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Gestão Estratégica de Negócios

Paulo Walter

 

Lições da Liderança: As melhores práticas de gestão de ativos

- 06/08/2013

Ninguém é líder por acaso. Frase de efeito e que voce já deve ter lido ou escutado milhares de vezes.

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O resultado da pesquisa “Gestão e Resultados – Edição 2013”, mostra bem isso das escolhas que as organizações fazem se querem mesmo beliscar essa tal liderança. Esse levantamento foi feito pela RBM – Rede Brasileira de Manutenção em parceria com a Lima Walter Consultoria e Planejamento Ltda.
Dividindo as empresas em seis conjuntos (16,6% cada), das mais atrasadas as líderes de mercado, a pesquisa mostrou o que são as tais das “Melhores Práticas das Empresas de Sucesso em Gestão de Ativos”.

Como numa corrida de automóveis, as empresas líderes tem melhores pilotos e mecânicos (pessoal próprio), aliança com os melhores fornecedores (terceirização e desenvolvimento de fornecedores), melhor combustível e pneus (insumos estratégicos garantidos), melhor carro e motor (engenharia de longo prazo), e o principal, uma estratégia de longo prazo clara, com metas e objetivos. E mesmo com tudo isso, a cada corrida uma estratégia diferente pode ser usada, o que significa atenção à concorrência e aos fatores que não estão sob seu domínio, como chuva ou temperatura alta ou baixa.

As empresas líderes, que tem seus indicadores a maioria das vezes no azul, são as que valorizam constantemente a gestão de ativos e colhem o que plantam (investem).
Os números não deixam dúvidas:
100 % das empresas líderes tem Metas e Objetivos Anuais bem definidos para a sua Manutenção. Nas empresas mais atrasadas, esse índice é zero.
51,2% das empresas líderes tem estabelecida a Missão da Manutenção enquanto que nas empresas mais atrasadas, esse índice é de apenas 7,1%.
As empresas do topo praticam o Planejamento Plurianual (41,9%) e 60,5% delas tem em pleno uso a Descrição de seus Processos.
Já nas empresas da rabeira da cadeia alimentar da gestão e dos resultados, esses índices são 3,7 e 2,7% respectivamente.

A diferença entre o “pelotão da frente” e a turma que come poeira é mesmo muito grande. Não é a toa que os próprios profissionais ao avaliarem suas empresas no quesito “Avaliação da Gestão Geral da Empresa”, dão nota 9,2 para as melhores e apenas 2,0 para as piores, numa escala de 0 a 10.

Fica a pergunta: quem está no fim da fila pode um dia estar no pelotão da frente, ou isso é coisa de DNA e não pode ser mudado?

O relatório completo da pesquisa Gestão e Resultados está disponível no site www.indicadoresdegestao.com, sendo de livre acesso para quem é cadastrado no site.

Abraços

Paulo Walter
paulo.walter@manutencao.net

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Publicado por: Paulo Walter

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