. No seu jeito particular de ver, ser, fazer as coisas.

Quais são seu planos? Só não tem planos quem não tem sonhos. Parou de sonhar?

Desejo a meus leitores, principalmente os surdos, um 2017 de muitas e boas mudanças. A coisa vai ser emocionante.

Abraços

Paulo Walter

 

 

22/12/2016
2017 em campo. Um novo e emocionante jogo começa agora." addthis:description="Não está fácil pra ninguém. Esta é a frase mais comum no Brasil nestes tempos de crise econômica-politica-institucional. O mundo dos negócios mais parece seção necrológica de jornal no século XX. A toda hora aparece notícia ruim, tipo empresa X fechou, filial Brasil da empresa Y foi encerrada, empresa Z reduziu suas atividades, etc. etc. […]">

Preocupado com seu emprego? Não? Pois devia.

Se você não está preocupado com sua empregabilidade provavelmente é por que está mal informado.

Tem a crise econômica do país, é certo, mas na minha opinião as mudanças na tecnologia, a indústria 4.0, a conectividade 24 horas por dia, as mudanças climáticas e as mudanças nas matrizes energéticas, trarão muito mais impacto no que hoje conhecemos como “trabalho e emprego”.

Para quem ainda não está ligado no assunto aconselho a leitura do material disponibilizado no Jornal Correio Braziliense.

Especial Educação Profissional – Correio Braziliense

Especial do Correio Braziliense sobre Educação Profissional

11/12/2016
Preocupado com seu emprego? Não? Pois devia." addthis:description="Se você não está preocupado com sua empregabilidade provavelmente é por que está mal informado. Tem a crise econômica do país, é certo, mas na minha opinião as mudanças na tecnologia, a indústria 4.0, a conectividade 24 horas por dia, as mudanças climáticas e as mudanças nas matrizes energéticas, trarão muito mais impacto no que […]">

Empresa deve punir empregado que se recusa a usar EPI

Os magistrados da 9ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT2) entenderam que há culpa concorrente da empresa, se esta não repreende empregado por não usar equipamento de proteção individual (EPI). Essa foi uma das decisões do acórdão de relatoria do desembargador Mauro Vignotto no julgamento de recurso impetrado por um ajudante geral contra empresa da área de plásticos na qual trabalhava. Ele teve perda total da visão de um olho quando quebrava caixas plásticas com um martelo sem utilizar óculos de proteção.
A sentença original havia indeferido pedido do empregado de indenização por dano moral, estético e pensão mensal, sob o argumento de que o acidente ocorrera por culpa exclusiva do trabalhador, uma vez que ele próprio decidiu não usar o equipamento.

Porém, os desembargadores levaram em conta dispositivo da Constituição Federal referente à teoria da responsabilidade subjetiva (inciso XXVIII do art. 7º), que garante ao empregado: ”seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa”. Os magistrados verificaram a coexistência de três elementos fundamentais para a obrigação dessa indenização: o dano, o nexo de causalidade com o trabalho e dolo ou culpa do empregador. Também analisaram provas, como o depoimento de uma testemunha patronal responsável pela fiscalização do uso de EPIs, que contou ter chamado a atenção do funcionário várias vezes pelo não uso dos óculos, porém nunca o advertiu por escrito. (0002687-79.2012.5.02.0314)

Fonte: Boletim Casillo Advogados

10/12/2016
Empresa deve punir empregado que se recusa a usar EPI" addthis:description="Os magistrados da 9ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT2) entenderam que há culpa concorrente da empresa, se esta não repreende empregado por não usar equipamento de proteção individual (EPI). Essa foi uma das decisões do acórdão de relatoria do desembargador Mauro Vignotto no julgamento de recurso impetrado por um ajudante […]">

FLIR lança nova série de vídeos educacionais: Invisible Labs with Craig Beals

O professor Craig Beals, que é de Montana nos EUA, ganhou súbita fama mundial ao aparecer no canal de TV History Channel e foi recentemente reconhecido com o prêmio Teaching Excellence 2016 da National Education Association, pela originalidade e qualidade com que mostra a ciência em seus detalhes de uma forma engraçada e ao mesmo tempo muito simples e direta.

