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Paulo Walter

Gestão Estratégica de Negócios

Paulo Walter

 

Depois da porta arrombada …

Impressionante como aqui no Brasil estamos sempre atrasados no minimo minimorum da prevenção de desastres.

Se fizéssemos entre nossas empresas uma pesquisa específica sobre o tema “gestão de riscos” o resultado seria pífio.

Depois do desastre gigantesco de Mariana, um crime cometido pela SAMARCO, tem um monte de ações acontecendo por parte de vários órgãos municipais, estaduais e federais para ver a situação de outras barragens, país afora. E a história vai se repetir, com a monotonia de sempre. Conforme o assunto esmoreça na mídia, as acomodações vão acontecer. Até que novo desastre traga o assunto à baila. E assim vamos vivendo.

O desastre ambiental mais recente, no Porto do Guarujá, em São Paulo, segue a mesma trilha. Depois do absurdo do incêndio no Porto de Santos, dois anos antes, volta a região ao noticiário. E as autoridades e empresas vão tomar providencias. Na mesma toada de tempo, recursos e dedicação enquanto o assunto não for para as páginas esquecidas da história recente.

De mancada em mancada, vamos fazendo no país o painel da incompetência e irresponsabilidade, fruto da substituição do técnico, do especialista, pelo apaniguado político das capitanias hereditárias dos órgãos e empresas públicas que, cumprindo seu papel de servidor do estado, deveria ajudar a legislar, regulamentar e fiscalizar, e se for o caso, punir, de preferencia antes dos efeitos de causas sabidas.

Onde estão e o que têm, a dizer órgãos como CREA, CAU e OAB?

A sociedade precisa reagir e retomar direito o estado de direito.

Abraços

Paulo Walter

23/01/2016
Depois da porta arrombada …" addthis:description="Impressionante como aqui no Brasil estamos sempre atrasados no minimo minimorum da prevenção de desastres. Se fizéssemos entre nossas empresas uma pesquisa específica sobre o tema “gestão de riscos” o resultado seria pífio. Depois do desastre gigantesco de Mariana, um crime cometido pela SAMARCO, tem um monte de ações acontecendo por parte de vários órgãos […]">

Quem está preparado para a Quarta Revolução Industrial?

A terceira Revolução Industrial acabou. Fim de uma era. Viva a quarta revolução. Vida longa ao quarto ciclo?

Com a segunda guerra mundial e o que se seguiu a ela, a inovação passou a ser uma constante nas discussões empresariais. Tudo com o fim de atingir os altos níveis de produtividade.
Com a chegada do novo milênio aparecem coisas como a conectividade entre máquinas e pessoas e as próprias máquinas entre si. É a internet industrial e também a internet das coisas (IoT – Internet of Things).

São muitos os desafios e as oportunidades desse novo ciclo de mudanças.

A inovação costuma ser um processo de longo prazo. Uma vez introduzida uma nova técnica, os resultados concretos não aparecem do dia para a noite. Mas já estamos muito próximos disso.

Neste novo ciclo, de tantas e aceleradas mudanças, o emprego e as profissões já estão sendo altamente afetados.
O futuro do trabalhador sofrerá transformações profundas.

Algumas características dos profissionais mais valorizados que cada vez mais serão demandadas pelas empresas: alta qualificação, capacidade de trabalho remoto, flexibilidade para mudança de local (cidade, estado, países) de trabalho e criatividade.

Você está preparado para este novo cenário?

Abraços

Paulo Walter
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20/01/2016
Quem está preparado para a Quarta Revolução Industrial?" addthis:description="A terceira Revolução Industrial acabou. Fim de uma era. Viva a quarta revolução. Vida longa ao quarto ciclo? Com a segunda guerra mundial e o que se seguiu a ela, a inovação passou a ser uma constante nas discussões empresariais. Tudo com o fim de atingir os altos níveis de produtividade. Com a chegada do […]">

Descomissionamento, Desativação e Abandono de Instalações: os passivos ambientais numa conta difícil de fechar

Descomissionamento de fábricas, Usinas nucleares, mineradoras, siderúrgicas, prédios, instalações produtivas de um modo geral. Esse é um assunto muito avançado na Europa e na América do Norte, mas nem tanto entre nós.

O recente desastre gigantesco provocado pela SAMARCO nos desperta (de novo) para o tema.

Em algumas áreas essas discussão, do descomissionamento e abandono, tem avançado pouco e deveria ter mais atenção da sociedade, dos nossos políticos (os poucos responsáveis) e da grande mídia.

Na área de óleo e gás, a ANP promoveu no fim de dezembro o Workshop sobre Garantias Financeiras de Desativação e Abandono de Campos, em seu Escritório Central, no Rio de Janeiro.

Além da própria ANP, o evento contou com palestras de representantes de empresas das áreas de petróleo e de seguros, seguidas de um debate com o público.

O objetivo do workshop, segundo a ANP, foi aproximar a Agência e o mercado, sendo o primeiro de uma série de encontros que subsidiarão um aprimoramento da regulação sobre garantias financeiras de desativação e abandono de campos.

As apresentações do WORKSHOP SOBRE GARANTIAS FINANCEIRAS DE DESATIVAÇÃO E ABANDONO DE CAMPOS estão disponíveis em página da ANP.

Os trabalhos apresentados no Workshop nos trazem informações interessantes mas também preocupantes.
Chama a atenção que, a exceção da Petrobrás, as empresas de petróleo não têm definido valores nem as formas de garantia com que arcarão com suas responsabilidades em caso de desastre nem no caso certo de fim das atividades de suas unidades produtivas.
Os números não são pequenos. Só a Petrobrás, em seu último balanço divulgado, referente ao ano de 2014, o passivo de abandono representava cerca de R$ 20,6 bilhões de reais.

Não sei de iniciativa igual por parte da turma da área de exploração mineral em terra firme.

O dinheiro é fundamental, para garantir os recursos às ações. Mas que ações seriam essas? Quais são os planos em caso de?

A legislação e a regulamentação a respeito devem ser aprimoradas o mais rápido possível. Precisamos disso.

O assunto merece mais atenção de todos nós, pois ninguém quer impedir as empresas de operarem e gerarem riqueza. Só que esta riqueza de hoje não pode virar a falência ambiental de nossos netos.

Abraços

Paulo Walter

16/01/2016
Descomissionamento, Desativação e Abandono de Instalações: os passivos ambientais numa conta difícil de fechar" addthis:description="Descomissionamento de fábricas, Usinas nucleares, mineradoras, siderúrgicas, prédios, instalações produtivas de um modo geral.">

Acidente no Porto do Guarujá

A Operação e a Manutenção Industrial no Brasil vão de mal a pior. Haja desastre de grandes proporções.

Hoje é o Porto do Guarujá que está nas manchetes internacionais.

Chô Zika!

