Em post anterior, aqui neste mesmo Blog, o nosso amigo Genivaldo Ramos fez a seguinte pergunta: Custo da manutenção em torno de 4% do faturamento (dados da ABRAMAN) e o custo de manutenção ao redor de de 2% da depreciação do valor dos ativos (artigo do prof. Tavares). Estes valores são equivalentes?A resposta é: não. São complementares.
Ambos indicadores devem ser acompanhados e são balizadores estratégicos. São ótimos para fazer benchmarking e cada um cumpre seu papel no apoio a tomada de decisão.
O faturamento caiu? O custo de manutenção deve cair também. E a meta de custo estabelecida antes do início do exercício fiscal ou período de produção, deve ser mantida. Em valores absolutos, cai o custo, em valores relativos permanece o índice ajustado. Assim deve ser.
E custo da manutenção em relação a reposição do ativo? Por ser um balizador de longo prazo, só a série histórica adequada vai servir para algo. E, novamente, o índice não deve mudar com o sabor das ondas, marolas e tsunamis.
Abraços
Paulo Walter
Workshop MPM – Melhores Práticas de Manutenção – Indicadores do Brasil, que será realizado em Joinville, nos dias 30 e 31 deste mes de Março, em Joinville – SC, em paralelo com a Feira Manutenção 2009.



Acredito que a gestão adequada dos custos tem dado competitividade a muitas empresas que buscam as melhores técnicas, porém a grande falha das organizações na mimha opinião está na falta de envolvimento da base e este assunto ou porque o líder é centralizador ou porque a a cultura de empresariamento não faz parte do dia-a-dia das pessoas.