Também bombando no Youtube, Craig é agora uma celebridade e vai estrelar a série da FLIR usando seus instrumentos para que o público tenha uma visão “termográfica” dos eventos apresentados pelo professor. A estréia está prevista para amanhã, dia 06 de dezembro.

FLIR Announces New Educational Series ‘Invisible Labs with Craig Beals’

Thursday, December 1, 2016 FLIR is excited to announce its new educational program, “Invisible Labs with Craig Beals.” This exciting online series takes a look at science in a whole new light-through the power of thermal imaging!

05/12/2016
FLIR lança nova série de vídeos educacionais: Invisible Labs with Craig Beals" addthis:description="O professor Craig Beals, que é de Montana nos EUA, ganhou súbita fama mundial ao aparecer no canal de TV History Channel e foi recentemente reconhecido com o prêmio Teaching Excellence 2016 da National Education Association, pela originalidade e qualidade com que mostra a ciência em seus detalhes de uma forma engraçada e ao mesmo […]">

Novembro é mês de retomada na economia?

Cenário melhorando ou não? No Portal da Indústria, da CNI, (Termômetro da Indústria), dos nove indicadores monitorados, quatro estão no vermelho (abaixo do que deveriam ou tendencia ruim), três estão no azul e dois estão cinzas (neutros ou não cheira nem fede).

Rezemos por novembro, já que os números apresentados são sempre relativos ao período anterior.

CNI – Termômetro da Indústria

Acesse o termômetro da indústria e acompanhe a situação da indústria brasileira.

29/11/2016
Novembro é mês de retomada na economia?" addthis:description="Cenário melhorando ou não? No Portal da Indústria, da CNI, (Termômetro da Indústria), dos nove indicadores monitorados, quatro estão no vermelho (abaixo do que deveriam ou tendencia ruim), três estão no azul e dois estão cinzas (neutros ou não cheira nem fede). Rezemos por novembro, já que os números apresentados são sempre relativos ao período […]">

Linkedin é a Rede Social mais utilizada pelo pessoal da Manutenção e Facilities

Pesquisa recente da RBM – Rede Brasileira de Manutenção, feita através do site www.indicadoresdegestao.com, mostrou que os profissionais das áreas de Facilities e Manutenção Industrial, usam cada vez mais as redes sociais para se informarem, tomar decisões, fazer negócios e arrumar emprego.

O Linkedin.com é disparado o site preferido da turma, independentemente de faixa de idade e ou cargo hierárquico ocupado ou ainda grau de instrução.
Observa-se que de 2014 para cá houve um crescimento fantástico no uso do Whatsapp, crescimento este que deve ser creditado a instantaneidade que o aplicativo oferece na comunicação entre pessoas e grupos de interesse.

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28/11/2016
Linkedin é a Rede Social mais utilizada pelo pessoal da Manutenção e Facilities" addthis:description="Pesquisa recente da RBM – Rede Brasileira de Manutenção, feita através do site www.indicadoresdegestao.com, mostrou que os profissionais das áreas de Facilities e Manutenção Industrial, usam cada vez mais as redes sociais para se informarem, tomar decisões, fazer negócios e arrumar emprego. O Linkedin.com é disparado o site preferido da turma, independentemente de faixa de […]">

Empregabilidade na Manutenção: Principais fatores

Em recente pesquisa da RBM – Rede Brasileira de Manutenção, perguntamos à turma da Manutenção quais eram os principais fatores para empregabilidade na área de Manutenção. Veja na World Cloud abaixo o resultado da pesquisa.

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28/11/2016
Empregabilidade na Manutenção: Principais fatores" addthis:description="Em recente pesquisa da RBM – Rede Brasileira de Manutenção, perguntamos à turma da Manutenção quais eram os principais fatores para empregabilidade na área de Manutenção. Veja na World Cloud abaixo o resultado da pesquisa. Create your own infographics">

O primeiro dia a gente nunca esquece

O calor de março de 1970, naquela segunda-feira, beirava aí os 35 graus na quela manhã. Do alto dos meus quatorze anos, a vida parecia começar por aqueles dias. Estava ganhando o mundo. Bom, pelo menos estava indo estudar num lugar distante mais de 20 kilometros da minha casa.