 

Coluna de fumaça é vista de vários locais após vazamento de gás em Guarujá (Foto: Divulgação / Polícia Militar)

14/01/2016
Acidente no Porto do Guarujá" addthis:description="A Operação e a Manutenção Industrial no Brasil vão de mal a pior. Haja desastre de grandes proporções. Hoje é o Porto do Guarujá que está nas manchetes internacionais. Chô Zika!  ">

Aos Cinquenta os tons de cinza do mercado de trabalho

A crise chegou. Se instalou e, pelo visto, vai ficar entre nós por um bom tempo.
Tem lama de chuva arruinando estradas, tem lama no Rio Doce e no mar, tem lama em Brasília e em quase tudo que é lugar.
A inflação e a recessão deram as mãos e estão passeando entre os brasileiros, aproveitando a desgovernança local e o cenário propício (no mau sentido) internacional.
Notícia boa é raridade de 24 quilates.
Mercado estreitando, demissões e cortes acontecendo em quase todos os setores da economia.
Para uns essa crise é a primeira a enfrentar na vida profissional. É tempo de ralar e aprender.
Para outros é o déjá-vu, a repetição de histórias já vividas. Parece reedição de filme de terror de terceira categoria. Trash movie. É tempo de reclamar das lições não aprendidas.

A turma que já passou dos cinquenta anos sabe do que estou falando. Não leu em livros da graduação ou soube em aula na pós recentemente encerrada.

A crise de mercado, aos cinquenta ou mais de idade, para quem está em busca de recolocação, quase só tem tons de cinza.
Nesta altura da vida profissional, os cinquentões, têm, em geral, um acervo positivo e interessante a oferecer: experiencia (erros e acertos), formação técnica, network, habilidades testadas no dia a dia, resiliência, disponibilidade.

Mas têm também, sempre em termos gerais, as dificuldades de recolocação mais comumente apontadas: salários mais altos anteriores e posições de maior relevo ocupadas anteriormente.

Se em tempos de crise a recolocação é difícil para todo mundo, para quem já deixou os cinquenta pra trás, a tarefa é mais árdua ainda.
Pesquisas de sites de emprego nos informam que arrumar um novo emprego está levando alguns meses. E em muitos casos, até anos. Depende da área de atuação, idade, formação, localização.

Ficar desempregado na crise é como cair do trem em movimento. Há que se levantar, sacudir a poeira e começar a correr, pra ver se embarca em algum vagão na parte de trás da mesma composição. Ou esperar a próxima. A próxima. A próxima.

E qual a dica, afinal de contas, para solucionar o problema ou mitigar a situação pra quem tem mais de meio século de estrada?

As empresas precisam atravessar esse período de mares tenebrosos. Ofereça o que tem de melhor: Seu histórico de navegação. Afinal, marinheiro velho não passa mal com tempestade de primeira viagem.

Abraços

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14/01/2016
Aos Cinquenta os tons de cinza do mercado de trabalho" addthis:description="A crise chegou. Se instalou e, pelo visto, vai ficar entre nós por um bom tempo. Tem lama de chuva arruinando estradas, tem lama no Rio Doce e no mar, tem lama em Brasília e em quase tudo que é lugar. A inflação e a recessão deram as mãos e estão passeando entre os brasileiros, […]">

Faça sua auto-avaliação e obtenha seu Grade para Profissionais de Facilities

Pronto para qualquer desafio na área de Facilities?

Faça sua auto-avaliação. Veja como você se encontra em face a concorrência.

Acesse e responda e verifique seu Grade em https://lnkd.in/ebPwhbQ

11/01/2016
Faça sua auto-avaliação e obtenha seu Grade para Profissionais de Facilities" addthis:description="Pronto para qualquer desafio na área de Facilities? Faça sua auto-avaliação. Acesse e responda e verifique seu Grade em https://lnkd.in/ebPwhbQ">

ANS – Acordo de Nível de Serviço (SLA – Service Level Agreement) – Por onde começar?

Pensando em estabelecer um contrato ou uma relação interna (interdepartamental) onde seja necessário estabelecer os níveis de entrega de serviços?
Muito bem!

São poucas as empresas que estão no nível de excelência de gestão onde o SLA ou ANS está presente na relação entre fornecedores e tomadores de serviços.

Para dar uma ajudinha nesse início de caminhada, vamos ver então onde isso começa.

Qualidade
Por definição, é o atendimento a uma determinada expectativa. Certo?
Então para entregar qualquer coisa na qualidade esperada é preciso saber … o que o outro lado espera receber. Ou o que você está prometendo entregar.
Em se tratando de SERVIÇOS, quando há um acerto entre as partes, o que se promete entregar coincide com o que se espera receber. É o Acordo de Nível de Serviços.

Não é o mesmo que contrato. Pode-se ter um ANS sem ter contrato e nem todo contrato contém um ANS.

Exemplo útil de definição para uma base de ANS que colhemos de normas internacionais:

Requisito: Uma condição ou capacidade necessária a um profissional para resolver um problema ou alcançar um objetivo que deve ser cumprido ou suprido para satisfazer um contrato, norma, especificação ou outro documento formalmente imposto.

Requisito e entrega, atrelados formalmente. Por escrito.

O requisito vai embutido na ESPECIFICAÇÃO.
Nas empresas é comum se reclamar de um fornecedor, interno ou externo, por não atender o que se espera. Mas se não se estabelece (especifica) o que se espera, quando teremos certeza de que o que se produz ou entrega, vai atender o usuário ou cliente?

O requisito aparece claramente no início ou no meio do caminho.
Se você quer construir uma casa deve procurar um arquiteto ou um engenheiro. Se tem um problema na Justiça a resolver, a solução passa por um advogado. Para soldar um vaso de pressão, um soldador com certificação é a solução.
Para um trabalho com eletricidade o profissional deve ter curso de NR-10.
O andaime para acesso e trabalho em altura tem que atender a NR-35.

Um exemplo mais do que clássico em termos de ANS é que ninguém devia continuar no governo se não pretende ou consegue atender as promessas de campanha.

O ANS só está presente nas boas casas do ramo. Como o assunto é extenso, volto a falar dele nos próximos posts.

Abraços

Paulo Walter
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11/01/2016
ANS – Acordo de Nível de Serviço (SLA – Service Level Agreement) – Por onde começar?" addthis:description="Pensando em estabelecer um contrato ou uma relação interna (interdepartamental) onde seja necessário estabelecer os níveis de entrega de serviços? Muito bem! São poucas as empresas que estão no nível de excelência de gestão onde o SLA ou ANS está presente na relação entre fornecedores e tomadores de serviços. Para dar uma ajudinha nesse início […]">

Eu, eu mesmo e meu perfil nas redes sociais

Depois de muito pesquisar nas redes sociais, lendo e relendo perfis profissionais e páginas pessoais de parentes, de amigos próximos e distantes, de gente famosa e nem tanto, cheguei a conclusão de que em todos os cantos o que podemos encontrar são versões editadas de nós mesmos. É o meu (seu) “eu” online.

