Quem tem Problemas?

29/07/09

Estamos caminhando para terminar mais um ano e com certeza muitos estão dando graças a DEUS devido aos problemas que tiveram e ainda os que estão por aí para serem eliminados.

Recentemente ouvi uma frase: “Problema é uma oportunidade travestida de muito trabalho (Henry Kaiser). Pois bem, eu complementaria com outra. “Se estiver vivendo uma crise, CRIE”. (leia mais…)

A Empresa é justa?

19/07/09

Inicio fazendo outra pergunta. A sociedade é justa?
A resposta imediata será não. Pois bem, se a sociedade em que vivemos não é justa e está apoiada no meio familiar, que também muitas vezes não é justo. O que diremos da empresa?
Uma empresa é composta de seres humanos que são oriundos de famílias e de um meio social que nem sempre é justo. Lembrem-se que a empresa não é casa de caridade, e sendo composta de pessoas muitas vezes injustas, busca ainda basicamente o lucro. (leia mais…)

O que faz uma nação prosperar? E uma empresa?

5/07/09

Inovação é uma das ferramentas mais apropriadas para provocar o desenvolvimento de uma nação. O dinamismo de sua população evita a manutenção do status quo, provocando uma constante quebra de paradigmas que resultam em contínua mutação e melhoria. (leia mais…)

Talentos

23/06/09

Há cerca de oito anos conhecemos uma senhora descendente de espanhóis. Ela era a responsável pela organização de um restaurante self-service na cidade de Bertioga, no bairro da Riviera de São Lourenço. Uma mulher forte, inteligente, extremosa cozinheira e altamente comprometida com suas atividades e responsabilidades. Para completar também evangélica e temente a DEUS. Seu marido, ex-profissional de montadora de automóveis, hoje falecido, colaborava bastante na condução dos negócios, que compartilhavam com seu filho, genro e filha.

Por ser extremosa cozinheira desenvolvia, treinava e organizava pessoalmente todas as atividades até a colocação dos pratos no balcão para os clientes. Tudo tinha e ainda tem que ser perfeito. Treinou pessoalmente vários profissionais que hoje atuam de maneira independente. O nome dela é Conceição.

Sua filha, quando a conhecemos já atuava na parte do gerenciamento do negócio como responsável por toda a parte de relacionamento com os seus colaboradores, fornecedores e pagamentos diversos. Profissional a exemplo da mãe, comprometida e zelosa de seus deveres. Busca sempre apoiar, respeitar e orientar os colaboradores, ajudando-os em tudo que lhe é possível.

Sua responsabilidade pela organização dos investimentos e despesas traz consigo a convivência com o estresse diário de uma vida corrida, agitada e que demanda muita atenção naquilo que realiza. Mas tenho certeza, o faz com amor e carinho. Seu esposo, profissional de grande experiência na área desempenha um papel de recepção, direcionamento e organização da equipe de garçons e atendentes, criando uma atmosfera cordial e amigável com o cliente, que sempre retorna. O nome da filha é Edivânia e o do esposo dela Euclides.

Dessa união, resultou uma menina que cresceu em um meio repleto de bons exemplos, de trabalho e de incrível talento. O resultado só poderia ser de uma excelente profissional. Aprendeu todos os macetes de uma cozinha: design, organização e orientação dos colaboradores. Para completar tornou-se maravilhosa chefe de cozinha. Formou-se em gastronomia, fez vários cursos complementares e hoje além de nos brindar com as delícias que aprendeu em família, nos premia com outros pratos que vem aprendendo com grandes chefes.

Mesmo com sua pouca idade, vem expondo seu trabalho demonstrando seu talento e fazendo degustações para pessoas bastante interessadas em aprender algo que as retire de sua rotina e lhes leve ao mundo fantástico da alta gastronomia. Seu nome é Fernanda.

Apelidei-as triunvirato GIMENEZ. Talento não é apenas um dom que se adquire ao nascer, mas também se constrói com exemplos, modelos e feed-back.

Eu e minha esposa, além de clientes, pois nos deliciamos com os quitutes talentosamente elaborados, temos a sorte de tê-las como amigas e irmãs em CRISTO.

TALENTO, como já dito, nasce e pode ser edificado. É insubstituível, e custa para aparecer outro semelhante. Mas, nos deixam de presente o seu legado.

E você? Como está desenvolvendo seu talento? E qual será o seu legado?

Milton A G Zen
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Know-how, um novo desafio!