O 261 – Marechal Hermes/Praça XV, estava cheio mas não tinha ninguém em pé. Depois que passara em frente a praça principal de Marechal, em frente a estação do mesmo nome, o ônibus parecia mais lento. A ansiedade me fazia olhar só para o muro da estrada de ferro  da Central do Brasil, que passava a nossa direita. Muro feio, cinzento, chapiscado mal cuidado, com buracos pequenos aqui e ali. Nada de pichações esdruxulas ou cartazes de shows de pagode ou axé music como qualquer parede que se ofereça hoje. Ali, naquele trecho, nem frases contra a ditadura militar havia. Só o chapiscado feio.

A avenida, em pista dupla e larga, de um lado casas e do outro o muro da via férrea, era a borda final de um bairro planejado. O terceiro do Brasil e o segundo do Rio de Janeiro, alguém me contaria depois. As casas eram grandes, com escadinha de três ou quatro degraus na frente, pé direito alto, estilosas, espaçadas entre si. Muitas árvores, frondosas, no meio da avenida, nas calçadas largas e entre as casas. Bem diferente da aridez e feiura proletária do conjunto residencial onde eu morava.

Por três anos eu passaria ali, naquela avenida, vindo a pé depois de descer do trem, ou saltando do onibus bem em frente ao portão principal. Todos os dias, de segunda a sexta – e alguns sábados e domingos, para chegar na minha escola.

A Visconde de Mauá era conhecida como uma excelente escola, a referencia do subúrbio carioca, passagem garantida para uma carreira na área técnica, de tanta carência de profissionais de nível médio naqueles tempos. Chegar ali não fora difícil. O primário e ginásio no ensino público de então era de boa qualidade. O concurso não foi concorrido porque a opção eletrônica metia medo na meninada da época. Estudar em escola técnica e ainda por cima com especialização em eletrônica? Coisa pra gênio ou maluco. Ou os dois. Nem tanto.

28/11/2016
O primeiro dia a gente nunca esquece" addthis:description="O calor de março de 1970, naquela segunda-feira, beirava aí os 35 graus na quela manhã. Do alto dos meus quatorze anos, a vida parecia começar por aqueles dias. Estava ganhando o mundo. Bom, pelo menos estava indo estudar num lugar distante mais de 20 kilometros da minha casa. O 261 – Marechal Hermes/Praça XV, […]">

Mercado de Energia Eólica em expansão é boa notícia

Bons ventos na indústria de energia eólica:

Gerdau tem aprovada sua Joint-venture para produzir peças para as usinas de vento.

Veja mais em: http://engenharias.net/2016/11/gerdau-inicia-producao-de-pecas-para-industria-eolica-em-2017/#.WDxC7RorK00

28/11/2016
Mercado de Energia Eólica em expansão é boa notícia" addthis:description="Bons ventos na indústria de energia eólica: Gerdau tem aprovada sua Joint-venture para produzir peças para as usinas de vento. Veja mais em: http://engenharias.net/2016/11/gerdau-inicia-producao-de-pecas-para-industria-eolica-em-2017/#.WDxC7RorK00">

Mineração: Projeto S11D da VALE inicia testes com carga nos Silos de Carregamento

O comissionamento nos silos de carregamento de vagões do Projeto S11D já começou. Durante os testes, 12 vagões foram carregados com 100 toneladas de minério cada. O resultado foi comemorado, já que tudo saiu conforme o planejado e dentro do prazo.

Antes de chegar aos silos, o minério passou por toda a linha 1 de produção, saindo da mina, seguindo pelo s e TCLD até a usina, onde foi processado e então enviado para os vagões do trem. O S11D conta com dois silos de carregamento, o que permite que dois vagões sejam carregados de forma simultânea. Quando estiver em operação serão carregados por dia, aproximadamente, 330 vagões, o que soma 33 mil toneladas de minério.

Os testes continuam para acompanhamento e ajustes no processo, até que toda a linha atinja a produtividade esperada para entrar em operação com carregamento automático dos vagões.

