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Paulo Walter

Gestão Estratégica de Negócios

Paulo Walter

 

Jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, informa: sai o impresso e continua o mobile

Em evento realizado em nesta quinta-feira, 6, em Curitiba, a Gazeta do Povo anunciou grandes mudanças em sua estrutura, estratégia e produtos. A de maior impacto é a reformulação do projeto editorial, que vai centralizar esforços na produção e no consumo de conteúdo mobile, encerrando a edição impressa de domingo à sexta-feira, a partir de junho. Impresso mesmo, só a edição de sábado que conterá um resumo da semana, mais com ares de revista semanal.
A ideia é manter a notícia e conteúdo pelas redes sociais e em suas plataformas exclusivas, dentro do conceito de acesso à informação instantaneamente, onde a pessoa estiver.

Um decisão como essa afeta um mundareu de pessoas na cadeia produtiva: profissionais graficos, fornecedores de tinta, bancas de jornal, empresas de transporte, industria de papel e celulose, etc.

É … O tal de admirável mundo novo veio com tudo…

A Gazeta do Povo é o primeiro dos 10 grandes jornais impressos diários brasileiros a fazer este movimento. O jornal pertence ao grupo empresarial RPC, que é também afiliada da Rede Globo para o Estado do Paraná.
Como será que reagirá a concorrência?

Dizia Chacrinha, guru da comunicação de massa do século passado, “quem não se comunica se trumbica”. No que diz respeito aos Jornais, a turma não sabe se vai ou se fica. (até rimou).

Abraços

Paulo Walter

 

 

06/04/2017
Jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, informa: sai o impresso e continua o mobile" addthis:description="Em evento realizado em nesta quinta-feira, 6, em Curitiba, a Gazeta do Povo anunciou grandes mudanças em sua estrutura, estratégia e produtos. A de maior impacto é a reformulação do projeto editorial, que vai centralizar esforços na produção e no consumo de conteúdo mobile, encerrando a edição impressa de domingo à sexta-feira, a partir de […]">

Nem otimista, nem pessimista: Mercado de Manutenção está em compasso de espera

Como é de praxe, todos os meses a RBM – Rede Brasileira de Manutenção faz um levantamento nacional sobre o clima e expectativas lá no chão de fábrica, onde as coisas acontecem, junto aos profissionais que atuam em Manutenção, Facilities, Gestão de Ativos, em tudo quanto é tipo de empresa.

Esse levantamento mensal mostra como estão as perspectivas para o curto e o longo prazo.

Expectativas de Mercado – Índice de Confiança – IC-MRO

No link http://www.questionpro.com/t/PBtMqZYIAC é possível acessar o relatório flash da Pesquisa Nacional da RBM – Rede Brasileira de Manutenção, que mede mensalmente a confiança dos profissionais brasileiros das áreas de serviços: Manutenção Predial e Industrial, Gestão de Facilities, Engenharia (Projetos e Obras).

A pesquisa nacional IC-MRO vem sendo valorizada pelos profissionais de todo o país e, neste mês,  contou com 232 participantes, representando 193 empresas de quase todo o país. Abaixo seguem comentários e um extrato do que esse levantamento nos trouxe.

Cenário Projetado para Abril de 2017
No início de 2017 a expectativa geral para o ano era uma nota 6,83 (em dezembro/2017 era 5,25). Indicativo de forte esperança de recuperação para 2017. Em fevereiro esse índice foi de 7,13 e se manteve igual agora em março.
Parece óbvio que há uma expectativa positiva em relação a economia brasileira, mas com notícias ora boas, ora ruins, a comunidade está em estado de alerta.

 

Especificamente para as atividades de MANUTENÇÃO, o IC (Índice de Confiança) evoluiu de 7,24 (janeiro) para 7,46 (fevereiro) e agora em março caiu para 7,27. Esse índice nos mostra que a área de Manutenção segue com otimismo maior do que se experimenta em relação à empresa como um todo, mas o recuo apontado mostra que a área está sentindo o impacto de falta de decisões concretas de longo prazo.

A curva de indicações deste índice fechou março com 57% das respostas como otimistas (notas 7 e acima).

EMPREGO

As vagas nas empresas apontam tendência de queda este mês. Em janeiro havia vagas em 24,5% das empresas, em fevereiro havia processos de contratação em 29% das empresas alcançadas pelo levantamento. Agora há vagas de emprego em tão somente 21% delas.
Pelo outro lado, abril começa com 17% das empresas afirmando que estão ainda em processo de enxugamento de suas equipes. Esse índice era de 15% no período anterior.

Alerto para o fato de que este importante índice pode ser identificado como um indicativo (ou não) da retomada da capacidade de produção dos ativos.

 

EXPECTATIVA DE CURTO PRAZO
A expectativa de curtíssimo prazo – net promoter score IC-MRO, que nos diz como os profissionais vêm o que vai acontecer nos próximos 30 dias, uma visão do que vai acontecer no mês imediatamente seguinte (no caso aqui se trata de abril 2017), cravou -64,6.
Em março era de negativos 62,71 (-61,54 para fevereiro e -70,83 para janeiro), com distribuição de 31% positivos (30,5% para a visão de março, 29% de fevereiro, 3% com relação a janeiro), 46% neutros (46% em março, com 33% para fevereiro e 20% para janeiro) e 33,9% pessimistas (33,7% para março, para fevereiro era de 38% pessimistas e 75% em janeiro).

Apesar do IC-MRO de curto prazo ter piorado levemente, a curva de distribuição mostra que o grupo de pessimistas se manteve estável em relação ao mês anterior.

Considerações quanto as expectativas de mercado para 2017,:

O ano já consumiu um quarto de seu tempo e a expectativa geral que vinha sendo de melhora mês a mês, agora entrou num compasso de espera.
Com várias reformas importantes em andamento (Previdência, Terceirização, Trabalhista, Política), a visão geral é de que o cenário político continua sendo o ponto de maior insegurança e

preocupação. Na parte de comentários que a pesquisa permite que as pessoas se expressem livremente, a maioria das observações mostram o despontamento com a classe politica dominante atual, não a identificando capaz de fazer os movimentos éticos e estruturais necessários à retomada do crescimento da economia.
Ainda assim, se detecta que é crença geral, ainda, que o segundo semestre será melhor do que o primeiro.

WORD CLOUD – Na área da pesquisa onde as pessoas podem se manifestar livremente, as palavras mais usadas foram: Corrupção, Economia, Lava Jato, Crise e Desemprego.

