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Milton Zen

 

Para onde vai nosso know-how?

- 19/06/2009

Atuo no ambiente empresarial, bem como no universitário. Faço palestras, cursos e mini-cursos, e aos poucos, nesses anos todos constatei que o conhecimento humano tem se reduzido nas empresas.

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Elas continuam reduzindo suas estruturas, tudo para enfrentar um mercado competitivo. Antes, onde tínhamos um diretor com tres a quatro gerentes, ou ainda um gerente com três a quatro supervisões, hoje temos um supervisor com o mesmo tipo de estrutura, mantendo-se o mesmo número de colaboradores.

Assim, o conhecimento aos poucos vem sendo desvalorizado, pois em uma estrutura demasiadamente enxuta, tem-se pouco tempo, para não dizer quase nenhum, para a realização de treinamentos, tanto de reciclagem quanto para agregar novos conhecimentos. Aliado a isso, está uma reduzida estrutura de recursos humanos, que em função da perda de seu valor estratégico deixa a empresa sem possibilidades de direcionar e buscar novos conhecimentos para sua continuidade e desenvolvimento.

As indústrias estão necessariamente e obrigatoriamente atualizando seu parque de máquinas e instalações, comprando equipamentos que custam milhões de dólares, mas, as pessoas que os operam são jovens e tampouco são treinadas o suficiente para assumirem tal responsabilidade. Isso faz com que haja baixo compromisso com o objetivo determinado, bem como expõe esses profissionais a trabalho para as quais não foram devidamente preparados.

Os cargos de gestão remanescentes tem sido sistematicamente ocupados por profissionais muito jovens, sem experiência de vida e tampouco de mercado, fato que dificulta uma boa análise das ocorrências para uma adequada e correta tomada de decisão.

Isso se repete não apenas no ambiente empresarial, mas também em diversas outras áreas. É a necessidade de reduzir custos, visto a grande possibilidade de redução das despesas de salário e os encargos a ele atrelados.

A base para alcançar bons resultados está calçada no conhecimento e experiência da equipe com que se trabalha, bem como, das instalações que tem à sua disposição. Existem empresas, onde a nova liderança, antes de assumir essa função, é obrigada a conhecer as atividades e equipamentos que gerenciará.

Assim, os riscos de falha diminuem. Novos funcionários assumem responsabilidades apenas e após receberem instruções efetivas e da liderança, pois ela é a responsável direta pela orientação e condução adequada dos trabalhos.

Sou a favor de adequações estruturais nas empresas principalmente quando se busca a sinergia. Tenho participado delas nos últimos 18 anos, mas divirjo, dos princípios que muitas empresas tem usado, quando desfazem essas estruturas e terceirizam atividades olhando apenas o custo envolvido.

Assim, se perde muito, tanto na empresa contratante quanto na contratada, com reflexos em todo mercado. Isso é muito perigoso para a sobrevivência da contratante, visto que aos poucos está se desfazendo de seu capital intelectual e intangível. Entendo que nesse ritmo a empresa sofrerá conseqüências talvez irreversíveis.

Quando será isso? Tudo dependerá do mercado e de seus competidores. A que melhor direcionar tais mudanças e souber valorizar seus talentos manter-se-á viva. Boa sorte a todas!!!

Milton A G Zen
www.magzen.eng.br
magzen@magzen.eng.br
magzen@manutencao.net

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Publicado por: Milton Zen

27 Comentários


  1. Fábio Giovani da Silva

    Caro Profº Milton Zen

    Acredito que para alcançar bons resultados as empresas devem investir no conhecimento humano daqueles que estão na liderança. Contudo divirjo quando você diz que pessoas jovens e com pouca experiência de vida sjam responsáaveis por não trazer bons resultados, porque mesmo que se tenham jovens, porém bem preparados e treinado para tal função podem alcançar resultado até melhores que profissionais mais “experientes”.
    Quando entramos no assunto terceirização é claro que devemos analisar vários fatores e não apenas a redução de custos, para não sofrer consequencias adversas depois. Conhecimento, know-how, qualidade, profissionais treinados entre outros fatores que são intriscicos ao processo que devem mutio bem analisadas para se alcançar bons reultados.

