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	<title>Prof. Lourival Tavares</title>
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		<title>A manutenção na cadeia do processo produtivo ou de serviços</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2007 02:28:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana passada dei uma entrevista para o Portal manutencao.net, que deve ser publicada na nova seção de vídeos, que estréia também na semana que vem, junto com o novo layout que o manutencao.net terá. Na entrevista respondo a várias perguntas feitas por profissionais da área, sobre vários assuntos. Mas um assunto teve destaque e foi alvo de várias questões, sempre girando em torno do tema: Qual o nosso papel? Qual a missão da manutenção neste inicio de século? Adianto aqui uma parte do que respondi, até porque o tema é mesmo importante e está na cabeça de todos nós. A verdade é que no novo contexto organizacional a manutenção deve evoluir para contribuir, nos processos produtivos e de serviços com a Redução de Custos, a Garantia da Qualidade (através da confiabilidade e produtividade dos equipamentos) e Atendimento de Prazos (através da disponibilidade dos equipamentos). Os profissionais de manutenção passaram a ser mais exigidos no atendimento adequado a seus clientes, ou seja, os equipamentos, obras ou instalações e, ficou claro que as tarefas que desempenham, resultam em impactos diretos ou indiretos no produto ou serviços que a empresa oferece a seus clientes. A organização corporativa é vista hoje como uma <a href="http://manutencao.net/blogs/lourival/2007/04/23/a-manuteno-na-cadeia-do-processo-produtivo-ou-de-servios/#more-'" class="more-link">more &#187;</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada dei uma entrevista para o Portal manutencao.net, que deve ser publicada na nova seção de vídeos, que estréia também na semana que vem, junto com o novo layout que o manutencao.net terá.<br />
Na entrevista respondo a várias perguntas feitas por profissionais da área, sobre vários assuntos.</p>
<p>Mas um assunto teve destaque e foi alvo de várias questões, sempre girando em torno do tema: Qual o nosso papel? Qual a missão da manutenção neste inicio de século?</p>
<p>Adianto aqui uma parte do que respondi, até porque o tema é mesmo importante e está na cabeça de todos nós.</p>
<p>A verdade é que no novo contexto organizacional a manutenção deve evoluir para contribuir, nos processos produtivos e de serviços com a Redução de Custos, a Garantia da Qualidade (através da confiabilidade e produtividade dos equipamentos) e Atendimento de Prazos (através da disponibilidade dos equipamentos).</p>
<p>Os profissionais de manutenção passaram a ser mais exigidos no atendimento adequado a seus clientes, ou seja, os equipamentos, obras ou instalações e, ficou claro que as tarefas que desempenham, resultam em impactos diretos ou indiretos no produto ou serviços que a empresa oferece a seus clientes. A organização corporativa é vista hoje como uma cadeia com vários elos onde, certamente, a manutenção é um dos mais importantes nos resultados da empresa.</p>
<p>Pôr outro lado a manutenção também tem seus fornecedores, ou seja, os contratados que executam algumas de suas tarefas, a área de material que aprovisiona os sobressalentes e material de uso comum, a área de compras que adquire materiais e novos equipamentos etc. e todos são importantes para que o cliente final da empresa se sinta bem atendido.</p>
<p><img src="http://manutencao.net/images/blogs/lourival/img02.jpg" alt="Manutenção" /></p>
<p>O que tantas vezes passou despercebida para os executivos no passado, hoje esta bem óbvia. Má manutenção e confiabilidade significam lucros reduzidos, mais custos de mão de obra e estoques, clientes insatisfeitos e produtos de má qualidade. Para as empresas, o custo pode ficar nas dezenas ou até centenas de milhões de dólares. Só a quantidade de oportunidades é de estarrecer, porém há inúmeros exemplos que mostram isto.</p>
<p>Está se tornando cada vez mais aceito pelas empresas, grupos de consultoria e organizações profissionais, que para o bom desempenho da produção em termos mundiais, o gasto em manutenção deve estar ao redor de 2% ou menos do valor da depreciação do ativo, de acordo com o artigo “Maintenance as a Corpotate Strategy” escrito por Andrew P. Ginder e divulgado por AIPE Facilities (jan/fev 1996).</p>
<p>Exemplificando: Se os ativos de uma planta somam o valor de $600 milhões, e esta planta tem um gasto da ordem de $140 mil por mês, seu resultado esta adequado?</p>
<p>Se considerarmos como valor de depreciação 10% do imobilizado, por ano, a resposta seria NÃO, como indicamos no cálculo seguinte:</p>
<p>600.000.000 x 10% = 60.000.000<br />
60.000.000 x 2% = 1.200.000<br />
1.200.000 / 12 (meses) = 100.000</p>
<p>Portanto, a expectativa máxima para o gasto seria de $100 mil mensais e assim nossa empresa estaria gastando 40% acima do adequado, o que poderia estar afetando seu resultado de forma significativa.</p>
<p>Ainda esta semana vou dar continuidade ao assunto.</p>
