ARRUMAÇÃO, LIMPEZA E ORDENAÇÃO SÃO BONS HÁBITOS

11/03/10

Todos os empregados têm suas tarefas para fazer. Os 5 S - senso de utilização, ordenação, limpeza, asseio e disciplina - fazem parte de nossas obrigações. Mas o que é isto afinal? “Arrumação, limpeza, ordenação, asseio e disciplina” significa manter as coisas arrumadas e ordenadas, o chão limpo, sem papel, óleo derramado, graxas nas paredes e assim por diante. È aquele empilhamento de material corretamente, máquina de pequeno porte guardadas nos seus devidos lugares, chaves e ferramentas acomodadas nos lugares certos e limpos. A boa arrumação significa ter livre acesso quando numa emergência de primeiros socorros e a equipamentos de combate a incêndio. Significa muitas coisas, mas a definição mais curta é:

“UM LUGAR APROPRIADO PARA CADA COISA E CADA COISA NO SEU DEVIDO LUGAR”.
Todos os empregados podem ajudar no esforço de arrumação, fazendo o seguinte:

 

manter pisos, corredores e áreas de trabalho razoavelmente livre de itens desnecessários, delimitando os locais com faixas, inclusive corredores;

confinar resíduos em locais apropriados;

guardar todos os equipamentos de proteção individual em locais adequados.

Nada indica mais uma área desorganizada, desarrumada e suja do que os copos de papel, restos de lanches espalhados pelo chão, sobre a mesa, em bancadas de trabalho, em passarelas e assim por diante.

O bom resultado da arrumação, ordenação, limpeza, asseio e disciplina, não é obtido por mutirões de limpeza. Ela é o resultado de um esforço diário. Se cada empregado arrumasse pelo menos uma coisa todos os dias, os resultados seriam surpreendentes. A hora de fazer a limpeza é toda hora.

 UMA OFICINA LIMPA É UMA OFICINA SEGURA

Todos nós já ouvimos alguma vez que uma oficina limpa é uma oficina segura. Mas como podemos manter nossa oficina limpa e segura? É só uma questão de um pouco de atenção com a arrumação, com cada um de nós fazendo a sua parte. Uma faxina geral é uma boa idéia. Toda oficina ou mesmo nossa casa precisa de uma faxina geral ocasionalmente. Entretanto, a “arrumação, ordenação, limpeza, asseio e disciplina” é mais que isto. O 5 S significa limpeza e ordem: um lugar para cada coisa e cada coisa em seu lugar. Significa recolher e limpar tudo depois de cada tarefa. Se uma tarefa provocar muita desordem, tente manter a mesma a nível mínimo, tomando um pouco mais de cuidado. Lixo e óleo incendeiam-se facilmente. Um incêndio é ruim para a Empresa e para nós. Sujeira é apenas material fora do lugar. O óleo que derramou no chão tinha papel a cumprir na máquina. O chão é apenas mais uma fonte de risco. Cubra o óleo derramado com material absorvente ou tente coletar quando houver possibilidade de derramamento para seu reaproveitamento.

Com isto você poderá evitar que alguém tenha um tombo. Observe onde você deixa ferramentas ou materiais. Nunca os coloque num chassi de máquina ou numa peça móvel da máquina. Nunca empilhe coisas em cima de armários. Observe os espaços sob as bancadas e escadas, não deixando refugos e entulhos. Mantenha portas e corredores livres de obstrução para serem acessados em caso de emergência. O verdadeiro segredo de uma oficina limpa e segura é nunca deixar para depois o trabalho de limpeza e arrumação, fazendo-o imediatamente enquanto dá pouco trabalho. Vá fazendo a limpeza e a coleta de coisas espalhadas quando concluir uma tarefa ou quando seu turno estiver terminando

Fonte: Internet. Autor desconhecido 

 

 

 

QUASE ACIDENTES SÃO SINAIS DE ALERTA

8/03/10

Muitos acidentes quase acontecem… São aqueles que não provocam ferimentos apenas porque ninguém se encontra numa posição de se machucar.