Abaixo está a nuvem de palavras gerada na pesquisa neste mês.

Aproveite agora, se quiser participar da pesquisa mensal IC-MRO e comparar suas próprias opiniões com a média geral do mercado, basta responder ao questionário da pesquisa no link http://expectativasic-mro.questionpro.com. O relatório flash, que sai na hora, mostrará o retrato do dia e hora de sua participação.

 

Paulo Walter
BI – Business Inteligence
Marketing Content
Tel.: 21 99731-5454

 

05/04/2017
Nem otimista, nem pessimista: Mercado de Manutenção está em compasso de espera" addthis:description="Como é de praxe, todos os meses a RBM – Rede Brasileira de Manutenção faz um levantamento nacional sobre o clima e expectativas lá no chão de fábrica, onde as coisas acontecem, junto aos profissionais que atuam em Manutenção, Facilities, Gestão de Ativos, em tudo quanto é tipo de empresa. Esse levantamento mensal mostra como […]">

Conhece a coletânea de Normas Técnicas para Cinemas?

ABNT – Coletânea de Normas para Cinema

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03/04/2017
Conhece a coletânea de Normas Técnicas para Cinemas?" addthis:description="ABNT – Coletânea de Normas para Cinema (null)">

TECNOFINK participa da OTC pelo sexto ano consecutivo

TECNOFINK APOSTA EM SUAS TECNOLOGIAS PARA FAZER SUCESSO NA OTC E CONQUISTAR CLIENTES INTERNACIONAIS

Atuando há mais de 22 anos no mercado com tecnologia diferenciada a Tecnofink chega no Pavilhão Brasil da OTC pela sexta vez. É uma das empresas que sempre se destaca na feira porque leva para o espaço de exibição uma demonstração da tecnologia que desenvolveu para Limpeza e Manutenção de Trocadores de Calor, Polímeros de Alto Desempenho, Vedação de Vazamentos e Reforço Estrutural em Tubulações e no controle e proteção contra a Corrosão.

24/03/2017
TECNOFINK participa da OTC pelo sexto ano consecutivo" addthis:description="TECNOFINK APOSTA EM SUAS TECNOLOGIAS PARA FAZER SUCESSO NA OTC E CONQUISTAR CLIENTES INTERNACIONAIS Atuando há mais de 22 anos no mercado com tecnologia diferenciada a Tecnofink chega no Pavilhão Brasil da OTC pela sexta vez. É uma das empresas que sempre se destaca na feira porque leva para o espaço de exibição uma demonstração […]">

O que é mais importante? Liderança ou Conhecimento?

Numa manhã de quarta-feira, indo para o trabalho, me chega uma consulta por um de meus Grupos de Whatsapp: “Paulo, estou na dúvida entre os dois candidatos finalistas de um longo processo de seleção para preencher uma posição de Gerente de Manutenção. Os dois candidatos se assemelham muito em experiencia, formação, domínio de línguas, etc., etc. O que os diferencia? O que falta em um sobra no outro, exatamente nos aspectos Liderança e Conhecimento. Quem você escolheria?

A moeda da Sorte

Todo dia me chegam dezenas de mensagens e solicitações pelas redes sociais. Mas aquela solicitação mexeu comigo. Como assim, no escuro, sem mais detalhes, escolher entre o Conhecimento e a Liderança? Me senti como a moeda lançada ao ar, para decidir quem bate o penalty da decisão primeiro. Não havia como responder na hora.

Passei uma boa parte da minha manhã pensando no assunto, chegando a postar aqui no Linkedin a minha dúvida de meio de semana, com muitos e proveitosos comentários.

De repente minha carreira foi passando na minha cabeça, um flashback editado pela pauta do dia: Liderança ou Conhecimento? Na tentativa de responder a pergunta do dia, fui lembrando das pessoas que fizeram diferença na minha longa estrada da vida profissional, como meus chefes, gerentes ou diretores. E mentalmente fui lhes dando notas para liderança e conhecimento, dando nota também para o sucesso ou fracasso que tiveram em suas funções.

A balança do sucesso

Eureka! Na tentativa de dar uma resposta ao meu cliente, sem nenhuma premeditação, havia criado na minha cabeça uma matriz de apoio à decisão. Na verdade, matriz é um nome legal para a encucação que me assolava, pois passara a manhã inteira repetindo para mim mesmo, em meia voz, aquelas duas palavras aparentemente antagônicas, o que parecia acontecer naquele caso.

Assim é que, na minha balança mental, fui pesando um a um dos principais chefes, gerentes e diretores com quem trabalhei. O resultado foi ficando claro, muito claro, a cada nova pesagem.

Equilíbrio, diferente de estável 

O sucesso na função de comandante não significa, muitas vezes, agradar os comandados. Alguns (poucos) de meus chefes não me deixaram tão boas lembranças. Mas agora, com a isenção emocional que o tempo nos propicia, consigo avaliar melhor o que foram suas “temporadas” no exercício de suas funções.

Sem alongar muito a história aqui, o resultado final foi que a característica Liderança ganhou por pouco. Muito pouco. Uns 10%, se tanto. Meus superiores com características marcantes de liderança foram mais bem sucedidos que aqueles que eram “os caras” do conhecimento.

O bom dessa retrospectiva matinal do LiderCon, é que ficou em mim a certeza de que dar o poder a líderes sem conhecimento é certeza de desastre, mais dia, menos dia. O Brasil da crise, tentando se recuperar de seus mais longo tempo de péssima gestão que o diga.

E a obviedade do quão é inócuo, para uma empresa, ter alguém em posição de mando que conhece muito mas não faz acontecer.

Feliz com minha reflexão, finalmente respondi ao meu cliente com uma pergunta, no melhor estilo bumerangue: Sem conhecimento não há liderança, sem liderança de nada vale o conhecimento.

Abraços

Paulo Walter

Consultoria em Gestão Empresarial

paulo.walter@manutencao.net

14/03/2017
O que é mais importante? Liderança ou Conhecimento?" addthis:description="Numa manhã de quarta-feira, indo para o trabalho, me chega uma consulta por um de meus Grupos de Whatsapp: “Paulo, estou na dúvida entre os dois candidatos finalistas de um longo processo de seleção para preencher uma posição de Gerente de Manutenção. Os dois candidatos se assemelham muito em experiencia, formação, domínio de línguas, etc., […]">

A TERCEIRIZAÇÃO da Manutenção avança no Brasil. Apesar da crise ou por causa da crise?

