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Gestão Estratégica de Negócios

Paulo Walter

 

Retrospectiva sessentona

- 11/12/2014

Sessenta anos de estrada ou Eu sei, eu vi, eu estava lá. A dúvida de um texto em sua fase mais tenra, quando nada ainda foi para o papel.

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Daqui a pouco mais de 60 dias completo 60 anos de vida. Tenho pensado um pouco sobre isso. É uma vida. A minha vida.

Um aniversário sempre merece comemoração. Sessenta então, sessentão, merece mais ainda, penso eu.

Resolvi fazer uma retrospectiva. Não é uma biografia. Ia dar muito trabalho e nem sei se é para tanto. Retrospectiva é só um olhar para o passado. O que passou, rolou, aconteceu comigo, por onde estive, com quem cruzei, o que aprendi, o que vi, ouvi, senti. Ano a ano.

Pensando nessa retrospectiva, pensei se uma vida, como a minha, valia esse tipo de registro. Se teria conteúdo para algo contar em 60 e poucos textos. Algo aí como um texto por dia, para cada ano de vida.

Sou exigente com textos. E para escrever algo assim só valeria a pena se houvesse o que lembrar, de verdade. Sabe, nessa linha do conteúdo que mereça uma parada para ler. Seja pela curiosidade, pela intensidade ou até pela morbidez, mas principalmente pela validade, no sentido de valor e qualidade.

Antecedendo o trabalho, montando mentalmente o conteúdo desses 60 anos, lembrei de coisas que me fizeram rir, chorar. Lembrei de gente e coisas que me fizeram ter raiva, crescer, morrer, renascer, aprender, amar. Lembrei de fatos que lutei por anos para esquecer. Lembrei de coisas de que me arrependo e de outras que nem tanto.
Lembrei também de coisas que ainda estão por dar e pedir perdão.
Busquei na memória, e vou falar, da lista de pessoas que vieram e se foram, dos que deixei e dos que me deixaram, dos que valeram pelo bem ou mal que causaram, dos que me ensinaram e dos que me fizeram, em parte, ser o que sou.

Não sei ainda tudo que vou escrever. São, esses textos, como já disse, um compromisso comigo mesmo de colocar no papel (na internet?) sessenta e poucos cometimentos textuais, um cada dia, daqui até a metade de fevereiro de 2015. E essas coisas são assim, como a vida: sabe-se como começa, mas ninguém sabe como termina.

Por ser algo público, espero que alguém comente. Havendo erros, que me corrijam. Num esquecimento, por favor, me relembrem. Numa injustiça, que me advirtam. Se der pra rir ou chorar, me façam saber. Se não gostar, não leia mais. Se agradar vou ficar feliz, muito feliz.

Amanhã, aqui, sem sair do lugar, vou começar esta viagem. Vou contar (lembrar?) onde tudo teve início: “A parada para um Chicabon”.

Paulo Walter

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Publicado por: Paulo Walter

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