28/11/2016
Mineração: Projeto S11D da VALE inicia testes com carga nos Silos de Carregamento" addthis:description="Mineração: Projeto S11D da VALE inicia testes com carga nos Silos de Carregamento">

Tchau MOBIL. Moove é o novo nome da área de lubrificantes da COSAN

Num movimento já esperado pelo mercado, a COSAN está dando identidade identidade própria a suas áreas de negócios e por isso o nome MOOVE passa a ser a marca da empresa para este bilionário segmento, que abrange lubrificantes automotivos e industriais.

A COSAN adquiriu, fazem 5 anos, as operações da MOBIL e da TEXACO no Brasil, relacionadas a lubrificantes, assim como as redes de distribuição de combustíveis da SHELL e da ESSO (EXONN).

No caso da marca e produtos MOBIL a COSAN em seu acordo de compra, teve o direito de uso do nome MOBIL por cinco anos.
Marca forte e com grande presença nas indústrias brasileiras, tem 45% do market share para a área industrial, o que não é pouco.

Agora, esgotados os cinco anos, a empresa se movimenta para manter sua posição e levantar a nova logomarca como sucessora da MOBIL, em produtos e serviços.

 

Cosan Lubrificantes passa a se chamar Moove

24/11/2016
Tchau MOBIL. Moove é o novo nome da área de lubrificantes da COSAN" addthis:description="Num movimento já esperado pelo mercado, a COSAN está dando identidade identidade própria a suas áreas de negócios e por isso o nome MOOVE passa a ser a marca da empresa para este bilionário segmento, que abrange lubrificantes automotivos e industriais. A COSAN adquiriu, fazem 5 anos, as operações da MOBIL e da TEXACO no […]">

Gestão Estratégica: Empresas estão com dificuldades de manter seus Paineis de Indicadores

Pesquisa da RBM – Rede Brasileira de Manutenção, feita através do site www.indicadoresdegestao.com, versando sobre o status do Painel de Indicadores Chaves mais utilizados nas empresas brasileiras, mostra que, por conta da crise, muitas das nossas organizações não estão conseguindo manter em dia os controles adequados sobre os indicadores, como exemplificado pelo indicadores da área de SMS – Saúde, Meio Ambiente e Segurança.

De 2013 para 2016 a situação, ao invés de melhorar, regrediu em muitos pontos.

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Não está fácil para ninguém. Nem nas áreas estratégicas de apoio à decisão.

 

23/11/2016
Gestão Estratégica: Empresas estão com dificuldades de manter seus Paineis de Indicadores" addthis:description="Pesquisa da RBM – Rede Brasileira de Manutenção, feita através do site www.indicadoresdegestao.com, versando sobre o status do Painel de Indicadores Chaves mais utilizados nas empresas brasileiras, mostra que, por conta da crise, muitas das nossas organizações não estão conseguindo manter em dia os controles adequados sobre os indicadores, como exemplificado pelo indicadores da área […]">

7 Mitos na Gestão da Manutenção “Classe Mundial”

Muito se discute por aí o que vem a ser uma Gestão de Ativos Físicos, Manutenção para os íntimos, de Classe Mundial.

Existem várias correntes de pensamento, pois também na Manutenção, graças a Deus, temos profissionais que se dedicaram e continuam se dedicando a desenvolver técnicas, produtos, serviços e metodologias de administração do fazer manutenção.

Sem mais delongas e já esperando as reações, vamos aos mitos mais frequentes com que nos deparamos por aí, quando se trata de Manutenção:

Mito número 1: Manutenção é um importante investimento
Manutenção é despesa. E despesa é que nem unha: tem que cortar frequentemente.
Num passado, não muito longínquo, o bom profissional de manutenção era aquele que sabia consertar as máquinas rapidamente.
Hoje toda empresa tem como sonho de consumo ter um profissional pilotando sua Manutenção com claro entendimento que tem que cuidar dos ativos, evitando que eles parem, se pararem que voltem a operar o mais rápido possível, gastando, de preferencia, zero para que isso aconteça.
Ou seja, cada centavo gasto ou desperdiçado na manutenção, é um centavo que deixou de ser contabilizado na coluna do lucro, que é objetivo de toda e qualquer empresa que se preza.
Lembre-se que a Manutenção fica dentro do OPEX.
Investimento fica no CAPEX.

