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Gestão Estratégica de Negócios

Paulo Walter

 

Aos Cinquenta os tons de cinza do mercado de trabalho

- 14/01/2016

A crise chegou. Se instalou e, pelo visto, vai ficar entre nós por um bom tempo.
Tem lama de chuva arruinando estradas, tem lama no Rio Doce e no mar, tem lama em Brasília e em quase tudo que é lugar.
A inflação e a recessão deram as mãos e estão passeando entre os brasileiros, aproveitando a desgovernança local e o cenário propício (no mau sentido) internacional.
Notícia boa é raridade de 24 quilates.
Mercado estreitando, demissões e cortes acontecendo em quase todos os setores da economia.
Para uns essa crise é a primeira a enfrentar na vida profissional. É tempo de ralar e aprender.
Para outros é o déjá-vu, a repetição de histórias já vividas. Parece reedição de filme de terror de terceira categoria. Trash movie. É tempo de reclamar das lições não aprendidas.

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A turma que já passou dos cinquenta anos sabe do que estou falando. Não leu em livros da graduação ou soube em aula na pós recentemente encerrada.

A crise de mercado, aos cinquenta ou mais de idade, para quem está em busca de recolocação, quase só tem tons de cinza.
Nesta altura da vida profissional, os cinquentões, têm, em geral, um acervo positivo e interessante a oferecer: experiencia (erros e acertos), formação técnica, network, habilidades testadas no dia a dia, resiliência, disponibilidade.

Mas têm também, sempre em termos gerais, as dificuldades de recolocação mais comumente apontadas: salários mais altos anteriores e posições de maior relevo ocupadas anteriormente.

Se em tempos de crise a recolocação é difícil para todo mundo, para quem já deixou os cinquenta pra trás, a tarefa é mais árdua ainda.
Pesquisas de sites de emprego nos informam que arrumar um novo emprego está levando alguns meses. E em muitos casos, até anos. Depende da área de atuação, idade, formação, localização.

Ficar desempregado na crise é como cair do trem em movimento. Há que se levantar, sacudir a poeira e começar a correr, pra ver se embarca em algum vagão na parte de trás da mesma composição. Ou esperar a próxima. A próxima. A próxima.

E qual a dica, afinal de contas, para solucionar o problema ou mitigar a situação pra quem tem mais de meio século de estrada?

As empresas precisam atravessar esse período de mares tenebrosos. Ofereça o que tem de melhor: Seu histórico de navegação. Afinal, marinheiro velho não passa mal com tempestade de primeira viagem.

Abraços

Paulo Walter
paulo.walter@manutencao.net
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Publicado por: Paulo Walter

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