<p>Vou me recuperar do fato de que fiquei 3 semanas sem atualizar o Blog por motivo de viagem a trabalho.</p>
<p>Abraços</p>
<p><strong>Lourival Augusto Tavares</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Auditorias na manutenção</title>
		<link>http://manutencao.net/blogs/lourival/2007/03/26/auditorias-na-manuteno/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2007 22:14:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem é do ramo sabe. Parece pura perda de tempo. Aparentemente nada se produz ou melhora. A turma reclama e exclama: vem aí mais uma auditoria. É fato. Os gerentes de manutenção estão recebendo, cada vez mais, maiores respon-sabilidades e, em muitos casos, com uma estrutura menor devido à redução de gastos, que convive constantemente o departamento de manutenção. As novas realidades que está vivendo a empresa, onde, em cada dia, há maior exigência de diminuição de gastos, de pessoal, de terceirização, de melhoria do clima profissional em todas as áreas, de melhorar os índices de confiabilidade na organização em que trabalha, em ter a consciência de que o departamento de manutenção presta seus serviços às áreas de operação, em ter desenvolvida a consciência quanto a suas responsabilidades na preservação do meio ambiente, a atenção às condições inseguras de trabalho, a economia de energia &#8230; Tudo isto está fazendo com que o pessoal que trabalha na manutenção esteja não só em dia com os conhecimentos que envolvem as novas tecnologias, mas também conhecer com precisão, os índices que mostram suas fortalezas e suas debilidades. Questão de sobrevivencia. Toda esta informação permitirá indicar aquelas áreas onde se deve fazer investimento de <a href="http://manutencao.net/blogs/lourival/2007/03/26/auditorias-na-manuteno/#more-'" class="more-link">more &#187;</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem é do ramo sabe.</p>
<p>Parece pura perda de tempo. Aparentemente nada se produz ou melhora.</p>
<p>A turma reclama e exclama: vem aí mais uma auditoria.</p>
<p>É fato.</p>
<p>Os gerentes de manutenção estão recebendo, cada vez mais, maiores respon-sabilidades e, em muitos casos, com uma estrutura menor devido à redução de gastos, que convive constantemente o departamento de manutenção.</p>
<p>As novas realidades que está vivendo a empresa, onde, em cada dia, há maior exigência de diminuição de gastos, de pessoal, de terceirização, de melhoria do clima profissional em todas as áreas, de melhorar os índices de confiabilidade na organização em que trabalha, em ter a consciência de que o departamento de manutenção presta seus serviços às áreas de operação, em ter desenvolvida a consciência quanto a suas responsabilidades na preservação do meio ambiente, a atenção às condições inseguras de trabalho, a economia de energia &#8230;</p>
<p>Tudo isto está fazendo com que o pessoal que trabalha na manutenção esteja não só em dia com os conhecimentos que envolvem as novas tecnologias, mas também conhecer com precisão, os índices que mostram suas fortalezas e suas debilidades. Questão de sobrevivencia.</p>
<p>Toda esta informação permitirá indicar aquelas áreas onde se deve fazer investimento de tempo e dinheiro, necessários para torná-las rentáveis, não só elas mesmas como em toda a companhia.</p>
<p>É onde o processo de auditoria se torna cada vez mais importante de realizar, em princípio de forma mais freqüente (uma vez a cada seis meses) e, na medida em que se tenha a informação e o domínio do conhecimento gerado em relação às fortalezas e debilidades, pode ser aplicado de forma mais espaçada (uma vez por ano ou uma vez a cada dois anos).</p>
<p>Por sua vez, as técnicas de auditorias estão se desenvolvendo. Se no passado conhecíamos e aplicávamos quatro técnicas (Radar, Questionários, Base de dados e Indicadores), hoje em dia já se conta com mais quatro técnicas que foram propostas por consultores de renome mundial ou por grandes empresas que atuam neste mercado especializado.</p>
<p>Para aplicar as técnicas de Auditoria é recomendável a constituição de um “Comitê Corporativo de Auditoria” composto, preferencialmente, pelos chefes dos diversos órgãos que estão direta ou indiretamente associados com a área sob análise.</p>
<p>Embora em nosso blog o foco seja a função “manutenção”, tudo que aqui se indica poderá ser aplicado a qualquer órgão da empresa ou a um conjunto de órgãos específicos.</p>
<p>O Comitê Corporativo deve ser assessorado por um especialista que apresentará sugestões quanto a parâmetros a avaliar, identificará pontos que necessitam melhorias, proporá perguntas para orientação das entrevistas e auxiliará na avaliação dos resultados obtidos.</p>
<p>A importância em utilizar um especialista se deve a suposição de que ele se mantém atualizado não só com as novas metodologias de auditorias utilizadas no mercado, mas também poderá transferi seu conhecimento acumulado e as soluções utilizadas nas diferentes empresas em que constantemente está aplicando a citada metodologia.</p>
<p>As informações definidas pela auditoria permitirão “priorizar” os investimentos e colocar maiores esforços naquelas áreas que representam as melhores oportu-nidades de negócio.</p>