    Abraços

    Fábio Giovani 20 GEMAN

  2. Edson Martins da Silva

    A matéria reflete realmente o cenário atual. Enquanto as empresas deveriam aproveitar este momento para investir no desenvolvimento de seus colaboradores estão mais preocupadas em reduzir despesas.

    Edson

  3. Valfredo Gomes Cerqueira Lima

    Mestre Milton Zen

    O texto reflete a real preocupação e inversão de valores , pois incrivelmente deparamos com empresas que para reduzir os seus custos, perdem o censo de racionalidade , dspensando o seu maior patrimônio que são as pessoas e com elas o especial conhecimento humano .
    Como se não bastasse substui-se mal em função de um número não considerando-se a essencial experiencia, que naturalmente reverte-se em lucro e principalmente a perpetuação e solidificação de uma marca pela exelência .
    O que tranquilaza-me é saber pessoas como voce Zen , percebem e não conforma-se com a situação , levando-nos a refletir qual a real utilidade do conhecimento humano , princialmente em beneficio da espécie.

    Saudações.

    Valfredo Lima – 20° Turma GEMAN

  4. Valfredo Gomes Cerqueira Lima

    Mestre Milton Zen

    O texto reflete a real preocupação e inversão de valores , pois incrivelmente deparamos com empresas que para reduzir os seus custos, perdem o censo de racionalidade , dispensando o seu maior patrimônio que são as pessoas e com elas o especial conhecimento humano .
    Como se não bastasse substui-se mal em função de um número não considerando-se a essencial experiencia, que naturalmente reverte-se em lucro e principalmente a perpetuação e solidificação de uma marca pela exelência .
    O que tranquiliza-me é saber pessoas como voce Zen , percebem e não conforma-se com a situação , levando-nos a refletir qual a real utilidade do conhecimento humano , princialmente em beneficio da espécie.

    Saudações.

    Valfredo Lima – 20° Turma GEMAN

  5. Kleber Alves Uruga

    Boa noite Mestre

    O fenômeno da substituição do conhecimento e formação pela “tecnicidade” e simples informações não é privilégio das indústrias ou das empresas de modo geral, é sim um fenômeno em nossa sociedade que vem se agravando desde a Revolução Industrial. Não quero me aprofundar na análise do Capitalismo, mas não podemos deixar de lado o fato de que o mesmo vive de ciclos, ou crises, como queira. Nos últimos 150 anos observa-se no mundo a corrida indiscriminada pela conquista dos mercados, tanto pelo apetite do crescimento e acúmulo de capital, tanto pela permanência do “status quo”, como até mesmo pela simples sobrevivência, de um país, sociedade ou empresa. Essa busca tem dado maior resultado nas últimas décadas após a Primeira Guerra Mundial, principalmente pelo constante uso da redução de custos. A redução de custos passa por vários aspectos, vou me limitar no tocante aos trabalhadores. Reduzir custo com trabalhadores passa pela simples redução de seu efetivo, como também pela diminuição de sua capacidade de análise, o que provoca uma redução de ganho, em poucas palavras, um choque drástico na mais valia. Peguem como exemplo as grandes fusões de empresas gigantes elo mundo. Para que se tenha nas empresas ou outro tipo de organização, uma mão de obra com menor poder de análise, é preciso que exista por trás, um sistema tecnológico eficiente e com poucas pessoas o dominando e para que isso ainda funcione, é preciso um grande número de mão de obra repetidora e pouco questionadora. Nesse cenário é inevitável a concentração de riquezas, como é fato hoje, temos cerca de 1 bilhão de habitantes no planeta passando fome. Cria-se aí um círculo vicioso que fatalmente destrói a sociedade. A educação é um exemplo típico, temos hoje no mundo, não só no Brasil, uma massa de mão de obra extremamente fácil de dominar, porém, de qualidade no mínimo questionável, mas temos sim, grandes “cérebros” espalhados pelo planeta, porém em quantidade muito pequena, e temos poucas pessoas com o mínimo de capacidade de análise crítica. Trocando em miúdos, as empresas que optam por esse caminho, cada uma dentro de suas necessidades ou objetivos, talvez teriam outra opção hoje, mas se continuarem a fazer, certamento o farão no futuro pela simples falta de opção.

