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Gestão Estratégica de Negócios

Paulo Walter

 

Os dez maiores erros para matar suas possibilidades de crescimento na carreira

- 23/12/2013

Face a este blog, os contatos que faço durante os cursos que ministro e as consultorias que realizo e, principalmente, pela exposição que tenho nas mídias sociais, todos os dias recebo pedidos de ajuda de muitos profissionais em sua busca por recolocação no mercado.

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A esmagadora maioria dos que pedem alguma indicação ou ajuda está desempregada. Não me lembro de ter recebido um CV, pelo menos nos 6 últimos meses, de alguém que estivesse empregado.

Grande parte destes profissionais apresentam-se como se tivessem sido surpreendidos por uma impensável situação poucos meses antes. Já observei que os profissionais com mais tempo de empresa são aqueles que mais tem dificuldades em lidar com a necessidade de uma nova colocação. Oferecer-se é algo para o qual não estão preparados. Um soluço na carreira, para muita gente, tem contornos de tragédia.

Esse comportamento geral, que é fruto de uma cultura de descuido com suas carreiras, me fizeram pensar em algumas questões, que me inspiraram a escrever este post aqui no Blog, com os dez piores erros que se pode cometer contra o crescimento na carreira:

1 – Não atualize seu CV
As pessoas, em geral, só lembram de atualizar seus CVs na hora em que se veem demitidas.
Atualizar seu resumo profissional é um bom exercício para ver se sua carreira está estagnada. Se passam os meses e nada há a acrescentar, é bom ficar de olho. Este é um mal sinal. Estagnação ou involução?

2 – Não estude
Muita gente credita exclusivamente na conta da empresa as despesas e o tempo necessário para aprender coisas novas, treinamentos, qualificação e até certificação.
Onde está escrito que a empresa tem que lhe dar tudo, de mão beijada? A iniciativa própria por mais conhecimento é  uma característica dos profissionais diferenciados.
Os profissionais de sucesso estudam até o penúltimo dia de suas carreiras.
Como diz a canção: “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”.

3 – Não aprenda
Há uma crença generalizada por aí de que quanto mais alto o posto, menos há para se aprender. Afinal quem está no topo é porque já sabe muito. Errado. Chegar ao topo é difícil. Manter-se lá é muito mais.
Aprender não é o mesmo que estudar (vide erro 2 acima). Aprender é estar aberto a novos conceitos, estar disponível a trocar experiencias, ter uma atitude de busca das novidades técnicas e comportamentais.
Com todas as ferramentas e disseminação rápida do conhecimento, aprender significa estar ligado, conectado.

4 – Terceirize sua evolução de carreira
Para muitos profissionais a pior coisa que lhes poderia ter acontecido é terem ingressado numa grande empresa, dessas que tem tudo estruturado, como programas de treinamentos e planos de desenvolvimento das pessoas. Não que isso seja ruim, mas com alguém cuidando da sua evolução profissional, a tendencia é relaxar e aproveitar a viagem no barco que não é você quem conduz.
Lembre-se que a empresa tem seus objetivos, que podem, no longo prazo, não serem iguais aos seus.

5 – Não tenha tempo
Estar ocupado, no Brasil, é sinônimo de status. Pessoas ocupadas são importantes, vitais nas empresas. Lenda pura.
Conheço gente que se gaba de não poder tirar férias, de tão importantes que acham que são em suas funções.
Quem não pode dar um tempo (folga) ou não tem tempo de sobra, na realidade, é uma pessoa mal organizada e que concentra sobre si mais do que pode dar conta. As melhores empresas não gostam de ser reféns de ninguém.
Ter um tempo para pensar, pesquisar, abstrair-se da rotina, é fundamental para os profissionais de sucesso.

6 – Isole-se
Estar ocupado, no Brasil, é sinônimo de status. Pessoas ocupadas são importantes, vitais nas empresas. Lenda pura.
Conheço gente que se gaba de não poder tirar férias, de tão importantes que são em suas funções.
Quem não pode dar um tempo (folga) ou não tem tempo de sobra, na realidade, é uma pessoa mal organizada e que concentra sobre si mais do que pode dar conta. As melhores empresas não gostam de ser reféns de ninguém.
Ter um tempo para pensar, pesquisar, abstrair-se da rotina, é fundamental para os profissionais de sucesso.Para muitos profissionais a pior coisa que lhes poderia ter acontecido é terem ingressado numa grande empresa, dessas que tem tudo estruturado, como programas de treinamentos e planos de desenvolvimento das pessoas. Não que isso seja ruim, mas com alguém cuidando da sua evolução profissional, a tendencia é relaxar e aproveitar a viagem no barco que não é você quem conduz.
Lembre-se que a empresa tem seus objetivos, que podem, no longo prazo, não serem iguais aos seus.coisa que Há uma crença generalizada por aí de que quanto mais alto o posto, menos há para se aprender. Afinal quem está no topo é porque já sabe muito. Errado. Chegar ao topo é difícil. Manter-se lá é muito mais.
Aprender não é o mesmo que estudar (vide erro 2 acima). Aprender é estar aberto a novos conceitos, estar disponível a trocar experiencias, ter uma atitude de busca das novidades técnicas e comportamentais.
Com todas as ferramentas e disseminação rápida do conhecimento, aprender significa estar ligado, conectado.

 

Para muita gente credita exclusivamente na conta da empresa as despesas e o tempo necessário para aprender coisas novas, treinamentos, qualificação e até certificação.
Onde está escrito que a empresa tem que lhe dar tudo, de mão beijada? As iniciativas próprias por mais conhecimento é  uma característica dos profissionais diferenciados. Como diz a canção: “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”.

 

– Porque as pessoas não cultivam seu network quando acham que estão seguras em um trabalho?
– Porque as pessoas, quando estão empregadas, acham que é perda de tempo dedicar um par de horas por semana para atualizar seus contatos e do a ver como

 

 

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Publicado por: Paulo Walter

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