<p>Vamos voltar a este assunto em breve</p>
<p>É isso aí. Auditoria. Faz parte.<br />
Me mande seus comentários.<br />
Boa semana.</p>
<p><strong>Lourival Augusto Tavares</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>As pessoas, sempre as pessoas</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Mar 2007 23:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana passada, realizei com sucesso, mais um curso de PCM. Foi em São Bento do Sul, Santa Catarina. Por 3 consecutivos dias tive em sala de aula 40 profissionais de empresas da região. Muitos podem achar que, para mim, tenha sido apenas mais uma turma de um curso que já tem mais de 30 anos de estrada, realizado e conhecido em todos os países da América Latina e aplicado em praticamente todos os estados brasileiros. Ledo engano. Não foi “apenas” mais uma turma, por motivos gerais e específicos: - Em primeiro lugar é bom lembrar que cada turma é especial por que as pessoas são diferentes, o local é diferente, o clima e a expectativa são diferentes. Portanto, os resultados são diferentes; - Este foi o primeiro curso realizado sob a chancela do manutencao.net. E pelo sucesso, tem tudo para ser o primeiro de uma longa série. Até porque o Portal www.manutencao.net já tem alcance internacional; - Pude apresentar algumas novidades de pesquisas recentes e interagir com os alunos, com novos “feed-backs”. Pois quem não se renova, envelhece. E a atualidade é o ponto chave do que apresento em sala de aula; Num clima de muita colaboratividade entre todos <a href="http://manutencao.net/blogs/lourival/2007/03/18/as-pessoas-sempre-as-pessoas/#more-'" class="more-link">more &#187;</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada, realizei com sucesso, mais um curso de PCM.</p>
<p>Foi em São Bento do Sul, Santa Catarina.</p>
<p>Por 3 consecutivos dias tive em sala de aula 40 profissionais de empresas da região.</p>
<p>Muitos podem achar que, para mim, tenha sido apenas mais uma turma de um curso que já tem mais de 30 anos de estrada, realizado e conhecido em todos os países da América Latina e aplicado em praticamente todos os estados brasileiros.</p>
<p>Ledo engano.</p>
<p>Não foi “apenas” mais uma turma, por motivos gerais e específicos:<br />
- Em primeiro lugar é bom lembrar que cada turma é especial por que as pessoas são diferentes, o local é diferente, o clima e a expectativa são diferentes. Portanto, os resultados são diferentes;<br />
- Este foi o primeiro curso realizado sob a chancela do manutencao.net. E pelo sucesso, tem tudo para ser o primeiro de uma longa série. Até porque o Portal <a href="http://www.manutencao.net">www.manutencao.net </a>já tem alcance internacional;<br />
- Pude apresentar algumas novidades de pesquisas recentes e interagir com os alunos, com novos “feed-backs”. Pois quem não se renova, envelhece. E a atualidade é o ponto chave do que apresento em sala de aula;</p>
<p>Num clima de muita colaboratividade entre todos os participantes e realizadores, fiquei de voltar no mês de Abril, para mais uma turma de PCM (muita gente interessada que ficou de fora) e para o curso de IDM – Índices de Manutenção.</p>
<p>Tudo correu muito bem e, acredito, com muito proveito para as empresas que fizeram o investimento em qualificação de seu pessoal. Pois são as pessoas que fazem e continuarão fazendo sempre a DIFERENÇA.</p>
<p>E aqui vai um registro particular para a turma de São Bento do Sul.<br />
Fui tomado pela emoção, ao receber de profissionais gabaritados, com larga experiência em condução de equipes, com histórico altamente positivo em suas trajetórias pessoais, um reconhecimento de público pelo qual não esperava.<br />
Acho que este tipo de manifestação livre, vinda de quem faz a coisa realmente acontecer no dia a dia, que realiza em campo o que para muitos seria apenas teoria, é o grande diploma que me orgulha estampar em meu curriculum.<br />
Na verdade também aprendi muito com eles e o fato é que iniciei com um grupo de alunos e terminei com um grupo de amigos.</p>
<p>Não quero ser repetitivo, mas da mesma forma como as dezenas de e.mails e comentários ao meu Blog, oportunidades “ao vivo” como esta com as pessoas, me fazem crer que só se pode ensinar quando estamos abertos a aprender. E valorizar.</p>
<p>Porque a tecnologia de nada nos serve se não nos servirmos dela para servir as pessoas.</p>
<p>Abraços e uma excelente semana para você</p>
<p><strong>Lourival Augusto Tavares</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Utilização adequada dos índices de manutenção</title>
		<link>http://manutencao.net/blogs/lourival/2007/03/11/utilizao-adequada-dos-ndices-de-manuteno/</link>
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		<pubDate>Sun, 11 Mar 2007 23:31:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>