23/06/09

Esse assunto é de extrema importância para nossa indústria e, portanto para nosso país. No artigo anterior comentei que a perda de capital intelectual, bem esse, intangível é muito perigoso para a sobrevivência da empresa mãe, quando opta por uma terceirização baseada apenas no custo.

Entendo que nesse ritmo a empresa perecerá, e perguntei: Quando será isso? Minha resposta foi: Tudo dependerá do mercado e de seus competidores. A que melhor direcionar tais mudanças e souber valorizar seus talentos manter-se-á viva.

Pergunto: É fácil substituir talentos? Minha resposta é não. Talento não se substitui, o que vem depois é um outro tipo de talento. Com certeza diferente do anterior, com qualidades e defeitos que poderão ser melhorados.

Lembremos de fatos como no automobilismo. Nick Lauda, Nelson Piquet, Airton Senna, Michael Schumaker, dentre outros, foram e continuam sendo talentos incomuns. No futebol, Edson Arantes do Nascimento, o PELÉ, continua sendo o maior. Muitos outros vieram depois dele, mas nenhum com tantas qualidades reunidas.

Pois bem, afirmei que a empresa que melhor trabalhar as mudanças manter-se-á viva. Mudança passa com certeza pela busca de novos talentos, inclusive em outras empresas e até mesmo em outros países, quando optamos por uma transferência de atividades.

Isso significa que terceirizar pode ser uma excelente alternativa para a sobrevida de sua empresa, visto que se houver a possibilidade de trabalhar com talentos melhores que os que você possui, será vantajoso, mesmo que venha a pagar mais por isso, diante dos resultados que poderão ser alcançados.

Em uma economia globalizada como a que estamos vivendo hoje, muitas empresas estão buscando alternativas em outros países, que possuem talentos incomuns e que por estarem em um processo inicial de desenvolvimento, têm um custo menor. Essa é também uma das características da terceirização na atual economia.

Essa adaptação traz a galope a necessidade de ampliar o relacionamento entre países, empresas e profissionais. Lembre-se que um negócio não se faz sozinho, mas através de uma rede de relacionamentos. Ele será perene, se conseguir atender às necessidades e expectativas de seus clientes dentro das condições que o mesmo está disposto a pagar.

É um grande desafio, quem sobreviver, verá!!!!!

Milton A G Zen
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Para onde vai nosso know-how?

19/06/09

Atuo no ambiente empresarial, bem como no universitário. Faço palestras, cursos e mini-cursos, e aos poucos, nesses anos todos constatei que o conhecimento humano tem se reduzido nas empresas.

Elas continuam reduzindo suas estruturas, tudo para enfrentar um mercado competitivo. Antes, onde tínhamos um diretor com tres a quatro gerentes, ou ainda um gerente com três a quatro supervisões, hoje temos um supervisor com o mesmo tipo de estrutura, mantendo-se o mesmo número de colaboradores.

Assim, o conhecimento aos poucos vem sendo desvalorizado, pois em uma estrutura demasiadamente enxuta, tem-se pouco tempo, para não dizer quase nenhum, para a realização de treinamentos, tanto de reciclagem quanto para agregar novos conhecimentos. Aliado a isso, está uma reduzida estrutura de recursos humanos, que em função da perda de seu valor estratégico deixa a empresa sem possibilidades de direcionar e buscar novos conhecimentos para sua continuidade e desenvolvimento.

As indústrias estão necessariamente e obrigatoriamente atualizando seu parque de máquinas e instalações, comprando equipamentos que custam milhões de dólares, mas, as pessoas que os operam são jovens e tampouco são treinadas o suficiente para assumirem tal responsabilidade. Isso faz com que haja baixo compromisso com o objetivo determinado, bem como expõe esses profissionais a trabalho para as quais não foram devidamente preparados.

Os cargos de gestão remanescentes tem sido sistematicamente ocupados por profissionais muito jovens, sem experiência de vida e tampouco de mercado, fato que dificulta uma boa análise das ocorrências para uma adequada e correta tomada de decisão.

Isso se repete não apenas no ambiente empresarial, mas também em diversas outras áreas. É a necessidade de reduzir custos, visto a grande possibilidade de redução das despesas de salário e os encargos a ele atrelados.

A base para alcançar bons resultados está calçada no conhecimento e experiência da equipe com que se trabalha, bem como, das instalações que tem à sua disposição. Existem empresas, onde a nova liderança, antes de assumir essa função, é obrigada a conhecer as atividades e equipamentos que gerenciará.

