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Paulo Walter

Gestão Estratégica de Negócios

Paulo Walter

 

Revisão do Planejamento da Manutenção. Necessidade ou imposição?

- 22/09/2016

Não importa qual seja a atividade da empresa ou o tamanho dela, de tempos em tempos é necessário dar uma revisitada em tudo o que a empresa faz ou se propõe a fazer.
Um 5W+2H geral traz à tona uma verificada no negócio, podendo propiciar muitas e boas economias, acabar com desperdícios, apontar possíveis melhorias e ganhos de curto e longo prazo, dar uma ajuda crucial na competitividade, melhorar a segurança dos trabalhadores e o ambiente de trabalho, aumentar a lucratividade e por aí vai.

Pelos mesmos motivos, toda empresa, de tempos em tempos, precisa dar uma revisada em suas políticas e práticas em Gestão de Ativos.

Os desafios e as condições de trabalho não são estáveis em nossas empresas e a Manutenção, obrigatoriamente, deve estar em constante evolução, para dar conta da parte que lhe cabe no esforço de maior produtividade e competitividade de nossas empresas.

Um bom serviço especializado em Diagnóstico da Manutenção e também de Revisão de Planos de Manutenção, se feito com a abordagem correta, permite implantar e ou atualizar:
– análise de indicadores;
– adesão de execução em relação ao planejado;
– análise de perdas de tempo por indisponibilidade dos equipamentos;
– análise de perdas de tempo por desempenho dos equipamentos abaixo do necessário;
– análise de problemas e ou perdas por “setup” ou equipamento “gargalo” para a produção:
– análise de históricos de perda de tempo com improdutividade da mão de obra;
– riscos que possam afetar a segurança das pessoas – equipamentos e instalações;
– possibilidades racionalização de custo de manutenção ou custo operacional por influência dos equipamentos;
– reduções ou ganhos em relação ao tempo em paradas programadas e grandes paradas.

Alguns exemplos de itens que podem ser tratados no desenvolvimento da releitura do Planejamento e Programação da Rotina, de Grandes Paradas e possibilidades em Manutenção Condicional, Planos de Inspeção:
 Revisão e levantamento cadastral dos dados técnicos dos equipamentos.
 Identificação física no campo dos equipamentos – TAG.
 Levantamento da documentação técnica existente e faltante
 Levantamento de documentação administrativa, certificações, auditorias, licenças.
 Levantamento do status da documentação de conformidade com as normas do MTE (NR-10, NR-12, NR-13, NR-22, NR-35 e outras).
 Revisão ou elaboração da classificação de criticidade dos equipamentos.
 Revisão da estrutura de árvore de áreas, equipamentos, conjuntos, subconjuntos, componentes.
 Status da definição de funções por grupo de equipamentos.
 Verificação dos Modos de Falhas dos equipamentos.
 Definição dos planos de manutenção por equipamento com base nas melhores práticas de manutenção aplicáveis aos ativos em questão.
 Revisão ou elaboração do plano de desenvolvimento humano para profissionais comprometidos com a função planejamento.
 Revisão ou elaboração dos planos de manutenção e de inspeção.
 Revisão ou elaboração dos planos de lubrificação industrial.
 Revisão ou elaboração dos indicadores de planejamento de manutenção.
 Revisão ou elaboração dos fluxogramas para o trâmite das ações e documentos utilizados no processo de planejamento, inspeção e execução de manutenção, suprimento, áreas de apoio.
 Revisão ou elaboração da Matriz de Responsabilidades do Planejamento de Manutenção e áreas de inspeção, execução e apoio, comprometidos com o processo.
 Revisão ou elaboração dos procedimentos técnicos e de segurança e respeito ao meio ambiente para execução de serviços de manutenção.
 Revisão de práticas de liberação de Equipamentos para a Manutenção e retorno à Operação.
 Revisão de processos de aceite para serviços próprios e de terceiros.
 Revisão de status de ANS (Acordo de Nível de Serviços) em contratos e em tratamento interno.
 Revisão das práticas de autorização e registro de mudanças em equipamentos e instalações, com atualização de documentação.
 Revisão das práticas de preservação de equipamentos quando fora de operação e ou stand-by.
 Revisão ou elaboração da lista de pontos críticos a serem priorizados do ponto de vista de perdas e custos reais ou potenciais.
 Revisão ou elaboração do Manual Geral do Planejamento de Manutenção, formalizando as melhores práticas de classe mundial e as referências técnicas que norteiam a função planejamento.
 Revisão ou elaboração do Manual Geral de Grandes Paradas.
 Revisão e Validação dos fluxogramas, Matriz de Responsabilidades e organograma das Paradas.
 Planejamento e programação dos serviços de manutenção e operação da Paradas Setoriais e Grandes Paradas.
 Revisão das macro-especificações técnicas para aquisição de materiais e contratações de serviços, abrangendo a solicitação e acompanhamento do processo de compra de materiais e outros recursos.
 Verificação do processo de planejamento de Paradas Setoriais e Grandes Paradas, para as fases de Pré-Parada, Parada e Pós-Parada.
 Revisão ou elaboração do Relatório Gerencial e Técnico para demonstração da eficácia e resultados relativos ao planejamento de manutenção, Gestão da Rotina e Gestão de Paradas.
 Balanço de recursos disponíveis para o novo Plano de Manutenção gerado.
 Implantação de FMEA
 Implantação de DASHBOARD

Recentes pesquisas mostram que, mesmo sem investimento em novos equipamentos, as modificações feitas nos equipamentos antigos e na modernização de partes deles, trazem modificações de peso da ordem de 35% a cada 2 anos, em média, no Brasil. É muita mudança e que na maioria das vezes não está contemplada no Planejamento Plurianual da Manutenção.

Abraços

Paulo Walter
Consultor em Gestão de Serviços
paulo.roberto@limawalter.com.br
Twitter: @manutencaonet
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Publicado por: Paulo Walter

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