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		<description><![CDATA[O trabalho de Professor e Consultor nos leva a muitos lugares e rapidamente. E levando em conta os meses de Fevereiro e Março, este será um ano muito a-gitado. Do México direto para a Bolívia e de lá para o Rio de Janeiro, para a aula inau-gural do ENGEMAN da UFRJ. E esta semana temos um curso de PCM em São Bento do Sul, Santa Catarina. É animador ver como, em apenas duas semanas de divulgação, se junta em sa-la de aula um número expressivo de boas empresas e dedicados profissionais, para um trabalho de aprendizado e troca de experiências, visando dar um &#8220;up-grade&#8221; na performance das atividades de manutenção em suas empresas. Tudo porque, debaixo de um cenário de extrema competição, queremos melho-rar o que as vezes já parece bom. O grande comunicador da televisão Chacrinha já dizia que &#8220;quem não se comu-nica, se trumbica&#8221;. Em manutenção quem não controla, mais dia menos dia, se enrola. É preciso saber como as coisas estão e, principalmente, para onde vão. Daí a importância dos índices e conseqüentes indicadores. Utilização adequada dos índices de manutenção Para um bom gerenciamento é necessário conhecer seus valores. Assim, em manutenção é necessário conhecer definir, implementar, <a href="http://manutencao.net/blogs/lourival/2007/03/11/utilizao-adequada-dos-ndices-de-manuteno/#more-'" class="more-link">more &#187;</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O trabalho de Professor e Consultor nos leva a muitos lugares e rapidamente.</p>
<p>E levando em conta os meses de Fevereiro e Março, este será um ano muito a-gitado.</p>
<p>Do México direto para a Bolívia e de lá para o Rio de Janeiro, para a aula inau-gural do ENGEMAN da UFRJ.</p>
<p>E esta semana temos um curso de PCM em São Bento do Sul, Santa Catarina.</p>
<p>É animador ver como, em apenas duas semanas de divulgação, se junta em sa-la de aula um número expressivo de boas empresas e dedicados profissionais, para um trabalho de aprendizado e troca de experiências, visando dar um &#8220;up-grade&#8221; na performance das atividades de manutenção em suas empresas.</p>
<p>Tudo porque, debaixo de um cenário de extrema competição, queremos melho-rar o que as vezes já parece bom.<br />
O grande comunicador da televisão Chacrinha já dizia que &#8220;quem não se comu-nica, se trumbica&#8221;.</p>
<p>Em manutenção quem não controla, mais dia menos dia, se enrola.</p>
<p>É preciso saber como as coisas estão e, principalmente, para onde vão.</p>
<p>Daí a importância dos índices e conseqüentes indicadores.</p>
<p><strong>Utilização adequada dos índices de manutenção</strong></p>
<p>Para um bom gerenciamento é necessário conhecer seus valores.</p>
<p>Assim, em manutenção é necessário conhecer definir, implementar, avaliar e re-agir sobre uma quantidade de indicadores que sejam úteis para a tomada de de-cisão em função da situação da empresa no mercado, podendo ser definidas as seguintes condições:</p>
<p>1) Equipamentos fundamentais em uma empresa competitiva;</p>
<p>2) Equipamentos secundários em uma empresa competitiva;</p>
<p>3) Equipamentos fundamentais em una empresa que detém monopólio;</p>
<p>4) Equipamentos secundários em uma empresa que detém monopólio.</p>
<p>Dentro dos mais de cinqüenta índices utilizados em manutenção, alguns se des-tacam pela possibilidade de aplicação de seus resultados na melhoria do pro-cesso, na redução de custos, no aumento da qualidade, na preservação do meio ambiente e na otimização dos serviços.</p>
<p>Destacamos, a seguir, alguns destes índices:</p>
<p><img src="http://manutencao.net/images/blogs/lourival/tbl02.gif" alt="Índices" /></p>
<p>Esses índices são conhecidos como “Classe Mundial” por sua aplicabilidade i-mediata e utilidade para todos os níveis gerenciais.</p>
<p>Entretanto o levantamento e cálculo dos índices deve estar sendo efetuado so-bre uma base de dados confiável e consolidada, isto é, que as informações não estejam sendo manipuladas, sejam consistentes, sejam completas e que os va-lores já estejam sendo coletados a, pelo menos um ano, para garantir a análise das tendências.</p>
<p>Os resultados devem ser apresentados em tabelas, individualizando os equipa-mentos (ou sistemas operacionais) que justifiquem, por suas importâncias no processo ou serviço, o investimento de análise e acompanhamento de seus re-sultados.</p>
<p>Além disso devem estar acompanhados por gráficos para auxiliar a visualização das tendências e facilitar a comparação entre eles e entre referenciais e, em conseqüência permitir a definição das ações pertinentes.</p>
<p>Ficamos por aqui. Na semana que vem o assunto é auditoria. Se você tem al-gum tema ou necessidade específica, escreva-nos.</p>
<p>Abraços e excelente semana para todos nós.</p>
<p><strong>LOURIVAL AUGUSTO TAVARES</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ciclo de vida</title>
		<link>http://manutencao.net/blogs/lourival/2007/03/04/ciclo-de-vida/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 Mar 2007 18:42:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>