Em termos gerais, entre a galera (Facebook):
Amamos os animais e defendemos a sustentabilidade. Felizes, temos e somos os melhores amigos. A família é de anúncio de margarina. Campeões das selfies sorridentes, com gente alegre e produzida socializando (o verbo da moda), em lugares lindos para passar a mensagem da nossa incrível versatilidade. Selfie ostentação.

Minha rede, meu conteúdo, minha imagem. Sou do bem. Ser do bem é legal. Sou engraçado, crítico e engajado. Ou amorfo, religioso, espiritualizado, esportista. Sou um personagem bacana, quase perfeito.

O meu “eu” digital se mede pelas curtidas, compartilhamentos e comentários, pelo calor da audiência para a vida virtual.

Em termos profissionais, para o mercado (LinkedIn):
Quando o jogo é no campo profissional, as regras mudam um pouco.
Somos legais e leais. Sérios, organizados ou descolados. Criativos, disciplinados, comprometidos, disponíveis e energizados. Mandamos bem em quase tudo e em todos os lugares por onde passamos. Trabalhamos em equipe e com criatividade. E bota atividade. Meu nome é resultado.
Quando se trata de Marketing Pessoal, buscamos nos destacar diante de um grupo, de conhecidos ou desconhecidos, nos aferindo poder e reconhecimento dentro de um nicho ou conquistando um lugar de destaque dentre os parâmetros de medida que consideramos importantes. Há um nome a montar em palavras-chaves.
Pesquisei mais de 100 perfis profissionais nas duas últimas três semanas. Em nenhum, nenhum deles mesmo, encontrei a palavra fracasso.

 

Reputação e imagem. Exposição e intimidade. Os reflexos do contexto digital na vida pessoal e/ou profissional.
Somos os editores, os responsáveis finais pela forma como somos vistos e lembrados.

Como disse um professor meu, lá nos tempos de ginásio, quando ainda não existia internet: “Tem eu que vocês conhecem e tem eu mesmo, como eu sei que sou”.
E agora, acrescento eu,  tem também eu na internet.

Abraços

Paulo Walter
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21/12/2015
Eu, eu mesmo e meu perfil nas redes sociais" addthis:description="Depois de muito pesquisar nas redes sociais, lendo e relendo perfis profissionais e páginas pessoais de parentes, de amigos próximos e distantes, de gente famosa e nem tanto, cheguei a conclusão de que em todos os cantos o que podemos encontrar são versões editadas de nós mesmos. É o meu (seu) “eu” online. Em termos gerais, […]">

Minhas 12 principais previsões para 2016

É o sonho de cada um de nós, sendo um simples profissional ou grande líder empresarial, ter em mãos a fantástica bola de cristal que pode prever o futuro.

Imagine ter um instrumento que permita saber exatamente onde investir seu tempo, recursos e orçamento para trazer o máximo de retorno em todas as áreas: carreira, qualidade de vida, conhecimento, produtos e serviços, saúde e amor e tudo o mais.

Infelizmente, as chances de qualquer um de nós encontrar essa bola de cristal são próximas de zero.
No entanto, a parte divertida é que todos nós podemos prever o que nós acreditamos que pode acontecer.
Podemos basear as previsões sobre os dados que tenhamos em mãos, experiência sofrida e nossos “pressentimentos”.

A exceção da intuição, tudo o mais das “previsões” é com base olhando-se o retrovisor.
Então deixa de ser previsão e passa a ser “tendencia”. Ou seja, pelo andar da carruagem vemos que …

É importante não confundir previsões com desejos.

Desejo é o que você quer que aconteça. Previsão é o que você acha que vai acontecer.
Já comecei a preparar as minhas listas de desejos e de previsões.
12 itens em cada uma creio que está de bom tamanho.
Meu plano de trabalho para 2016 vai resultar de uma confrontação entre as duas.

E você? Quais são seus desejos, previsões e planos para 2016?

Abraços

Paulo Walter
paulo.walter@manutencao.net
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15/12/2015
Minhas 12 principais previsões para 2016" addthis:description="É o sonho de cada um de nós, sendo um simples profissional ou grande líder empresarial, ter em mãos a fantástica bola de cristal que pode prever o futuro. Imagine ter um instrumento que permita saber exatamente onde investir seu tempo, recursos e orçamento para trazer o máximo de retorno em todas as áreas: carreira, […]">

Índice de Competitividade do Brasil entre os piores do mundo

O World Economic Forum (Fórum Econômico Mundial) é uma organização internacional para a cooperação público-privada. O Fórum envolve as mais destacadas entidades e pessoas das áreas política e empresarial e outros líderes da sociedade para construir as agendas regionais e global da indústria.

Foi criada em 1971 como uma fundação sem fins lucrativos e tem sede em Genebra, Suíça. É independente, imparcial e não está vinculado a quaisquer interesses especiais, trabalhando em estreita cooperação com todas as principais organizações internacionais.

O WEF publicou seu relatório anual sobre como está a capacidade de competitividade de cada país. Foram analisados 140 países.  Esses índice de competitividade é válido para 2015/2016.

Adivinha onde o Brasil está? Colocado entre os 50% piores (posição 71).
Se há algum consolo nisso, vale registrar que estamos melhores que a Venezuela (132) e Argentina (106).
Por enquanto …

Veja o Mapa Interativo que facilita a visualização de como estamos na fotografia.

http://reports.weforum.org/global-competitiveness-report-2015-2016/#frame/ed843

 

Deixe seu comentário.

Abraços

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09/12/2015
Índice de Competitividade do Brasil entre os piores do mundo" addthis:description="O World Economic Forum (Fórum Econômico Mundial) é uma organização internacional para a cooperação público-privada. O Fórum envolve as mais destacadas entidades e pessoas das áreas política e empresarial e outros líderes da sociedade para construir as agendas regionais e global da indústria. Foi criada em 1971 como uma fundação sem fins lucrativos e tem […]">

Gestão de Facilities: O tempo passa, as profissões evoluem. Algumas aparecem, outras somem.

Veja o vídeo abaixo, dando uma boa ideia da profissão do Gestor de Facilities ao longo do tempo.

As pessoas mudam, as necessidades mudam, os prédios mudam. Os serviços têm que mudar.

 

09/12/2015
Gestão de Facilities: O tempo passa, as profissões evoluem. Algumas aparecem, outras somem." addthis:description="Veja o vídeo abaixo, dando uma boa ideia da profissão do Gestor de Facilities ao longo do tempo. As pessoas mudam, as necessidades mudam, os prédios mudam. Os serviços têm que mudar.  ">

Evolução da segurança na aviação caminha junto com a tecnologia. Veja o vídeo.

Este vídeo da AIRBUS é muito interessante, mostrando a linha do tempo na evolução da segurança na aviação comercial ao longo dos anos, a partir do término da Segunda Guerra Mundial.