    Obrigado

    Gerenciamento da Manutenção – 20ª Turma

  6. Gines Pinheiro

    Também tenho percebido que com a constante busca pela redução de custos, o quadro de colaboradores das empresas tem sido remanejado e reduzido. Isto pode ser visto principalmente nas junções entre empresas, quando cargos similares em duas organizações são reduzidos a um único posto na nova organização.
    Por outro lado, considero que os que ficam, os escolhidos, são aqueles que deverão demonstrar toda sua habilidade para prover aquilo que a organização necessita. E digo mais, deverão ir além, dar mais do que é esperado, para se manter e fazer diferença.
    Desta forma, entendo que o conhecimento humano tem sido trabalhado para que seja possível atender a estas expectativas. Infelizmente, devo concordar que este progresso, na maioria dos casos, não é suportado pela organização, mas sim pelo próprio colaborador.
    Ou seja, não acho que o conhecimento vem sendo desvalorizado. Ele é valorizado pelas empresas, apenas não é estimulado

    Gines Pinheiro
    Turma 20 GEMAN

  7. Willian Bereki

    Como gestores, dispendemos um tempo precioso elaborando Matrizes de Necessidadade de Treinamento, Planos de Crescimento Profissional, e demais boas práticas de Coatching para desenvolvimento de nossos funcionários e todos os anos, os cortes de verba são sempre aqueles disponibilizados para treinamentos. E assim, os gestores continuarão sempre sendo responsabilizados pelo baixo rendimento da sua equipe.

  8. Eng. Samuel de Oliveira Souza

    Em nossa eterna busca para melhor atender nossos clientes, prestando um serviço de qualidade e retorno, e as vezes disponibilizamos mais uma ferramenta para ser nosso canal de contato entre nós e o nosso cliente e muitas vezes esquecemos em preparar nossas equipes para intepretar e atender as necessidades.

    Também concordando com a afirmação acima chegamos à conclusão que o maior desafio das organizações é selecionar líderes que possuam know-how.

    Um abraço e que Deus sempre nos abençoe

  9. Sandro José da Silva

    Também acho que o Know – how, dentro de uma hierarquia bem reduzida no contexto geral, esta cada vez mais precária nas empresas.
    Hoje em dia com esta globalização acelerada, crise econômica mundial, as empresas não estão querendo enxergar que tem que motivar as equipe de trabalho, com treinamentos e valorização onde podemos aumentar o Conhecimento humano, assim saindo na frente quando começar o aquecimento de mercado.
    Temos bons resultados nesta nova Era, mas, sabemos que ainda esta longe de atingir a total eficiência, devido à má elaboração da estratégia, que o alto nível hierárquico, vêem traçando por muito tempo.
    Creio também que o grande executivo está convicto com a idéia, mais
    também sei que as empresas sofreram conseqüências irreversíveis neste ritmo.

    Sds

    Sandro
    Turma 20 GEMAN

  10. Glauco Santoro Braga

    Em tempos de crise a redução de custos e se fala sempre em demissão.
    A redução de custos para ser bem sucedida requer que todos os membros da organização estejam motivados e entendam seus objetivos e princípios de funcionamento.
    Por outro lado, entre os colaboradores da base da organização existe um grande potencial de geração de idéias para redução de custos que normalmente não é aproveitado. Talentos não aproveitados…

    Glauco S. Braga
    Turma 20 GEMAM

  11. Joel Oliveira de Albuquerque

    Acredito que o conhecimento deve ser construído. Não há como fazer um ” download” para obter um conhecimento. Quando uma empresa não possui um política que valoriza o profissional e seu conhecimento adquirido no esforço de busca e pequisa e, através da experiência do dia-a-dia. Está concomitantemente jogando fora, tempo e dinheiro…..