Assim, os riscos de falha diminuem. Novos funcionários assumem responsabilidades apenas e após receberem instruções efetivas e da liderança, pois ela é a responsável direta pela orientação e condução adequada dos trabalhos.

Sou a favor de adequações estruturais nas empresas principalmente quando se busca a sinergia. Tenho participado delas nos últimos 18 anos, mas divirjo, dos princípios que muitas empresas tem usado, quando desfazem essas estruturas e terceirizam atividades olhando apenas o custo envolvido.

Assim, se perde muito, tanto na empresa contratante quanto na contratada, com reflexos em todo mercado. Isso é muito perigoso para a sobrevivência da contratante, visto que aos poucos está se desfazendo de seu capital intelectual e intangível. Entendo que nesse ritmo a empresa sofrerá conseqüências talvez irreversíveis.

Quando será isso? Tudo dependerá do mercado e de seus competidores. A que melhor direcionar tais mudanças e souber valorizar seus talentos manter-se-á viva. Boa sorte a todas!!!

Milton A G Zen
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O Medíocre e o Meio Ambiente

11/06/09

Vamos discorrer um pouco sobre o que representa o medíocre quanto ao aspecto de defesa da Natureza e do Meio Ambiente.

“O MEDIOCRE NÃO SE EXPÕE E JAMAIS QUESTIONA. NÃO REPRESENTA AMEAÇA E CONVIVE TRANQÜILAMENTE COM QUALQUER SITUAÇÃO OU JOGO DE PODER”.

Realmente, as palavras acima são bem colocadas. Poucas pessoas fazem ou farão uma análise de sua maneira de pensar, chegando à conclusão de que jogam no time dos medíocres.

É importante notar que a palavra medíocre, aqui, não deve ser considerada em sentido pejorativo, mas sim quanto ao seu significado. Medíocre é aquele que ocupa o meio, nele se instalando, não apresentando novidades ou mesmo questionamentos e, portanto, não se expondo.

O medíocre existe em todo lugar, inclusive no Brasil. A sociedade que deseja procurar a vanguarda quanto à defesa do meio ambiente e do mundo animal, precisará dos inovadores, dos lutadores. O mesmo vale para as diversas sociedades ou organizações não governamentais. A inovação e a luta constante fazem parte da evolução. Inovar não significa apenas criar algo que seja de outro mundo, mas também realizar o mais simples ou o mesmo de maneira diferente, desde que com o objetivo de crescer e melhorar continuamente o meio em que vivemos e em que viverão nossos descendentes.

Nossa sociedade passa por um processo evolutivo, mas ainda temos um mercado cada vez mais ávido pelo lucro fácil, onde diversos empreendedores buscam espaço ao sol, visto conviverem em um mercado competitivo. Assim, as chances dessas empresas atingirem adequadamente seu cliente são cada vez menores. É preciso que tenham uma consciência profunda de seus erros e procurem corrigí-los com a maior brevidade possível. Empreendedores necessitam saber ouvir e detectar quais são os anseios do meio social onde pretendem realizar seus investimentos. Precisam saber mudar e respeitar a sociedade e a natureza.

A participação efetiva da sociedade e de seus representantes; sociedades amigos e organizações não governamentais; representará um passo bastante grande. Mas no momento tal praticamente inexiste e a consulta não ocorre e, portanto, o meio ambiente em que vivemos tem sofrido grandes danos. A Mata Atlântica nas cidades litorâneas e próximas ao litoral tem sido severamente destruída. O ciclo da Mãe Natureza vem sendo constantemente quebrado e já estamos sentindo as conseqüências. Mover o “Dinossauro” que muitas vezes são estas empresas não será nada fácil, mas terá que ser feito de forma conjunta e, um dia haverá ainda mais respeito pelo homem e pelo meio ambiente.

Várias técnicas de administração participativa têm sido usadas pelas empresas para melhorar seus fluxos internos, mas precisam ser ampliadas para o meio social onde acontecem seus investimentos. A sociedade está exigindo essa participação, não aceita mais ser ludibriada e tem lutado pelos seus direitos. Para que isso continue a acontecer, deveremos perseverar. Não tenho dúvidas de que seremos ouvidos.