07/12/2015
Evolução da segurança na aviação caminha junto com a tecnologia. Veja o vídeo." addthis:description="Este vídeo da AIRBUS é muito interessante, mostrando a linha do tempo na evolução da segurança na aviação comercial ao longo dos anos, a partir do término da Segunda Guerra Mundial.">

X, Y ou Z. Em que geração você se encaixa?

Tomando um café no Cafeína, ali no Shopping Botafogo, conversando com meu amigo o Coach Sérgio Oliveira, num papo abrangente, falávamos sobre as dificuldades de uma empresa, onde no mesmo ambiente de trabalho convivem profissionais de idades diferentes e portanto de gerações diferentes. São valores, visões, ritmos e expectativas diferentes juntadas num mesmo lugar para, pretensamente, chegarem todos aos mesmos objetivos e metas. Difícil. Muito difícil.

Mas o que é difícil é também desafiante. E para as empresas de hoje talvez esteja aí o nó górdio entre o sucesso e o fracasso, com ou sem crise batendo na porta.

Este é um assunto por demais extenso e instigante. Embora tenha minha experiencia sobre o tema na condição de executivo e também de consultor em gestão, prefiro deixar a palavra com o Sérgio, que é um estudioso e especialista no assunto.

No gráfico abaixo onde você se encontra? É fácil, do ponto de vista gráfico, se localizar. Mas será que suas características pessoais são mesmo as da geração em que você nasceu? Nem sempre a data de nascimento dá o veredito.

Em cada um de nós há um “quantum” das características de cada geração. É quando a gente diz: acho que nasci na época errada.

AS GERAÇÕES

Os Veteranos
São aqueles que vieram ao mundo antes do fim da segunda guerra mundial. Segundo os estudiosos do assunto são aqueles sujeitos práticos, dedicados, que gostavam de hierarquias rígidas. Gostavam de ficar bastante tempo na mesma empresa e sacrificavam-se para alcançar seus objetivos, pois foram pessoas que passaram por tempos difíceis, na guera e também na depressão econômica que se seguiu. Com os países arrasados, precisaram reconstruir o mundo e sobreviver. Tempos duros, pessoas determinadas.

Baby Boomers
São os filhos do pós-guerra, que romperam padrões e lutaram pela paz. Quando chegaram ao mercado de trabalho encontraram o mundo já reconstruído e assim, mais otimistas, puderam pensar em valores pessoais e na boa educação dos filhos. São focados e preferem agir em consenso com os outros. Valorizam títulos, status e, conseqüentemente, crescimento profissional.

Geração X
Essa é a turma que valoriza liberdade no trabalho e nas relações. Como enfrentaram crises como a do desemprego na década de 80, também se tornaram céticos e superprotetores. OS “X” Buscam por seus direitos e valorizam a liberdade e qualidade de vida.

Geração Y
Quem é da geração Y desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. Os pais, não querendo repetir o abandono das gerações anteriores, deram muita atenção e atividades extra-curriculares para seus filhos. Essa turma cresceu vivendo em ação, estimulados por atividades diversas. Como característica marcante possuem certa dificuldade de exercerem tarefas subalternas de início de carreira e lutam por salários ambiciosos desde cedo. Lidam bem com aparelhos de alta tecnologia, têm sede por desafios e busca de constantes feedbacks.

Geração Z
Essa é a turma que que já nasceu comendo e respirando internet, a velocidade da informação e velocidade impressionante de nascimento e morte de novas tecnologias. Nascidos de a partir de 1990, essa faixa etária é chamada de geração “Z” por causa do termo “zapear”, associado ao ato de trocar de canal de TV constantemente pelo controle remoto. Então, essa noção de troca rápida e constante batizou esse grupo etário.
Conectados no mundo digital o tempo todo, esses jovens chegam ao mercado de trabalho esperando por um mundo semelhante ao seu, conectado, aberto ao diálogo, veloz e global.

Então, qual a geração com que você mais se identifica?

Abraços

Paulo Walter

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05/12/2015
X, Y ou Z. Em que geração você se encaixa?" addthis:description="Tomando um café no Cafeína, ali no Shopping Botafogo, conversando com meu amigo o Coach Sérgio Oliveira, num papo abrangente, falávamos sobre as dificuldades de uma empresa, onde no mesmo ambiente de trabalho convivem profissionais de idades diferentes e portanto de gerações diferentes. São valores, visões, ritmos e expectativas diferentes juntadas num mesmo lugar para, […]">

12 Coisas que você deve lembrar ao contratar serviços em Facilities

Muitas empresas contratam serviços na área de Facilities sem ter uma especificação adequada e que leve em conta o peso e a integração de cada serviço na resultante final do conjunto da Gestão de Facilities.

Cada empresa, cada caso, cada orçamento, requer uma especificação diferente.
Contratar serviços de longo prazo não é coisa para amadores. É como bater um penalty em jogo de decisão de campeonato, que deveria ser batido só pelo presidente do clube.

No mercado o que mais se encontra são propostas bonitas, bem elaboradas, caprichadas no Power Point, exaltando sucessos e vantagens em ser a empresa escolhida. Mas o que vem de verdade no pacote?

Nessa hora crítica do início da seleção de quem vai lhe prestar serviços por um longo tempo, 12 itens devem ser respondidos e não podem esquecidos, esteja onde você estiver:

1 – Integridade e Conformidade (Compliance)
Empresa que não é capaz de demonstrar sua conformidade fiscal, licenças de operação, etc., só serve para ajudar a carregar o noticiário nosso de cada dia notícias vermelhas e negras sobre problemas na área. E não basta mostrar cada certidão, deve evidenciar também como procede para a manutenção de sua boa condição de fornecedor.

2 – Satisfação do Cliente
Está no DNA de qualquer empresa de serviço se preocupar com a satisfação do cliente. Mas como se mede e entrega isso? Pergunte ao fornecedor como ele vai garantir o cumprimento de suas promessas e se ele sabe qual seu papel para que seus clientes obtenham sucesso. Qual a metodologia? KPI? Periodicidade das avaliações?

3 – Envolvimento dos Funcionários
Serviços, na maioria esmagadora dos casos, acontecem e são realizados por pessoas. A pergunta a ser feita é: Como você motiva as pessoas da sua empresa? Quais são suas políticas e práticas para com seus recursos humanos? Como acontece a sua comunicação interna?

4 – Ferramenta de Gerenciamento de Desempenho
Quem não mede não gerencia. Mantra consagrado do mercado. Então a pergunta é objetiva: Com o que e como sua empresa gerencia (e demonstra) seu desempenho?

5 – Aprendizado e desenvolvimento
Quem não evolui, morre. Ou, no mínimo, fica pra trás, o que em muitos casos é a mesma coisa. Não se contrata quem não tem futuro. E só há futuro para quem está sempre aprendendo e se desenvolvendo. Quais são os programas contínuos de qualificação de pessoal? Onde e como a empresa busca se desenvolver? Em quais entidades participa?

