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Maturidade na Gestão de Ativos e a Janela de Overton: Por que algumas boas práticas ainda parecem impensáveis para muitas empresas?

Muito se fala por aí sobre objetivos e metas quando estamos tratando de Manutenção. É fato e é imperativo saber onde se quer chegar e em que condições. Mas é importante deixar claro que Gestão de Ativos é uma jornada, um caminho, que não tem fim. O que foi ou não...

O Oráculo da Gestão de Ativos: O Que o Horóscopo, os Búzios e as Cartas Revelam para a Manutenção em 2026

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Atividade industrial avança 8,1% em novembro

- Porém, o indicador segue em queda no comparativo anual - O estudo é medido pela Associação Brasileira de Automação com base nas solicitações de novos códigos de barras Original – Novembro/2025 vs Outubro/2025: -9,7% Original – Novembro/2025 vs Novembro/2024: -14,7%...

Férias e estrada? Veja como os gases industriais contribuem para uma viagem tranquila

Usados na calibração de pneus e no controle de qualidade, os gases industriais contribuem para maior eficiência e economia no setor automotivo Com o aumento do movimento nas estradas durante as férias, cresce também a atenção com os cuidados básicos do carro....

O Oráculo da Gestão de Ativos: Previsões para 2026, um ano de fortes emoções.

Exercício de futurologia da Gestão de Ativos para o incrível ano de 2026.

3 Sinais de Que Sua Manutenção Está Pronta para a Transformação Digital

A manutenção industrial deixou de ser apenas um suporte operacional. Hoje, ela impacta diretamente os indicadores de produtividade, sustentabilidade e competitividade. Mas como saber se sua empresa está pronta para evoluir? Veja três sinais claros de que sua operação...

Confea aprova isenção de anuidade para profissionais com empresa individual

Cerca de 25 mil profissionais e empresas serão beneficiados diretamente; em São Paulo, a renúncia pode chegar aos R$3 milhões por ano. A partir de 1º de janeiro de 2026, quem for titular único de empresa individual, sociedade limitada unipessoal ou estrutura...

O Brasil sofre sem uma política industrial consistente”, alerta Paulo D. Villares em livro

Com autobiografia, empresário e figura influente na indústria brasileira,  faz um chamado à construção de um país mais competitivo e inovador  A história da indústria brasileira ganha uma nova perspectiva com o lançamento de Perseguindo Utopias - Pense grande! Pense...

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Como o Planejamento e Programação de Manutenção Eleva a Eficiência da Indústria

A manutenção enfrenta um desafio constante: manter uma operação previsível, rentável e organizada ou continuar presa a emergências, retrabalho e custos elevados. A chave para sair do modo reativo está na maturidade do Planejamento e Programação de Manutenção...

Redata impulsiona infraestrutura energética, mas traz à tona mitos sobre consumo

O consumo elétrico dos data centers tem estado cada vez mais em pauta após a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) informar que o volume de pedidos de conexão de data centers aumentou de 6,4 GW, antes do anúncio da Medida Provisória que institui o Redata (política de...

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Vai um BACKLOG aí?

O indicador de Backlog é uma das métricas mais importantes na gestão da manutenção e facilities, pois relaciona diretamente a demanda de trabalho com a capacidade de execução da equipe. Ele fornece uma visão clara do acúmulo de serviços pendentes. 

Se a Manutenção da sua empresa tivesse Ações cotadas na Bolsa, você investiria nela?

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Concorda? Qual é a nota de investimento da sua Manutenção hoje: Comprar, Manter ou Vender?

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A INFORMALIDADE NA MANUTENÇÃO: O INIMIGO INVISÍVEL DA GESTÃO DE ATIVOS

A informalidade na manutenção é tão comum no Brasil que muita gente nem percebe mais o tamanho do risco que está assumindo.

Serviços sendo executados sem Ordem de Serviço, sem registro de horas, sem apontamento de materiais, sem APR, sem LOTO, sem informar a Segurança do Trabalho.
É o famoso “quebra-galho”.

Gestão de Ativos no Brasil: Equipes enxutas mas com salários em alta

Nossa pesquisa nacional sobre Salários na Manutenção continua gerando excelentes informações. Atualizamos os dados de mercado duas vezes aos ano para que tenhamos um panorama comparativo sobre os salários das diversas funções que encontramos em Gestão de Facilities, Manutenção Industrial e Predial.