    Joelç Oliveira de Albuquerque.
    Turma 20 Geman

  12. Andre Amorim

    Caro Prof. Zen,

    infelizmente este texto reflete o atual pensamento de muitos diretores empresariais quando é necessário reduzir custos. Na maioria das vezes o primeiro ponto a ser analisado num plano de redução de custo é a folha de pagamento dos funcionários ao invés de utilizar o recurso intelectual para renegociar contratos de prestação de serviços, diminuir refugo, aumentar a disponibilidade dos equipamentos, diminuir os níveis de inventario e aumentar a produtividade.
    Eu trabalho com uma equipe enxuta e sei a dificuldade de liberar funcionários para treinamentos, palestras ou outras atividades que possam aumentar o valor intelectual da equipe, sem contar quando alguém fica afastado ou de férias. Com a crise atual somos obrigados a reduzir ainda mais o quadro de funcionários.
    Quando precisamos contratar funcionários de nível técnico ou de engenharia a dificuldade de encontrar mão de obra qualificada é enorme, muitos jovens (nova geração) não querem trabalhar em algumas áreas como ferramentaria e manutenção, preferem trabalhar com informática ou outras áreas não relacionadas com o chão de fábrica.
    Não sei onde vamos parar!

    André Amorim
    Turma 20 GEMAN

  13. Giuseppe Santangelo

    O texto é inteligente e objetivo. Aborda as transformações e mudanças que vem acontecendo no nosso dia a dia profissional. Lendo o artigo , sinto fazer parte deste processo, pois vivenciei e vivencio tudo que é descrito no artigo. Desde o enxugamento das hierarquiais, que também teve outros nomes ” pomposos ” ,como Downsizing/reengenharia, a necessidade de se fazer cada vez mais, com menos recursos, o acompanhamento das inovações tecnológicas, não se gastando necessariamente em treinamento, a pressão por resultados, cada vez maior , sempre justificada pela globalização, competitividade global, etc…., porém, dispensamos cada vez menos tempo para tratarmos do ser humano.

    O imediatismo na busca de resultados, faz com que não pensemos, somos meros realizadores de tarefas. Trabalhamos com equipes cada vez menores, com maior carga de responsabilidade e de tarefas, onde muitas vezes o ” capital ” intelectual não é devidamente aproveitado e desenvolvido. Quando um profissional entra em férias, ou é afastado, a equipe toda sente a lacuna, pois somos obrigados a nos desdobrar. Vivemos em um mundo cada vez mais superficial, de relações superficiais, não nos identificamos com nada, portanto, estamos nos transformando em verdadeiros autômatos.

    Idealizamos várias ferramentas de gestão, com o foco em melhoria de produtividade, redução de custos, etc…., mas inserir de forma plena o fator ser humano é o maior desafio de todos.

    O artigo é muito feliz, pois aborda de forma central e sutil, a questão ser humano. Os seres pensantes, tem capital intelectual de valor intangível, pois, transformar conhecimento tácito em explícito, em prol do homem é o grande desafio de todos. Nós gestores e lideres de equipes em geral, temos que deixar de enxergar o óbvio, e conseguir extrair de nós e dos nossos colaboradores o melhor do que podemos, como técnicos e como seres humanos.

    Existe uma percepção de inversão de valores dentros dos grupos empresariais. Alguns propagam que seus maiores valores são as pessoas, ora, se isso é verdade, não sei em que planeta estas empresas estão instaladas. O conhecimento intelectual é pouco valorizado, as empresas paraecem não saber da grande dificuldade de se passar uma informação, conhecimento prático e perpetuá-lo.

    Conhecer é saber fazer. Comprar máquinas/equipamentos e adquirir tecnologia é fácil, porém a peça mais importante deste cj. de engrenagens é o ser humano, que se vê cada dia mais relegado a um plano inferior.