6 – Referencias, Prêmios e Reconhecimento
O reconhecimento de uma empresa (das pessoas também) pode vir de prêmios alcançados mas também de referencias de quem já utiliza ou utilizou seus serviços. O mercado é voz e testemunho. Da empresa e de seus colaboradores.
Uma boa pergunta é quem são os gestores da empresa? Mostre seu histórico. Na linha do dize-me quem está na gestão e te direi quem és.

7 – Melhoria e Inovação
Melhoria não tem nada a ver com inovação. A lampada quando foi inventada não era uma melhoria da vela.
Mas ambas as práticas, de melhoria e inovação, estão presentes nas boas empresas.

8 – Qualidade
A busca pela excelência é obrigação de qualquer empresa que queira se perenizar no mercado. Evidencia de sistemas, normas e ferramentas para gestão da qualidade é um diferencial na escolha de parceiros.

9 – Responsabilidade Social e Sustentabilidade
Empresa que não se liga nesses temas, não vão ajudar sua empresa a serem mais responsáveis, seguras e sustentáveis.

10 – Estratégia e Finanças
Empresa boa para se firmar parceria é aquela que tem uma estratégia clara para seus negócios. E é capaz de apresenta-la sem titubear.
Quanto a finanças é sempre bom saber se a empresa é saudável e vai aguentar eventuais trancos, riscos que a atividade empresarial tem como premissa.

11 – Segurança
Segurança em primeiro lugar. Por tão óbvio, nem deveria estar na lista de possíveis esquecimentos. Então porque está aqui na lista em décimo-primeiro lugar? Vai que alguém esquece de perguntar … Nesse caso é simples: mostre seus números.

12 – Quem vai fazer acontecer?
Você pede uma proposta e o que lhe apresentam é o Que, Como, Quando, Onde e Porque os serviços serão realizados. Em geral as empresas não apresentam quem vai fazer acontecer. QUEM vai tocar o serviço?
Muitas empresas tem uma excelente área comercial. Depois de assinado o contrato, o pessoal de vendas tira o time de campo e quem aparece para tocar o serviço? Surpresa!
Para evitar o pior, peça para conhecer quem vai estar a frente dos trabalhos. Uma boa sugestão é: obtenha referências e entreviste quem vais gerenciar as operações ou liderar os serviços. É com esse pessoal que o casamento de verdade vai acontecer.

Abraços

Paulo Walter
paulo.walter@manutencao.net

02/12/2015
12 Coisas que você deve lembrar ao contratar serviços em Facilities" addthis:description="12 itens a serem considerados quando se está por contratar serviços.">

Cadastre sua empresa e apareça para o mundo da Manutenção Brasileira

Onde estão as empresas mais importantes do Brasil que oferecem produtos e serviços para a Manutenção Industrial e Predial e Gestão de Facilities?
Se sua empresa ainda não está inscrita, ainda é tempo para se cadastrar para aparecer e ser encontrado.

Abaixo as dicas para os principais pontos de consulta que são utilizados pelos profissionais das áreas de Manutenção e Facilities. O cadastro é simples. Acesse pelos logins informados, deixe as informações sobre sua empresa, contatos, produtos e serviços e pronto.

As Marcas Mais Importantes da Manutenção Brasileira Site que mostra as Marcas que são consideradas as mais importantes para quem trabalha na gestão de ativos, manutenção predial e industrial, gestão de facilities

Mapa da Manutenção Brasileira  É uma novidade de mapa de localização ainda em fase beta. Mas com grande potencial de divulgação para as ferramentas de busca

Guia da Engenharia Guia de empresas que visam ser conhecidas pelo mundo da Engenharia

Guia Manutencao.net É o Guia mais antigo da Manutenção brasileira e é também o mais consultado.

Todos esses cadastros são gratuitos e ajudam muito na divulgação das empresas pela geolocalização.

O lema máximo do marketing continua valendo: “Quem não é visto não é lembrado”. E o mantra da internet potencializa tudo isso com o “não vende quem não é encontrado”.

Abraços, bons negócios

Paulo Walter

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01/12/2015
Cadastre sua empresa e apareça para o mundo da Manutenção Brasileira" addthis:description="Onde estão as empresas mais importantes do Brasil que oferecem produtos e serviços para a Manutenção Industrial e Predial e Gestão de Facilities? Se sua empresa ainda não está inscrita, ainda é tempo para se cadastrar para aparecer e ser encontrado. Abaixo as dicas para os principais pontos de consulta que são utilizados pelos profissionais […]">

Você sabe o que é Gestão de Facilities? Veja o vídeo e tire as dúvidas.

Se você não sabe o que um gestor de Facilities faz ou cuida, veja o vídeo abaixo. Está em inglês, mas não deixa dúvidas de que Gestão de Facilities é uma atividade que acima de tudo, exige “equilíbrio”, “foco” e é “mágica”. Para lidar com quase tudo.

Não se esqueça de deixar seus comentários

Abraços

Paulo Walter
paulo.walter@manutencao.net

Este blog tem o apoio institucional da TECNOFINK  que é uma MMCM – Marcas Mais Conhecidas da Manutenção Brasileira

TECNOFINK 20 ANOS

25/11/2015
Você sabe o que é Gestão de Facilities? Veja o vídeo e tire as dúvidas." addthis:description="Se você não sabe o que um gestor de Facilities faz ou cuida, veja o vídeo abaixo. Está em inglês, mas não deixa dúvidas de que Gestão de Facilities é uma atividade que acima de tudo, exige “equilíbrio”, “foco” e é “mágica”. Para lidar com quase tudo. Não se esqueça de deixar seus comentários Abraços […]">

Ciclo do Conhecimento e a Gestão de Facilities

Ontem assisti a um evento do Ciclo de Conhecimento, um grupo criado por Mayb Ferreira, para troca de conhecimentos entre profissionais da área de Facilities.

A apresentação de Vitus Flemming e Renato Augusto, da empresa VIKINGS, versou sobre produtividade na área de limpeza predial e mostrou como é possível, com inteligencia e coragem, obter boas economias (savings) sem abrir mão de qualidade. A palestra mostrou que boa técnica aliada a uma boa comunicação, ingredientes básicos para promover mudanças, podem trazer ganhos a todos, principalmente em momentos de crise como o atual que nos desafia a sermos criativos e perseverantes na gestão limite dos recursos que estejam a nossa disposição.

A palestra seguinte nos foi brindada por Sérgio Oliveira, da 930 Metros que fez uma apresentação falando sobre a auto-motivação na postura diária para enfrentar os desafios nossos de cada dia. O ponto focal da apresentação foi sobre Inteligencia Espiritual, que junto com a Inteligencia Emocional e a Inteligencia Intelectual, nos conduzem em nossas decisões e formas de posicionamento na vida e na carreira. Excelente!