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		<description><![CDATA[Tudo na natureza tem um inicio, um meio e um fim. Em nosso trabalho também é assim. O que ontem era analógico, hoje só funciona se for digital. Porque funcionar significa dar conta das exigências. E as exigências mudam todos os dias. Mudanças na tecnologia, na legislação, na competitividade, no gosto do público, no consumo de energia ou na própria matriz energética, ou mesmo na forma como os processos acontecem. E assim se sucedem os ciclos. E nós da Manutenção temos que respeitar e estar atentos a isto. Ciclo de vida dos ativos Para que a manutenção possa cumprir com suas novas responsabilidades, deverá participar de todo o ciclo de vida dos ativos, de acordo com a figura seguinte apresentada por Carlos Pallotti no 12º Congresso Chileno de Manutenção (2001). dos ativos&#8221; title=&#8221;Ciclo de vida dos ativos&#8221; /&#62; Aquisição As decisões nas compras têm, hoje em dia, um profundo impacto no potencial de crescimento e rentabilidade da companhia que pensa no futuro. Por tanto a manutenção poderá apoiar estas decisões através de: Informação para tomar as melhores decisões: Buscar informações relativas ao projetista e ao fabricante do equipamento em termos de qualidade, assistência técnica, facilidade de obtenção de sobressalentes e <a href="http://manutencao.net/blogs/lourival/2007/03/04/ciclo-de-vida/#more-'" class="more-link">more &#187;</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo na natureza tem um inicio, um meio e um fim. Em nosso trabalho também é assim. O que ontem era analógico, hoje só funciona se for digital. Porque funcionar significa dar conta das exigências.</p>
<p>E as exigências mudam todos os dias. Mudanças na tecnologia, na legislação, na competitividade, no gosto do público, no consumo de energia ou na própria matriz energética, ou mesmo na forma como os processos acontecem.</p>
<p>E assim se sucedem os ciclos. E nós da Manutenção temos que respeitar e estar atentos a isto.</p>
<p><strong>Ciclo de vida dos ativos</strong></p>
<p>Para que a manutenção possa cumprir com suas novas responsabilidades, deverá participar de todo o ciclo de vida dos ativos, de acordo com a figura seguinte apresentada por Carlos Pallotti no 12º Congresso Chileno de Manutenção (2001).</p>
<p><img src="http://manutencao.net/images/blogs/lourival/img01.gif" alt="" /><br />
dos ativos&#8221; title=&#8221;Ciclo de vida dos ativos&#8221; /&gt;</p>
<p><strong>Aquisição</strong></p>
<p>As decisões nas compras têm, hoje em dia, um profundo impacto no potencial de crescimento e rentabilidade da companhia que pensa no futuro. Por tanto a manutenção poderá apoiar estas decisões através de:</p>
<p><strong>Informação para tomar as melhores decisões:</strong></p>
<p>Buscar informações relativas ao projetista e ao fabricante do equipamento em termos de qualidade, assistência técnica, facilidade de obtenção de sobressalentes e atualização tecnológica.</p>
<p>Estas informações podem ser obtidas em outras empresas que utilizam equipamentos similares.</p>
<p><strong>Analisar a existência e/ou conveniência de duplicação (redundância)</strong></p>
<p>A importância do equipamento no sistema onde atuará e a demanda de sua disponibilidade poderão indicar a conveniência de sua duplicação ou de alguma de suas partes, de forma a aumentar a confiabilidade do processo.</p>
<p><strong>Colocar em foco as decisões estratégicas</strong></p>
<p>As compras deverão estar baseadas na avaliação do tempo de operação; consumo de energia, facilidade de manutenção, estoque de sobressalentes, ferramentas especiais, capacitação do pessoal e valor residual.</p>
<p><strong>Acompanhamento</strong></p>
<p>Identificar as tendências, pelo acompanhamento dos ativos, permite às companhias aumentar a eficiência operacional e proporcionar as ferramentas para reduzir custos.</p>
<p><strong>Localização e uso dos ativos</strong></p>
<p>Começar a formação do Banco de Dados, pela identificação dos itens que serão alvo do controle, indicando sua localização, finalidade, áreas de atuação, função, referências, datas, custos, materiais associados e variáveis mensuráveis.</p>
<p><strong>Conformidade das auditorias</strong></p>
<p>Com recursos cada vez mais escassos e exigências de melhor nível de qualidade e prazos, os métodos de planejamento e controle estão sendo aperfeiçoados e automatizados, garantindo a obtenção dos requisitos exigidos pelo processo.</p>
<p><strong>Garantia de informação histórica</strong></p>
<p>Implementar mecanismos, simples e padronizados de coleta e registro de intervenção nos equipamentos, tanto de ocorrências, quanto de tempos, recursos e custos.</p>
<p><strong>Gestão</strong></p>
<p>Perde-se parte dos ganhos de capital quando não se obtém o nível mais alto possível do uso produtivo do ativo.</p>
<p><strong>Manutenção Preventiva e Preditiva</strong></p>
<p>Já está comprovado que a manutenção preventiva sistemática é anti-econômica e deve ser substituída pela manutenção por estado, particularmente a preditiva.</p>
<p>Por outro lado, as inspeções e medições devem ser cumpridas com rigorosidade e eficiência, sendo seus resultados registrados e processados para definir o momento mais adequado para a preditiva.</p>
<p><strong>Produtividade humana</strong></p>
<p>A produtividade é definida como o tempo em que o profissional está desenvolvendo atividades para as quais foi contratado.</p>
