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Gestão Estratégica de Negócios

Paulo Walter

 

A Manutenção de olho na Contabilidade

- 31/01/2010

 Como já comentei em post anterior, o IFRS – International Reporting Financial Standards, o padrão internacional de contabilidade, será obrigatório, a partir deste ano, para as empresas brasileiras listadas em bolsa de valores e também para as de grande porte.Essa mudança fará com que seja necessário treinar cerca de 440.000 contadores em todo o Brasil. Uma operação majestosa e que vai levar anos para abranger todo o território nacional, já que esse sistema será obrigatório para todas as empresas, não importa o porte, em alguns anos.

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Um alteração interessante, que afeta a diretamente a turma da manutenção, é que as empresas terão que informar em seus balanços o resultado separado (com lucro ou prejuízo) de cada uma de suas atividades de negócio, bem como diferir estas informações por áreas geográficas que opera. Imagina o que isso significa para uma Vale, Petrobrás ou Votorantim, Walmart, Páo de Açucar ou Klabin, ou ainda empresas como WEG e Sadia, que possuem centenas de unidades ou estabelecimentos espalhados pelo país.

Esse detalhamento permitirá a quem analisar o balanço avaliar de forma mais clara a potencialidade, ou problemas, de determinado ramo no caso de companhias de atividade extremamente diversificada. Olha a manutenção aparecendo de forma diferente na nova fotografia.

As novas regras vão trazer para o Brasil uma padronização que permitirá mais facilmente comparar os desempenhos das empresas brasileiras com suas concorrentes no exterior. Em minha opinião, isso significa um novo alento para a terceirização da manutenção, nas suas atividades mais comoditizadas.

Essa norma internacional é um instrumento que permite ter melhor compreensão dos resultados das empresas, fazendo com “due diligences”, na hora de compras, joint-ventures, fusões e aquisições, elevem a manutenção a um papel de extrema importância.  

Até aqui as demonstrações financeiras eram responsabilidade única do setor de contabilidade, mas com o IFRS, virão mudanças na cultura organizacional das companhias, sendo necessário um maior envolvimento de todos para a elaboração dos balanços.

Ninguem precisa sair correndo por causa do IFRS, mas a atenção da turma que trabalha em empresas internacionalizadas deve acontecer primeiro. Sabe como é, melhor trabalhar na preventiva que na corretiva.

Abraços

Paulo Walter

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Publicado por: Paulo Walter

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