– Mito número 2 – Manutenção Corretiva é ruim.
Quem disse isso? A manutenção corretiva é melhor e mais barata do que a preventiva, afinal a ação corretiva só acontece quando e se o equipamento falhar.
Ou seja, não paro o equipamento para fazer manutenções a não ser que falhe. E se não falha, não se gasta nada com manutenção.
Tem coisa melhor do que trocar um rolamento só quando a vida útil dele acabou de verdade?

Mito número 3: A Manutenção Preventiva é necessária sempre.
A manutenção preventiva em geral é cara e deve ser evitada.
Quanto mais preventiva, maior o custo.
A preventiva é coisa de elite e só deve ser feita nos equipamentos mais importantes e mesmo assim com parcimônia.
A preventiva só vale pena ser considerada nos casos onde a manutenção corretiva, se necessária, vier acompanhada de uma lista de coisas ruins tais como riscos a segurança do trabalhador ou segurança patrimonial, alta perda de produção, qualidade do produto ou serviço final, interrupção da atividade do negócio, desastre ambiental, riscos à reputação da empresa.

Mito número 4: A Manutenção Preditiva é cara.
Há um ditado que diz que o que é combinado não é caro.
Todo gestor tem que saber fazer conta. No nosso caso, bastam as quatro operações elementares. A ordem é não gastar. E se gastar, faze-lo com assertividade.
A boa gestão começa quando se faz a correta seleção (priorização) dos equipamentos que vão receber manutenção preventiva e, dentre eles, quais os que serão alvo de alguma técnica preditiva.
A preditiva, aplicada onde realmente seja interessante pelos aspectos operacionais e econômicos, pode trazer economias expressivas, compensando o eventual custo das intervenções desnecessárias ou extemporâneas, aquelas classificadas entre os desgostos nossos de cada dia.

– Mito número 5 – A Terceirização é um mal negócio para a Manutenção 
A terceirização não é boa nem ruim. É apenas necessária, na maioria dos casos, para que a Gestão de Ativos Físicos seja efetiva e eficaz.
Pesquisas recentes da RBM – Rede Brasileira de Manutenção mostram que os Supervisores das nossas fábricas e plantas não gostam da terceirização (57% de reprovação).
Esse pessoal está mais próximo da realidade de campo e têm como horizonte maior o aspecto operacional e o resultado do dia ou do mês. É uma turma que gosta de ter as pessoas sob sua administração. Gerenciar serviços (contratos) e não as pessoas, nessa fase da carreira, é uma dificuldade.
Em contraste, 81% dos diretores e gerentes, que estão mais próximos dos acionistas e da alta gestão, têm uma visão mais financeira e de mais longo prazo, incluindo a perenidade do negócio, aprovam a terceirização e a contratação de serviços. Para esse pessoal do topo da hierarquia o resultado final é o que mais conta e não necessariamente como ou quem o produziu.

– Mito número 6 – A mais importante qualidade de um profissional da Manutenção é o conhecimento técnico
Se estamos falando de um eletricista ou um técnico de análise de vibração, a afirmação acima é verdade.
Mas se estamos falando do gerente, não.
O famoso know-how muda e cor e valor quanto mais se sobe os degraus na hierarquia da área de Manutenção.
Lá no topo da piramide, ter uma visão holística, entender de coisas como legislação e finanças, gestão de pessoas e relações institucionais, são cada vez mais exigidas pelas empresas quando contratam executivos para encabeçar suas equipes de manutenção.
Os dados das pesquisas, de novo, evidenciam isso. Para os técnicos no chão de fábrica entender dos equipamentos é o primeiro item da lista (32%) das qualificações de um profissional, enquanto que para os gerentes e diretores a gestão de equipes vem em primeiro lugar, com 28% de preferencia.