    Giuseppe Santangelo
    TURMA 20 GEMAN

  14. Glauber Rufino

    No atual momento as empresas estão pensando em redução de custos, colocando diversas atividades sobe a responsabilidade de uma mesma pessoa, que as vezes não está totalmente preparada para desempenhar esta função. As empresas apostando neste tipo de administração estão desvalorizando os profissionais capacitados para as mesmas, além de também não ajudar a desenvolver o funcionário investindo em conhecimento, treinamentos etc.

    Glauber Rufino
    Turma 20 GEMAN

  15. Tadeu Oliveira

    O texto é bastante pertinente e aborda o assunto de forma clara e objetiva. A Percepção também é nossa ,muitos que ainda não possuem um cargo de gestão dentro das empresas.

    Vivenciamos isso no dia-a-dia dentro das empresas não há mais espaço (tempo à ser perdido) com treinamentos, instruções para novos colaboradores que chegam e não conhecem o trabalho e até mesmo a cultura do lugar onde estão indo trabalhar.

    O vosso comentário sobre a posição do departamentto de RH é muito feliz, passou de ser um departamento de auxilio no crescimento dos funcionários e da Empresa, para ser um departamento apenas de ajustes na reduçaõ de custos e encargos, posso citar como exemplo uma situação atual na minha empresa, onde o RH não planeja mais treinamentos pois simplesmente foi extinto esse tipo de atividade de suas funções, a Diretoria entende que todas as atividades operacionais estão descritas em procedimentos e o Supervisor pode suportar essa tarefa, o que sabemos que não é verdade pois as tarefas primárias de um profissional do chão de fábrica ocupam todo seu tempo.

    Sem dúvida que tudo isso é em nome da redução dos custos e aumento da Lucratividade, o que percebo é que isso tem aumentado por conta (talvés) dos tais “bonus” que os altos diretores recebem por fazerem suas plantas mais lucrativas a cada ano.

    O Investimento em treinamento foi substituido por máquinas e equipamentos cada vez mais modernos onde o trabalhador exerce cada fez mais a função de ligar e seguir o que já é pré estabelecido por elas, a lacuna de identificação com a empresa cada vez se perde mais e mais por conta desse tipo de atitude gerencial, a rotatividade é alta e quando se precisa de Know How no que a própria empresa faz ela vai buscar nos antigos colaboradores agora em forma de consultoria.

    Tadeu Oliveira
    Turma 20 GEMAN

  16. Adriano Aparecida da Silva

    As empresas buscam reduzir ao máximo o quadro efetivo, não como homens de manutenção devemos sempre pensar no fator humano, pois a equipe bem treinada e bem preparada trará resultado para a empresa e para o time de manutenção, se a empresa não investe em treinamentos devido ao custo, devemos buscar alternativas para que possamos manter a equipe sempre atualizada.
    Gestores devem estar em busca de novas conhecimentos para o seu próprio desenvolvimento e dessiminar dentro da sua equipe o conhecimento adquirido, pois a sua equipe é o seu espelho.
    Os jovens talentos devem ser incorporados na empresa, mas devem ser mantidas as pessoas experientes para que estas desenvolvam os jovens talentos, a identificação da habilidades e a base para o desenvolvimento do programa de treinamentos, para tal é preciso que as mesmas possuam o programa para desenvolvimento de habilidades e um sistema de avaliação de habilidades.
    Resultando num time coeso com um trabalho voltado para resultados.

    Adriano Aparecido da Silva
    Turma 20 GEMAM

  17. Rodrigo Luiz Sampaio Mendes

    O texto descrito acima esta coerente com a situação da maiorias das industrias, que na busca de redução de custo foram demitindos muitas pessoas que tinham pleno conhecimento da materia produzida na industria, deixando pessoas mais novas e com pouco treinamento na frente do negocio. Como exemplo na empresa em que trabalho que a produção e quase que artesanal, e alguns dos novos funcionarios não tem o mesmo comprementimento com a empresa como os mais velhos tinham, assim deixando o nosso konw-how de lado.