Hoje saiu o relatório da pesquisa anual , edição 2017, sobre TERCEIRIZAÇÃO na Manutenção Brasileira.

Essa pesquisa é realizada pelo site www.indicadoresdegestao.com, um dos canais da da RBM – Rede Brasileira de Manutenção.

Os números da pesquisa mostram que a Terceirização também foi afetada pela crise em que o Brasil se arrasta desde final de 2014.

O número de empresas que terceirizam serviços manteve-se estável (87%) em relação a 2016, observando-se que entre as multinacionais esse índice chega a 96% enquanto entre as nacionais está em 62%.

 

Dilema Shakespeariano

Terceirizar ou não terceirizar, eis a questão.
Com a lei geral sobre Terceirização prestes a ser votada na Câmara do Deputados, em Brasília, veremos como o mercado vai se comportar. O assunto esteve parado desde 2002, por conta da ação de alguns partidos políticos que vêm a liberação da Terceirização como um obstáculo à sua vontade de estatização geral.
Mas voltando aos números da pesquisa, não houve muita mudança no amor e ódio à terceirização na Manutenção: 33% são contra e 67% a favor. Quando se aplica um filtro nas respostas, vemos que o pessoal da alta gestão (gerentes e diretores), são amplamente favoráveis (92 %) a se terceirizar muitas atividades de Facilities e Manutenção.
A pesquisa mostra que Terceirização na Manutenção só é palpável nas empresas com mais de 500 empregados.

 

 

Terceirizar para reduzir Custos

Entre as empresas que já tinham a prática da terceirização cresceu o número de serviços contratados (aumento de 3%).
E a necessidade de redução de custos subiu de 22 para 27% como motivo para se terceirizar, enquanto a expertise do prestador de serviços ficou estável na casa dos 35%.
O serviço mais terceirizado do Brasil continua sendo a Manutenção de Ar Condicionado (67,4%), seguido de Manutenção Predial (55,2%) e Serviços Gerais (Chaveiro, marceneiro, etc.) que é algo praticado em 53,5% das empresas.
Cabe um destaque para a Limpeza Predial que em 2016 era terceirizada em 22% das empresas e hoje já está presente em 33% delas.

 

Melhorou mas fica como está

Uma boa notícia: 86% das empresas recomendam as empresas que lhe fornecem os serviços. No ano passado esse índice foi de 80%.
Uma notícia ruim ou boa, dependendo de quem lê: as empresas vão manter seus níveis atuais de terceirização. Quem tem, tem e fica como está. Quem não tem, não pretende ter.  Tanto é assim que somente 25,9 % das empresas pretendem aumentar seu nível de terceirização e 17,6% pretendem diminuir. Números quase iguais aos que se apresentaram no últimos 3 anos desta pesquisa.

 

O relatório completo foi entregue hoje aos 1020 profissionais, de 977 empresas, que responderam a pesquisa durante os meses de janeiro e fevereiro deste ano.

Quem desejar participar dessa e outras pesquisas, deve se cadastra no site www.indicadoresdegestao.com. Cada pesquisa gera um relatório e quem responde ganha o reporte de graça.

Abraços

Paulo Walter
Consultor em Gestão de Serviços

 

 

06/03/2017
A TERCEIRIZAÇÃO da Manutenção avança no Brasil. Apesar da crise ou por causa da crise?" addthis:description="Hoje saiu o relatório da pesquisa anual , edição 2017, sobre TERCEIRIZAÇÃO na Manutenção Brasileira. Essa pesquisa é realizada pelo site www.indicadoresdegestao.com, um dos canais da da RBM – Rede Brasileira de Manutenção. Os números da pesquisa mostram que a Terceirização também foi afetada pela crise em que o Brasil se arrasta desde final de 2014. […]">

O mapa das marcas mais valiosas do mundo, país a país. Qual a mais valiosa do Brasil?

The World’s Most Valuable Brands

You can probably rattle off the names of a few dozen countries around the world. But can you name each of those countries’ biggest brands? Probably not. And yet, many of those brands have more money and power than most countries. So perhaps schools should teach less geography, more global brands.

                       

06/03/2017
O mapa das marcas mais valiosas do mundo, país a país. Qual a mais valiosa do Brasil?" addthis:description="O mapa das marcas mais valiosas do mundo, país a país. Qual a maior no Brasil?">

TELEBRAS vai terceirizar a Operação e Manutenção de seus Centros de Operação de Satélites e toda a sua Rede

Telebras vai terceirizar operação e manutenção de toda sua rede bem como dos centros de operação de satélites

A audiência pública para debate dos termos de referência do edital de terceirização do backbone nacional da operadora estatal e dos centros de operação do satélite (rede terrestre) será realizada no dia 24 de março, em Brasília. No dia 21 será lançado o satélite brasileiro, o SGSC, da base de Kouru, na Guiana.

06/03/2017
TELEBRAS vai terceirizar a Operação e Manutenção de seus Centros de Operação de Satélites e toda a sua Rede" addthis:description="Telebras vai terceirizar operação e manutenção de toda sua rede bem como dos centros de operação de satélites A audiência pública para debate dos termos de referência do edital de terceirização do backbone nacional da operadora estatal e dos centros de operação do satélite (rede terrestre) será realizada no dia 24 de março, em Brasília. […]">

Projeto que regulamenta e amplia a Terceirização deve entrar na pauta da Câmara para votação

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia faz grande força para medir a fidelidade da base aliada ao presidente Temer em torno de tema polêmico principalmente em tempo de crise econômica.

O futuro de 13 milhões de trabalhadores terceirizados que prestam serviços para outras empresas e dos novos assalariados nesse ramo deverá ser decidido na próxima semana. É o primeiro grande teste de força do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), após ser eleito para mandato de dois anos como dirigente efetivo da Casa.

A proposta (projeto de lei 4302/1998) defendida pelo presidente da Câmara para medir a fidelidade da base aliada foi editada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em 1998, fixando a terceirização irrestrita para todas as atividades das empresas, incluindo as secundárias, a exemplo de vigilância e higiene, e as principais que hoje são proibidas.

O texto já tramitou pelo Senado e, se for aprovado pelos deputados, segue direto para a sanção do presidente Michel Temer, dando prosseguimento à reforma trabalhista fatiada, conforme modelo apoiado pelo Planalto.

Essa é uma das frentes em marcha que tem o apoio do governo para mudar as regras trabalhistas com o argumento de que irá aumentar a geração de emprego no País em um momento de crise.