<p>Em manutenção é comum encontrar estes valores inferiores a 50% e a identificação da improdutividade associada a uma análise de tempos e movimentos pode melhorar esses valores.</p>
<p><strong>Sobressalentes e Abastecimento</strong></p>
<p>A avaliação dos estoques desnecessários, assim como as peças de equipamentos que já foram substituídos pode ser um fator de geração de grande economia. Entretanto, os sobressalentes estratégicos devem ser ampliados para evitar perda de produtividade.</p>
<p><strong>TPM / RCM / BCM (Manutenção Produtiva Total / Manutenção Centrada na Confiabilidade / Manutenção Centrada no Negócio)</strong></p>
<p>A eleição da melhor metodologia, tanto sob o aspecto de oportunidade quanto de adequabilidade às condições da empresa, pode ser responsável pelo sucesso ou fracasso do processo de gestão.</p>
<p><strong>Venda (Valor Residual)</strong></p>
<p>A informação exata e confiável de um ativo tem um impacto significativo no valor recebido, por este ativo, em sua revenda.</p>
<p><strong>“Vender”, não descartar.</strong></p>
<p>O conhecimento do valor residual de um equipamento e sua conservação podem definir o melhor momento para sua substituição ou reforma.</p>
<p><strong>Valores residuais</strong></p>
<p>Este, também, pode der um parâmetro de definição do momento adequado de reposição de um ativo.</p>
<p>A avaliação do valor residual pode ser feita tanto para a venda como para o custeio de sua desmobilização.</p>
<p><strong>Retornar dinheiro para a operação</strong></p>
<p>Um equipamento bem mantido apóia, com sua venda, o custo de reposição e/ou desenvolvimento de novas tecnologias para o processo.</p>
<p>E de ciclo em ciclo, vamos evoluindo. Ou não? Para sabermos é preciso ter índices, e deles gerarmos os indicadores. Porque o que importa, na verdade, são as tendências.</p>
<p>E este é o assunto de nosso post da semana que vem.</p>
<p>Até lá.</p>
<p>LOURIVAL AUGUSTO TAVARES</p>
<p>PS: Deixe seu comentário ou entre em contato pelo e.mail <a href="mailto:map@manutencao.net">map@manutencao.net</a></p>
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		<title>Mudanças</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Feb 2007 14:20:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>

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		<description><![CDATA[O Carnaval se foi e agora o ano pode, enfim, começar. Para o pessoal da Manutenção não é bem assim. 2007 está terminando seu segundo mês e mais de 16% do orçamento anual já se foi. Custos. Palavra chave. Mudança. Outra palavra chave importantíssima em nosso dia a dia. O que mudou e continua a mudar na composição dos custos de produção? Tradicionalmente, o custo de mão de obra sempre teve participação relevante na composição dos custos de produção. Entretanto, com a modernização e automação dos processos, o trabalho manual passou a ser substituído pelas máquinas e robôs. Assim, o custo direto de mão de obra foi, em grande parte, substituído pelos custos indiretos de depreciação e manutenção como se observa no quadro abaixo, de acordo com o livro “Gestão Estratégica de Custos” (2001) de José Hernandez, Luis Martins y Rogério Guedes. Para alcançar a excelência operacional (qualidade, custos competitivos e capacidade de entrega dos produtos nos prazos adequados), diminuir as perdas que se apresentam em toda a operação e, paralelamente, melhorar a capacidade de gestão de todo o pessoal envolvido na produção (seja de operação ou de manutenção) deve ser buscada a integração completa de toda a equipe. Esta <a href="http://manutencao.net/blogs/lourival/2007/02/26/mudanas/#more-'" class="more-link">more &#187;</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Carnaval se foi e agora o ano pode, enfim, começar.</p>
<p>Para o pessoal da Manutenção não é bem assim. 2007 está terminando seu segundo mês e mais de 16% do orçamento anual já se foi.</p>
<p>Custos. Palavra chave.</p>
<p>Mudança. Outra palavra chave importantíssima em nosso dia a dia.</p>
<p><strong>O que mudou e continua a mudar na composição dos custos de produção?</strong></p>
<p>Tradicionalmente, o custo de mão de obra sempre teve participação relevante na composição dos custos de produção.</p>
<p>Entretanto, com a modernização e automação dos processos, o trabalho manual passou a ser substituído pelas máquinas e robôs.</p>
<p>Assim, o custo direto de mão de obra foi, em grande parte, substituído pelos custos indiretos de depreciação e manutenção como se observa no quadro abaixo, de acordo com o livro “Gestão Estratégica de Custos” (2001) de José Hernandez, Luis Martins y Rogério Guedes.</p>
<p><img src="http://manutencao.net/images/blogs/lourival/tbl01.gif" alt="Tabela" /></p>
<p>Para alcançar a excelência operacional (qualidade, custos competitivos e capacidade de entrega dos produtos nos prazos adequados), diminuir as perdas que se apresentam em toda a operação e, paralelamente, melhorar a capacidade de gestão de todo o pessoal envolvido na produção (seja de operação ou de manutenção) deve ser buscada a integração completa de toda a equipe.</p>