    Rodrigo Sampaio
    Turma 20 GEMAM

  18. Efraim H Santos

    Concordo com o texto, em partes.
    Realmente o mundo empresarial está mudando, mas no que se refere a contratação de jovens, discordo com o texto em alguns pontos
    Vimos que com o conhecimento, a experiência de vida das pessoas mais velhas traz consigo também vícios e valores totalmente ultrapassados
    A questão é como encontrar um meio termo em que possamos agregar o conhecimento e a experiência das pessoas mais velhas em jovens com disposição, garra e vontade de vencer. No ambiente empresarial

    Grato
    Efraim
    20GEMAN

  19. Rodrigo Constantino Angelo

    Cada vez mais os cargos de gestao sao ocupados por jovens devido a questoes de reducoes de custo, cabe como obrigacao a diretoria da empresa que busca isso como adequacao estrutural, dar treinamento e conhecimento nas funcoes a serem exercidas, e conforme o jovem “futuro” gestor demonstrar comprometimento e responsabilidade para executar as mesmas tera condicoes de assumir o cargo.

    Rodrigo C. Angelo
    20GEMAN

  20. Edinaldo Martins de Castro

    Atualmente existe um nivelamente por baixo, simplesmente pelo custo. O foco das empresas é a redução de custos, deixando de lado varios aspectos, principalmente o alto valor de ativo das empresas nas mãos de profissionais imaturos, inexperientes e sem conhecimento.
    Na tercerização também quando foco é somente o custo, a qualidade é 100 % prejudicada.
    Esses fatores contribuem para a expansão de consultoriais, pois os profissonais com conhecimento e bem remunerados, quando disponíveis ao mercado, há uma grande probabilidade de seguir no ramo de consultoria.
    Mas o mais engraçado é que a mesma empresa que para reduzir custo, dimui sua estrutura, contrata profissionais com salários baixos e depois não tem resultados esperados, então recorrem as consultorias que cobram custos bem mais altos do que se estivessem com sua estrutura e profissionais capacitados.

    Edinaldo Martins de Castro
    Turma 20 GEMAN

  21. Cézar Augusto de Castro Tavares

    A tendencia de inserir novatos em funções de peso nas organizações tem dado muito certo. Esses profissionais a um baixo custo tem sido promovidos a cargos de alta responsabilidade com um baixo preparatório, porém, com alta motivação. O que os impele é o sentimento de desafio, ou seja, é desafiada a capacidade do ser humano e quando somos desafiados temos a tendencia de entregarmos do nosso melhor. Esse evento gera atualmente bons resultados nas organizações.
    Porém o Know-how que anteriormente estava exercendo tais funções acaba se tornando muito teórico e com poucos resultados, ou seja, tais profissionais entram na zona de conforto e tirá-los desse cenário torna-se muito difícil. Por isso as organizações abrem mão do Know-how.
    Além desse aspecto há também a padronização de processos, que contribui para que não seja necesário tantos pofissionais por plantas operacionais, ou seja, trabalha-se de forma centralizada e demanda para filiais. Com isso ocorre naturalmente a não necessidade de tanto profissinais com alto Know-how do sistema.
    Att.:Cézar
    20 Turma Geman

  22. Élison Borges

    Quando os cargos de gestão são ocupados por profissionais mais jovens, acredita-se na captação de novas idéias, inovação.

    O conhecimento pode ser adquirido através da experiência, que normalmente requer muito tempo, porém, se os jovens profissionais receberem treinamentos adequados e de excelente nível, poderão assumir tal responsabilidade, inclusive, apresentarem bons resultados a curto prazo.

  23. RODRIGO CARNEIRO LEONEL

    Infelizmente muitas empresas não conseguem perceber que o crescimento organizacional está intimamente ligado ao conhecimento humano presente em uma instituição ou organização. Somente pessoas treinadas e cabeças pensantes podem gerar mudanças as quais são fundamentais em um mercado altamente competitivo.

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