Se aprovada, essa proposta pula a fila e sai na frente do pacote de mudanças nas relações de trabalho encaminhado pelo governo no final do ano passado. Nesse pacote, prevalece a regra do negociado sobre o legislado, ou seja, os acordos assinados pelos sindicatos com empregadores tratem de diversos temas, como hora extra e férias, prevalecem sobre o que está previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

“O Paraguai tem abrigado empresas brasileiras, que buscam o país vizinho para se proteger do rigor da lei trabalhista”, afirma Maia a seus interlocutores em defesa de maior celeridade na reforma trabalhista. Deve ser votada em maio, mas antes projetos específicos podem caminhar, como é o caso da terceirização. Paralelamente, Maia prega que a reforma previdenciária deve andar mais devagar.

Na semana passada, Maia já deu início à reforma trabalhista com a aprovação de projeto que regulamenta o pagamento e a distribuição de gorjeta em bares e restaurantes. A matéria seguiu para sanção de Temer.

Responsabilidades

O projeto chegou a ter o pedido de urgência retirado pelo ex-presidente Lula. Aprovada na Câmara no ano 2000, a proposta foi alterada pelo Senado que incluiu, por exemplo, a previsão de “responsabilidade subsidiária”, ou seja, a empresa contratante tem obrigações trabalhistas em relação aos trabalhadores da empresa contratada durante o período de prestação de serviço.

O relator do texto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deputado Laércio Oliveira (SD- SE), concordou com as alterações do Senado, até para que a proposta seja definitivamente aprovada na Câmara e possa ir à sanção.

“É um projeto que amplia consideravelmente a terceirização no nosso país. Nós ainda não temos regulamentação para a terceirização. Mesmo assim, o Brasil tem hoje mais de 13 milhões de brasileiros contratados, trabalhando com produtividade e com eficiência, sendo terceirizados. Portanto, por mais que se tente dizer que a terceirização é uma prática ilegal, que é uma precarização, não é, não”, argumentou Laércio.

“Onde existe um trabalho terceirizado, existe eficiência. Isso cria, de fato, uma possibilidade para que se melhore o ambiente de emprego no nosso país”, completou.

Oposição na retranca

Já os partidos de oposição prometem obstruir ao máximo a tramitação da proposta. Eles lembram que outro projeto de lei (nº 4330/2004) foi aprovado pela Câmara, em 2015, com alguns consensos sobre a terceirização. O texto, de autoria do ex-deputado Sandro Mabel, hoje assessor do presidente Temer, ainda está em análise no Senado, onde o relator, senador Paulo Paim (PT-RS), é contra a terceirização irrestrita e defende a equiparação de direitos e até de salários entre os efetivos e os terceirizados.

A oposição já anunciou que vai apresentar substitutivo para evitar, segundo ele, “calotes” aos trabalhadores. Além dos deputados, a terceirização também divide opiniões. A maioria das centrais sindicais é contra, enquanto as entidades patronais são favoráveis.

A CNI elaborou diversos estudos para defender a regulamentação da terceirização em qualquer atividade, o que seria “um fato do mundo atual”. Para a entidade, a terceirização é uma estratégia das empresas para ampliar sua competitividade e produtividade – em vez de a companhia ser responsável por todos os aspectos da sua produção, ela pode contratar outras empresas especializadas para realizar partes menores do serviço.

Fonte: Federação Nacional do Comércio

06/03/2017
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TV paga registra queda de 105,40 mil assinantes em janeiro

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) registrou em janeiro de 2017 um total de 18,69 milhões de assinantes de TV paga no Brasil, o que corresponde a uma diminuição de 105,40 mil assinantes em comparação com dezembro de 2016, menos 0,56%. Dos grupos acompanhados pela Agência, a Oi e a Cabo apresentaram crescimento de 1,06% e 0,24%, respectivamente. Todos os outros grupos apresentaram redução.

Nos últimos doze meses, a redução foi de 364,46 mil assinantes, menos 1,91%. Neste período, a Oi apresentou crescimento de 12,03% com mais 141,55 mil assinantes. Todos os outros grupos apresentaram redução, destaque para a Blue com queda de 30,66%, redução de 46.116 assinantes.
Em relação às tecnologias, entre dezembro de 2016 e janeiro de 2017, a fibra ótica apresentou crescimento de 0,22% devido à adição de 485 usuários. No entanto, em 12 meses, esta tecnologia apresentou crescimento de 27,35% com a entrada de 47, 59 mil assinantes. Todos os outros serviços apresentaram queda, em termos absolutos a maior redução foi registrada por usuários de satélite, menos 353,67 mil assinantes (-3,2%).

Nos estados brasileiros, no último mês o Ceará liderou a redução percentual nos números de usuários de TV paga, menos 1,73%, seguido pelo Amazonas com redução de 1,62% e Amapá com menos 1,54%. Piauí apresentou crescimento de 0,19% e Maranhão de 0,06%, entre dezembro de 2016 e janeiro de 2017.

Nos últimos doze meses, Pernambuco liderou a redução percentual nos assinantes no país, menos 8,02%, seguido de Rondônia com queda de 7,98% e Amapá com menos 7,58%. Lideraram o crescimento da TV paga no Brasil os estados do Piauí com 7,47%, Sergipe com 4,26% e Maranhão com 4,08% de aumento no número de assinantes.

Fonte: ANATEL

03/03/2017
TV paga registra queda de 105,40 mil assinantes em janeiro" addthis:description="A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) registrou em janeiro de 2017 um total de 18,69 milhões de assinantes de TV paga no Brasil, o que corresponde a uma diminuição de 105,40 mil assinantes em comparação com dezembro de 2016, menos 0,56%.">

Dezembro de 2016 fechou com indicadores da economia reagindo

Não que o Carnaval seja uma coisa ruim. Mas Produção, Horas Trabalhadas e Emprego crescendo são boas notícias que fazem de Março o verdadeiro início do ano.

CNI – Termômetro da Indústria

O termômetro da indústria, da CNI, mostra a situação da indústria brasileira.