<p>Esta proposta estabelece a necessidade de definir que os objetivos da manutenção (evitar que os equipamentos falhem) é de todos e não só do pessoal que trabalha no departamento de manutenção.</p>
<p>Cada vez mais, o sucesso de uma companhia se deve, em grande parte, à boa cooperação entre clientes e fornecedores.</p>
<p>A gestão dinâmica da manutenção envolve a integração com outras divisões corporativas.</p>
<p>A coordenação entre os subsistemas de produção. Estratégias de manutenção, aquisição de sobressalentes, programação dos serviços e do fluxo de informações, permitem a obtenção das metas organizacionais.</p>
<p>Alta confiabilidade e baixo custo de produção são metas que podem ser alcançadas somente quando toda a corporação trabalha integrada.</p>
<p>Pense nisso. No próximo texto vamos aprofundar nossos conceitos.<br />
Abraços</p>
<p><strong>Lourival Augusto Tavares </strong></p>
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		<title>SOBRE TRABALHO, AMIGOS E MISSÃO</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Feb 2007 00:09:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://manutencao.net/blogs/lourival/2007/02/08/sobre-trabalho-amigos-e-misso/</guid>
		<description><![CDATA[Amigos Mantenautas O primeiro texto num Blog a gente nunca esquece. E com os comentários postados na minha coluna e dezenas de e.mails que o manutencao.net recebeu ao longo desta semana, não poderia mesmo esquecer. Todos temos uma missão nesta vida. Às vezes temos consciência disso, mas às vezes é preciso que eventos, bons ou ruins, nos marquem, chamem a atenção, para então cair a ficha. E a repercussão do meu Blog é algo que me fez parar para pensar. Com toda a experiência que tenho, a emoção me contagia e só posso agradecer a todos pelo carinho com que fui recebido nesta nova experiência de contribuição para o crescimento de todos nós, no compartilhamento de idéias, conceitos, valores e aprendizado pessoal. Disto tudo, me vem a mente a palavra missão, dentro da fase em que minha vida se encontra. Dividir e multiplicar. Dividir o aprendizado, multiplicar os amigos. Acumulando conhecimentos ao longo da vida, seja estudando e pesquisando e ou trabalhando em áreas diversas, fazendo ou dando cursos, conhecendo empresas e modelos de gestão, aplicando inovações e medindo seus efeitos, trabalhando com pessoas fantásticas, fui trilhando os caminhos, muitas vezes pioneiros, da melhoria da função manutenção. Agora vejo, com <a href="http://manutencao.net/blogs/lourival/2007/02/08/sobre-trabalho-amigos-e-misso/#more-'" class="more-link">more &#187;</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos Mantenautas</p>
<p>O primeiro texto num Blog a gente nunca esquece.<br />
E com os comentários postados na minha coluna e dezenas de e.mails que o manutencao.net recebeu ao longo desta semana, não poderia mesmo esquecer.<br />
Todos temos uma missão nesta vida. Às vezes temos consciência disso, mas às vezes é preciso que eventos, bons ou ruins, nos marquem, chamem a atenção, para então cair a ficha.<br />
E a repercussão do meu Blog é algo que me fez parar para pensar.<br />
Com toda a experiência que tenho, a emoção me contagia e só posso agradecer a todos pelo carinho com que fui recebido nesta nova experiência de contribuição para o crescimento de todos nós, no compartilhamento de idéias, conceitos, valores e aprendizado pessoal.<br />
Disto tudo, me vem a mente a palavra missão, dentro da fase em que minha vida se encontra.<br />
Dividir e multiplicar. Dividir o aprendizado, multiplicar os amigos.<br />
Acumulando conhecimentos ao longo da vida, seja estudando e pesquisando e ou trabalhando em áreas diversas, fazendo ou dando cursos, conhecendo empresas e modelos de gestão, aplicando inovações e medindo seus efeitos, trabalhando com pessoas fantásticas, fui trilhando os caminhos, muitas vezes pioneiros, da melhoria da função manutenção.<br />
Agora vejo, com esta participação na comunidade manutencao.net, o quanto a missão se amplia com este recurso da internet e interação on-line.<br />
Daqui a algumas horas parto para o México para um trabalho importante de consultoria.<br />
E levo comigo a certeza de que a missão é minha bagagem constante, meu ticket aberto, com assento variável, nessa viagem incrível que é a vida.<br />
E sem amigos, nada seria possível ou teria sentido.<br />
Obrigado uma vez mais pela força.<br />
No próximo Blog vamos entrar na matéria propriamente dita.<br />
Aproveitando que andaram mudando as perguntas quando já tínhamos aprendido as respostas, falaremos sobre <strong>mudanças</strong>.<br />
Excelente semana a todos.</p>
<p><strong>Lourival Augusto Tavares</strong></p>
