COMENTÁRIOS E PERDA ZERO
Prezados Glalber, Israel e Bruno
Muito obrigado por seus comentários em relação ao meu Blog que, pelo visto, demonstrou grande interesse na comunidade de manutenção.
Concordo que o objetivo de alcançar a quebra zero ou a zero perda é difícil entretanto não creio que seja impossível.
Tenho algumas experiências vividas (que apresento no curso de Indices de Manutenção) onde o índice de quebra (não de defeito) ficou muito próximo a zero e as perdas foram reduzidas a valores bastante pequenos.
Quanto ao trabalho conjunto Operação-Manutenção, que me desculpe o amigo Bruno, entretanto acabo de chegar de uma visita de consultoria onde esta prática é absolutamente normal e posso lhe garantir que isto já não é uma raridade tendendo até a ser um fato cada vez mais comúm.
Entretanto, reconheço que ainda existem empresas (e empresários) que vêm a manutenção como um “mal necessário”, o que é uma lástima.
Mais uma vez obrigado aos três por seus comentários que sempre ajudam no intercâmbio de idéias.








31/07/08 às 22:29
Prezado e estimado Prof. Lourival
Sou aluno do PPGEP da UFTPR Campus Ponta Grossa - PR e estou pesquisando sobre Alinhamento das estratégias do Planejamento e Controle da Manutenção com as finalidades e funções do Planejamento e Controle da Produção.
Sinto-me honrado em participar deste blog.
Saudações
José Barrozo de Souza
16/10/08 às 12:42
Olá Prof. Lourival,
Esta prática de operção-manutenção quando implantada a empresa só tem a ganhar, e observado como a motivação do pessoal da opereação aumenta, com isso, nos da manutenção ganhamos em qualidade operacinal melhorando ainda mais os indices de disponibilidade e confiabilidade dos equipamentos.
1/04/09 às 19:28
Boa noite Prof. Lourival A. Tavares,
Primeiramente gostaria de agradecer ao senhor e toda a equipe do WORKSHOP EM JOINVILLE, dias 30 e 31 de março, que nos deram uma grande contribuição em conhecimento nos orientando para a “Gestão da Manutenção”. Sobre “Perda Zero”, realmente é difícil enquanto nós estivermos acostumados com as variações dentro dos processos. Devemos tender a “perda zero” buscando nos fatos e indicadores confiáveis, as tomadas de decisões. Somente com metas desafiadoras é que iremos mudar nossas empresas, nossas cidades e ajudar nosso país.
5/06/09 às 20:31
Caro Prof. Lourival,
Simplesmente imprecindível a cooperação operação/manutenção, porém nos deparamos com mentalidades que planejam, tanto manutenção quanto produção, sem folgas e de forma controversa. As necessidades de produção identificadas os pontos produtivos distribuidos sem o menor critério de avaliar os requisitos para produção, o que quero dizer é que máquinas são constantemente sobrecarregadas, levando à uma produção muitas vezes defeituosa com baixo aproveitamento e não existindo sequer tempo para manutenção. A taxa de ocupação dos equipamentos é planejada somente pela operação sem o menor entendimento com a manutenção. De que forma proceder com essa política?
Aproveito também para perguntar se tens algum tereinamento de PCM programado aqui no sul nos próximos meses?
Sem mais, apenas parabenizo-o pelos artigos escritos
19/11/09 às 12:27
Estimado Prof. Lourival
É uma honra para mim poder tecer um comentário sobre qualquer postagem realizada pelo senhor. Parabéns pelo blog e pelos livros. Realmente aprendo muito com o livro Administração Moderna da Manutenção (uma obra prima pra em minha concepção). Enfim gostaria apenas de estabelecer um contato inicial para que possamos dentro do possível trocarmos conhecimento futuramente.
Possuo o atual desafio de implantar um sistema de manutenção informatizado - datastream 7i. Gostaria de contar com suas dicas, conselhos de manuais e diretrizes para que eu obtenha sucesso. Existe algum livro a recomendar? Agradeço desde já a atenção.
Sobre a união operação-manutenção, empresas têm realizado projetos neste sentido e obtido muito sucesso. Mas há uma ressalva quanto ao uso destas ferramentas: deve ser um processo integrado, controlado e bem gerido. Sem dúvida, os resultados são imensuráveis.