02/03/2017
Dezembro de 2016 fechou com indicadores da economia reagindo" addthis:description="Não que o Carnaval seja uma coisa ruim. Mas Produção, Horas Trabalhadas e Emprego crescendo são boas notícias que fazem de Março o verdadeiro início do ano. CNI – Termômetro da Indústria O termômetro da indústria, da CNI, mostra a situação da indústria brasileira.">

SENAI de Santa Catarina inaugura seu primeiro Laboratório Aberto de Inovação

SENAI de Santa Catarina inaugura seu primeiro Laboratório Aberto de Inovação

O Laboratório Aberto do SENAI é um espaço didático, mas com possibilidade de utilização pelas indústrias da região Dotado de impressoras 3D e equipamentos de costura e eletrônica, um novo ambiente instalado no SENAI em Tubarão, em Santa Catarina, vai ajudar estudantes e empresas a transformar as ideias em protótipos.

02/03/2017
SENAI de Santa Catarina inaugura seu primeiro Laboratório Aberto de Inovação" addthis:description="O Laboratório Aberto do SENAI é um espaço didático, mas com possibilidade de utilização pelas indústrias da região Dotado de impressoras 3D e equipamentos de costura e eletrônica, um novo ambiente instalado no SENAI em Tubarão, em Santa Catarina.">

Robótica pode abrir portas do mercado de trabalho

VÍDEO: Robótica pode abrir portas do mercado de trabalho

Na última reportagem da série: Robótica na Vida da Gente, veja depoimentos de estudantes, professores e até de representantes da indústria que confirmam a robótica como modelo inovador de ensino. E mais, quem faz robótica sai na frente quando o assunto é automação industrial

02/03/2017
Robótica pode abrir portas do mercado de trabalho" addthis:description="Série: Robótica na Vida da Gente, veja depoimentos de estudantes, professores e até de representantes da indústria que confirmam a robótica como modelo inovador de ensino. E mais, quem faz robótica sai na frente quando o assunto é automação industrial">

BNDES apoia municípios nas parcerias para as áreas de iluminação e de resíduos sólidos

O BNDES iniciou articulação com os municípios para firmar acordos de cooperação técnica com o objetivo de estruturar parcerias com a iniciativa privada, tendo como foco prioritário projetos nas áreas de iluminação pública e de resíduos sólidos urbanos.

O modelo de acordo de cooperação técnica foi aprovado pela diretoria do Banco na quarta-feira, dia 8, e prevê a celebração de contrato com os municípios interessados para execução dos projetos. O Banco fará assessoria nas etapas de planejamento e contratação de consultores, realização de estudos para modelagem da parceria, road show, audiência pública, consulta pública, atendimento a órgãos de controle até a realização dos leilões para contratação do parceiro privado.
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21/02/2017
BNDES apoia municípios nas parcerias para as áreas de iluminação e de resíduos sólidos" addthis:description="O BNDES iniciou articulação com os municípios para firmar acordos de cooperação técnica com o objetivo de estruturar parcerias com a iniciativa privada, tendo como foco prioritário projetos nas áreas de iluminação pública e de resíduos sólidos urbanos. O modelo de acordo de cooperação técnica foi aprovado pela diretoria do Banco na quarta-feira, dia 8, […]">

Novo site concentra todas as informações sobre Cursos, Feiras, Congressos e Seminários num só lugar

A família de sites da RBM – Rede Brasileira de Manutenção acaba de ganhar mais um membro destacado: está no ar o www.congressoseseminarios.com.

Embora ainda esteja em fase de adaptações, o novo site já está operacional. Sua missão é concentrar num só lugar as principais informações sobre os eventos mais importantes que vão acontecer no país ao longo do ano.

A agenda nacional ajudará a cada profissional tomar conhecimento do que há de programação, do curto ao longo prazo, perto ou longe de onde trabalha, selecionar o que lhe interessa e fazer suas próprias definições do que, quando e onde participar ou ainda enviar um colaborador.

O site também permite saber quem vai fazer apresentações, quem estará expondo e ainda as informações gerais de cada evento.

O novo site veio ao mundo web para atender a fome com a vontade de comer: empresas precisam divulgar seus eventos e os profissionais precisam saber onde e quando eles acontecem.

A RBM – Rede Brasileira de Manutenção tem agora cinco websites atuando em conjunto:www.congressoseseminarios.com

www.manutencao.net

www.engenharias.net

http://marcas.manutencao.net/

http://indicadoresdegestao.com/

A RBM também está presente no Twitter (@manutencaonetbr) e no Facebook (https://www.facebook.com/manutencao.net/)

O novo site está ainda em fase de testes e se você tiver alguma sugestão a fazer, por favor deixe seu comentário ou entre em contato conosco. Ficaremos felizes em receber seu feedback.

Abraços

Paulo Walter

13/02/2017
Novo site concentra todas as informações sobre Cursos, Feiras, Congressos e Seminários num só lugar" addthis:description="A família de sites da RBM – Rede Brasileira de Manutenção acaba de ganhar mais um membro destacado: está no ar o www.congressoseseminarios.com. Embora ainda esteja em fase de adaptações, o novo site já está operacional. Sua missão é concentrar num só lugar as principais informações sobre os eventos mais importantes que vão acontecer no […]">

Cade recomenda condenação de empresas por cartel em manutenção predial

Deu na Isto É:

Cade recomenda condenação de empresas por cartel em manutenção predial – ISTOÉ Independente

A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômicas (Cade) recomendou a condenação de empresas em suposto cartel em contratações de serviço de manutenção predial. O cartel combinaria preços em diversas concorrências do setor privado e teria prejudicado inclusive as telefônicas Vivo e Claro. A superintendência pediu a condenação das empresas Álamo Engenharia, Araújo Abreu …

09/02/2017
Cade recomenda condenação de empresas por cartel em manutenção predial" addthis:description="Deu na Isto É: Cade recomenda condenação de empresas por cartel em manutenção predial – ISTOÉ Independente A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômicas (Cade) recomendou a condenação de empresas em suposto cartel em contratações de serviço de manutenção predial. O cartel combinaria preços em diversas concorrências do setor privado e teria prejudicado […]">

Gestão Empírica na Manutenção, o mal que assola nossas empresas. Ou não?

Outro dia desses, num grupo de Whatsapp do qual participo, li um comentário que me arrepiou a alma: “Mais vale a experiência de campo que qualquer curso ou formação nestas metodologias e teorias novas que vira e mexe aparecem por aí”.