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		<title>À Comunidade Mantenauta</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Jan 2007 14:53:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É com muita satisfação que passo a compor a equipe de blogueiros do “site” manutencao.net Nesta primeira mensagem cumprimento à comunidade de manutenção pelo progresso e competência que vêm demonstrando nos últimos anos superando os desafios do conhecimento para atender de forma eficiente e habilidosa às solicitações do dia a dia das unidades de processo ou serviço. O profissional de manutenção era visto nos anos 60 como um apêndice do pro-cesso produtivo sendo o setor considerado um gasto necessário (e às vezes até desnecessário) como ficou bem retratado na “máxima de Sutter”. “Manutenção é isto&#8230; Quando tudo vai bem, ninguém lembra que existe; Quando algo vai mal, dizem que não existe; Quando é para gastar, acha-se que não é preciso que exista; Porém quando realmente não existe, Todos concordam que deveriam existir.” Arnold Sutter Hoje, o profissional de manutenção além de ser multifuncional e classificado para desenvolver e absorver as novas tecnologias também se capacita para realizar a análise prevencionista das falhas e buscar atuar, direta ou indiretamente, na redução de custos dos processos (ou serviços), no aumento de sua qualidade funcional e na qualidade do produto oferecido pela empresa a seus clientes, na constante preocupação com a segurança do <a href="http://manutencao.net/blogs/lourival/2007/01/31/comunidade-mantenauta/#more-'" class="more-link">more &#187;</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É com muita satisfação que passo a compor a equipe de blogueiros do “site” manutencao.net<br />
Nesta primeira mensagem cumprimento à comunidade de manutenção pelo progresso e competência que vêm demonstrando nos últimos anos superando os desafios do conhecimento para atender de forma eficiente e habilidosa às solicitações do dia a dia das unidades de processo ou serviço.<br />
O profissional de manutenção era visto nos anos 60 como um apêndice do pro-cesso produtivo sendo o setor considerado um gasto necessário (e às vezes até desnecessário) como ficou bem retratado na “máxima de Sutter”.</p>
<p><em>“Manutenção é isto&#8230;<br />
Quando tudo vai bem, ninguém lembra que existe;<br />
Quando algo vai mal, dizem que não existe;<br />
Quando é para gastar, acha-se que não é preciso que exista;<br />
Porém quando realmente não existe,<br />
Todos concordam que deveriam existir.”<br />
Arnold Sutter</em></p>
<p>Hoje, o profissional de manutenção além de ser multifuncional e classificado para desenvolver e absorver as novas tecnologias também se capacita para realizar a análise prevencionista das falhas e buscar atuar, direta ou indiretamente, na redução de custos dos processos (ou serviços), no aumento de sua qualidade funcional e na qualidade do produto oferecido pela empresa a seus clientes, na constante preocupação com a segurança do trabalho e o meio ambiente, no apoio a alta gestão com suas idéias inovadoras quanto a metodologias adotadas e, acima de tudo, por sua alta dedicação e fidelidade à empresa.<br />
Faz dois anos estive visitando uma empresa de cimento no México e depois de percorrermos toda a planta (uma das maiores daquele país) perguntei ao gerente de manutenção que me acompanhava: “onde estão os operadores?”.<br />
Para responder a minha pergunta ele me levou à sala de controle onde havia três operadores controlando todo o processo.<br />
Ele esclareceu que dois operadores seriam suficientes para o trabalho e que o terceiro atuava apenas como reforço em caso de ausência de algum dos outros dois.</p>
<p>Ao lado da sala de controle havia uma outra sala onde um robô fazia todas as operações de análise do processo substituindo 11 profissionais especializados e desempenhando suas tarefas com mais eficiência e eficácia.</p>
<p>Neste momento meu cicerone indicou: “Como você pode ver nesta empresa a tecnologia está substituindo as pessoas, entretanto, com toda esta sofisticação essas máquinas modernas, mesmo com esses controles numéricos e esses processos automáticos, também falham e é ai que nós entramos para mantê-las funcionando com a eficácia e eficiência esperada”.<br />
Estava clara a mensagem: Os operadores podem ser substituídos pelos processos automáticos e pelos robôs, entretanto os mantenedores não.<br />
E, além disso, os mantenedores têm que estar sendo cada vez mais competentes e classificados para suprir os desafios e as exigências do avanço tecnológico.</p>
<p>É por isto que me sinto lisonjeado ao participar de um site de grande alcance e importância para essa comunidade de elite onde poderei contribuir com alguma informação útil e receber em retorno informações que certamente irão enriquecer meus conhecimentos.</p>
<p>Aproveito esta primeira edição para informar os eventos latino-americanos já programados para 2007:<br />
<em>22 e 23 de março &#8211; Congreso Internacional de Mantenimiento – Bogotá<br />
20 a 22 de junho – Congreso Mexicano de Mantenimiento &#8211; México<br />
20 e 21 de julho – Congreso Peruano de Mantenimiento – Lima<br />
15 a 17 de agosto – Congreso Uruguayo de Mantenimiento &#8211; Montevidéu</em></p>
<p>É muito bom estar aqui com vocês.<br />
A todos os queridos “mantenautas”’, o reconhecimento e o meu abraço fraterno.</p>
<p>Aguardo seus comentários.</p>
<p><strong>Lourival Augusto Tavares </strong></p>
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