– Mito número 7 – A Manutenção é desprestigiada nas empresas brasileiras
O fato é que cada empresa tem a Manutenção que merece.
Na real o que temos é que a Manutenção é desprestigiada nas empresas de segunda, terceira e sabe-se lá de quais mais categorias. Nessas empresas não só a Manutenção é mal gerenciada. O mesmo acontece com a Segurança do Trabalho, o RH, a Operação, o Marketing, etc..
O Brasil tem um monte de empresas que praticam uma Gestão de Ativos Físicos da melhor qualidade. São empresas competitivas, que se valem das melhores técnicas de administração, qualificam seu pessoal, utilizam-se bem dos recursos e aportes de fornecedores, surfam as melhores ondas que as inovações tecnológicas nos trazem todos os dias, são genuinamente responsáveis quanto ao meio ambiente e a segurança dos trabalhadores.

Abraços

Paulo Walter
Consultoria em Gestão de Serviços
paulo.walter@manutencao.net

 

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16/11/2016
7 Mitos na Gestão da Manutenção “Classe Mundial”" addthis:description="Muto se discute por aí o que vem a ser uma Gestão de Ativos Físicos, Manutenção para os íntimos, de Classe Mundial. Existem várias correntes de pensamento, pois também na Manutenção, graças a Deus, temos profissionais que se dedicaram e continuam se dedicando a desenvolver técnicas, produtos, serviços e metodologias de administração do fazer manutenção.">

Painel de Indicadores de Gestão: Quanto importa a Adesão à Metas e Objetivos

Seus indicadores estão em dia? Atualize o quadro geral dos seus principais índices e veja o comparativo da Manutenção da sua empresa em relação ao mercado.

Os indicadores estão divididos em Gestão de Equipementos, Gestão Financeira, Gestão de Serviços, Gestão de Pessoal, Gestão de Manteriais e Segurança do Trabalho.

É uma quadro muito fácil e interativo de responder. O link é https://paineldeindicadores.questionpro.com

Ao encerrar o questionário você verá na hora o seu PAINEL DE INDICADORES completo e também o que acontece no mercado de um modo geral.

Como é de praxe em todos os trabalhos, é garantido o total sigilo e respeito aos dados individuais.

A intenção é disponibilizar a boa informação, disseminando as boas praticas e os bons resultados.

É bom a nível profissional e ótimo para as nossas empresas.

A pesquisa é bem objetiva, com um tempo necessário de 8 a 10 minutos para responder ao questionário.

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16/11/2016
Painel de Indicadores de Gestão: Quanto importa a Adesão à Metas e Objetivos" addthis:description="Seus indicadores estão em dia? Atualize o quadro geral dos seus principais índices e veja o comparativo da Manutenção da sua empresa em relação ao mercado.">

Shell investirá US$ 10 bilhões na Petrobras e no pré-Sal

Um dia após a Câmara dos Deputados concluir a votação do novo marco regulatório do petróleo na camada do pré-sal, executivos e investidores ligados à Royal Dutch Shell se reuniram com o presidente Michel Temer e apresentaram detalhes sobre os US$ 10 bilhões que a multinacional pretende investir no país, ao longo dos próximos quatro anos. De acordo com os presidentes da Shell mundial e da Shell Brasil, Ben van Beurden e André Araújo, esses valores serão aplicados prioritariamente em projetos associados à Petrobras no pré-sal brasileiro.

“Isso inclui o portfólio que adquirimos através da compra da BG e também do bloco de Libra”, disse Ben van Beurden após o encontro. “Ao mesmo tempo olharemos novas oportunidades, como os leilões do ano que vem e novos leilões do Pré-Sal, que possam vir a partir de 2018. Havendo oportunidades, olharemos a possibilidade de ampliar nossos investimentos”, acrescentou. A Royal Dutch Shell opera em mais de 140 países em atividades de exploração e produção, gás e energia, produtos petroquímicos, energia renovável e comércio e distribuição de derivados.

Segundo André Araújo, a aprovação do novo marco regulatório do pré-sal foi um grande passo no sentido de atrair mais investimentos no país. “Ele está no formato que tem de estar e não há o que melhorar. O que falta agora é o presidente Temer tomar a decisão e assinar [a sanção presidencial]. O que temos de olhar a partir de agora são as condições comerciais dos leilões”, disse à Agência Brasil.