O tal comentário no Whats foi a propósito de um curso de formação em manutenção preditiva, que estava sendo divulgado, e custava algo acima das possibilidades do emissor do comentário. Sem grana para fazer o investimento no curso, a pessoa partiu para o desdém da aquisição de conhecimento através da habilitação formal. O grupo, ao qual me refiro e de onde vem a inspiração para este texto, tem mais de 200 participantes. São profissionais de muita qualificação e, somando todos, a conta vai a séculos e séculos de chão de fábrica. Tem gente de tudo quanto é canto e tipo de empresa. Gente que contrata e gente que presta serviços. É um pessoal que trabalha muito, espalhados pelo país todo. Estão em fábricas de cimento, papel e celulose, plataformas de exploração de petróleo, refinarias, etc., etc.. Estão literalmente embarcados em equipamentos os mais variados, que exigem atenção 24 horas do dia.

O fato é que fiquei com aquele comentário na cabeça por meses. Daí resolvi escrever sobre. Achei que podia expandir o assunto e falar um pouco mais sobre o empirismo que nos assola.

Empirismo é a atitude de quem se atém a conhecimentos práticos.

Longe de mim menosprezar a experiencia de campo. Sei muito bem que para subir ao Monte Everest, no Himalaia, é preciso muito treino em montanhas menores. A coisa é paulatina. E fundamentalmente, para se ter alguma chance de sucesso, ser guiado por quem já esteve por lá antes. Ou seja, para chegar no topo, vá com quem já esteve lá. Experiencia.

Saindo do mundo das escaladas e baixando aqui para nossa realidade, sabemos que há uma crise séria rolando aqui e agora. O mercado está estreito, as perspectivas pouco claras, as oportunidades, raras. Qual a solução para se sobreviver e seguir adiante?

O gestor empírico, aquele que acredita que a vivencia nos fatos é a resposta para tudo, não sabe o que fazer diante de problemas novos. Na Manutenção, empirismo está associado a consertador de falhas. Resolvedor de defeitos manjados. Gestão idem.

Não peça ao gestor empírico que busque ou aplique novas abordagens em seus processos. Estejamos falando de planejamento, programação, execução ou controle, a resposta pronta é: sempre fizemos assim e foi assim que chegamos até aqui.

Para empíricos há um manual não escrito com definições claras do que pode e do que não pode. Com eles não fale sobre terceirização de processos, benchmarking, planejamento plurianual, metas e objetivos cruzados, revisão de blocos, indicadores temporários, auditorias externas, 6 Sigmas, ciclo de vida útil, pareto de campanha. Use palavras simples como consertar, reparar, repor, macarrão, bacalhau, barbante.

O empírico não dorme, não viaja, não tira férias, não tem fim de semana, não sai para treinamento. Está sempre a postos e a disposição. O empírico está sempre a bordo. Empíricos não têm números, odeiam gráficos de tendencia, têm alergia a controles como backlogs, imaginam que alguém da Contabilidade é que cuida da válvula que controla o fluxo de caixa. O gestor empírico se preocupa apenas com máquina parada e máquina rodando. Empírico valoriza o indivíduo e não manda bem com equipes.

O gestor empírico consegue falar do passado, mas não tem muito a dizer do futuro.

Há um ditado que diz que cada empresa tem a Manutenção que merece. Empresa empírica, Manutenção idem.

Voltando lá no início, no grupo de Preditiva, a pergunta que sobrou é: como alguém que trabalha com preditiva pode ser considerado empírico? Simples. Basta colocar a preditiva a reboque, ao invés de ser o carro abre-alas. Ou seja, use as medições e monitoramentos para justificar falhas ao invés de usar as informações colhidas para antecipar problemas. Nada mais empírico que se consertar algo, sabendo direitinho como se chegou à condição de máquina quebrada.

Faça o teste. Pergunte ao seu gerente ou diretor se ele é empírico. Se ele responder que empírico é a mãe, cuidado! Não trate de inovação onde melhoria é palavrão.

Abraços

Paulo Walter

Consultor em Gestão de Serviços

www.limawalter.com.br

06/02/2017
Gestão Empírica na Manutenção, o mal que assola nossas empresas. Ou não?" addthis:description="Outro dia desses, num grupo de Whatsapp do qual participo, li um comentário que me arrepiou a alma: “Mais vale a experiência de campo que qualquer curso ou formação nestas metodologias e teorias novas que vira e mexe aparecem por aí”. O tal comentário no Whats foi a propósito de um curso de formação em […]">

EBI 2017 – XXII ENCONTRO BRASILEIRO DE ICTIOLOGIA – Porto Seguro – BA

EBI 2017 – XXII ENCONTRO BRASILEIRO DE ICTIOLOGIA – Porto Seguro – BA – Conservação, demandas sociais e desenvolvimento econômico: conflitos ou oportunidades para a ictologia?

A logomarca do XXII EBI foi trabalhada em cima de uma simples representação gráfica dos índios Pataxós (remanescentes dos Tapuias e pertencentes ao tronco Macro-Jê), o Peixe Pataxó, visando intuir e expressar o conceito de resgate da nossa ancestralidade…

03/02/2017
EBI 2017 – XXII ENCONTRO BRASILEIRO DE ICTIOLOGIA – Porto Seguro – BA" addthis:description="EBI 2017 – XXII ENCONTRO BRASILEIRO DE ICTIOLOGIA – Porto Seguro – BA – Conservação, demandas sociais e desenvolvimento econômico: conflitos ou oportunidades para a ictologia? A logomarca do XXII EBI foi trabalhada em cima de uma simples representação gráfica dos índios Pataxós (remanescentes dos Tapuias e pertencentes ao tronco Macro-Jê), o Peixe Pataxó, visando […]">

Valor do salário mínimo nacional é de R$ 937,00

O Decreto 8.948/16, publicado em 30/12/16, determina que a partir de 1º de janeiro o valor do salário mínimo nacional é de R$ 937,00, um reajuste de 6,47% em relação ao valor anterior.

Alguns estados seguem o valor estabelecido pelo governo federal e outros têm legislação própria sobre piso.

 

02/02/2017
Valor do salário mínimo nacional é de R$ 937,00" addthis:description="O Decreto 8.948/16, publicado em 30/12/16, determina que a partir de 1º de janeiro o valor do salário mínimo nacional é de R$ 937,00, um reajuste de 6,47% em relação ao valor anterior. Alguns estados seguem o valor estabelecido pelo governo federal e outros têm legislação própria sobre piso.  ">

Índice de Confiança da Manutenção segue crescendo mas, melhorar mesmo, só no segundo semestre

Saiu o Relatório Indicadores Gerais da Manutenção, com os dados fechados nas pesquisas de Janeiro de 2017, gerados pelas pesquisas da RBM – Rede Brasileira de Manutenção, que são realizadas através do site www.indicadoresdegestao.com.