A união de todos, sociedades amigos e organizações não governamentais, juntos nesse processo, é premente. Aqui, que me desculpem os medíocres. Se não se abstiverem de atitudes prejudiciais, com certeza muitos mais sofrerão as conseqüências, estas sim negativas e bastante danosas.

Devemos lembrar que muitos são os que já moram ou pretendem morar definitivamente em nosso Brasil e aqui têm delineado seu futuro familiar. Quanto mais cuidarmos da Mãe Natureza, quanto mais a respeitarmos, quanto mais melhorarmos o nosso Meio Ambiente, mais nosso Brasil será cuidado e respeitado por todos aqueles que vierem nos visitar ou aqui residir. Tudo é uma questão de cultura ambiental.

É claro que poderíamos escrever mais sobre este assunto. Faço votos de que as palavras acima sirvam para reflexão. E para aqueles que estão acostumados à reflexão e não se consideram medíocres, trabalhem multiplicando-as.

Milton A G Zen
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Ecologizar: Uma questão de Livre Arbítrio?

11/06/09

Com o intuito de colaborar para esclarecer alguns aspectos sobre o que significa ecologia para a sobrevivência da raça humana, bem como ampliar o debate sobre temas que interessam ao Brasil , apresento abaixo algumas considerações.

Estamos passando por um processo de maior compreensão de nossos princípios de cidadania, ou seja, questionamos ações que foram tomadas por pessoas que se auto-denominam nossos representantes, por grupos que se dizem defensores da cidade, ou mesmo ainda por outros que dizem defenderem nossos direitos, mas defendem apenas os seus próprios.

Estamos aos poucos atingindo uma maturidade que acabará mais cedo ou mais tarde, definindo melhor o rumo de nosso país. Passaremos a ter verdadeiros representantes, que serão por nós eleitos, e que deverão apresentar resultados que considerem nossas opiniões.

A ecologia em nossa cidade, com certeza será uma delas.

Um processo de mudança, principalmente aquele pelo qual estamos passando está baseado em alguns princípios que podemos assim classificar:

1. Princípio da Atitude

Representa a incorporação do pensar em ecologia, ou seja, nossa mente assimila definitivamente o ideal de ecologia, e o raciocínio sempre se baseia na garantia da vida, seja qual ela for.

Com a finalidade de ampliar essa incorporação do pensar em ecologia, e, portanto, a aceitação do “Pensar Ecologia”, temos visto algumas ações que tem sido desenvolvidas visando aspectos ecológicos. Trabalhos em parceria com profissionais da área, seminários que tem sido realizados em nossa região, diversos artigos em jornais de nossa cidade, procuram através de ações vivenciais, transmitir aos leitores e aos ainda leigos o pensar em ecologia.

Não podemos nos esquecer também de todos aquêles que tem disponibilizado seu tempo para lutar pelos interesses de preservação da mata atlântica, onde estamos inseridos.

Este princípio corresponde ao “Pensar Ecologia”.

2. Princípio Comportamental

O comportamento é a resposta exteriorizada do princípio da atitude, ou seja, representa a ação do homem pautado pela ecologia.

Exemplo simples pode ser dado através da realização dos exames médicos de prevenção pela garantia da saúde.

Muitos não o fazem porque não acreditam que possam trazer resultados e dizem que quem procura acha. Outros o fazem porque imaginam que irão falecer nos próximos dias. Fazem, mas efetivamente não acreditam. Isso significa que só fazem, porque estão sujeitos a sofrer uma pena, ou seja, a morte.

Entretanto, muitos o fazem porque querem ter sobrevida e pensam também nos seus familiares e em suas responsabilidades para com eles.

Isto representa a ação comportamental .

Resultados objetivos estarão sempre baseados fortemente nesse princípio e serão satisfatórios todas as vezes que tivermos uma verdadeira ação em andamento. Muitas entidades têm primado pela utilização desse princípio, visto estarem sofrendo muita pressão da sociedade que a cerca.

Este princípio corresponde ao “Fazer Ecologia”.

3. Princípio Tecnológico

É aqui que devemos procurar dar forma através da ampliação do conhecimento técnico sobre o que significa fazer, e orientar nosso pensamento e ações em ecologia.

Este princípio é desenvolvido através da aprendizagem e conhecimento dos valores e normas de ecologia, sejam elas oriundas de regulamentos ou não.