Provavelmente, se nós tivéssemos conhecimento dos fatos, descobriríamos que existem muito mais acidentes que não causam ferimentos do que aqueles que causam. (leia mais…)

Diálogo Diário de Segurança - D D S

5/03/10

 

 

DDS é uma excelente ferramenta de melhoria de integração do time melhoria da segurança do Trabalho.  (leia mais…)

A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE

4/05/09

Desafio a todos a pensar a respeito da qualidade com que temos de entregar o nosso produto. Qual a razão de prestarmos um serviço de qualidade, seja ele qual for? O prejuízo? O retrabalho que teremos? Por causa do contrato? Não. Eu penso que, antes disso e tudo o mais por uma razão muito simples: POR RESPEITO AO NOSSO CLIENTE.

Quem compra algo, produto, serviço ou mesmo o “trabalho” de um funcionário, espera receber algo de qualidade pelo valor que está pagando. É nossa obrigação com nosso cliente (interno ou externo), fornecer-lhe o melhor possível. Nós, profissionais de Segurança do Trabalho, também temos que olhar nosso produto por este prisma. O que nosso cliente espera? Que acertemos a documentação? Que ele – nosso empregador – não leve nenhuma multa ou autuação? Que ninguém sofra nenhum acidente? Sim, isso e muito mais: Que nos importemos com o que está acontecendo na empresa. Que consigamos conscientizar nossos colegas da importância da prevenção. E que nossas atitudes espelhem a preocupação do empregador na importância da Segurança do Trabalho.

Mas quem é o nosso cliente? O patrão ou empregado? Nenhum dos dois e também os dois! Como? Ora, não é nenhum, pois nós temos que trabalhar muitas vezes contra um ponto de vista do empregador, que diz “que não precisa gastar com isso”, ou do empregado, que “posso fazer já, não precisa de treinamento/EPI/esperar isso ou aquilo”. Mas também os dois, pois nós queremos dar a eles o melhor produto: A SEGURANÇA. E por RESPEITO a eles!

Com relação à qualidade do produto que nós, clientes, recebemos, comento um fato: no final do mês passado tivemos um problema em um dos sites que trabalho. Por falha de energia, a empresa teve um prejuízo de mais de R$100 mil com a queima de equipamentos. E corremos um grave risco de perdermos o prazo de entrega da produção. E agora? Qual o compromisso do meu fornecedor? O que será feito? Serão tomadas providências para que isso não ocorra mais?

Vale a pena trabalharmos bem. Vale a pena termos respeito por nossos clientes. Vale a pena trabalhar com segurança.
Um grande abraço a todos.

Albely Lesnau.

A CULTURA DO “TUDO BEM”

27/04/09

Gostaria de conversar um pouco com vocês esta semana a respeito do que eu chamo de “A cultura do Tudo Bem”. Acontece assim: “Tudo bem, é só para pendurar um negócio”, “Tudo bem, é rapidinho, ele desce (ou sobe, ou sai) já já”, “Tudo bem, é só até a esquina”, e muitas outras frases (na verdade ATITUDES) que falamos frequentemente.

Acontecem quando temos um trabalhinho rápido, uma saidinha ligeira, em geral a desculpa é que o negócio envolve pouco tempo e não é tão perigoso assim… ou pior, quando não fica bem usar um EPI.

Usar cinto de segurança só para ir ali no mercado? Colocar o cinto, talabarte, capacete, etc. etc. só para subir na escada instalar algo?

E na mídia, então? Alguns acontecimentos recentes:

Repórter esportivo de uma grande rede de televisão mostrando o trajeto de um circuito de corrida… sem cinto de segurança. Não adiantou nada a colega defendê-lo depois, dizendo que era só para a reportagem…

Propaganda da reforma de um teatro, com os “bailarinos” vestidos de operários e tudo… com capacete fazendo poses de balé em um andaime – diversos deles – claro que sem cinto…

Escrevam para mim que eu conto os detalhes…

Fui visitar certa vez uma fábrica de automóveis, e precisava encontrar uma pessoa lá (por sinal um Técnico de Segurança do Trabalho), mas não pude entrar na área… falta de EPI? Claro: um guarda-pó de mangas compridas. Óculos, botinas, bem barbeado, mas… de manga curta! Fico esperando na porta!