Durante a entrevista coletiva, Araújo lembrou que, mesmo diante desse cenário muito positivo, o grupo Shell tem um teto de investimentos a ser seguido. “Para que apresentemos projetos e novas oportunidades, é necessário que eles sejam realmente competitivos, para que possam ser bem ranqueados dentro do portfólio e das oportunidades de investimentos (limitados) que o grupo Shell tem ao redor do mundo”. Então é preciso que sejam muito bem construídos e apresentados para que o Ben [presidente mundial da Shell] possa tomar as decisões adequadas”, disse o presidente da Shell Brasil.

Para Ben van Beurden, o marco regulatório aprovado pelo Congresso Nacional é o “movimento certo” a se fazer, porque vai abrir oportunidades e condições para novos players integrarem o mercado brasileiro, abrindo inclusive vagas de emprego. “Isso torna o mercado ainda mais atraente para a Shell, porque nós não queremos apenas ser parceiros estratégicos da Petrobras como operador. Queremos também operar no Brasil, tendo a Petrobras como parceiro estratégico. Olharemos com interesse renovado as novas oportunidades que vão surgir a partir do marco regulatório, porque ainda há espaço para mais”, disse o presidente mundial do grupo.

Segundo o presidente mundial da Shell, as estabilidades fiscal e regulatória serão também aspectos críticos para as próximas decisões de investimentos. “Pelo que ouvi hoje, acredito que teremos esse arcabouço positivo daqui para a frente”, disse, ao deixar a reunião com Temer. Beurden informou que a visita de hoje, da qual participaram também investidores parceiros da multinacional, teve como objetivo atender ao pedido feito por Temer na reunião que tiveram em setembro. “A reunião de hoje foi útil para nossos investidores, que não são da Shell e participam de fundos com trilhões de dólares na carteira. Não posso falar em nome dos grupos de investidores, mas me surpreenderia se eles tiverem saído daqui com uma impressão que não seja positiva sobre o Brasil”.

O novo marco regulatório do pré-sal desobriga a Petrobras de participar de todos os blocos de exploração, deixando de ser operadora exclusiva na exploração da camada. A legislação anterior previa que a Petrobras teria uma participação mínima de 30% em todos os consórcios de exploração de blocos licitados na área do pré-sal e na qualidade de operadora. Ao retirar essa obrigatoriedade, a nova legislação tem, por justificativa, ampliar a entrada do capital privado na exploração. A estatal brasileira, no entanto, ainda terá a preferência para escolher os blocos em que pretende atuar como operadora. Mas para isso precisa da anuência do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), no sentido de atender aos interesses nacionais.

Pouco antes de participar da reunião com Temer e os executivos da Shell, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse o que o interesse dos investidores estrangeiros pelo Brasil é uma sinalização da retomada de confiança na economia brasileira, na estabilidade das regras do jogo e do marco regulatória. Segundo o ministro já há, por parte da indústria, uma expectativa de recuperação do mercado de petróleo no futuro.

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, tem declarado que o novo marco regulatório do Pré-sal é vantajoso para a empresa e para o País por atrair investidores e por gerar receitas para os estados.

Segundo ele, quase metade dos recursos investidos nos campos irá para os governos “sob as formas das mais diferentes receitas”.

Fonte: Agência Brasil.

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11/11/2016
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Petrobras tem prejuízo de R$ 16,5 bilhões no terceiro trimestre

A Petrobras teve prejuízo de R$ 16,458 bilhões no terceiro trimestre de 2016, segundo balanço da companhia divulgado hoje (10). No mesmo período do ano passado a estatal havia registrado prejuízo de R$ 3,8 bilhões, com baixas contábeis e valorização do dólar. Entre abril e junho, a empresa tinha registrado lucro de R$ 370 milhões.

O motivo das perdas apresentados pela empresa foi que foram baixas contábeis de R$ 15,7 bilhões, devido à apreciação do real, revisão de premissas, o recente Programa de Incentivo ao Desligamento Voluntário e a reserva de recursos com acordos judiciais nos Estados Unidos.

Fonte: Agência Brasil.

11/11/2016
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