Temos visto, juízes, promotores de justiça, organizações não governamentais, associações e diversas outras entidades, lutando pela defesa da ecologia. Como cidadãos que somos, devemos sempre buscar ampliar tal conhecimento e colocá-lo à disposição das diversas pessoas que possam colaborar para a defesa do meio ambiente e inclusive divulgá-lo, ampliando a informação para o grande público.

Este princípio corresponde ao “Conhecer Ecologia”.

4. Princípio Integrativo

Aqui deverá ser desenvolvido um sistema que unirá os princípios já descritos, posto que de nada adiantará possuirmos apenas aquele que se baseia no cumprimento de uma norma.

Devemos portanto, ampliar conhecimentos no sentido de integrar os aspectos de “Pensar Ecologia”, com o de “Fazer Ecologia” e o “Conhecer Ecologia”.

Esclarecendo melhor o que já foi apresentado, é interessante comentar, que para aplicar aqueles princípios, utilizamo-nos sempre do princípio do LIVRE ARBÍTRIO, determinante da base principal de toda e qualquer mudança.

Ele representa o direito mais básico do homem, que é o da LIVRE ESCOLHA.

Temos o direito de em função do livre arbítrio, escolher e tomar decisões de acordo com nossos princípios, ou mesmo quando em dúvida, seguir os passos de outrem.

Nem sempre, entretanto, as decisões são tomadas levando-se em consideração todos esses aspectos, e por vezes, escolhemos aquilo que é mais FÁCIL.

Precisamos estar preparados para as conseqüências de nossas ações. A escolha do mais fácil pode não significar que se escolheu o mais adequado e, portanto, o mais seguro para a sobrevivência de nossas espécimes. Cabe aqui lembrar que Brasil como um todo está inserida neste contexto.

Portanto, existirão conseqüências mais, ou menos graves. Como resultado da aplicação inadequada daqueles princípios podemos nos tornar “cegos”. Uma conseqüência grave poderá ser: o fim da raça humana.

Todo processo de mudança deve iniciar por nós mesmos, e não pelo próximo. Acreditando que podemos realizar algo novo, demonstrando bons resultados, outros também darão início ao processo de mudança. Afinal, as crianças crescem olhando as costas dos pais.

Excelentes resultados já foram alcançados ao longo de nossa estória mais recente. Os movimentos sindicais, as diretas já, eleições presidenciais livres, defesa de nossos direitos civis, a luta por uma justiça mais ágil, políticos perdendo seus mandatos, além de muitos outros exemplos.

Determinação e persistência são fundamentais no ser humano que busca participar de um processo de mudança. Obviamente alguns poderão cair ao longo da implantação do processo, mas a semente estará plantada. Outros que em nós acreditaram, darão continuidade, que terminarão por implantar todo o processo, e salvarão ainda muitas vidas.

Somos nós que devemos incorporar, conhecer e fazer ecologia, não devendo comodamente delegá-la a outrem.

Existe uma passagem na Bíblia (Mateus, capítulo 13, versículo 4), intitulada “O Semeador”, que diz: “Um semeador saiu a semear. E, semeando, parte da semente caiu ao longo do caminho; os pássaros vieram e a comeram. Outra parte caiu em solo pedregoso, onde não havia muita terra, e nasceu logo, porque a terra era pouco profunda. Logo, porém, que o sol nasceu, queimou-se por falta de raízes. Outras sementes caíram entre os espinhos: os espinhos cresceram e as sufocaram. Outras, enfim, caíram em terra boa: deram frutos, cem por um, setenta por um, trinta por um. Aquele que tem ouvidos, ouça”.

Nesse processo, até o momento não temos todos os cidadãos brasileiros, comprometidos com a função “Ecologia”, visto que não é essa a área de atuação de todos eles. No entanto, deixo aqui minha sugestão de que devemos nos orientar definitivamente por esse caminho, já que todos os cidadãos devem lutar pela preservação do meio ambiente, de uma forma ecologicamente correta e que possa ser sustentada, permitindo o convívio humano e animal adequado.

Assim nossos objetivos, como cidadãos ecológicos, passam também pela manutenção da vida de nossas famílias e descendentes, colaborando para que as mesmas sejam perenes.

Foi em função desse ponto de vista, que este artigo foi estruturado.

Assim cabe a pergunta. Estamos realmente multiplicando e aplicando adequadamente toda a informação já recebida ao longo de nossa vida humana?

Estamos buscando informações que nos permitam discernir entre aquêles que realmente lutam pelos princípios acima descritos, ou estamos simplesmente delegando sem discutir.