Admiro muito as empresas que fazem valer realmente as políticas de segurança. Em minha opinião, são aquelas que, mesmo nos detalhes, fazem valer seus princípios. Quem nos dera que todas (e todos os profissionais também!) fossem assim.

Gosto muito da frase que encerra este post, pois ela ilustra muito bem a nossa responsabilidade frente aos nossos colegas. Somos todos responsáveis pela nossa própria segurança e da equipe, independente do posto ou posição que ocupamos nela.

Vamos aproveitar o 1º de maio e pensarmos não somente no nosso trabalho, mas de todos aqueles que nos cercam também!

E lembrem-se: Não mande alguém fazer algo que não teria coragem de mandar seu próprio filho fazê-lo.

Grande abraço a todos!

Albely Lesnau.

A IMPORTÂNCIA DO SPDA NAS EMPRESAS

2/04/09

Esta semana estou de “carona” em uma notícia aqui do site mesmo (http://www.manutencao.net/v3/Noticias/Eletrica/mortes-por-descargas-eletricas-sobem-60-no-pais), que fala a respeito de descargas atmosféricas. A notícia nos informa que no ano de 2008, 75 pessoas morreram por efeito deste fenômeno natural. Isto me fez lembrar que um item muito importante nas instalações, e também muito negligenciado, é o SPDA (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas). (leia mais…)

Início de TUDO

27/03/09

A convite do Manutenção.net, aceitei este desafio: estar escrevendo um blog semanal a respeito de Segurança do Trabalho envolvendo a manutenção! Este é um desafio fácil, mas complicado. Explico: é complicado pois estar envolvido com um blog exige uma disciplina em estar “antenado” naquilo que está acontecendo ao nosso redor, para não perder oportunidades de comentar algo realmente interessante. Disciplina de, toda semana, trazer aos leitores (quem lê blog é leitor também, não?) algo que realmente valha a pena ler, algo que valha a pena investir, mesmo que por poucos minutos, em saber a opinião deste pequeno profissional. O desafio de trazer algo que algum leitor sinta-se com vontade (e à vontade!) de compartilhar também, respondendo-nos, enviando seus comentários. Afinal, o blog é como um chat, só que não em tempo real…

A parte fácil é comentar os erros, problemas, soluções e aspectos técnicos de nossas profissões. Afinal, somos ensinados, treinados, e até mesmo doutrinados para isso. Não quero, porém, ficar aqui criticando atitudes, empresas e muito menos colegas, mas trazer-nos aspectos para compartilharmos aqui experiências e, se possível, resultados positivos. Afinal de contas, é isso que buscamos, não é mesmo? RESULTADOS!

Coloco-me desde já à disposição dos colegas que desejem sugerir assuntos para levantarmos por aqui, para juntos conhecermos as opiniões de cada um, e, se possível, encontrarmos idéias e soluções para situações profissionais que enfrentamos.

E por falarmos em opiniões, você já pensou em usar aquela velha rotina de “propósitos de Ano Novo” também com relação à Segurança do Trabalho? “Ano Novo?”, você deve estar pensando, “até o carnaval já passou! O ano já começou duas vezes!”. É verdade. Mas aposto que você ainda não se comprometeu consigo mesmo com relação à sua segurança. Que tal agora fazer um pacto em não tomar nenhuma atitude insegura este ano? Capacete, óculos, protetores, botinas, LIMITE DE VELOCIDADE NO TRÂNSITO, etc. E à nossa equipe? Podemos nos comprometer com ela? Não exigir (e não tolerar!) de nenhum deles uma atitude insegura?

Há alguns anos prometi a mim mesmo que não seria multado no trânsito por algo que tenha feito errado. Antes da Páscoa já tinha recebido uma multa por excesso de velocidade. As razões, por mim justificáveis, não veem ao caso, pois a multa existiu. E se fosse algo maior que uma multa? Um acidente? Um acidente com alguém da equipe? E se eu prometesse isso a mim mesmo com relação ao meu trabalho? E à equipe, claro! E se abrisse mão disso em algum momento? Qual seria o resultado? Uma multa pesa somente no bolso, mas um acidente de trabalho…

Agora, ficamos à espera de seus comentários! Até a próxima semana! E lembre-se: “Segurança é todo dia!”

Um grande abraço.