ABDI e Abit assinam na COP30 acordo para estudo sobre destinação de resíduos da indústria têxtil

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Modelo de outsourcing regional transforma o país em protagonista global em tecnologia e inovação O modelo de outsourcing vem passando por uma transformação profunda. Se antes o foco das grandes corporações era deslocar serviços para países distantes e de baixo custo —...

O mercado de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs) do Brasil está fechando o balanço de 2021 com um potencial para crescer 30% nos próximos 3 anos sobre o parque gerador instalado atualmente, ou seja, de 6.256MW (5.440MW de PCHs e 816MW de CGHs) para 8.132MW.

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O setor recebe hoje mais de 3 bilhões em investimentos. Isso equivale a 1.877MW de novas usinas, investimento de mais de R$15 bilhões, geração de mais de 150.000 empregos e atendimento ao consumo de mais de 4,5 milhões de residências

Isso equivale a 1.877MW de novas usinas, investimento de mais de R$15 bilhões, geração de mais de 150.000 empregos e atendimento ao consumo de mais de 4,5 milhões de residências. O caminho para chegar a esse montante é: (i) a resolução dos entraves que travam a aprovação ambiental, encarecem artificialmente as PCHs e CGHs e as limita a volumes irrisórios para contratação em leilões regulados, (ii) nivelamento da carga fiscal da cadeia produtiva das pequenas hidrelétricas, que não desfrutam dos R$124 bilhões de isenções dadas atualmente para a indústria do petróleo, e é de 38% a 55% superior às das cadeias produtivas das eólicas e solares que tem conteúdo importado entre 20% e 80% (as PCHs e CGHs são 100% nacionais), e (iii) a correta valoração dos atributos das PCHs e CGHs.

No país, estão em construção hoje 30 PCHs e 5 CGHs, com 24.439 e 1.336 novos empregos respectivamente. As PCHs estão recebendo investimento de R$ 3,2 bilhões e vão atender 1.018.293 residências com geração 407 MW de energia. No caso das CGHs o investimento é de R$ 116,9 milhões.

A ABRAPCH (Associação Brasileira de PCHs e CGHs) calcula que no longo prazo, o Brasil tem potencial para construir 213 novas CGHs e capacidade de gerar 846 MW, e 1.048 PCHs com capacidade geradora de 13.750 MW de energia, com obras totalmente nacionais, tanto em construção como em tecnologia. Viabilizados de uma vez esses projetos gerariam no país mais de 1 milhão de novos empregos, mais de R$110 bilhões de investimentos e energia suficiente para abastecer mais de 42 milhões de residências.

Os Estados com maior potencial de instalação de novos projetos são GO, MG, PR, MT, SC, RS, SP, MS, BA, PA e RJ.

Para o presidente da ABRAPCH, Paulo Arbex, é fundamental que os processos de aprovação dos novos projetos sejam desburocratizados. Em sua opinião “não é possível que no Brasil, o processo de licenciamento de pequenas hidrelétricas 100% renováveis, de baixo impacto ambiental (a maioria deles reversíveis e/ou compensáveis), demore mais de 12 anos, enquanto a aprovação de térmicas fósseis gigantes, de danos ambientais infinitamente superiores e irreversíveis ocorra entre 1 e 2 anos e com baixíssimas exigências de compensação. É preciso “descomplicar” o licenciamento ambiental das pequenas hidrelétricas”.

O executivo admite que o governo tem aberto uma série de conversas para acelerar o setor, mas defende que isso precisa ser feito com mais rapidez. “Quando falamos em energia, estamos falando de crescimento econômico e geração de novos empregos já na construção de suas matrizes. Isso é fundamental para que o Brasil cresça”, defende Arbex.

Além disto, é preciso cobrir a intermitência horária das eólicas e solares. O vento aumenta, diminui, para e muda de direção várias vezes durante o dia. O sol se põe todos os dias. Os rios não secam nem tem esta variabilidade horária. Mesmo em períodos de secas extremamente fortes como a atual, é raríssimo um rio relevante secar totalmente.