Quanto tempo mais perderemos sem gerar efetivamente multiplicadores do Pensar Ecologia em nosso de Brasil e porque não em toda a nossa região da América do Sul?

Integrar ecologia significa um trabalho de parceria, sendo que os aspectos de excelência de um, possam ser aproveitados pelo outro, e vice-versa. Os diversos segmentos de uma sociedade devem trabalhar de forma conjunta, como uma verdadeira equipe. ONG´s, Associações, Fundações, Entidades Públicas e Privadas dentre outras, devem primar pelo trabalho ético e perene. Devemos nos lembrar que a ética deve prevalecer. Criticas que não sejam construtivas, e que não sejam colocadas abertamente por todos, servem apenas para desagregar, e nada somam ao processo.

Cabe a nós o comprometimento e envolvimento com o processo de mudança. Seremos nós que o realizaremos.

Acreditar que podemos realizar algo, significa também aceitar correr riscos.

Vejam a estória da libélula: nasce no fundo do lago, e quando é chegada a hora, arrisca-se a subir a tona, transformando-se, deixando seu antigo corpo, e assumindo um novo.

Na transformação podemos observar que a libélula passa pelas seguintes situações:

a. Mudança da forma: deixa um corpo fisicamente constituído, assumindo outro;
b. Condição de vida: ao invés de rastejar, passa a voar;
c. Interesses: deixa de gostar do que tem no fundo do lago, e passa a gostar da liberdade do ar;
d. Ambiente: deixa a água, e passa para o ar.

Integrar ecologia significa também passar por estas fases:

a. Mudança da forma: não acreditar em ecologia, para o PENSAR ECOLOGIA;
b. Condição de vida: não salvaguardar adequadamente a vida, para o FAZER ECOLOGIA;
c. Interesses: ignorar aspectos apenas tecnológicos , para o CONHECER ECOLOGIA;
d. Ambiente: deixar de ver aspectos isolados, para vê-los INTEGRAR ECOLOGIA.

Repito sempre: “A pessoa que não corre risco nada faz, nada tem, e nada é. Ela até pode evitar sofrimentos e desilusões, mas nada consegue, nada sente, nada muda, não cresce, não ama e não vive. Acorrentada por suas atitudes, vira escrava, priva-se de sua liberdade. Somente a pessoa que corre riscos é LIVRE.”

Caros cidadãos, a qualquer momento podemos exercer nosso direito de LIVRE ARBÍTRIO.

Um abraço.

Milton A G Zen
magzen@manutencao.net
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Network

22/05/09

Recentemente assisti a uma palestra sobre o tema: Relacionamento profissional como alavancador de novas amizades e de negócios.

Pois bem, a simples troca de cartões de visita entre profissionais, pode representar na realidade um conjunto muito grande de oportunidades. Mencionei em artigos já publicados que tudo que fazemos no ambiente familiar e no profissional depende basicamente de relacionamentos.

Tais relacionamentos são estabelecidos em todos os momentos de nossa vida, primeiro no âmbito familiar, depois no escolar e social, e a seguir no profissional. Porém, o que diferencia estes relacionamentos é como o cultivamos. Para que sejam bem sucedidos, devem ser regados todos os dias. É como um casamento, que para ser duradouro necessita ser incrementado a todo instante. Um casamento de longa duração é cotidianamente regado com palavras de amor, respeito e confiança.

No ambiente profissional, o mesmo deve acontecer. Quando conhecemos um novo colega no trabalho, em um seminário, congresso e até mesmo na universidade, nos tornaremos mais amigos e mais próximos daqueles com quem tivermos mais afinidades. Afinidade é a base de uma comunidade, pois são os objetivos e idéias em comum que fazem com que resultados aconteçam com maior rapidez.

Uma empresa que tem esse aspecto bem claro para todos os seus profissionais, a possibilidade de alcançar bons resultados cresce proporcionalmente a tal conhecimento. Mas como podemos cultivar melhor as novas amizades? Como disse o palestrante, devemos buscar afinidades e para que isso aconteça precisamos conversar e os detalhes que nos chamam atenção devem ser anotados de maneira que possamos nos recordar dessa nova amizade claramente, pois o volume de informação que recebemos todos os dias é muito grande e cresce constantemente.