A massaroca de dados traz muita coisa interessante, inclusive como está o humor do mercado MRO (Maintenence, Repair, Operation), aqui entre nós, na fronteira verde-amarela.

O resumo da pesquisa de clima IC- MRO (Índice de Confiança no Mercado MRO) mostra que a comunidade brasileira de profissionais que atua em Manutenção, nos mais variados segmentos da economia nacional e em todo o território brasileiro, está acreditando que 2017 vai ser muito melhor que 2017.

Expectativas de Mercado – Índice de Confiança – IC-MRO

No site www.indicadoresdegestao.com é possível acessar o relatório flash da Pesquisa Nacional da RBM – Rede Brasileira de Manutenção, que mede mensalmente a confiança dos profissionais brasileiros das áreas de serviços: Manutenção Predial e Industrial, Gestão de Facilities, Engenharia (Projetos e Obras).

A pesquisa nacional IC-MRO, que é feita todos os meses, neste mês teve mais de 380 participantes, de 297 empresas diferentes de todo o país.

 

Cenário de Janeiro de 2017
No levantamento de dezembro apurou-se que o ano de 2016 fechou com uma avaliação geral de 5,25 e o ano de 2017 começou com uma expectativa geral de nota 6,83. Agora em janeiro a expectativa para o ano de 2017 bateu os 7,44 pontos. Essa evolução indica otimismo crescente para 2017, com um aumento dessa expectativa em 8,9%.

Lembrando que nossa referência geral de início da série foi de 6,14 para o ano de 2011 (fechamento) com expectativa de 6,92 para 2012.

Especificamente para as atividades de MANUTENÇÃO em janeiro o IC (Índice de Confiança) fechou em 7,24. Comprado com o IC de dezembro, que foi de 7,109, vemos que houve um avanço de 2% no otimismo de um mês para o outro.
A pesquisa, com os dados coletados até o dia 31 de janeiro, mostrou que há vagas na Manutenção em 24,5% das empresas brasileiras (média geral).

O IC-MRO (Índice de Confiança do Mercado MRO) registrado (finalizado) para o mês de fevereiro 2017 (expectativa de curtíssimo prazo – net promoter score) foi de -61,54 (-70,83 para janeiro), com distribuição de 29% positivos (3% em Janeiro), 33% neutros (20% em janeiro) e 38% pessimistas (75% em janeiro).

O que a pesquisa nos aponta é que há uma expectativa de melhora a medida que os meses passem. Para os meses subsequentes as expectativas gerais são crescentes, com indicação de forte melhora no segundo semestre. O cenário político continua sendo o ponto de maior preocupação.

Se quiser participar da pesquisa mensal IC-MRO e comparar suas próprias opiniões com a média geral do mercado, basta responder ao questionário da pesquisa no link http://expectativasic-mro.questionpro.com. O relatório, que sai na hora, mostrará o retrato do dia e hora de sua participação.

Abraços

Paulo Wlater
BI – Business Inteligence
Marketing Content
Tel.: 21 99731-5454

01/02/2017
Índice de Confiança da Manutenção segue crescendo mas, melhorar mesmo, só no segundo semestre" addthis:description="Saiu o Relatório Indicadores Gerais da Manutenção, com os dados fechados nas pesquisas de Janeiro de 2017, gerados pelas pesquisas da RBM – Rede Brasileira de Manutenção, que são realizadas através do site www.indicadoresdegestao.com. A massaroca de dados traz muita coisa interessante, inclusive como está o humor do mercado MRO (Maintenence, Repair, Operation), aqui entre […]">

Os 100 primeiros e as recomendações para implantação de uma nova liderança

Ano novo, emprego novo, função nova, casamento novo, casa nova, mandato novo, escola nova, chefe novo e por aí vai. Todo mundo já experimentou, está experimentando e vai experimentar uma transição em sua vida. As vezes mais de uma ao mesmo tempo.

Um exemplo macro sobre isso é o assunto mais comentado na mídia internacional do momento: O que Mr. Trump vai fazer como Presidente dos EUA em seus 100 primeiros dias a frente da mais poderosa nação do planeta? Surpresas (ou não) a caminho.

Deixando a geopolítica mundial e baixando aqui para a realidade de quem está cuidando da sua vida e não da dos outros, mesmo não se tratando de uma mudança radical de governo, 100 dias costuma ser um bom prazo para uma transição e é um dos maiores desafios para quem está chegando a cargos de liderança.

No Brasil e no mundo as estatísticas mostram que líderes com alto potencial mudam de função, em média, a cada 3 ou 5 anos. Os períodos de transição são constantes e inevitáveis na trajetória do líder. Progredir na carreira significa dar passos em terrenos ou águas ou ares nunca dantes navegados. Pelo menos não na condição de líder.

O assunto é extenso e o abordo aqui por ser mais que atual.

Transição de liderança é coisa fundamental agora, neste exato momento, na hora em que as empresas brasileiras e os seus profissionais estão se preparando para sair da crise e dar conta de um caminhão de desafios que já entrou em nossas fábricas e aguarda a descarga e distribuição de seu “conteúdo”.

Porque 100 dias?

100 dias. Parece muito ou pouco? Não importa. As ações do líder durante os 100 primeiros dias em um novo desafio podem definir o seu sucesso ou fracasso na continuidade.

Em se tratando de uma empresa (não sei se é o caso de um governo…), 100 dias é o tempo suficiente para o líder conhecer as pessoas, os processos, os problemas, os desafios reais, a geografia, as ameaças, as contas a pagar e as receitas herdadas. É o tempo suficiente também para colocar a liderança passada no passado e fazer-se conhecido por quem vai continuar na viagem em curso.

Nova liderança pode significar continuidade, mas jamais será igualdade. Em geral vem com exigência de transformação. Pode vir com muita força em construção, mas sempre envolve desconstrução.

Existe farta e qualificada literatura disponível sobre sobre o tema. Para quem está em transição de carreira, vale se informar a respeito. As recomendações que compartilho aqui vêm da experiência de campo, subindo e descendo degraus, como soe ser o histórico de uma carreira exposta ao vento, a chuva, ao sol, aos aplausos e vaias, as vitórias e as derrotas. E, espero, com muito ainda a aprender.