Para fechar a noite a apresentação de Daiane Ramos, Gerente Geral de Facilities das Olimpiadas Rio 2016, versou sobre um comparativo da Gestão de Facilities no Brasil, EUA e Inglaterra. Tendo morado por 11 anos em Londres, a maior parte do tempo em funções de Facilities, da limpeza à gestão de grandes eventos, Daiane mostrou o quanto FM tem a evoluir no país, vencendo obstáculos culturais, trabalhistas e até sociais. Otimista, a palestrante acredita que a crise atual é uma oportunidade de se melhorar a qualidade da gestão e fazer a gestão de facilities se tornar uma profissão regulamentada, a exemplo do que acontece já faz algum tempo nos países desenvolvidos.

O Ciclo do Conhecimento tem página no Facebook e o grupo de discussão já está em 180 participantes, devendo retomar seus encontros mensais no início de 2016.

Bela iniciativa. Ganhamos todos com o compartilhamento de experiencias e novas técnicas disponíveis no mercado.

Abraços

Paulo Walter

 

25/11/2015
Ciclo do Conhecimento e a Gestão de Facilities" addthis:description="Ontem assisti a um evento do Ciclo de Conhecimento, um grupo criado por Mayb Ferreira, para troca de conhecimentos entre profissionais da área de Facilities. A apresentação de Vitus Flemming e Renato Augusto, da empresa VIKINGS, versou sobre produtividade na área de limpeza predial e mostrou como é possível, com inteligencia e coragem, obter boas economias (savings) […]">

Horóscopo para profissionais de sucesso ou de como a quem o (seu) futuro pertence?

Hoje, ao ler os jornais, como faço todas as manhãs, depois de ler as matérias sobre política e economia (qual está pior?), dei uma passada na seção de esportes para ver se havia algo sobre o novo time que meu Botafogo deve começar a montar para disputar a série A do Brasileirão 2016.

Ser campeão na segunda divisão é bom, mas não voltar para ela é muito melhor, não é mesmo? Mas esse é um assunto que desenvolverei em outro post para falar sobre preparo para a concorrência em que se está metido e a síndrome de vira-latas que assola o Brasil, conforme nos ensinou Nélson Rodrigues.

Voltando a minha leitura de jornais, depois da seção de esportes, cheguei finalmente ao Horóscopo. Sim, eu leio o horóscopo todo dia. Afinal, como fazer algo que me renda o tempo e um dia de trabalho produtivo sem saber das interdições de transito, eventos testes de Olimpíadas, condições do clima e manifestações de rua e, com certeza, o que diz o horóscopo?

Meu horóscopo hoje (sou de Aquário) diz: “Ao sentir-se ansioso, esperando pelo futuro, você pode se frustrar por não acontecer aquilo que estava planejando. É tempo de aproveitar o que o presente tem a lhe oferecer.

Pensei um pouco, li o texto novamente, pensei mais um pouco e vi que não estava do meu gosto. Ansiedade? É verdade. Mas essa palavra, no meio do meu horóscopo, me deixou muito… ansioso. Pensando muito no futuro e desprezando o que há de bom no presente? Outra verdade recorrente para o meu caso. Mas também não era isso o que esperava ler para os bons augúrios da jornada que começava.

Dei então uma olhada no que estava previsto para outros signos:
Libra: “Quando o romantismo está no ar, você sonha com um amor ideal e acaba encontrando defeitos nos pretendentes. É tempo de aprender a amar o outro como ele é, inclusive com suas imperfeições“.
Uau, gostei muito. Pensei, preciso guardar esta dica.

Sagitário: “Dizer a verdade custe o que custar não é uma das melhores atitudes. Podem existir sentimentos ruins, a questão é o que fazer com isso. É tempo de ser respeitoso para não machucar o próximo.” Rapaz, pensei, toda aquela gente que está fazendo delação premiada na Operação Lava Jato deve ser de Sagitário, com característica de escorpião e ascendente em capricórnio!

Gêmeos: “No seu planejamento deveria estar sempre incluída uma forma de compartilhar projetos. É tempo de se esforçar para encontrar a melhor maneira de fazer com que as pessoas acolham suas ideias.” Bingo! Estou com muitos projetos! Preciso compartilha-los com gente que queira fazer essas coisas acontecerem!

Fiquei animado e continuei a leitura dos demais signos.

Leão: “Ao ter confiança de que será bem sucedido, você se empenha mais fortemente para realizar seus desejos. É tempo de aliar responsabilidade e autoconfiança para colher bons frutos.” Bingo, de novo! Aliás, muito bingo! Inspirador!

Pronto, já decidi. Hoje eu serei de Leão e de Gêmeos. Melhor, serei Leões Gêmeos. Assim, no plural, pra dar mais força!

Meu horóscopo sob medida ficou assim: “Ao ter confiança de que serei bem sucedido, vou me empenhar mais fortemente para realizar meus desejos, compartilhando meus projetos. E se as pessoas acolherem minhas ideias (espero que pela qualidade e desafio das mesmas), vamos todos trabalhar (muito) aliando responsabilidade e autoconfiança para colher bons frutos coletivos.

Fiquei feliz com a previsão modelada. Gosto de fazer meu signo ser diferente a cada dia, pois a mudança é a única coisa permanente em nossas vidas.

O dia é hoje e é preciso fazer acontecer. Amanhã é um novo dia. E tem horóscopo de novo. Mal posso esperar para ver o que futuro me reserva.

Abraços

Paulo Walter
paulo.walter@manutencao.net

Este blog tem o apoio institucional da TECNOFINK, uma das marcas mais conhecidas e respeitadas da Manutenção Brasileira.

NB.: O texto dos signos colhi no jornal O Globo, edição de segunda-feira (23-11-2015), na excelente coluna Horóscopo de Claudia Lisboa, onde colho diariamente inspiração para um bom dia de trabalho e equilíbrio pessoal.

Esse texto também está disponível em meu Blog no site manutencao.net

24/11/2015
Horóscopo para profissionais de sucesso ou de como a quem o (seu) futuro pertence?" addthis:description="Hoje, ao ler os jornais, como faço todas as manhãs, depois de ler as matérias sobre política e economia (qual está pior?), dei uma passada na seção de esportes para ver se havia algo sobre o novo time que meu Botafogo deve começar a montar para disputar a série A do Brasileirão 2016. Ser campeão […]">

Marketing de Conteúdo e os Infográficos

De acordo com a Google, buscas em inglês pelo termo “infographic” (infografico) tiveram crescimento superior a a 800% nos últimos dois anos. Atualmente, são apresentados 79.000.000 resultados para a busca na Google por “infographic.”

Os consumidores adoram infográficos porque eles são uteis do ponto de vista de consumo por serem informativos, oferecerem entretenimento, e ainda evocarem emoções. Porque esntão não usar infográficos em suas apresentações, relatórios e marketing de conteúdo?