Tal situação faz com que facilmente esqueçamos os detalhes desta nova amizade. Devemos estar atentos, portanto, a fatos tais como: qual o nome da pessoa, como é chamada normalmente, é casada, qual o nome da esposa (o), tem filhos, moram onde, que língua fala, que empresas trabalhou, que time torce, onde nasceu, já viajou ao exterior, que países conhece, que hobby possui, data de aniversário, ou seja, fatos que lhe são interessantes e que possam mostrar quais são as eventuais afinidades que possam ao longo do tempo ser cultivadas.

Uma boa rede de relacionamentos não visa apenas alavancar negócios, mas também possibilitar parcerias nos diversos ambientes, podendo ser eles em associações profissionais, não governamentais, sociedades de bairro, no condomínio, etc, etc…

Todo e qualquer negócio é realizado pela parceria entre pelo menos duas partes e não apenas pelo simples envolvimento financeiro. Assim, um bom network passa pelas afinidades e respeito ao próximo.

Dessa maneira, no sentido de ampliar e divulgar junto àqueles com que me relaciono e também com a intenção de ampliar esse grupo e com o apoio da Editora QualityMark tive publicados dois livros, um em parceria com o colega Alan Kardec e a ABRAMAN – Associação Brasileira de Manutenção, denominado “Estratégia & Fator Humano” e o outro, de autoria exclusiva, também publicado pela QualityMark, intitulado “Fator Humano na Manutenção”.

Meu rol de relacionamentos gira em torno de associações como a ABRAMAN, o Instituto de Engenharia de São Paulo – IE, do Centro Universitário da FEI, da AEAA Bertioga – Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Bertioga, do IIR – Institute for International Research, do Grupo Informa e mais recentemente do Grupo CBES. Além desses procuro utilizar uma base de dados profissionais localizada no LinkedIn. E você?

Como sempre, deixo agora uma questão ao nosso leitor, o que faz para ampliar e manter sua rede de relacionamentos?

Bom final de semana.

Milton A G Zen
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A Felicidade no Ambiente do Trabalho

20/05/09

Um bom ambiente no trabalho é muito importante para se alcançar metas empresariais. Entretanto, vivemos uma situação constante de mudança, que algumas vezes, deixa de produzir os resultados esperados.

Mudanças ocorrem a todo o momento, e a única coisa que podemos fazer diante delas é controlarmos nossa reação a elas. Um ambiente adequado no trabalho se constrói através da valorização e do respeito ao ser humano. Valorizar o ser humano, passa por uma situação de se desejar bom dia aos seus colaboradores antes de se dedicar integralmente as suas atividades, bem como reconhecer em público as boas qualidades dos funcionários.

Um ambiente feliz se constrói valorizando também as pequenas coisas que acontecem todos os dias. Comemorar sempre todas as vitórias, transformando-as em momentos de descontração e de convivência. Lembrar-se do aniversário de seu colaborador, cumprimentando-o e entregando uma pequena lembrança de felicidades. Exemplificando, uma simples carta de parabéns.

Todo ano, faço questão de comemorar meu aniversário com meus colegas de empresa e com meus familiares. Na empresa, já chegamos a ter a participação nesse momento de congraçamento de cerca de 150 pessoas. Iniciei essa comemoração na empresa em 1995 e desde então a venho repetindo. Muitos perguntam: Porquê gasto meu dinheiro dessa maneira na empresa? Acredito que já virou uma tradição. É um momento de alegria que muitos esperam, e questionam se teremos a reunião de confraternização.

Reuniões mensais com seus colaboradores onde sejam apresentados os resultados alcançados, bem como o que se espera para os próximos meses, são fundamentais para elevar o ânimo do grupo. Alocar no ambiente industrial, em áreas de lazer, mesas de ping-pong, de sinuca, de pebolin, além de mesas apropriadas para xadrez, dominó e truco, e se tiver espaço, redes para dormir nos intervalos de almoço e troca de turno, aumentamos os momentos de integração.

O ser humano merece ter no seu ambiente de trabalho situações semelhantes das que possui no seio familiar. Afinal, desempenha suas atividades na empresa durante 9 a 10 horas por dia. Isso significa que o trabalhador passa mais tempo trabalhando do que com sua família.

Por último gostaria de lembrar que é fundamental o amor entre as pessoas. Porém, amar sem demonstrar, deixa muito a desejar. Assim, diga aos trabalhadores que os ama, que sente orgulho deles e que é um prazer compartilhar com eles o mesmo espaço de trabalho. Mas, diga com o CORAÇÃO!

Milton Zen
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