Só as hidrelétricas com reservatórios e as térmicas fósseis com fornecimento de combustíveis assegurado, conseguem atender esta necessidade de cobertura da intermitência horária das eólicas e solares. O travamento e baixa contratação de hidrelétricas levou a uma contratação de térmicas fósseis a custos exorbitantes de até R$2.500/MWh, quando poderíamos ter atendido a mesma necessidade com hidrelétricas entre R$250/MWh e R$320/MWh e danos ambientais infinitamente menores e reversíveis. Estamos pagando até 10x mais pela energia fóssil que emite 115x mais gases de efeito estufa e tem inúmeros outros danos ambientais ainda maiores que as emissões em si.

No 1º semestre de 2021, ano em que enfrentamos a pior seca dos últimos 40 anos, as hidrelétricas, detentoras de apenas 61% da capacidade instalada da matriz elétrica brasileira, entregaram 69,7% de toda a energia elétrica gerada no Brasil.

Não tem cabimento o Brasil, maior potência hídrica do mundo com 12% da água doce superficial do planeta estar passando por crise de abastecimento de água para irrigação, consumo humano e geração de energia.

Israel, território desértico, tem enfrentado inúmeras secas e saiu sem nenhuma crise de abastecimento. A Noruega, país em que parte da água congela no inverno, tem 94% de sua energia elétrica produzida por hidrelétricas sem nenhum problema.

O problema não é de falta d’água e sim de falta de caixa d’água. Nos últimos 20 anos, o consumo de energia cresceu 80% no Brasil, enquanto os reservatórios cresceram apenas 30% e o parque de hidrelétricas 39%.

Um sistema de reservatórios bem planejado e operado daria conta com facilidade do enfrentamento da seca, como ocorreu durante mais de 60 anos no nosso setor elétrico.

Somente os pequenos geradores estão fechando o ano de 2021 com quase 16 milhões de residências atendidas. Em operação hoje existem 425 PCHs e 730 CGHs.

As pequenas matrizes hidráulicas geram juntas hoje 6.300 MW, sendo 5.500 gerados pelas PCHs e 864 pelas CGHs em operação. De acordo com a EPE (Empresa de Pesquisas Energéticas), braço do governo federal no setor, 1 MW é capaz de atender em média 2.500 residências do Brasil, com um consumo médio de 184 KW/hora por mês.

Outra ação necessária, além de desburocratizar a construção de novos empreendimentos, é desmistificar o pensamento de que PCHs e CGHs causam dano ao meio ambiente.

Arbex está empenhado numa defesa setorial contra o que ele chama de “denúncias abusivas” contra os pequenos geradores de energia hidráulica. O executivo se refere aos constantes manifestos que ONGs ambientalistas estão disseminando onde dizem que as usinas hidrelétricas causam impactos ambientais. Por esse motivo a presença de PCHs nos chamados leilões públicos de energia é pequena.

Se compararmos as tarifas cobradas pelas PCHs e CGHs nos últimos leilões (R$215/MWh) com as tarifas cobradas pelas térmicas a gás também no seu último leilão de 30/09/21, a contratação de PCHs e CGHs ao invés de térmicas a gás (R$1.619/MWh), gerariam uma economia para o consumidor de R$ 21,04 bilhões por ano.

De acordo com Arbex, entidades com visão ambiental seletiva, que parecem não querer enxergar que as pequenas hidrelétricas têm sido mais aliadas que adversárias na defesa do meio ambiente, que não enxergam (ou não querem enxergar) os danos incomparavelmente superiores das alternativas fósseis têm influenciado negativamente a sociedade encaminhando diversos pedidos de embargos de obras ao Ministério Público. “Essa situação não é verdadeira e acaba atrapalhando projetos que seguem à risca todos os compromissos com o meio ambiente, e entregam um bem fundamental para o nosso desenvolvimento econômico, que é a energia”, argumenta o executivo.

Para o setor dos pequenos geradores de energia hidráulica o país tem outras fontes de energia extremamente impactantes e que passam despercebidas enquanto se mantiver esse foco indevido de atenção sobre a fonte hidráulica. “É preciso parar com essa preocupação ambiental seletiva e fazer com que cada tipo de empreendimento compense os seus danos ambientais reais. O nosso setor está sendo vítima de lobistas e ONGs preparadas para travar nossos empreendimentos em nome de uma concorrência com outras fontes”, denuncia Paulo Arbex. Além disso, as fontes térmicas fósseis custam até 10 vezes mais que as hidrelétricas e emitem 115 vezes mais gases de efeito estufa.

Fonte: Fran Press Comunicação Corporativa

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