Para se ter um ideia do que estamos falando, nas últimas quatro horas somente, a hashtag #infographic foi usada 3.300 vezes, com os totais mensais ultrapassando a marca mensal de 342.000. Já que todos esses números são interessantes, você não acha que seria mais fácil de processa-los e assimila-los mais rápido se representados visualmente? A ciência diz sim: nós processamos mensagens visuais 60.000 times mais rápido que um texto, e isso é parte da razão dos infográficos sejam tão apelativos para se contrapor ao pouco espaço para atenção dos dias de hoje.

Veja que interessante o infográfico sobre a carreira de Kobe Bryant, o brilhante astro do basquete americano, hoje no Los Angeles Lakers. Ele acaba de atingir a marca de 30.000 pontos e é o mais jovem profissional da história a alcançar este feito.

Fontes: Site do los Angeles Laker e NewsCred

 

TECNOFINK 20 ANOS

19/11/2015
Marketing de Conteúdo e os Infográficos" addthis:description="De acordo com a Google, buscas em inglês pelo termo “infographic” (infografico) tiveram crescimento superior a a 800% nos últimos dois anos. Atualmente, são apresentados 79.000.000 resultados para a busca na Google por “infographic.” Os consumidores adoram infográficos porque eles são uteis do ponto de vista de consumo por serem informativos, oferecerem entretenimento, e ainda […]">

Desastre da SAMARCO em Mariana: azar, incompetência ou irresponsabilidade?

Dólar em alta, dívidas idem, commoditie em queda, mercado deprimido, concorrência acirrada. Alguém conhece esse cenário? Já esteve ou viveu ou trabalhou num lugar com essas condições?

Trabalho há 40 anos em serviços, a maior parte com manutenção industrial. Por onde ando, em indústrias e segmentos os mais variados, a história se repete. A manutenção dos ativos é sempre em contingencia, pois na visão da alta gestão (representante dos acionistas), não agrega valor ao produto ou serviço final. Manutenção é um mal necessário.

Não chega a ser uma inverdade que a manutenção não dá lucro. Embora a Engenharia de Manutenção possa gerar economias fantásticas e agregar sim muito valor aos processos produtivos, o fato é que a Manutenção pode evitar prejuízos. E, como vemos em Mariana, no caso da SAMARCO, pode evitar desastres e tragédias irrecuperáveis.

A SAMARCO tem 70 anos de atividade e tem como acionistas os dois maiores players do mercado mundial de mineração. Tem em sua Manutenção os melhores programas de Gestão de Ativos disponíveis no mercado, usa softwares de última geração e controla indicadores diversos, sempre em busca de melhorias operacionais. Tem profissionais qualificados, pois investe em contínuos treinamentos e qualificação de pessoal. Mas, e aí?

ABALO SÍSMICO

Teve abalo sísmico registrado na região na região, poucas horas antes do evento, o que teria levado a barragem à falência. Então foi azar?
É importante lembrar que a barragem estava perto de seu limite de capacidade de armazenamento. Ativos perto do limite devem ser monitorados de forma diferenciado. É o que nos ensina o básico dos estudos de ciclo de vida útil de equipamentos e instalações. Minha avó ensinava que os velhinhos vão ao médico com mais frequência que os jovens porque estão sujeitos a mais problemas que os jovens, até uma falência geral a qualquer momento.

BARRAGEM ESTAVA SENDO MONITORADA

Qualquer gerente de uma pequena empresa sabe que o patrão quer ver seus esforços concentrados nas máquinas que produzem. É dali que sai (ou entra) o dinheiro. Ao fim e ao cabo, o fato é que o faturamento não vem de boas politicas de segurança do trabalho ou práticas de disposição de rejeitos. A receita vem de máquinas de produção rodando.

A SAMARCO produz minério de ferro e não comercializa os rejeitos. A barragem e o reservatório de rejeitos são um mal necessário, obrigatório por causa do processo e por conta da legislação.

A legislação sobre as condições técnicas de barragens de rejeitos no Brasil é relativamente recente, pouco mais de 20 anos. As primeiras leis e dispositivos legais que trataram do assunto estavam voltadas aos aspecto de compensações financeiras à união, estados e municípios, olhando mais o loado de barragens para geração de energia e ou abastecimento de água.

Barragens são um problema sem fim, pois são pontos de acumulação de resíduos que, enquanto a tecnologia não evoluir, não haverá outra destinação aos materiais que armazena. É o lixo não reciclável, não utilizável, imprestável. Ou seja, é um problema (despesa) a manter mesmo depois que empresa encerrar suas atividades.

Resíduos são a grande questão do mundo de hoje. Resíduo é o lixo a céu aberto, está no fundo das lagoas e rios, no ar, na poluição e no aquecimento global. A legislação europeia desincentiva a energia nuclear exatamente porque quem vai segurar a bomba dos resíduos nucleares contaminados gerados hoje serão as gerações futuras.

Mineradoras são especialistas em mineração (sic). Para cuidar de barragens em geral contratam empresas especializadas  no tema. E não há muitas de qualidade disponíveis no Brasil.

A barragem, segundo a SAMARCO, estava sob monitoramento adequado. Adequado ao que? Ao orçamento da Manutenção? Da legislação? Das melhores práticas de mercado?

A operação e manutenção de uma barragem enseja uma ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) por engenheiro (s) habilitados. Esse é um documento importante a ser apresentado pela SAMARCO mostrando que, pelo menos nesse aspecto, sua conformidade técnica estava em dia.

A LEGISLAÇÃO SOBRE SEGURANÇA DE BARRAGENS

A lei federal 12334 de 20 de setembro de 2010 trouxe evolução ao assunto Barragens de Rejeitos, em relação a legislação incipiente de então.

Em seus artigos 8, 9, 10, 11 e 12 estão descritos os principais pontos que versam sobre os aspectos técnicos da operação e manutenção deste tipo de instalação:

Art. 8o  O Plano de Segurança da Barragem deve compreender, no mínimo, as seguintes informações: 

I – identificação do empreendedor; 

II – dados técnicos referentes à implantação do empreendimento, inclusive, no caso de empreendimentos construídos após a promulgação desta Lei, do projeto como construído, bem como aqueles necessários para a operação e manutenção da barragem; 

III – estrutura organizacional e qualificação técnica dos profissionais da equipe de segurança da barragem; 

IV – manuais de procedimentos dos roteiros de inspeções de segurança e de monitoramento e relatórios de segurança da barragem; 

V – regra operacional dos dispositivos de descarga da barragem; 

VI – indicação da área do entorno das instalações e seus respectivos acessos, a serem resguardados de quaisquer usos ou ocupações permanentes, exceto aqueles indispensáveis à manutenção e à operação da barragem; 

VII – Plano de Ação de Emergência (PAE), quando exigido; 

VIII – relatórios das inspeções de segurança; 

IX – revisões periódicas de segurança. 

