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Gestão Estratégica de Negócios

Paulo Walter

 

Indisponibilidade Operacional. Quanto custa isso?

- 19/03/2013

Todo mundo pergunta: Quanto custa a Manutenção?

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É uma pergunta que precisa ser respondida quase todo dia. Cuidado! Olha o custo!

Quase um mantra gerencial, o custo é a coisa mais importante que a direção quer saber quando as coisas vão bem. Mas, quando não vão? O que todo mundo quer saber? Quando vão voltar a ficar bem, ora.

Na conclusão da máxima de Sutter está escrito “manutenção quando realmente não existe todo mundo acha que deveria existir”.

· Indisponibilidade operacional – Que determina a quantidade em horas que um equipamento, sistema ou processo permanece indisponível, sem realizar sua função em razão de uma falha. Esse indicador também pode ser chamado de Tempo Médio para Reparo (TMPR) ou (MTTR – “Mean Time To Repair”), quando somamos todos os tempos de indisponibilidade de diversas falhas e dividimos pelo número de falhas.

A indisponibilidade operacional, programada ou não, deve ser quantificada para que se some ao custo global da manutenção.

Exemplifico:

Compro um táxi e meu cunhado, invejoso, compra um táxi também.
O meu é novo. Tirei da concessionária zerinho. O do meu cunhado tem dez anos de uso.
O meu táxi tem duas revisões programadas para este ano, com um dia para cada uma. E não parou nenhum dia, em nenhum momento nos 12 últimos meses, a não ser para abastecer com gasolina ou álcool.
O táxi do meu cunhado já baixou oficina 4 vezes no mesmo período e em cada uma desses pit-stops ficou inoperante 2 dias. Além disso ele, o táxi, não o cunhado, é movido a álcool. Tem que parar a cada 200 km e enfrentar uma fila enorme para abastecer.

Qual dos táxis tem menor disponibilidade operacional? Quem fatura mais? Quem rentabiliza melhor o seu ativo?

Voltando a pergunta inicial deste post, quanto custa cada dia de um táxi parado?
O mestre Lourival Tavares chama isso de “faturamento cessante”. Não há certeza do lucro, mas há a certeza de que não se vai ganhar nada.

Nossas empresas precisam dimensionar seus esforços para a produtividade e efetividade de suas ações lembrando que existem para produzir. E para produzir há que se manter o ativo rodando.

Daí a necessidade de se introduzir no orçamento o custo da inoperância, para que reflita a realidade do prejuízo (ou lucro) que a Manutenção pode dar.

Abraços

Paulo Walter
Paulo.walter@manutencao.net

 

 

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Publicado por: Paulo Walter

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