6+1 Recomendações para uma Nova Liderança

1 – NÃO ESQUEÇA O PASSADO MAS PENSE NO FUTURO:

Quando se é guindado a uma nova posição, em geral, é por conta do que você sabe, experimentou, por onde com quem andou, sofreu, errou, aprendeu, realizou. Tudo isso é sua mala de viagem, sua caixa de ferramentas. Ocorre que muitos líderes se saem mal na fase inicial por acharem que aquilo que os trouxe até a nova posição é o que garantirá o seu sucesso no futuro. Cuidado! Mesmo que se trate de uma simples promoção dentro da mesma empresa, as responsabilidades, a relação com as pessoas, o peso nos resultados e muitas outras variáveis são diferentes. É importante o líder ter a capacidade de identificar o novo cenário. Não há líder que vá se dar bem dirigindo olhando só para o retrovisor.

2 – ACELERAR O APRENDIZADO:

Falar em humildade para quem acaba de subir na liderança é meio complicado. Mas talvez resida aqui a recomendação mais importante: Aprenda rápido. Acelerar a curva de aprendizado é o desafio maior de líder em transição. Nos 100 primeiros dias pergunte muito. Saber muitas respostas é bom, mas saber onde estão e quem tem as respostas que você sabe, esse é o pulo do gato.

A história da empresa ou do departamento, o mercado inserido, a gama de produtos, as tecnologias e recursos disponíveis, os sistemas operacionais, a cultura organizacional, os principais fornecedores e clientes, os valores e missão e as estruturas da empresa são algumas tarefas de aprendizado que precisam ser cumpridas neste período. Para uma boa transição de liderança calculo, por baixo, que há um investimento entre 30 e 60 dias somente em aprender. Afinal, depois de 3 meses ninguém mais pode ser considerado novo de empresa.

3 – CONHEÇA AS PESSOAS:

Liderar é influenciar. Não vamos repetir aqui os chavões de sempre, mas sem um time não há como se participar de um campeonato. Sabendo seus desafios o líder tem que saber com quem pode contar. Com quem vai ter que se esforçar e quem precisa eliminar. Formar alianças internas e externas o mais rapidamente possível é o que vai dar suporte à concretização das metas iniciais do líder. Vim da Marinha e lá a gente sabe que a bordo sempre tem aqueles que levam o navio e aqueles que o navio leva.

4 – OBJETIVOS E METAS, A IMPORTANCIA DAS VITÓRIAS INICIAIS

Para novas lideranças, novas expectativas. Ou você recebe os objetivos e metas prontinhos ou vai construí-los.

Toda transição de liderança é uma passagem de bastão numa corrida longa de revezamento. Não importando o que aconteceu antes, em 100 dias (as vezes menos) você precisa mostrar ao que veio. Buscar as pequenas vitórias iniciais é fundamental para trazer moral à tropa. Identifique os pontos, por menores que sejam, que lhe permitam mostrar um quadro psicológico positivo. Quem não gosta de comemorar as boas mudanças?

Mas tenha cuidado com o que se compromete a obter. Credibilidade não é um crédito ilimitado para se queimar antes da primeira volta da corrida.

5 – PROMOVA-SE E OBTENHA FEEDBACK

Fez? Faça saber.

Onde estávamos, onde estamos, como chegamos, onde iremos.

O Líder está sempre em evidencia, queira ou não. E sobre ele estão as expectativas.

É seu dever, até por questão de sobrevivência e condições de continuidade da missão depois dos 100 dias, que seu público (colaboradores, clientes internos e externos) saiba o que mudou ou está mudando com a nova liderança em ação.

Matou a cobra? Mostre o pau e a cobra também.

Comemore, com a equipe e até com os clientes. Dar os créditos a quem mereça faz parte da argamassa que dá solidez à construção.

Não se esqueça de que o feedback é tão importante quanto. Não basta mostrar o que fez. É fundamental saber o que seu público realmente consegue ver ou sentir o que você acha que fez. Vai que…

6 – ALINHAMENTO

Planos são Planos e são importantes no sucesso das pessoas e das empresas. Mas não existe Plano perfeito. Existem Planos aperfeiçoados, que podem gerar resultados perfeitos.

Alinhamento é coisa que se faz todo dia. Com o aprendizado acelerado, trabalhando com as pessoas e rodando o dia a dia, seu plano de 100 dias com certeza vai ficar mais límpido depois de decorridos 30, 60, 90 dias.

Na maioria dos casos, numa transição de liderança, há que se persistir, perseverar, lutar contra as “objeções e dificuldades iniciais”, mas fazer correções não é sinal de fraqueza e sim de inteligência gerencial.

7 – ATITUDE NÃO É TUDO, MAS É O QUE FAZ A DIFERENÇA

As seis recomendações anteriores são importantíssimas. São de ouro. Mas, sabe a Música do Wesley Safadão, aquela que fala dos 99% certinhos e 1% vagabundo?

Então. Aqui vai a dica extra. Deixe espaço para sua intuição. Não sei precisar se a intuição é 1, 5 ou 20% da razão do sucesso de uma liderança. Mas é na intuição que está bordada com platina a sua parte, aquela parte que fez de você um líder merecedor da oportunidade ou desafio, o que dá no mesmo. Seja você mesmo. Be yourself. Sua atitude mostra quem você é e do que é capaz, com ou sem planos.

Para finalizar, uma historinha particular:

Idos da década de 1990, instalações da Petrobras em Alagoinhas, Bahia.

Passados os primeiros 30 dias de execução de serviços no campo (com outros 60 dias de preparação…), ralando em um contrato de manutenção de equipamentos de exploração de petróleo em terra, acontece a primeira reunião de avaliação contratual. A chamada Medição mensal.

Depois de apresentar meu primeiro relatório ao fiscal, perguntei sobre sua avaliação pessoal do trabalho. Tudo corria muito bem, acima de todas as expectativas. Mas o feedback do cliente é que é a hora da verdade. Mais que um elogio, eu queria saber se estávamos no caminho certo.

Depois de alguns segundos de silencio ele sorriu e me brindou com uma frase que jamais esqueci: O viajante se conhece pelo arriar das malas.

Abraços

Paulo Roberto Walter

Consultor em Gestão de Serviços – Desenvolvimento de Negócios

27/01/2017
Os 100 primeiros e as recomendações para implantação de uma nova liderança" addthis:description="Ano novo, emprego novo, função nova, casamento novo, casa nova, mandato novo, escola nova, chefe novo e por aí vai. Todo mundo já experimentou, está experimentando e vai experimentar uma transição em sua vida. As vezes mais de uma ao mesmo tempo. Um exemplo macro sobre isso é o assunto mais comentado na mídia internacional […]">
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