§ 1o  A periodicidade de atualização, a qualificação do responsável técnico, o conteúdo mínimo e o nível de detalhamento dos planos de segurança deverão ser estabelecidos pelo órgão fiscalizador. 

§ 2o  As exigências indicadas nas inspeções periódicas de segurança da barragem deverão ser contempladas nas atualizações do Plano de Segurança. 

Art. 9o  As inspeções de segurança regular e especial terão a sua periodicidade, a qualificação da equipe responsável, o conteúdo mínimo e o nível de detalhamento definidos pelo órgão fiscalizador em função da categoria de risco e do dano potencial associado à barragem. 

§ 1o  A inspeção de segurança regular será efetuada pela própria equipe de segurança da barragem, devendo o relatório resultante estar disponível ao órgão fiscalizador e à sociedade civil. 

§ 2o  A inspeção de segurança especial será elaborada, conforme orientação do órgão fiscalizador, por equipe multidisciplinar de especialistas, em função da categoria de risco e do dano potencial associado à barragem, nas fases de construção, operação e desativação, devendo considerar as alterações das condições a montante e a jusante da barragem. 

§ 3o  Os relatórios resultantes das inspeções de segurança devem indicar as ações a serem adotadas pelo empreendedor para a manutenção da segurança da barragem. 

Art. 10.  Deverá ser realizada Revisão Periódica de Segurança de Barragem com o objetivo de verificar o estado geral de segurança da barragem, considerando o atual estado da arte para os critérios de projeto, a atualização dos dados hidrológicos e as alterações das condições a montante e a jusante da barragem. 

§ 1o  A periodicidade, a qualificação técnica da equipe responsável, o conteúdo mínimo e o nível de detalhamento da revisão periódica de segurança serão estabelecidos pelo órgão fiscalizador em função da categoria de risco e do dano potencial associado à barragem. 

§ 2o  A Revisão Periódica de Segurança de Barragem deve indicar as ações a serem adotadas pelo empreendedor para a manutenção da segurança da barragem, compreendendo, para tanto: 

I – o exame de toda a documentação da barragem, em particular dos relatórios de inspeção; 

II – o exame dos procedimentos de manutenção e operação adotados pelo empreendedor; 

III – a análise comparativa do desempenho da barragem em relação às revisões efetuadas anteriormente. 

Art. 11.  O órgão fiscalizador poderá determinar a elaboração de PAE em função da categoria de risco e do dano potencial associado à barragem, devendo exigi-lo sempre para a barragem classificada como de dano potencial associado alto. 

Art. 12.  O PAE estabelecerá as ações a serem executadas pelo empreendedor da barragem em caso de situação de emergência, bem como identificará os agentes a serem notificados dessa ocorrência, devendo contemplar, pelo menos: 

I – identificação e análise das possíveis situações de emergência; 

II – procedimentos para identificação e notificação de mau funcionamento ou de condições potenciais de ruptura da barragem; 

III – procedimentos preventivos e corretivos a serem adotados em situações de emergência, com indicação do responsável pela ação; 

IV – estratégia e meio de divulgação e alerta para as comunidades potencialmente afetadas em situação de emergência. 

Parágrafo único.  O PAE deve estar disponível no empreendimento e nas prefeituras envolvidas, bem como ser encaminhado às autoridades competentes e aos organismos de defesa civil.”

Para começar a mostrar a seriedade de todos, tanto a SAMARCO quanto a Prefeitura de Mariana deveriam apresentar logo o PAE das barragens de Germano e Fundão. Se é que existe, uma vez que a evacuação das áreas atingidas foi um desastre a parte.

Pelo visto e acontecido a SAMARCO vai ter muito que mostrar em termos de compliance para se defender e manter a linha de defesa do “evento não previsível” para desastres de grande monta.

RESSARCIMENTO E COMPENSAÇÕES

Quem trabalha com Manutenção sabe que diante de um evento crítico duas ações devem ser disparadas:
1 – Cessar ou mitigar as causas (fontes) do problema para mitigar ou eliminar os efeitos.
2 – Agir sobre os ativos para restabelecer sua condição operativa.

Com o tamanho do evento ocorrido o departamento de Manutenção da empresa quase nada tem a fazer quanto as duas iniciativas acima. A operação da mineradora está bloqueada. Parou de vez.

O fato é que a SAMARCO agora não tem responsabilidade somente sobre duas barragens e seu conteúdo. Lama, resíduos e tudo mais desceram morro e rios abaixo. A empresa agora tem que se responsabilizar pelos efeitos desta tragédia, os danos causados a milhares de pessoas em 500 km Rio Doce abaixo. Tem ainda um meio ambiente a, de alguma forma, tentar recompor. Tem a sociedade a ressarcir.

A análise de risco de Operação e Manutenção que uma empresa do porte da SAMARCO, com o risco que a atividade tem, será que contemplou a possibilidade e o grau de risco de um desastre desta natureza, que levará ao bloqueio das atividades da empresa e ainda uma conta enorme para pagar?

LIÇÕES APRENDIDAS

Quem trabalha com engenharia sabe que aprendemos mais com os insucessos e desastres do que com trabalho de observação e estudos prévios. Os desastres nos escancaram os pontos cruciais que “estavam na cara” e não vimos.

O Brasil tema mais de 1200 barragens de resíduos de mineradoras. No mínimo se espera que os desastres que quase mataram o Rio Pomba e suas cidades ribeirinhas e agora o Rio Doce e seus vizinhos, sirvam para que empresas, órgãos de fiscalização, poder público e comunidade, tenham uma atitude diferente do que se praticava na área que deu o nome a maior empresa de mineração do mundo, um orgulho para o Brasil, a VALE que antes tinha como sobrenome Rio Doce.

Paulo Walter

 

 

12/11/2015
Desastre da SAMARCO em Mariana: azar, incompetência ou irresponsabilidade?" addthis:description="Dólar em alta, dívidas idem, commoditie em queda, mercado deprimido, concorrência acirrada. Alguém conhece esse cenário? Já esteve ou viveu ou trabalhou num lugar com essas condições? Trabalho há 40 anos em serviços, a maior parte com manutenção industrial. Por onde ando, em indústrias e segmentos os mais variados, a história se repete. A manutenção […]">

Engenharia na manutenção do Conjunto Arquitetônico da Pampulha

A prefeitura de Belo Horizonte tem feito um trabalho interessante na preservação e manutenção do Conjunto Arquitetônico da Pampulha, um patrimônio de todos nós, uma obra feita no governo Juscelino Kubistchek, que chegaria a presidência da república.
O arquiteto Oscar Niemeyer foi o projetista, deste hoje reconhecido patrimônio mundial.

O vídeo mostra a reportagem da TV CREA – MG.

11/11/2015
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